| ||
|
Pais podem ajudar a reduzir o número de acidentes no trânsito causados por jovens
Icatu Seguros oferece assinatura digital para contratação de seguro de vida
Release
Líder entre as seguradoras independentes no mercado brasileiro de Seguros de Vida, Previdência Privada e Capitalização, a Icatu Seguros está comercializando seguros de vida individuais por meio de assinatura digital – uma praticidade para o cliente e mais uma ferramenta para o dia a dia do corretor, já que a tecnologia utiliza a criptografia e vincula o certificado digital ao documento eletrônico que está sendo assinado, dando assim garantias de integridade e autenticidade ao processo. No Projeto Mobilidade, a plataforma está integrada à Casa do Corretor, portal em que o especialista apresenta os produtos da companhia, faz simulações e acompanha o processo de aceitação e contratação dos planos. No dia de estreia da certificação eletrônica, 25% das propostas já foram comercializadas com assinatura digital.
Segundo o gerente de Marketing e responsável pela experiência digital da Icatu, Rodrigo Pádova, a iniciativa flexibiliza o processo de contratação dos seguros, contribuindo para a melhora da performance do corretor e do atendimento ao cliente.
“A assinatura digital vai acelerar a entrega da documentação à Icatu, facilitando a vida do corretor. No entanto, ele é a melhor pessoa para entender como o cliente quer se relacionar, então, nos casos de clientes e corretores que valorizam o contato pessoal, a contratação pode continuar sendo feita no método tradicional e a formalização, de forma online”, explica.
A tecnologia está disponível também por aplicativo e poderá ser aplicada a todos os produtos do portfólio de Vida. As formas de pagamento serão as mesmas também neste formato. Para a diretora de Desenvolvimento de Produtos de Vida da Icatu, Luciana Bastos, a iniciativa traz melhor experiência para o corretor e o cliente. “No método tradicional, é preciso trazer a documentação para protocolar numa filial. O processo agora será todo mais ágil, com melhor resposta também para análise e aceitação das propostas. A expectativa é de que naturalmente essa passe a ser a forma mais utilizada para a contratação dos seguros”.
A Icatu Seguros investe permanentemente para trazer facilidades à rotina de seus mais de 4 mil corretores e trará novas funcionalidades para a Casa do Corretor, ainda no primeiro semestre, para a contratação de planos de previdência privada.
Queda da Selic faz seguradoras reverem estratégia, afirma Flávio Faggion, da Siscorp
O lucro líquido do mercado segurador no primeiro bimestre de 2018 foi de R$ 2,28 bilhões, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) analisados pela consultoria Siscorp. O ganho ficou praticamente estável comparado aos R$ 2,25 bilhões registrado no mesmo período do ano anterior. A média do resultado do ganho equivale a 15% do volume de prêmios. Já sobre o patrimônio, 20%.
As quarto primeiras colocações do ranking são dominadas por seguradoras ligadas a bancos: Bradesco, Banco do Brasil, Caixa e Itaú. Já as seis seguintes, que completam o ranking dos dez maiores lucros, estão com seguradoras independentes como Zurich, SulAmérica, Porto Seguro, Prudential, Icatu e Liberty, que têm o corretor de seguros como principal distribuidor dos produtos, porém também mantêm acordos com bancos para oferta de apólices aos clientes da instituição financeira, seja correntistas, poupadores ou portadores de cartões de crédito.
A queda da Selic para 6,5% ao ano como decidido na última reunião do Conselho Monetário Nacional (Copom), com viés de uma nova baixa como mostra o relatório Focus, divulgado pelo Banco Central na última segunda-feira, traz impacto ao resultado financeiro em 2018.

“As seguradoras vão tomar medidas restritivas na operação, com maior rigor na aceitação, realinhamento das margens de comercialização e otimização dos processos administrativos. Algumas seguradoras deverão rever a estratégia de atuação, concentrando-a em produtos onde irão se especializar. Em nossas projeções, a partir de 2019 já consideramos melhora dos resultados, já decorrente dessas ações, mesmo com o resultado financeiro mantendo-se em níveis inferiores”, comenta Flávio Faggion, sócio da consultoria Siscorp.
Veja abaixo o ranking complete de janeiro e fevereiro de 2018:

Inaldo Bezerra assume presidência da AIDA Brasil
Release
Aconteceu na última terça feira, 28 de março, a Assembleia Geral Extraordinária da AIDA, Associação Internacional de Direito de Seguros. Na reunião, que acontece a cada dois anos, houve a eleição da nova Diretoria e do Conselho Deliberativo do biênio 2018/2020.
Sobre a nova chapa, a ex-presidente Ana Rita Petraroli explica que é um mandato de continuidade. “As chapas de renovação sempre vêm acompanhando os projetos anteriores e foi isso que trouxe o sucesso da AIDA”, afirma.
Agora, Inaldo Bezerra assume a presidência pelos próximos dois anos, mas com grandes desafios, como a realização do Congresso Mundial, que acontecerá em Outubro. “Estou muito feliz, comprometido e cheio de responsabilidade”, conta o novo presidente.
Além da eleição, houve a apreciação do relatório das atividades desenvolvidas pela gestão 2016/2018, bem como a deliberação e aprovação das contas. Nos últimos dois mandatos, a AIDA promoveu 37 eventos e inúmeras reuniões dos Grupos Nacionais de Trabalho com o intuito de fomentar a discussão do direito de seguro. Destacaram-se os Congressos Brasileiros de Direito de Seguro e Previdência e o I Seminário Manuel Póvoas.
Na Assembleia, os próximos passos e planos também foram discutidos, “todas as contas e projetos foram aprovados. Nós rompemos fronteiras e essa é a primeira grande alegria”, conclui Inaldo Bezerra.
Confira a nova chapa:
Presidente: Dr. Inaldo Bezerra Silva Júnior,
1º Vice-Presidente: Dr. Juliano Ferrer
2º Vice-Presidente: Dra. Claudia Heck Machado Oliveira,
Diretor Cultural: Dra. Angélica Lúcia Carlini,
Diretor de Relações Institucionais: Dr. Sergio Ruy Barroso de Melo
Diretor de Comunicação: Dra. Glauce Karine de Jesus Madureira Carvalhal,
Diretora de Relações Internacionais: Dra. Ivy Cassa
CONSELHO DELIBERATIVO
Ana Rita dos Reis Petraroli
Maria da Glória Faria
José Armando da Glória Batista
Adilson José Campoy
Washington Luís Bezerra da Silva
Antonio Penteado Mendonça
Ivan Luiz Gontijo Júnior
Luís Felipe de Freitas Braga Pellon
Lene Araújo de Lima
Luiz Tavares Pereira Filho
Márcio Alexandre Malfatti
André Luiz do Rego Monteiro Tavares Pereira
Ricardo Bechara dos Santos
Solange Beatriz Palheiro Mendes
Tecnologia ajuda a gerenciar riscos em transporte, afirma Marcos Siqueira, da Liberty
Há soluções para o seguro transporte, afirma Eduardo Michelin, da corretora Willis
O seguro para transporte de carga se tornou a dor de cabeça das seguradoras. A região mais alarmante é a do Sudeste que concentra 90% das ocorrências de cargas roubadas. Em 2017, foram registradas 30 subtrações por dia no eixo Rio-São Paulo, o que resultou em um prejuízo de R$ 1,7 bilhão. Entretanto, não há expectativa que esses números caiam, já que nos 10 primeiros dias de 2018 foram registrados 288 roubos na região, de acordo com dados das Secretarias de Segurança Pública dos dois estados.
Segundo Eduardo Michelin, responsável por transporte e náuticos da corretora e consultoria Willis Towers Watson, o valor do seguro elevou entre 10 e 40%, dependendo da operação e as apólices que demoravam um mês para negociar, agora levam três, principalmente das companhias que comercializam alimentos, bebidas, eletrônicos e medicamentos, as mais visadas e de fácil distribuição no mercado paralelo.
O executivo ainda acrescenta que as seguradoras têm negado alguns riscos e exigido cada vez mais complexos sistemas de gerenciamento de risco, que podem variar desde iscas implementadas dentro do caminhão e da carga, passando por rastreadores no caminhão, escoltas, monitoramento dos horários e rotas dos caminhões, entre outros.
Para os próximos meses a projeção é um acréscimo no volume de movimentação de carga, devido o aquecimento da economia, entretanto, o roubo de carga ainda é uma preocupação das empresas.
Veja abaixo os principais trechos da entrevista concedida ao blog Sonho Seguro:
Quais ações podem ser tomadas para melhorar o cenário que existe atualmente?
Vivemos em um momento muito desafiador para o segmento de transporte de cargas. Com o grande índice de roubo de carga registrado no último ano, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro, o segmento foi muito afetado e nesse momento provoca um peso gigantesco em todas as carteiras das seguradoras que passaram a ter dificuldades de resultado em função disso. Essa questão, obviamente, é repassada aos clientes que acabam tendo que pagar mais ou gastar mais para ter o seguro, pois não é apenas o prêmio em si, mas as seguradoras passaram a ser mais exigentes com o valor das franquias e com os programas de gerenciamento de risco.
Como a corretora pode ajudar?
O diferencial da WillisTowers Watson é no suporte e consultoria em relação ao gerenciamento de risco logístico. Atuamos ajudando o cliente a identificar as melhores soluções de gerenciamento, por meio da consolidação de várias ferramentas que possam ajudar nessa logística como, por exemplo, rastreador, consulta dos motoristas, rastreador móvel, emprego de escolta, escolta velada, determinação de horários e rotas. Atualmente o que viabiliza o transporte de algumas mercadorias consideradas críticas é o quanto o cliente se dedica e se compromete com as medidas de gerenciamento. É fundamental, muito mais do que o custo do seguro, o que ele faz em relação a segurança do transporte da carga dele. Quais os transportadores utilizados, a tecnologia utilizada para rastrear seus produtos, as rotas, o período do dia etc.
Ainda há solução então?
A Willis Towers Watson acredita que ainda não estamos em uma situação sem saída. Ainda há solução, basta que o cliente também tenha um pouco desse comprometimento e preocupação com o gerenciamento de risco. Os clientes que não quiserem investir nessas ferramentas de gestão ou vão pagar muito mais caro no seguro ou vão ficar eventualmente sem opção de seguradora. Além disso, deveria ser criada uma legislação específica e mais rígida para o crime de roubo de carga e receptação. Assim como investimentos em segurança pública e trabalhos de inteligência policial precisam ser intensificados.
Como os clientes estão reagindo a isso?
Os clientes sabem que o momento é delicado. Principalmente aqueles que atuam em rotas muito visadas sabem que precisam investir em gerenciamento de risco para conseguir uma negociação mais favorável com a seguradora. Entretanto, eles nos pressionam a encontrar as melhores negociações possíveis para eles.
Eles estão comprando menos ou investindo mais em gerenciamento? Quais as medidas já tomadas?
De uma forma geral, as empresas estão investindo mais no gerenciamento de risco. Claro que isso varia conforme o produto que a empresa transporta e a rota que ela faz, mas sim, nas rotas mais perigosas as empresas estão buscando soluções tanto para tentar evitar a perda da carga como também para recuperá-la após o roubo. O que existe de mais moderno em termos de rastreamento são as iscas móveis que podem ser personalizadas e escondidas na mercadoria. Elas podem estar escondidas nas embalagens dos produtos e possuem uma tecnologia híbrida que pode enviar sinal tanto por satélite quanto por rádio frequência, o que dificulta esconder/sumir com esse sinal. Ela é uma contingência, não evita a carga de ser roubada, apenas localizá-la. Ela é totalmente customizável, você coloca dentro da caixa do produto e ela pode ser camuflada muito bem, até para ter essa dificuldade do bandido localizar e eliminá-la. Entretanto essa tecnologia é utilizada para o resgate da carga após o sinistro e quanto mais rápido for a ação da equipe de gerenciamento, maiores as taxas de sucesso. Já para evitar o roubo da carga, trabalhamos com rastreadores instalados no veículo transportador. São diversos tipos, entre eles, trava de baú, sensores de abertura de porta, de presença na cabine, botão de pânico. Além do controle de horários, de transportadores, de motoristas e rotas. É um conjunto de medidas de gerenciamento de riscos que são trabalhadas.
Os clientes estão buscando outras formas de proteção?
De uma forma geral os clientes estão investindo mesmo em gerenciamento de risco. Algumas empresas contratam segurança particular para fazer o acompanhamento, mas essa operação tem um custo muito alto e não viável para a grande maioria das empresas.
Indicador registra “otimismo moderado” dos executivos de seguros
Desde o final do ano passado, as expectativas das empresas de seguros têm se mantido no mesmo patamar, com indicadores de confiança se situando entre 120 e 130 pontos, sinalizando um otimismo moderado. Isso é o que mostra o ICSS, um indicador mensal que mede a confiança do setor de seguros no Brasil, divulgado pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor).
Esse indicador é o resultado de três variáveis: ICES (Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras), ICER (Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras) e ICGC (Índice de Confiança das Grandes Corretoras). Todo final de mês são enviadas perguntas simples, de múltipla escolha, em que as empresas dizem sobre o que esperam que aconteça nos próximos seis meses, com relação a algumas variáveis relevantes do setor. Ao todo, aproximadamente 100 companhias são entrevistadas em cada oportunidade.
“Ressaltamos que essa avaliação favorável continua espalhada entre todos os tipos de empresas analisadas – as seguradoras, as resseguradoras e as grandes corretoras”, afirma Francisco Galiza, responsável pelo indicador.
Abaixo, o gráfico do ICSS:

Chubb faz parceria com a startup TôGarantido para ofertar apólices para “menos favorecidos”
A TôGarantido.com.br, startup acelerada pelo Catalyst Fund, iniciativa apoiada pela Fundação Bill & Melinda Gates, JP Morgan Chase e Fundação Rockefeller, se uniu a Chubb para ofertar produtos voltados à inclusão das classes menos favorecidas ao mercado de seguros.
Com valores a partir de R$39,90/mês, a estratégia é mirar nos públicos das classes C e D e oferecer, além dos pacotes que cobrem o segurado em situação de perda de saúde – necessidade de internação, doenças graves etc -, também um acesso privilegiado a serviços de saúde com preços acessíveis e populares durante a vigência da apólice, informa comunicado do grupo.
“O Produto não é um plano de saúde, mas uma alternativa econômica para quem não consegue contratar os planos de saúde tradicionais, por isso, fomos escolhidos pelo Catalyst Fund e agora pela Chubb, já que, por meio da parceria com a Chubb Brasil e a Vida Class, ofereceremos ao consumidor de baixa renda seguros que tenham grande impacto social e atendam suas maiores necessidades de proteção financeira nos momentos de doença ou incapacidade de trabalhar”, conta Felipe Cunha, CEO da TôGarantido, em nota.
Para a criação desses produtos foram realizadas uma série de workshops no Jardim Ângela (extremo sul da capital paulista), além de pesquisas quantitativas realizadas na internet com centenas de consumidores online. “A novidade permitirá que milhões de brasileiros acessem pela primeira vez os benefícios do universo do seguro”, afirma Paulo Pereira, vice-presidente de Multilines da Chubb Brasil no comunicado.
Segundo Cunha, o maior desafio é poder tangibilizar os seguros ao consumidor de baixa renda, fazendo que ele perceba benefícios concretos de estar segurado durante toda a vida útil da apólice, não apenas quando ocorre um sinistro. Como, por exemplo, descontos em serviços médicos, onde será possível ter acesso a uma série de exames e atendimento médico por preços acessíveis, a partir de R$ 45 por consulta, dependendo da especialidade escolhida.
Os seguros da empresa serão 100% digitais, podendo ser adquiridos online ou pelo celular, por meio de um sistema dotado de inteligência artificial e o auxílio de chatbot para interação.
Os seguros ofertado na parceria oferecem as seguintes garantias:
Almir Fernandes deixa Cesvi para assumir diretoria de riscos industriais da BB Mapfre
Almir Fernandes é o novo diretor de Riscos Industriais e Garantia da BB e Mapfre. O executivo tem mais de 36 anos de experiência, sendo 23 no grupo espanhol, onde anteriormente liderou os negócios da Mapfre Assistência e do Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária) no país. O executivo é formado em engenharia industrial mecânica pela Universidade Santa Cecília, com MBA em Gestão Empresarial pela FGV e AMP Advanced Management Program do ISE-IESE Business School.
Marsh apresenta estudo sobre gestão de riscos da América Latina
No próximo dia 5 de abril, a Marsh Risk Consulting promove em São Paulo evento de lançamento do III Benchmark de Gestão de Riscos da América Latina. A pesquisa é resultado de uma ampla rodada de entrevistas com executivos de 294 empresas – sendo 76 brasileiras – realizada de abril a agosto de 2017. São empresas de 20 setores econômicos de 11 países da América Latina: Brasil, Colômbia, México, Peru, República Dominicana, Argentina, Panamá, Chile, Panamá, Uruguai e Porto Rico.
Uma das conclusões do estudo é a de que 2 em cada 5 organizações da América Latina já incorporaram a Gestão de Riscos em seus processos e suas práticas são aplicadas de modo consistente. Entretanto, as organizações ainda precisam criar uma integração e homogeneização em todas as áreas para adotar uma perspectiva proativa.
Para Roberto Zegarra, Líder da Prática de Business Continuity Management e Analytics da Marsh Risk Consulting para América Latina, isso significa que ainda existe campo para as empresas aprimorarem suas estratégias de gestão de riscos e melhores práticas estabelecidas para aquelas que ainda precisam desenvolver expressivamente dentro de seus processos.
A pesquisa foi conduzida em parceria com o RIMS, associação sem fins lucrativos focada em gestão de riscos, e entre outros temas, também mapeou riscos emergentes na América Latina. Para os executivos, as mudanças regulatórias, as rápidas mudanças no comportamento de consumo, os ataques cibernéticos, as mudanças tecnológicas e a forte concorrência estão entre as suas cinco maiores preocupações.
“Casos emblemáticos como os ataques Cyberwarfare, Hacktivism ou ataques indiscriminados recentes como WannaCry ransomware em maio de 2017 chamaram a atenção do mundo dado que os impactos podem ser multissetoriais, simultâneos e disruptivos”, afirma Carlos Santiago, Líder da Marsh Risk Consulting Brasil. “A atenção aos riscos cibernéticos não pode ser somente uma questão exclusiva das áreas de tecnologia. É uma questão a ser tratada também no nível de diretoria e conselhos das organizações”, complementa o executivo.











