O combate a corrupção atrai o investidor, afirmam sócios da Insuralex no Lloyd’s of London

Qual o andar da carruagem na América Latina foi tema de discussão realizada na biblioteca do Lloyd’s of London na semana passada, apresentada por membros da Insuralex, rede de escritórios de advocacia que atua em todo o mundo. Em relação ao Brasil, o tema principal foi o próximo presidente em outubro de 2018. As pesquisas sugerem que 50% do eleitorado não querem um político. Segundo os apresentadores, há 30 anos, o Brasil era um regime militar e agora o eleitorado divide-se igualmente em três partes: esquerda, direita e centro. Dos cinco pioneiros, o vencedor será o menos rejeitado, já que todos tiveram um desempenho ruim nos últimos tempos.

O Brasil, ainda se recuperando de dois anos em PIB negativo, continua se fortalecendo, e os seguros, com exceção do ano passado, estão experimentando um crescimento de dois dígitos. O aumento da conformidade e da transparência simbolizam um forte apetite nacional para se afastar da corrupção, o que está ajudando a atrair investimentos. Do ponto de vista econômico e de seguros, um dos dois candidatos ao centro seria o  preferido da revitalização contínua do Brasil, mas eles têm muito trabalho a fazer, informou o palestrante.

Em relação sobre o impacto do Brexit na América Latina, o palestrante Manuel Carvallo, sócio do escritório de advocacia Estudio Carvallo, do Chile, disse que embora não possa atribuí-lo diretamente ao Brexit, “é uma tendência que o resseguro tradicionalmente colocado em Londres tem sido direcionado em maiores volumes na Espanha”, disse ele. Argañaraz Luque também destacou o crescente interesse do governo britânico na região, citando a viagem de Phillip Hammond ao Brasil e à Argentina no ano passado, e que este ano, durante sua passagem pela América Latina, Boris Johnson se tornou o primeiro secretário de Relações Exteriores britânico a visitar a Argentina em 25 anos.

Se quiser saber o que foi tido sobre outros países, acesse o link

Setor de seguros pode dobrar de participação no Brasil

Fonte: ABGF

No primeiro painel do Workshop sobre a Gestão de Capital de Risco, que tratou da temática da experiência do setor privado sobre o tema, o palestrante do painel Roberto Westenberger, professor da Universidade do Rio de Janeiro (UFRJ), considerou como a expansão do setor securitário pode contribuir para o desenvolvimento econômico. “O resultado da atividade seguradora são fundos que são investidos em infraestrutura, são fundos que são investidos em desenvolvimento do país”, afirmou.

Para o professor, o Brasil tem um potencial para realizar o crescimento do mercado de seguros e garantias em comparação com economias desenvolvidas. “Em economias maduras no mundo, o mercado de seguros ocupa de 10 a 15 por cento do PIB. No Brasil, este percentual é de 6,5 por cento, mas se você tirar um dos produtos no Brasil que é o VGBL – que é considerado seguro, mas que pode ser considerado muito mais uma operação de investimento – ficamos com apenas 5 por cento, o que é muito pouco. O mercado no Brasil tem um potencial de acomodar uma atividade seguradora muito maior, pelo menos o dobro”, comentou.

Segundo Westenberger, para promover o desenvolvimento do setor, é necessário induzir a uma maior competição, com maior diversificação de produtos, além de empreender uma modernização com uma utilização mais ampla de ferramentas de tecnologia da informação.

Entre os debatedores do painel, o chefe adjunto do Departamento de Regulação Prudencial e Cambial do Banco Central do Brasil, Jaildo Lima de Oliveira, falou sobre o papel que a instituição desempenha como órgão regulador do setor, que está baseado em três pilares de atuação: o gerenciamento do capital de risco, o provisionamento de capital para perdas esperadas e o provisionamento para as perdas não esperadas que leva em conta eventos e situações extremas.

“O papel do Banco Central é garantir o poder de compra da moeda e garantir a estabilidade do sistema financeiro. Se há um acúmulo de riscos no sistema, a estabilidade fica comprometida e, em última instância, os recursos dos poupadores, dos depositantes, do público em geral, passam a correr mais riscos do que os devidos e daí a preocupação do Banco Central em determinar e exigir das instituições uma adequada gestão dos seus riscos”, disse.

Oliveira explicou ainda como a oferta de garantias reduz a necessidade de alocação de capital. “Quando há uma garantia associada a uma determinada operação do sistema financeiro, a necessidade de alocação de capital para o risco decorrente desta operação tende a cair porque a garantia funciona como um mitigador”, esclareceu.

O coordenador em exercício de Monitoramento de Riscos da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Thiago Barata, complementou a análise sobre o papel das garantias para viabilizar projetos complexos e de longo prazo.

“Em projetos de longo prazo, você tem que buscar essa mitigação de todas as formas e saber que é preciso uma boa avaliação dos riscos para dar a robustez necessária para o que o projeto consiga passar por todas as intempéries de suas etapas. Isso é fundamental não só para a instituição financeira, mas também para quem está conduzindo o projeto, porque é possível minimizar o seu capital, obtendo taxas mais atrativas”, acrescentou Barata.

Por último o gerente sênior de negócios do JP Morgan no Brasil, Jorge Santos, falou sobre como a ABGF pode atuar com a oferta de garantias em paralelo às atividades de financiamento do setor privado. “A ABGF pode desenvolver produtos que, de fato, viabilizem certos apetites que hoje não se tornam factíveis para os investidores da iniciativa privada. E eu não estou falando de subsídios, estou falando de liquidez, de se criar o mercado, de se criar o acesso”, disse.

O Workshop sobre a Gestão de Capital de Risco foi realizado nesta segunda-feira (25) e promovido pela Agência Brasileira Gestora dos Fundos Garantidores e Garantias (ABGF), pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP).

CVM e ANBIMA firmam novo convênio

Comunicado

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA) informam que o Colegiado da CVM aprovou, em 26/6/2018, convênio para estabelecimento das bases para aproveitamento, pela Autarquia, de atividades de supervisão e sanção realizadas pela ANBIMA junto à indústria de fundos de investimento.

O convênio prevê inicialmente três linhas de ação complementares:

  • Habilitação: fornecimento de subsídios à análise da CVM em pedidos de credenciamento para a atividade de administração de carteiras de valores mobiliários para pessoas naturais e jurídicas;
  • Marcação a Mercado: supervisão da precificação de ativos financeiros pelos administradores de fundos de investimento regulados pela Instrução CVM 555; e
  • Distribuição: supervisão da atividade de distribuição de cotas de fundos de investimento pelos intermediários de valores mobiliários.

Para a consecução dos objetivos do convênio, a CVM e a ANBIMA atuarão de forma coordenada e manterão permanente intercâmbio de informações de interesse comum.

Para Daniel Maeda, superintendente de relações com investidores institucionais (SIN) da CVM, a assinatura do convênio está em linha com o Relatório de Avaliação de Pares do Brasil, elaborado, em 2017, pelo Financial Stability Board (FSB), que recomendou que a Autarquia revisse o relacionamento com a ANBIMA no que diz respeito à indústria de fundos; e as recomendações do Banco Mundial e do FMI no âmbito do Financial Sector Assessment Program (FSAP) de 2012.

“Além disso, o aproveitamento da atuação da ANBIMA nos termos do convênio permitirá que a SIN e a área de Supervisão de Mercados da ANBIMA potencializem sinergias, evitem ou eliminem redundâncias injustificadas e reduzam custos de observância no mercado regulado. Ainda, permitirá à CVM racionalizar as suas atividades e aumentar a sua eficiência”, explicou Daniel Maeda.

“O convênio é um passo importante para avançarmos numa agenda que também é muito importante para os nossos associados e para o mercado: o esforço para redução dos custos de observância. Entendo que o convênio contribuirá para isso de maneira significativa”, afirmou Guilherme Benaderet, superintendente de Supervisão de Mercados da ANBIMA.

Confira a íntegra do convênio no site da CVM.

AgroTools promove debate sobre transformação digital do seguro rural e crédito no agronegócio

Comunicado

O evento AgFinTech – A Nova Era do Seguro e Crédito Rural, que acontece no próximo dia 4 de julho, na Casa do Saber, em São Paulo, lançará o conceito AgFinTech. Criado pela AgroTools, compreende o processo de transformação digital aplicado às instituições financeiras que se relacionam com o produtor rural. A utilização do sensoriamento remoto e de sistemas GIS Web na fiscalização das operações de crédito rural, na mensuração e gestão dos riscos das lavouras e no monitoramento de garantias/CPRs, entre outros temas relacionados ao uso da tecnologia no segmento, também serão pautas dos debates.

O ex-secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira, João Sampaio, será um dos palestrantes. Sampaio destacará a interdependência entre o campo, o produtor, o clima, o crédito, o seguro rural e as limitações para o desenvolvimento saudável do agronegócio no país.

É como um efeito dominó: a população precisa ser alimentada. Para tanto, o produtor rural deve plantar. Para plantar, necessita de linhas de crédito e respaldo financeiro contra perdas. Mas emprestar dinheiro com taxas justas ou assegurar a produção requer que as instituições financeiras tenham acesso a informações precisas sobre clientes e suas áreas para então mensurar os riscos das transações. E é neste entrave que o conceito AgFinTech atua. “Existe um apagão de informações no agronegócio brasileiro que prejudica toda a cadeia”, diz o fundador da AgroTools, Sergio Rocha. “E a resposta para isso são as soluções digitais em linha com as necessidades do AgFintech, principalmente aquelas baseadas na coleta e no uso de dados do território agrícola, raciocínio geoespacial e no profundo entendimento do que o setor realmente precisa.”

Esse é o tema central do debate promovido pela AgroTools no próximo dia 4 de julho, na Casa do Saber, em São Paulo. O AgFinTech – A Nova Era do Seguro e Crédito Rural reunirá especialistas de instituições financeiras, além de representante do Banco Central, para falar sobre temas como a Resolução 4.427 do BACEN, que permite a utilização do sensoriamento remoto para fins de fiscalização de operações de crédito rural. “A partir do momento em que o BACEN autoriza o uso da geotecnologia para esse fim, os bancos contarão com informações mais qualificadas, melhorando o lastro real, tornando empréstimos e seguros mais acessíveis”, complementa Sergio. Estima-se que menos 15% das produções rurais no país estejam seguradas, enquanto nos Estados Unidos esse percentual está acima dos 85%. “Temos um mercado latente, que precisa estar aparelhado com o uso da tecnologia da informação para precificar as transações de maneira mais justa, com uma visão clara dos riscos.”

Segundo Sergio, o papel de mitigar os riscos das intempéries climáticas, por exemplo, não é do produtor, mas sim dos serviços financeiros e do Estado. “Essa inversão de papéis transforma unilateralmente o produtor rural em um especulador, vitimado pela ausência do papel das autoridades ou pela falta de mitigadores adequados a esse mercado.”

O cenário atual das instituições, que atuam junto ao agronegócio (cooperativas de crédito, seguradoras, resseguradoras, bancos púbicos e privados e órgãos regulamentadores); as percepções e distorções da realidade de campo; a dinâmica de gestão de riscos e as exigências do mercado nacional e internacional são outros temas que serão debatidos.

“O objetivo é promover uma ampla discussão sobre a adoção das tecnologias e a influência que causarão nas relações entre as instituições financeiras e o campo”, diz o diretor de inovação da AgroTools, Breno Felix.

AgFinTech X métodos tradicionais de análise e monitoramento

No Brasil, apesar da revolução digital em curso nos últimos anos, a maior parte da gestão de risco para as empresas que financiam ou realizam seguros e resseguros no agronegócio ainda é focada em conclusões extraídas de métodos convencionais de análise, como a conferência manual de documentos e visitas técnicas aos produtores rurais, o que torna os trâmites limitados, imprecisos e lentos, gerando insegurança para o setor. “A falta de informações georreferenciadas e de procedimentos automatizados, que poderiam tornar o processo de análise, mensuração e monitoramento eficaz e seguro, compromete a acessibilidade às boas linhas de crédito,  inviabiliza financiamentos mais adequados e o próprio seguro rural, gerando assim, prejuízo para toda a cadeia de valor do agronegócio no Brasil, que precisa desses recursos”, diz Breno.

A proposta da AgroTools é justamente otimizar as relações entre produtor rural e as instituições financeiras envolvidas com o agronegócio por meio do AgFinTech. “A facilidade de acesso e a precisão dos dados (garantida pelo uso de informações mais locais e menos baseadas em “médias municipais”) motivará uma revolução digital também nos serviços financeiros de agronegócio.”, diz Sergio.

De acordo com o fundador da AgroTools, a empresa agrega essa capacidade de gerar dados onde não há, conectando tecnologias de ponta, como internet das coisas (IoT) e blockchain, gerando valor para o segmento. “Podemos afirmar que nossas soluções contribuem para a sustentabilidade do agronegócio no país, de forma prática.”

Empresa B – O fomento às práticas ambientalmente responsáveis por meio de soluções tecnológicas para os players do agronegócio levou a AgroTools a ser reconhecida, em junho deste ano, como Empresa B. A certificação internacional atesta que o modelo de negócios da companhia visa o desenvolvimento social e ambiental. “Somos a primeira empresa brasileira de tecnologia para o agronegócio com a certificação”, diz o diretor comercial da AgroTools, Lucas Tuffi.

Uma das inovações internacionais da empresa é a tecnologia pioneira, desenvolvida para atestar se tanto a propriedade como o produtor apresentam inconsistência socioambiental: unidade de conservação, áreas embargadas, trabalho análogo à escravidão e desmatamento, entre outros critérios.

AgroTools – A AgroTools é uma empresa de inteligência para as corporações do agronegócio. Atualmente, é a maior referência em entrega de insights e soluções digitais integradas nesse mercado, graças a tecnologias brasileiras 100% proprietárias, a maior coleção de dados aplicada ao agronegócio tropical do mundo e o profundo entendimento do setor. Tem a missão de conectar os diferentes atores do agronegócio por meio de inteligência territorial. Tornou-se a guardiã de um território de mais de 200 milhões de hectares, equivalentes à área da Itália, França, Alemanha e Dinamarca juntas, somando mais de 150 mil análises realizadas por dia.

A AgroTools possui diversas soluções digitais direcionadas para os inúmeros participantes do agronegócio, entre eles, empresas de serviço financeiro (Rabobank, Fairfax do Brasil, Santander, IRB Brasil RE, Itaú BBA, Banco ABC, BTG Pactual etc.), companhias do setor de grãos (Amaggi, ADM, Caramuru, Cofco Intl, Fiagril, CHS, etc.), como também grandes empresas de proteína animal (JBS, BRF, etc.), escritórios de advocacia e grupos agropecuários, entre outros.

As soluções AgroTools, especializadas no agronegócio tropical, também são reconhecidas e utilizadas por corporações internacionais como McDonald’s, Walmart e Carrefour, que têm o objetivo de proteger as suas marcas (Brand Protection) na aquisição/concessão da matéria prima/crédito sustentável, em compliance com os respectivos protocolos.

 

MetLife celebra a 5ª edição da Semana da Inclusão

A MetLife, seguradora com maior presença no mundo, dá início a sua Semana da Inclusão. Em sua quinta edição no Brasil, a iniciativa faz parte de uma ação global para estimular os colaboradores a adquirem novas percepções e estimular reflexões sobre os temas diversidade e inclusão.

“Um ambiente de trabalho composto a partir da pluralidade é a concepção da MetLife para uma companhia mais forte. Apoiamos nossos talentos e buscamos fazer com que todos se sintam mais valorizados e à vontade em suas próprias peles. Assim, encorajamos o desenvolvimento de suas habilidades e alcance total de seus potenciais”, explica Raphael de Carvalho, presidente da companhia no Brasil e Sponsor LATAM de Diversidade e Inclusão.

O início da programação acontecerá a partir de uma intervenção teatral que, com animação, irá estimular todos os colaboradores da companhia a participarem da semana especial. No primeiro dia, a Consultoria Talento Incluir proporcionará uma experiência sensorial em um Café da Tarde. Os participantes serão agrupados em três sessões para executarem tarefas a partir da simulação de deficiências, como a visual ou a limitação do uso de uma mão, por exemplo. A ideia é sentir em situações reais os obstáculos que as pessoas com deficiência passam em seu dia a dia.

No dia 26 de junho, terça-feira, Ana Fontes, fundadora da Rede Empreendedora, falará sobre empoderamento feminino e levará aos interessados a importância da independência financeira feminina para garantir maior controle em suas decisões na carreira e na vida pessoal. Durante a tarde será a vez de discutir os “Vieses Inconscientes” em uma palestra interativa e baseada nas mais novas descobertas da neurociência, voltadas para sensibilização dos aspectos invisíveis do preconceito. Ines Cozzo, co-fundadora e diretora da T’AI Consultoria, trará informações de alto impacto para tomada de consciência e demonstrará a importância de se praticar a inclusão.

Já na quinta-feira (28) será a vez de repensar aspectos que envolvem a diversidade LGBT. João Torres, da Consultoria Mais Diversidade, fará palestra sobre o tema com foco na importância do engajamento de uma rede de aliados à causa.

Para fechar a 5ª Semana da Inclusão, o comediante Paulo Fabião apresentará o Stand Up Comedy “Esperando Sentado”, no qual conta suas experiências como cadeirante em 31 anos de observações e vivências. Sob um ponto de vista bem-humorado e sarcástico, Fabião relata as maneiras mascaradas e preconceituosas que a sociedade trata pessoas com deficiência e, ainda, desmistifica dúvidas sobre a acessibilidade, relacionamento e sexo.

A programação foi desenhada e liderada pelos grupos de Diversidade da MetLife Brasil focados em três pilares: mulheres, LGBT e pessoas com deficiência.

 

Carolline Rodrigues lança a biografia de Ivani Ribeiro

Fonte: VTN Comunicações

Quem não se lembra da colega Carolline Rodrigues, repórter da Revista Cobertura de 2004 a 2014? Com suas matérias, a jornalista conquistou quatro troféus no Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo e o Prêmio Especialistas 2015, do Centro de Estudos da Comunicação (Cecom) e Revista Negócios da Comunicação. São mais de 15 anos de experiência em redação, produção de conteúdo e coordenação editorial  nas áreas de seguro, economia, literatura, conflitos armados e política internacional.

Hoje, o desafio de Carol é ainda maior e numa nova frente de trabalho. Ela vai lançar no dia 3 de julho, na Livraria da Vila, em São Paulo, a biografia de uma das maiores novelistas brasileiras de todos os tempos: Ivani Ribeiro, autora de clássicos que marcaram época na teledramaturgia do país, ainda vivos nas memória dos telespectadores, como: A Viagem, Mulheres de Areia e O Profeta. A obra “Ivani Ribeiro: a dama das emoções”, escrita por Carolline Rodrigues, tem tudo para emocionar e revelar as muitas facetas desta grande novelista.

A biografia inédita chega ao mercado editorial 23 anos após sua morte, em 17 de julho de 1995. Além de uma extensa pesquisa em publicações das décadas de 1930 a 1995, manuscritos e diários da autora, o livro conta com 80 depoimentos de personalidades consagradas pelo público: Ana Rosa, Arlete Montenegro, Bruna Lombardi, Elaine Cristina, Eva Wilma, Fernanda Montenegro, Fulvio Stefanini, Gessy Fonseca, Gilmara Sanches, Laura Cardoso, Leão Lobo, Liza Vieira, Marcia Real, Marilu Saldanha, Mauro Mendonça, Nicette Bruno, Nivea Maria, Regina Duarte, Regis Monteiro, Rosamaria Murtinho, Silvio de Abreu, Solange Castro Neves, Susy Camacho, Stênio Garcia e Vicente Sesso.

Alguns depoimentos do livro:

“O legado de Ivani é a coerência de dramaturgia. Ela conhecia o caminho das pedras. É uma pioneira vitoriosa, que deixou um código a seguir do que tem de ser um folhetim na TV”. Fernanda Montenegro, atriz

“A qualidade do texto de Ivani é impressionante. Era sempre um texto muito bom, muito verdadeiro. Um texto superior. Eram histórias muito boas. Tão boas que a televisão aproveitou muita coisa do que ela escreveu para o rádio. A Ivani foi uma das grandes novelistas dos Brasil”. Laura Cardoso, atriz

“Ivani foi a mais moderna escritora de novelas. Tudo o que se faz hoje em termos de narrativa, começou com ela. Era uma mulher que venceu em sua profissão graças a um incrível talento, muito trabalho e muita disposição. Só quem escreve novelas pode avaliar o estresse que este trabalho causa. Imaginar que Ivani escrevia uma novela atrás da outra durante anos, sem folga entre uma e outra é inacreditável”. Silvio de Abreu, autor e diretor de dramaturgia da Rede Globo

“Uma autora apaixonada por GENTE. O mais empolgante pra mim é que Ivani escreveu muito. É até hoje, a pessoa que mais escreveu novelas no Brasil e dificilmente será superada. Escreveu e viu sua obra encenada sempre com muito sucesso. Suas novelas foram certamente alicerces para fazer o público se apaixonar pelas telenovelas, criando assim o hábito de assisti-las”. Regina Duarte, atriz

Os colegas que quiserem e puderem dar um abraço na Carol, é só aparecer.

Serviço:

Lançamento de “Ivani Ribeiro: a dama das emoções”

Data: 3 de julho, terça-feira

Horário: 18h30

Local: Livraria da Vila – Alameda Lorena, 1731 – São Paulo

Ficha Técnica:

“Ivani Ribeiro: a dama das emoções” – 432 páginas

Editora: Novo Século

Liberty Seguros promove ação de inovação com startups em parceria com StartSe

A Liberty Seguros, realiza até 27 de julho, o Liberty Open Colab – Programa de Conexão com Startups 2018, em parceria com o StartSe – plataforma focada nas movimentações de empresas embrionárias no Brasil.

A iniciativa faz parte do movimento de inovação aberta da empresa, que visa potencializar e ampliar o sistema de inovação interno enquanto ajuda a desenvolver empresas que possam se tornar fornecedoras ou parceiras para criação de soluções inovadoras na área de seguros.

O programa dará oportunidade para startups testarem e validarem suas soluções com rapidez junto à seguradora, gerar receita para seu negócio, se tornarem conhecidas, ganhando visibilidade e a chancela de uma grande empresa do setor.

Podem se inscrever startups de todos os tipos e modelos de negócio, mas é necessário que a solução ou produto desenvolvido pela mesma já tenha sido validada como viável. Na edição de 2017, o Programa contou com a participação de 86 startups inscritas, 10 finalistas e selecionou, por fim, 4 ganhadoras.

Em 2018, serão selecionadas de 10 a 15 finalistas para participarem de uma rodada de apresentações chamada Pitch Day, de onde sairá uma ou mais vencedoras. O programa será dividido em dois desafios paralelos.

As inscrições estão abertas até 27/07 neste link e as apresentações para a companhia acontecerão no dia 9 de agosto.

Mapfre e Banco do Brasil celebram novo acordo

A Mapfre informa que formalizou hoje um acordo com o Banco do Brasil para atualizar sua aliança estratégica no mercado de seguros, constituída em maio de 2010 e que se tornou um dos principais grupos do segmento do país.

O novo acordo permite redefinir os negócios desenvolvidos pelo grupo segurador BB e Mapfre e passar para uma estrutura de governança mais simples e eficiente nos negócios de gestão compartilhada, levando a uma redução de custos internos, com significativa melhora na produtividade e da rentabilidade dos negócios.

Nos termos do acordo, a Mapfre assume a totalidade dos negócios não-vida gerados pela rede de corretores e os realizados pelo canal bancário nos seguros de automóveis e de grandes riscos, assim como o negócio Vida nos produtos que são distribuídos por meio da rede de corretores.

A parceria continuará a desenvolver seguro de vida, rural, habitacional e massificados por meio do canal bancário.

A Mapfre irá desembolsar, no conjunto dessas transações, R$ 2,407 bilhões, sujeito a ajustes com base no cumprimento dos objetivos de distribuição de seguros de veículos pelo canal bancário do BB e os dividendos.

De acordo com Antonio Huertas, presidente da Mapfre, o novo acordo permitirá à companhia, ao mesmo tempo em que atualiza e renova a parceria com o Banco do Brasil, aumentar o tamanho de seu negócio no país, mantendo a exclusividade no canal BB e ordenando os negócios locais de maneira mais simples e eficiente. “Este acordo é a demonstração de nossa total confiança na evolução econômica positiva do Brasil, e de nosso compromisso com o país e a aposta no futuro da parceria”, disse.

“A reestruturação da operação de seguros está alinhada com a estratégia de simplificação da estrutura de governança e gestão das participações adotada pela BB Seguridade. Essa estratégia tem por objetivo aumentar a ênfase na comercialização de produtos de seguro no canal bancário, buscando aperfeiçoar os serviços prestados aos clientes do BB bem como a maximização na geração de valor para seus acionistas”, informa a BB Seguridade, no documento.

 

João Bosco assume como diretor na Generali Seguros

João Bosco Medeiros é o novo diretor de Canais Tradicionais da Generali Brasil. O executivo é formado em Marketing, pós-graduado em Planejamento e Gestão Estratégica, com extensão em Gestão de Projetos pela Fundação Dom Cabral e especialização em Direção Geral pelo IESE, da Universidade de Navarra, em Barcelona. Além disso, João possui mais de 30 anos de experiência no mercado de seguros, sendo 20 na área comercial e 10 na área técnica.

Com a expertise de João Bosco, a Generali Brasil acredita que o diretor inovará nas soluções de seguros para os corretores e segurados, sobretudo nos ramos de Automóvel, Residência e Vida, contribuindo para o crescimento dos canais tradicionais da companhia.

FMI: Estimativa do risco cibernético no setor financeiro

Christine Lagarde, diretora-geral do Fundo Monetário Internacional, escreve um post sobre riscos cibernéticos, traduzido e publicado pelo Valor Econômico no “Blog do FMI”. Ela avalia que os riscos cibernéticos representam hoje uma grande ameaça para o sistema financeiro. Um estudo do corpo técnico do FMI baseado em modelos estima que as perdas médias das instituições financeiras causadas por ataques cibernéticos poderiam chegar a centenas de bilhões de dólares por ano, erodindo os lucros bancários e pondo em risco a estabilidade financeira.

À primeira vista, eles sugerem que, em média, as possíveis perdas anuais resultantes de ataques cibernéticos seriam expressivas, próximas de 9% da receita líquida global dos bancos, ou algo em torno de US$ 100 bilhões. Em um cenário mais grave — em que a frequência dos ciberataques seria o dobro da registrada até hoje e o contágio mais amplo — as perdas poderiam ser duas vezes e meia a três vezes e meia maiores, da ordem de US$ 270 bilhões a US$ 350 bilhões.

A magnitude dessas perdas estimadas é muito superior ao tamanho atual do mercado de seguros para riscos cibernéticos. Apesar de seu crescimento recente, o mercado de ciberseguros ainda é pequeno, com cerca de US$ 3 bilhões em prêmios em 2017, e a maioria das instituições financeiras ainda não dispõe desse tipo de seguro. A cobertura é limitada e as seguradoras enfrentam dificuldades na avaliação do risco, devido à incerteza sobre a exposição, a falta de dados e os possíveis efeitos de contágio.