Minuto divulga valor do seguro dos carros mais vendidos em janeiro

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A Minuto Seguros, uma das principais corretoras do País e líder no segmento de seguros online, acaba de realizar um estudo com base na lista divulgada pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) com os carros mais vendidos no Brasil em janeiro. Sem nenhuma novidade no topo da lista, o Onix, da Chevrolet, teve mais de 16 mil unidades vendidas e se manteve com folga, por mais um mês na liderança. Em comparação a janeiro de 2017, o carro sucesso de vendas apresentou um crescimento de cerca de 15%.

No segundo lugar, o KA, com 7.656 carros emplacados voltou a figurar na vice-liderança por ter vendido 220 modelos a mais que o HB20, ocupante da terceira posição. Em relação ao mesmo mês do ano passado, as vendas do KA aumentaram 8%, enquanto a do HB20 teve um leve crescimento de 1%.

A surpresa dessa lista ficou por conta das vendas do Novo Polo. O carro, no primeiro mês comercializado, já ficou na quarta posição, deixando modelos consagrados, como Prisma, Gol e Corolla para trás. O novo modelo da Volks emplacou cerca de 6.600 mil unidades. Argo e Mobi, modelos que a Fiat aposta muito, também se mantiveram na lista dos mais vendidos.

Para realizar o estudo, a Minuto Seguros considerou como perfil um condutor homem, de 35 anos e casado. Foram avaliados os preços dos seguros nas capitais de cinco estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Belo Horizonte e Florianópolis.

Dentro do perfil mencionado, o preço do seguro para a Novo Polo, o novo integrante da lista, é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas. O valor mais alto está em São Paulo com R$2809 e o menor em Belo Horizonte por R$2661, uma distância de apenas R$148. No contraponto de diferença de valores, o Corolla possui a maior diferença entre estados: R$ 4.027. A mais alta no Rio de Janeiro, R$ 7.641, a menor em São Paulo, com R$3.614.

Santa Catarina é a cidade com seguro mais barato para a maioria dos carros analisados, oito figuram no valor mais em conta para o perfil. Por outro lado, o Rio é o local que apresenta os preços mais caros. 80% possuem os valores mais altos na cidade maravilhosa.

BB Seguros e Mapfre divulgam fato relevante sobre reestruturação da sociedade

A BB Seguridade confirmou hoje em fato relevante publicado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a notícia que o grupo estudava mudanças na sociedade feita ha seis anos e que era prevista para durar 20 anos, conforme antecipou a coluna de Aline Bronzati no portal Estadão. O termo do acordo, celebrado juntamente com a sua subsidiária integral BB Seguros Participações e com seu controlador Banco do Brasil, cria um futuro Grupo BB e Mapfre que será composto pela canal bancário do BB (vida, prestamista, vida produtor rural, habitacional, agrícola, penhor rural, residencial, empresarial, massificados e DPVAT) e o canal affinity. O grupo Mapfre permanecerá com exclusividade para a comercialização dos seguros de automóvel e de grandes riscos no canal bancário do BB, em condições a serem definidas.

Segundo a nota, as carteiras mencionadas também poderão ser exploradas pelo Futuro grupo BB Mapfre por meio do canal affinity, desde que previamente acordado entre o Grupo BB Seguridade e o Grupo Mapfre, exceto quando o canal affinity em questão for de uma sociedade coligada do BB (“Coligadas BB”), hipótese essa que dispensará a aprovação prévia. As carteiras exploradas pelas sociedades do Grupo Mapfre envolvem o canal corretor e affinity: vida, prestamista, agrícola, auto, grandes riscos, residencial, empresarial e DPVAT; e canal bancário do BB e Coligadas BB: auto e grandes riscos.

O grupo Mapfre permanecerá com exclusividade para a comercialização dos seguros de automóvel e de grandes riscos no canal bancário do BB, em condições a serem definidas. Segundo o comunicado, a reestruturação da operação de seguros no grupo Segurador BB e Mapfre está alinhada com a estratégia de simplificação da estrutura de governança e gestão das participações adotada pela BB Seguridade. A estratégia, informa a nota, tem por objetivo aumentar a ênfase na comercialização de produtos de seguro no canal bancário, buscando aperfeiçoar os serviços prestados aos clientes do BB bem como a maximização na geração de valor para seus acionistas.

Veja a íntegra do fato relevante:

A BB Seguridade Participações S.A. (“BB Seguridade” ou “Companhia”), nos termos do §4o do artigo 157, da Lei n.o 6.404/76, e da Instrução CVM n.o 358/02, comunica que celebrou, juntamente com a sua subsidiária integral BB Seguros Participações S.A. (“BB Seguros”) e com seu controlador Banco do Brasil S.A. (“BB” e, em conjunto com a BB Seguridade e a BB Seguros, “Grupo BB Seguridade”), um Termo de Entendimentos (“Termo”), sem efeitos vinculantes, com a MAPFRE S.A., a MAPFRE Internacional S.A. e a MAPFRE Brasil Participações S.A. (em conjunto “Grupo MAPFRE”), que visa estabelecer as premissas para a celebração dos Acordos Definitivos que regularão a reestruturação societária e operacional das sociedades integrantes do atual Grupo Segurador BB E MAPFRE e a parceria entre Grupo BB Seguridade e Grupo MAPFRE, que resultará na seguinte configuração:

(i) carteiras exploradas em conjunto pelo Grupo BB Seguridade e pelo Grupo MAPFRE (“Futuro Grupo BB E MAPFRE”):

 canal bancário do BB: vida, prestamista, vida produtor rural, habitacional,
agrícola, penhor rural, residencial, empresarial, massificados e DPVAT; e
 canal affinity: as carteiras mencionadas acima também poderão ser exploradas pelo Futuro Grupo BB E MAPFRE por meio do canal affinity, desde que previamente acordado entre o Grupo BB Seguridade e o Grupo MAPFRE, exceto quando o canal affinity em questão for de uma sociedade coligada do BB (“Coligadas BB”), hipótese essa que dispensará a aprovação
prévia.

(ii) carteiras exploradas pelas sociedades do Grupo MAPFRE:

 canal corretor e affinity: vida, prestamista, agrícola, auto, grandes riscos,
residencial, empresarial e DPVAT; e
 canal bancário do BB e Coligadas BB: auto e grandes riscos

O Grupo MAPFRE permanecerá com exclusividade para a comercialização dos seguros de automóvel e de grandes riscos no canal bancário do BB, em condições a serem definidas.

A reestruturação da operação de seguros no Grupo Segurador BB E MAPFRE está alinhada com a estratégia de simplificação da estrutura de governança e gestão das participações adotada pela BB Seguridade. Essa estratégia tem por objetivo aumentar a ênfase na comercialização de produtos de seguro no canal bancário, buscando aperfeiçoar os serviços prestados aos clientes do BB bem como a maximização na geração de valor para seus acionistas.

A destinação dos recursos que poderão ser eventualmente liberados será posteriormente definida.

Fatos adicionais, julgados relevantes, serão prontamente divulgados ao mercado. Brasília (DF), 6 de fevereiro de 2018.

Werner Romera Süffert
Diretor de Gestão Corporativa e Relações com Investidores

Itaú Seguridade obtém margem financeira de R$ 6,2 bi em 2017

A Itaú Seguridade divulgou lucro no quarto trimestre de R$ 735 milhões, compondo o lucro de R$ 6,2 bilhões do conglomerado. O resultado com seguro, previdência e capitalização totalizou R$ 2,1 bilhões, com índice de eficiência de 24,8% no trimestre e de R$ 7,7 bilhões no ano. A margem financeira gerencial foi de R$ 1,7 bilhão no trimestre e de R$ 6,2 bilhões no ano.

Seguros participou com 47% do lucro da Itaú Seguridade, previdência com 46% e capitalização com 7%. O grupo destacou que o aumento do lucro líquido da Itaú Seguridade no trimestre foi devido a maiores prêmios e menores sinistros em seguros de vida, acidentes pessoais, proteção de cartões e relacionados a crédito. Também houve aumento no lucro líquido de R$ 136 milhões em Previdência devido ao teste de adequação de passivos. Nas demais atividades, o aumento de sinistros se deve à uma provisão para contingência de R$ 83 milhões em seguro saúde.

O grupo superou as projeções de crescimento em 2017, alcançando 5,2%, acima do intervalo de 0% e 4%. Para 2018, a expectativa é crescer entre o intervalo de 6,5% e 9,5% no Brasil.

Brasil perdeu US$ 22 bilhões em 2017 com ataques cibernéticos

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Os riscos cibernéticos continuam causando muitos danos às empresas. Em 2017, ameaças à segurança de redes gerou milhões em perdas para grandes empresas, que tiveram dados sigilosos acessados por hackers. De acordo com um estudo da Cyber Handbook, até 2019 estima-se que as perdas com esse tipo de crime podem atingir US$ 2,1 trilhões. A vulnerabilidade no sistema de segurança, pode gerar a perda de dados sigilosos, resultando em sérias consequências reputacionais e financeiras para as organizações.

O Brasil possui números alarmantes: é o segundo país que mais perdeu financeiramente com ataques cibernéticos, atrás apenas da China. Em 2017, cerca de 62 milhões de brasileiros foram vítimas de cibercrime, o que representa 61% da população adulta conectada do país. De acordo com estudo Norton Cyber Security Report, em 2017, os crimes cibernéticos causaram prejuízos de US$ 22 bilhões ao Brasil, sendo que cada vítima perdeu uma média 34 horas com as consequências dos ataques.

No caso mais recente, no Brasil, as informações de mais de dois milhões de clientes de um e-commerce foram vazadas, depois que um hacker conseguiu ter acesso a nome completo, data de nascimento, CPF, valor gasto e data da última compra das pessoas cadastradas. Para amenizar os impactos negativos destes ataques, uma saída é contratar um seguro cibernético, que, segundo o Superintendente de linhas financeiras da BR Isurance, Fernando Cirelli, “esse tipo de seguro dá todo o suporte para investigar e sanar os danos causados por ameaças cibercriminosas”. ”É uma proteção contra prejuízos por invasões de hackers, extorsão, lucros cessantes e roubos de dados digitais, que causem prejuízos para a empresa ou para os clientes prejudicados por esses ataques”, afirma o executivo. Mesmo ainda sendo pouco conhecido no Brasil, o seguro cibernético teve um crescimento expressivo no país: entre maio e dezembro de 2017 a procura por esse produto aumentou 200%.

O relatório Looking ahead: Cyber Security 2018, produzido anualmente pela FireEye destaca que há o lado bom dos ataques, uma vez que empresas públicas e privadas e os governos têm buscado a inovação de seus departamentos internos – tanto em produtos quanto em estratégias – para que estejam aptos a detectar e responder mais rapidamente às ameaças.

Porto Seguro divulga lucro de R$ 1,1 bi em 2017, alta de 20% considerando efeitos extraordinários

O lucro líquido atingiu R$ 1,1 bilhão em 2017, crescimento de 20%, correspondendo a um ROAE de 16,9% (+1,4 p.p.). Desconsiderando a venda das ações do IRB, o lucro líquido recorrente anual atingiria R$ 982 milhões (+6% vs. 2016) e o ROAE 15,1% (-0,4 p.p. vs. 2016).

No quarto trimestre de 2017, o lucro apurado foi de R$ 270 milhõe, correspondendo a uma redução de 11% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto o ROAE alcançou 15,7%. Desconsiderando os efeitos da mudança do cronograma de pagamentos do JCP1, o lucro líquido recorrente do 4T17 teria crescido 9% (vs. 4T16).

Nota do balanço cita que apesar do final da recessão econômica no segundo semestre de 2017, o Brasil sofreu com os efeitos da crise. A demanda enfraquecida, o aumento da criminalidade em alguns estados, a forte queda na taxa de juros e o ambiente competitivo acirrado no seguro auto foram fatores desafiadores para a indústria de seguros. Entretanto, conseguimos expandir as nossas receitas em todas as principais linhas de negócio.

Segundo o comunicado, o lucro evoluiu, suportado pela estratégia de expansão geográfica, pela diversificação de produtos e pela nossa disciplina na recomposição de preços, contribuindo para aumentar em três vezes o resultado operacional em relação a 2016. Além disso, obtivemos um maior desempenho relativo das aplicações financeiras, resultado importante em um ano com forte redução nas taxas de juros.

Na operação de seguros, os prêmios auferidos evoluíram 8% no trimestre e 3% no acumulado do ano. No seguro de automóvel, o crescimento de prêmios foi de 5% no 4T17, favorecido pelos reajustes de preços. A frota segurada reduziu 3%, atingindo 5,3 milhões de veículos (vs. 4T16), impactada pela maior competitividade e pela menor demanda.

Segundo o grupo, o mercado já mostra sinais de recuperação, com aumento de 9% na venda de veículos novos em 2017 (fonte: Anfavea). Nos outros segmentos, os prêmios dos produtos Patrimoniais, Saúde, Vida, Odontológico e Transporte cresceram mais de 10% no trimestre.

O índice combinado de seguros melhorou 4,8 p.p. no trimestre e 2,2 p.p. no ano, atingindo 94,6% e 96,9% respectivamente (vs. 2016). No trimestre, a sinistralidade total alcançou 51,2% (-5,0 p.p vs. 4T16), a melhor marca trimestral dos últimos 10 anos, influenciada pelos reajustes de preços realizados no seguro Auto e pelo aperfeiçoamento do modelo de subscrição de riscos e menor incidência de eventos climáticos nos produtos Patrimoniais. O índice de despesas administrativas de seguros evoluiu 0,7 p.p. no 4T17 e 0,3 p.p. no ano, afetado principalmente pela desaceleração dos prêmios ganhos.

Entretanto, a soma dos índices de despesas administrativas e operacionais permaneceu praticamente estável (-0,1 p.p. vs. 2016).

As receitas das empresas Financeiras e de Serviços subiram 13% no quarto trimestre, intensificadas pela expansão dos negócios de Cartão de Crédito e Financiamento. O indicador de inadimplência das operações de crédito (> 90 dias) encerrou o trimestre em 4,5%, melhor índice dos últimos 5 anos e 1,7 p.p. menor do que a média de mercado.

O resultado financeiro apresentou uma redução de 43% no trimestre (vs 4T16), em consequência da queda do CDI médio em 46%. Contudo, as aplicações financeiras superaram o benchmarking, devido ao desempenho das posições em títulos com juros prefixados e indexados a inflação. A rentabilidade trimestral da carteira (ex. previdência) foi de 1,9% (107% do CDI) e de 10,8% (109% do CDI) no acumulado do ano.

Nesse ano, o grupo desenvolveu diversos projetos para a otimização de processos, modernizando a estrutura de atendimento e aumentar o foco nos canais digitais, com o objetivo de melhorar a experiência do cliente e apoiar os corretores. “Acreditamos que estamos bem posicionados para desenvolver e capturar valor nos setores que atuamos, com diferenciação e sinergia entre produtos”, finaliza o grupo aos acionistas e clientes.

Bradesco: Octavio de Lazari deixará seguros para comandar o banco

ATUALIZAÇÃO: O Bradesco decidirá se Lazari vai acumular a presidência do Bradesco com a do grupo segurador até ao fim de março, quando ocorre a assembleia anual da empresa de seguros.

Octavio de Lazari Junior vai assumir a Presidência da Diretoria Executiva do Bradesco, segundo fato relevante divulgado hoje. Luiz Carlos Trabuco Cappi permanecerá na Presidência do Conselho e cumprirá o seu atual mandato de Presidente da Diretoria Executiva até a primeira Reunião do Conselho a ser realizada após a próxima Assembleia Geral Ordinária prevista para 12 de março de 2018.

A nota informa que ele permanecerá em seguros, mas é óbvio que não por muito tempo. Certamente terá de se dedicar de corpo e alma para administrar o segundo maior banco privado do Brasil com R$ 1,3 trilhão em ativos. A curiosidade agora é quem vai comandar o braço segurador, que em 2017 respondeu por 29% do lucro do banco. A meta de Lazari em seguros era que a penetração de seguros entre os clientes do banco passasse de 1,6 para 2 produtos.

Especulações citam Jorge Nasser, que comanda a Bradesco Previdência há um ano, quando deixou a diretoria de marketing do banco para assumir o cargo. Também comentam sobre Marco Antonio Gonçalvez, diretor geral da Bradesco Seguros. Algum diretor do banco também está na lista de apostas para assumir o braço segurador, que acaba de contratar Ney Dias, ex-Porto e Itaú, para comandar a Bradesco Auto RE.

A indicação de Lazari está respaldada por um processo formal de sucessão e nomeação e devidamente avalizada pelo Comitê de Sucessão e Nomeação da Organização Bradesco, cujo nome será referendado na reunião do Conselho.

Segundo o fato relevante, “seus méritos pessoais são reconhecidos entre seus companheiros e merecerá deles toda distinção, mantendo-se a linha de continuidade e renovação, o que será fundamental para assegurar a posição de destaque que o Banco detém nos cenários financeiros nacional e internacional”. Com 54 anos, atualmente é Diretor Executivo Vice- Presidente do Bradesco, além de Diretor-Presidente do Grupo Bradesco Seguros, onde permanecerá exercendo essa função.

Graduado em Ciências Econômicas pela Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas de Osasco, possui especializações em Estratégias Financeiras e Marketing pela Fundação Instituto de Administração – FIA, Gestão Financeira pela Fundação Getulio Vargas – FGV e Estratégias em Finanças pela Fundação Dom Cabral. Participou do AMP – Advanced Management Program ministrado pelo IESE Business School – University of Navarra, em São Paulo.

Iniciou a carreira em 1978 em agência do Bradesco como Contínuo, chegando a Gerente de Agência. Em 1998 passou a atuar na Área de Crédito, onde chegou a Diretor, respondendo pelos segmentos Corporate, Pequenas e Médias Empresas e Varejo. Em 2010 foi promovido ao cargo de Diretor Departamental, responsável pelo Departamento de Empréstimos e Financiamentos, sendo, em 2012, alçado à Diretoria Executiva e, em 2017, a Diretor Executivo Vice-Presidente e Diretor-Presidente do Grupo Bradesco Seguros.

Foi Presidente do Conselho Diretor da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança – ABECIP, Membro Suplente do Conselho de Administração da Câmara Interbancária de Pagamentos – CIP, Membro Titular do Conselho de Administração da CIBRASEC – Companhia Brasileira de Securitização, Membro do Conselho de Representantes da Confederação Nacional das Instituições Financeiras – CNF, Diretor Setorial de Crédito Imobiliário e Poupança e Vice-Presidente do Comitê de Governança da Portabilidade de Operações de Crédito da FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos, Membro do Conselho Consultivo do FIABCI/BRASIL – Capítulo Nacional Brasileiro da Federação Internacional das Profissões Imobiliárias e Diretor Suplente da Uniapravi – Unión Interameriana para la Vivienda.

Sucesso à frente do Bradesco.

Além do novo CEO, o Bradesco indicou os seguintes vice-presidentes ao conselho do banco: Domingos Figueiredo de Abreu, Alexandre da Silva Glüher, Josué Augusto Pancini e Maurício Machado de Minas. O conselheiro Aurélio Conrado Boni solicitou renúncia ao cargo.

Resultado financeiro das seguradoras recua 18% em 2017, revela Siscorp

O resultado financeiro das seguradoras registrou queda de 18% em 2017, segundo análise feita pela consultoria Siscorp dos números divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Segundo Dawson Henriques, diretor da Siscorp, o tema é pauta deste ano de todos no setor. “Além da queda da taxa Selic, ficou decidido que as seguradoras terão que considerar as receitas oriundas de suas aplicações financeiras com as reservas técnicas na base de cálculo do PIS e COFINS”, comentou em sua página no LinkedIn.

Entre o ranking das 16 maiores, a Itaú Unibanco foi a que registrou o maior recuo, de 52%, passando o resultado de R$ 1,2 bilhão em 2016 para R$ 585 milhões em 2017, muito em razão de ter reduzido o volume de prêmios por ter deixado de operar em nichos como garantia e grandes riscos. Mapfre registrou queda de 37% e a SulAmérica de 31%. As líderes do ranking, Bradesco e BB Seguros (sem Mapfre) registraram baixa de 24% e 4%, respectivamente.

Caixa, Zurich, Prudential, Liberty e Allianz foram as cinco únicas na tabela da Siscorp a registrarem avanço no resultado financeiro de 2017.

Veja abaixo a tabela:

Renovações de contratos de resseguro em janeiro se mostram ponderados

O ciclo “soft” de subscrição de resseguro pode ter finalmente mudado, mas os aumentos de preços parecem modestos, afirma a Fitch Ratings em um relatório recente sobre as renovações deste início de ano. A agência, com base nos dados dos relatórios de diferentes brokers, prognosticava há algumas semanas, aumentos de preços nas taxas de cobertura de danos contra riscos catastróficos, o que seria o primeiro aumento desde 2013.

“No entanto, apesar das grandes perdas devido a catástrofes em 2017, os aumentos foram modestos e acreditamos que o crescimento do capital alternativo alterou a dinâmica do mercado de resseguro, tornando menos provável uma escassez de capacidade e um ciclo de subscrição potencialmente mais soft”, afirmou a agência.

Neste ponto, a Fitch ressalta que os investidores de Insurance-linked securities (ILS) já reabasteceram em grande medida a maior parte do capital consumido por perdas catastróficas do ano passado. “As perdas seguradas por catástrofes tiveram um impacto relativamente limitado no capital da maioria das resseguradoras, já que estavam bem distribuídos entre seguradoras, resseguradoras e mercados de capitais”, afirma a Fitch.

As renovações de janeiro mostram aumentos de dois dígitos em alguns programas de resseguro nos Estados Unidos afetados por perdas, mas os aumentos em outras áreas têm sido moderados. “Na Europa, 2017 foi um ano benigno para as catástrofes, por isso que, apesar das perdas nos Estados Unidos, as resseguradoras não puderam investir grande parte da redução de preços nos últimos anos”, informa a agência.

“Nossas perspectivas para o setor de resseguro permanecem negativas, refletindo a pressão contínua sobre os benefícios derivados dos preços competitivos, a posição do capital alternativo e os baixos retornos dos investimentos”, afirma a Fitch, que também chama a atenção, sobre a evolução dos índices combinados nas empresas do setor, “que vem se deteriorando de forma constante”.

Liberty Seguros lança atendimento via chatbot em mídias sociais

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A Liberty Seguros, em parceria com a Mondial Assistance, lança hoje a LIA, chatbot da seguradora que, por meio de bate-papo no Facebook Messenger, oferecerá serviços de seguros auto para clientes e corretores.

O novo canal oferecerá serviços de assistência 24 horas, que incluirão abertura de solicitação de guincho, solicitação de conserto no local do sinistro, envio de localização via chat e retorno do atendimento por telefone em caso de perda de conexão.
Para o público em geral, LIA poderá dar informações sobre produtos e a empresa, indicar corretores próximos, além de prover informações sobre sinistros envolvendo clientes Liberty.

Para corretores, o canal auxiliará no direcionamento da plataforma Meu Espaço Corretor e na busca de filiais, além de apresentar dados sobre produtos e informações sobre como se tornar um parceiro Liberty.

“Os brasileiros são reconhecidos pelo uso das mídias sociais e buscam nas interações eletrônicas uma resolução mais simples para suas solicitações. Com a LIA, a Liberty Seguros cria sua primeira assistente eletrônica baseada em inteligência artificial, com o objetivo de oferecer praticidade para os clientes”, diz Etienne Gonçalves, superintendente de Experiência Digital e Clientes da Liberty Seguros.

Thinkseg inicia venda de seguro de moto no Nordeste

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A partir de hoje, chega ao nordeste o seguro Thinkseg Moto para proteger o principal ativo de motociclistas, sejam motoboys, mototáxis ou aqueles que usam a máquina de duas rodas para o lazer. A região com mais motos do que carros também é líder no financiamento de motos em todo o País. Em média, apenas 1,78% dos motocicletas da região Nordeste tem seguro para moto. A maioria dos motociclistas está desprotegida.

“ O Thinkseg Moto vai garantir às pessoas a devolução do valor da moto roubada ou furtada. Essa proteção para o principal bem da vida dos motociclistas é uma necessidade. Eles desempenham um importante papel na economia do nordeste. A moto, muitas vezes, com financiamento a pagar, é usada para entregas, transporte de passageiros e, nos últimos anos, cada vez mais, para deslocamentos em áreas agrícolas, substituindo até animais e outros meios de transporte”, diz o CEO da Thinkseg, Andre Gregori.

“O Thinkseg Moto foi projetado com um preço justo, a partir de R$ 1,90 por dia. Pode ser contratado de modo fácil, rápido e descomplicado pelo celular e também pelo site. Só entrar no thinkseg.com e, em 5 segundos, a pessoa tem a sua cotação pronta”, completa o CEO da Thinkseg, Andre Gregori.

Motoboys e mototáxis chegam a rodar, em média, 15 horas diárias, por todos os lugares, sendo alvos fáceis para furto e roubo, segundo a Federação Interestadual das Regiões Norte e Nordeste dos Trabalhadores em Transportes de Mototaxistas e Taxistas (Fenordest).

A região nordeste é a segunda mais representativa em número de motociclistas ativos no País. Só perde para o sudeste. Os nove estados que compõem o (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe) somam 7,2 milhões de motos e motonetas contra 6,5 milhões de carros, segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). O lançamento da marca Thinkseg, no Nordeste ocorreu no último dia 17 de janeiro, como uma das patrocinadora do time Fortaleza, durante o primeiro jogo do campeonato estadual.

“Nosso objetivo é levar inovação tecnológica, na área de seguros, a uma geração que já nasce conectada e busca produtos com preço justo e contratação rápida pelo celular, seja seguro para carro, moto, celular, entre outros”, diz Gregori.