A JLT Brasil contratou a advogada Carolina Rangel Jardim para o cargo de diretora jurídica. No escritório Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados, a executiva atuou em processos administrativos da Superintendência de Seguros Privados (Susep), na negociação e estruturação de parcerias e joint ventures para distribuição de produtos de seguros e no ajustamento de reivindicações relacionadas a performance bonds, além de participar de due diligences.
Cliente Tokio Marine tem descontos de até 30% em auto e residencial na semana do aniversário
Release
Não é só a imigração japonesa que é celebrada em julho – o mês marca também o aniversário da Tokio Marine, que em 2018 completa 59 anos no Brasil. Para compartilhar a festa com todos os seus Corretores e Parceiros, a seguradora decidiu presenteá-los com um pacote de descontos todo especial: uma Super Oferta de Aniversário!
A promoção é válida para as cotações realizadas entre os dias 4 e 7 de julho e os descontos variam de acordo com a categoria, sendo de até 15% para os produtos Auto e Auto Frota e de até 30% para o Seguro Residencial. Para os descontos no produto Auto Frota, os cálculos serão feitos através do CTF, mais moderno cotador de frotas do mercado segurador!
“Iniciamos as comemorações dos nossos 59 anos no País com essa Super Oferta, uma forma de prestigiar e agradecer nossos Corretores e Assessorias pelos excelentes resultados mesmo em tempos tão desafiadores. Na carteira Auto, por exemplo, até o mês de abril registramos um crescimento de 22%, o dobro da média de mercado, que está em 11%”, comenta Valmir Rodrigues, Diretor Executivo Comercial da Tokio Marine.
Susep aprova compra da QBE pela Zurich
A seguradora global Zurich teve a aprovação da Superintendência de Seguros Privados (Susep) para a aquisição das operações da QBE Insurance Group Limited (QBE) no Brasil. Portanto, com a conclusão do processo, a partir de hoje, a QBE já passa a atuar como Zurich no mercado brasileiro.
A compra foi anunciada pelo grupo no final de fevereiro e, além do Brasil, incluiu ainda as operações da QBE na Argentina, Colômbia, Equador e México. O valor total da operação na região foi de US$ 409 milhões.
A aquisição consolida a Zurich como top player na América Latina, com posição forte em mercados relevantes, aprimorando canais e tecnologias de distribuição, complementando capacidades em seguro empresariais e fortalecendo a posição de liderança em Ramos Elementares. No Brasil, a Zurich passa a ter uma gama de capacidades adicionais e acesso a novos canais de distribuição.
De acordo com Edson Franco, CEO da Zurich Brasil, a aquisição das operações da QBE no Brasil vem fortalecer a atuação da companhia alinhada com sua estratégia. “Está dentro do nosso princípio estratégico com objetivo de somar mais negócios em afinidades, seguro viagem e seguros empresariais, bem como aumentar escala e ampliar canais de distribuição”, reforça o executivo.
Marcio Coriolano é condecorado pelo CVG-RJ
Fonte: CNseg
A atuação em prol do setor segurador rendeu mais uma condecoração ao presidente da CNseg, Marcio Coriolano, conferida durante solenidade para comemorar os 52 anos do Clube de Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ), nesta quinta-feira (28), à noite. Marcio Coriolano recebeu a Medalha de Honra ao Mérito do CGV. A premiação foi o ponto alto da celebração que mais de 100 pessoas participaram nas dependências do Museu do Amanhã, na zona portuária da cidade do Rio de Janeiro.
Em discurso de agradecimento, Marcio Coriolano não escondeu a emoção de receber a honraria. “Ela tem para mim um significado muito especial, porque é o reconhecimento perene, por pares tão importantes, de um trabalho de mais de 21 anos dedicado ao setor de seguros”, declarou.
Ele falou, com orgulho, de conseguir conciliar suas atividades profissionais com a vida associativa nessas duas décadas. “Foi essa vida associativa o que me afortunou com o convívio fraterno, e o aprendizado que me brindaram líderes do quilate de Ararino Salum, Roni Lyrio, Mario Petrelli, João Elísio, Marco Rossi, Minas Mardirossian, Armando Vergílio. E fui suportado por tantos outros líderes que doaram, e muitos continuam doando, parte da sua existência ao desenvolvimento do mercado segurador”, assinalou ele.
Além das lideranças que inspiraram sua trajetória, Marcio Coriolano fez questão de dedicar sua medalha aos “profissionais incansáveis, que povoam cada atividade do setor de seguros, desde o desenho de coberturas, passando pela regulação de indenizações, até a distribuição de produtos”.
Aproveitando a oportunidade, ele fez um breve balanço de sua gestão à frente da CNseg. “Confesso que estou muito feliz com os resultados obtidos em dois anos e meio de mandato à frente da CNseg. Deus quis que eu fosse desafiado por uma conjuntura complexa para o País, e que alcançou nosso setor. Mas Deus quis também que eu fosse brindado com a coragem e a competência de líderes que colocaram o setor de seguros entre os mais resilientes à crise e entre os mais sólidos e amistosos com o consumidor”, declarou.
Dedicou parte do discurso aos profissionais de seguros. “Fazemos parte de um setor que tem importante papel civilizatório para o Brasil. Precisamos permanecer unidos, seguradores, corretores e profissionais, exigindo do governo que o setor mereça lugar privilegiado nas políticas públicas. Somente assim poderemos alcançar a população de menores rendas que ainda não tem a oportunidade de contar com a cobertura securitária”, assinalou.
Por fim, agradeceu à mulher, a presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes, e familiares. “Agradeço à minha mulher, Solange Beatriz, grande profissional de seguros, com quem tenho a felicidade de compartilhar essa trajetória. E termino também agradecendo ao meu filho Leonardo aqui presente, e aos meus outros filhos e netos que, infelizmente, não podem compartilhar deste momento mágico”, finalizou.
Nesta edição da solenidade, chamou a atenção a quebra de protocolo realizada pela diretoria do CVG, que surpreendeu o presidente e convidados: convocou a esposa do homenageado, Solange Beatriz, para a entrega da medalha, em vez de algum membro da diretoria. Antes da entrega, Solange fez um breve e emocionado discurso sobre o homenageado.
ENTREVISTA COM CARLOS IVO GONÇALVES, PRESIDENTE DO CVG/RJ
O que motivou a criação da Medalha de Honra ao Mérito do CVG-RJ?
Carlos Ivo- A Medalha de Honra ao Mérito do Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro foi idealizada com o propósito de homenagear personalidades do mercado de seguros que contribuíram com a nossa instituição. Programada para ser entregue pela primeira vez na solenidade do Cinquentenário de fundação do CVG-RJ, estabeleceu-se à época de sempre fazer a entrega na solenidade em comemoração ao aniversário da entidade.
Esta é a terceira vez que a medalha está sendo concedida. Quais os critérios para a escolha dos homenageados?
Carlos Ivo – Ser uma personalidade do mercado de seguros que tenha contribuído para o engrandecimento e desenvolvimento das atividades do Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro.
O tema da Educação em Seguros tem estado em pauta no mercado segurador. Como o CVG-RJ encara a importância do tema? Que contribuições o Clube pode dar para a disseminação da educação em seguro?
Carlos Ivo – O principal objetivo da instituição é a disseminação do Seguro de Pessoas e para isto utilizamos todas as possibilidades educativas em parceria com nossas importantes beneméritas, contribuindo initerruptamente nestes 52 anos com o mercado segurador.
CQCS Insurtech & Inovação acontece em agosto
O CQCS (Centro de Qualificação do Corretor de Seguros), portal de notícias dedicado a seguros, se mobilizou para realizar o maior evento de tecnologia voltada para seguros no Brasil nos dias 1 e 2 de agosto deste ano: o CQCS Insurtech & Inovação. O propósito é contribuir para que o mercado segurador brasileiro avance e conquiste o que busca há anos: estar entre os maiores do mundo em consumo per capita de seguros. Hoje é o 44. maior, segundo estudo mundial da Swiss Re.
Tal sonho só será conquistado com educação, investimentos e aprimoramento do que existe hoje. Discussões como essa proposta pelo CQCS são fundamentais. Se todos se unirem, esse será um grande evento do setor falando com pessoas de várias partes do mundo. E é isso que o setor precisa para crescer: se conectar. Gustavo Doria Filho, diretor-executivo do CQCS, contou que o CQCS Insurtech & Inovação será composto de palestras magnas, com keynote speakers internacionais e debates. “É um evento focado em conteúdo”, disse ele.
Entre os palestrantes confirmados estão nomes como Caribou Honig, Chairman da InsurtechConnect; Marcelo Blay, Fundador e CEO da Minuto Seguros; Raphael Swierczynski, CEO da Ciclic; Heverton Peixoto, CEO do Zim e Ramon Gomez, executivo com larga experiência no mercado segurador.
Borá lá apoiar o evento e conectar o seguro ao consumidor digital. Para o evento ser um sucesso precisa do apoio de todos: palestrantes, patrocinadores, participantes. O evento acontecerá no Villa Blue Tree em São Paulo-SP. Saiba mais no link
Moody’s vê risco a seguradoras em exame de DNA para consumidores
Fonte: Bloomberg
A explosão dos exames genéticos entre os consumidores representa um risco de crédito para as empresas de seguros de vida, afirmou a Moody’s Investor Service em novo relatório.
As empresas de seguros podem tirar proveito de exames de DNA capazes de prever a predisposição do segurado a doenças fatais, como câncer ou doenças genéticas raras. Mas como essas informações nem sempre são disponibilizadas para as empresas de seguros de vida, uma empresa pode ficar em desvantagem ao elaborar uma apólice de longo prazo, informou a Moody’s no relatório, nesta quinta-feira.
Uma pessoa pode, por exemplo, fazer um exame de DNA e posteriormente pedir um seguro de vida se o teste evidenciar risco de doenças fatais.
“Historicamente, as empresas que oferecem seguro de vida têm acesso às mesmas informações que os segurados, como o histórico familiar”, disse Michael Fruchter, diretor de crédito sênior da Moody’s. “Existe um risco quando o segurado tem informações que as seguradoras não têm.”
A queda dos custos desencadeou uma explosão na realização de exames de DNA por consumidores e empresas como a 23andMe ajudaram as receitas do setor a aumentarem para cerca de US$ 99 milhões em 2017, segundo uma estimativa do setor.
Nos EUA, alguns estados têm leis que impedem as seguradoras de considerarem informações genéticas nos processos de subscrição. Mas graças a uma brecha na Lei de Não Discriminação de Informações Genéticas, de 2008, na maioria dos estados elas conseguem solicitar essas informações dos segurados. Atualmente, a maioria das seguradoras não o faz, disse Fruchter.
“A maioria desses testes não é definitiva, mas futuramente pode ser necessário que as seguradoras tenham essa informação”, disse Fruchter. “Os órgãos reguladores precisarão trabalhar para equilibrar a privacidade e as necessidades de as empresas terem acesso a essas informações.”
As empresas de seguro de saúde elaboram coberturas para grupos levando em conta esses riscos de doenças ao fixarem os preços. Isso significa que essas empresas correm menos riscos, segundo a Moody’s.
O crescimento dos exames genéticos provavelmente continuará, considerando seu impacto essencial para as seguradoras. A longo prazo, porém, se possibilitarem tratamentos mais precoces e econômicos, como muitos esperam, os exames genéticos poderão representar uma boa notícia tanto para os consumidores quanto para as seguradoras.
ANS divulga regras que valerão para novos planos de saúde
“Só para ficar bem claro: essas regras valem para novos planos. Nos planos em vigor e antigos nada muda”, afirma Valter Hyme, sócio e fundador da VH Consultoria e Participação. A expectativa é de que esta nova regra abra possibilidades das seguradoras estrangeiras que ainda vendem planos offshore no Brasil possam nacionalizar suas operações e passarem a vender seus planos legalmente.
Abaixo o release divulgado pela ANS:
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou nesta quinta-feira (28), no Diário Oficial da União, a Resolução Normativa nº 433, que atualiza as regras para a aplicação da coparticipação e franquia em planos de saúde. A norma protege o consumidor ao estabelecer um percentual máximo a ser cobrado pela operadora para realização de procedimentos; ao determinar limites (mensal e anual) para exposição financeira do consumidor (o máximo que o consumidor pode pagar, no total, por coparticipação e franquia); e ao isentar a incidência de coparticipação e franquia em mais de 250 procedimentos, como exames preventivos e tratamentos de doenças crônicas, entre eles, tratamento de câncer e hemodiálise.
Com a medida, a reguladora supre lacunas existentes na legislação, garantindo maior previsibilidade, clareza e segurança jurídica aos consumidores. Outra novidade trazida pela norma é a possibilidade de operadoras de planos de saúde oferecerem descontos, bônus ou outras vantagens aos consumidores que mantiverem bons hábitos de saúde. A expectativa é que a medida incentive a adesão de beneficiários a iniciativas como programas de promoção da saúde e prevenção de doenças mantidos pelas operadoras.
Segundo o diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS, Rodrigo Aguiar, a norma tem, entre suas premissas, “a transparência nas relações, a prestação de informações claras ao beneficiário, previsibilidade e segurança jurídica, liberdade na formatação dos produtos dentro de parâmetros claros e objetivos definidos, garantindo uma variabilidade dos produtos, conferindo mais opções de escolha ao beneficiário”.
O diretor destaca que o tema é de grande relevância, visto que, em 10 anos, a participação desses planos subiu de 22% para 52% do mercado. “Hoje, mais de 50% dos quase 48 milhões de beneficiários de planos de saúde estão vinculados a planos com coparticipação ou franquia”, explicou.
A coparticipação é o valor pago pelo consumidor à operadora em razão da realização de um procedimento ou evento em saúde.
A franquia é o valor estabelecido no contrato do plano de saúde até o qual a operadora não tem responsabilidade de cobertura.
Um dos principais pontos da nova normativa é o estabelecimento de limites (mensal e anual) de exposição financeira do beneficiário: ou seja, o valor máximo a ser pago pela coparticipação e/ou franquia não pode ultrapassar o valor correspondente à própria mensalidade do consumidor (limite mensal) e/ou a 12 mensalidades no ano (limite anual).
Limite de exposição financeira é o valor máximo a ser pago por um beneficiário em razão da incidência de coparticipação ou franquia.
As novas regras também preveem isenção de cobrança de coparticipação e franquia em mais de 250 procedimentos e eventos em saúde, tais como: consultas com médico generalista, exames preventivos e de pré-natal e tratamentos crônicos, incluindo os pacientes com câncer e com problemas renais. Atualmente, os mecanismos incidem em qualquer procedimento. Com o estabelecimento de isenções, a ANS busca incentivar o adequado cuidado à saúde.
Outro aspecto importante é a determinação de um percentual máximo de coparticipação a ser cobrado do beneficiário, que não poderá ultrapassar 40% do valor monetário do procedimento ou evento em saúde efetivamente pago pela operadora ao prestador ou do valor da tabela de referência de procedimentos sobre os quais incidirá a coparticipação. Atualmente, não há um percentual máximo definido nas normas da ANS.
A regulamentação dos mecanismos financeiros de regulação foi discutida pela ANS em diversas oportunidades. Em meados de 2016, os debates ganharam mais vigor, tendo sido constituído um Grupo Técnico específico sobre o assunto para ampla discussão com a sociedade. Na sequência, o tema passou por audiência pública, consulta pública, e, por último, foi realizada pesquisa aberta à participação de toda a sociedade. A consulta pública recebeu cerca de 1.140 contribuições da sociedade e a pesquisa contou com 645 contribuições.
As novas regras entrarão em vigor em 180 dias.
Veja abaixo os procedimentos que não poderão ter cobrança de coparticipação e franquia:

Mercado ainda está pessimista, mostra indicador da Fenacor
A Fenacor divulgou nesta quinta-feira nova pesquisa do ICSS, que apura o grau de confiança de corretores, seguradores e resseguradores. Segundo o consultor Francisco Galiza, responsável pelo estudo, em junho de 2018, pelo segundo mês seguido, o setor de seguros continuou pessimista em termos econômicos. “Esse resultado ainda é reflexo de um mês de maio muito ruim (greve dos caminhoneiros, subida do dólar, guerra comercial internacional, incerteza eleitoral, etc)”, comenta Galiza.
Ele acrescenta que, de um modo geral, tais empresas continuam preocupadas. “Mesmo o segmento progredindo em seus aspectos internos e organizacionais, os fatores externos estão prevalecendo”, observa.
Por enquanto, as previsões das companhias que operam nesse segmento são de um segundo semestre menos favorável, sobretudo em termos de lucratividade nos negócios e da economia do país, quando comparado à realidade atual.
Shopping: seguradoras disputam filão estimado em R$ 100 milhões
O Valor Econômico traz hoje o Suplemento Shopping Center. Nele, uma matéria aborda o seguro ofertado para shopping e lojas. Contratar um programa de seguros está entre as prioridades para a rede de franquias Multicoisas, com 207 lojas, sendo 110 em shoppings. “O manual de pré-inauguração contempla um capítulo com orientações sobre os pontos que precisam ser considerados no processo de contratação do seguro das lojas, item obrigatório do contrato de franquia”.
Acesse o portal do Valor Econômico para ler a matéria na íntegra.
Valor publica especial sobre seguros
O Valor traz hoje o Suplemento de Seguros. Quem se interessa pelo setor, não pode perder. O especial está disponível para assinantes no portal do jornal ou nas bancas para não assinantes.
Veja alguns dos temas abordados:
Mercado – O mercado segurador confia na reversão este ano da curva declinante de crescimento traçada desde 2015, quando a economia entrou em recessão. Estudo da Siscorp, consultoria especializada na área de seguros, estima para o acumulado de 2018 um avanço do faturamento total da ordem de 9% – alta que já seria capaz de inflexionar a curva descendente dos últimos três anos.
Tecnologia – Para inovar, as seguradoras precisam ser mais efetivas no relacionamento com o cliente e na resolução de problemas. A automação do atendimento, para liberar corretores de rotinas repetitivas, vem ganhando espaço com a adoção de chatbots, tecnologia baseada em inteligência artificial que pode responder perguntas complexas e finalizar processos de venda.
Insurtech – O número de insurtechs não para de crescer no Brasil. As startups que estão levando novas tecnologias e inovação ao mercado de seguros já são 78 no país, segundo dados do Comitê de Insurtechs da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net).
Blockchain – A promessa da tecnologia blockchain – plataforma descentralizada de transações que usa criptografia para criar registros encadeados e dependentes entre si – é que os processos entre seguradoras, órgãos governamentais, bancos e reguladores sejam resolvidos de forma mais transparente e automática.
Corretoras online – O movimento de transformação digital e o surgimento das insurtechs estimularam os investimentos das corretoras de seguro tradicionais em iniciativas on-line. Por orientação das seguradoras, o foco nem sempre é o fechamento de vendas, mas a geração de leads (clientes potenciais) e a diversificação de produtos.
Corretores – O Brasil tem hoje cerca de 95 mil corretores de seguros registrados na Superintendência de Seguros Privados (Susep), entre autônomos e ligados a corretoras. Apesar do avanço tecnológico e das plataformas de vendas de seguros on-line, ao menos por enquanto a atividade dessas pessoas está garantido.
Resseguros – Em acelerada expansão desde o fim do monopólio estatal exercido pelo IRB, encerrado em abril de 2008, o mercado brasileiro de resseguros sofreu os efeitos da crise econômica dos últimos anos menos do que seria natural esperar, na visão do presidente da Associação Nacional das Resseguradoras (ANRe) e CEO da Autral Re, Bruno Freire.
Previdência – O ano de 2018, pautado por turbulências, tem afetado o humor dos investidores e atingido até mesmo uma das mais resilientes indústrias de investimentos do país. Acostumada a crescer dois dígitos em média nos últimos dez anos, a previdência privada vem desacelerando e começa a sentir os indicadores dos mercados interno e externo.
Vida – Se há uma modalidade que pode lucrar com a crise é a do seguro de pessoas. Essa é uma das explicações mais usadas pelo setor para justificar o avanço de mais de 20% no ano no total de prêmios de alguns produtos, como o prestamista, vinculado à cobertura de crédito.
Prestamista – Canais de distribuição digitais e vendas bem desenvolvidas são fundamentais para o sucesso dos seguros massificados ou populares que precisam ter custo acessível e fácil contratação em redes de varejo, financeiras e empresas.
Seguro Judicial – A complexidade tributária no Brasil, que muitas vezes deixa dúvidas sobre o recolhimento de impostos, fez surgir um mercado bilionário para as seguradoras. Trata-se do seguro judicial, que substitui garantias em dinheiro, cauções ou fiança bancária que as empresas brasileiras envolvidas em processos tributários, trabalhistas, cíveis e recuperações judiciais no âmbito federal, estadual e municipal precisam apresentar ao Judiciário para garantir o pagamento de dividas.
Seguro D&O – O avanço das investigações da Operação Lava-Jato e outras tantas deflagradas pelo Ministério Público trouxe grandes desafios para o mercado segurador, que reformulou o seguro de responsabilidade civil dos executivos, conhecido como Directors & Officer (D&O), tornando-o mais claro e abrangente.
Seguro Posi – Na linha de seguros financeiros, um dos destaques desde o ano passado é o Public Offering Securities Insurance (POSI). “Em um cenário de crise, com crédito restrito e taxas muito altas, as empresas estão voltando a realizar operações de abertura de capital como uma maneira mais fácil de trazer dinheiro para o caixa”, explica Mauricio Bandeira, gerente de produtos financeiros da Aon Brasil, que no ano passado foi responsável pela venda de 50% das apólices de POSI.
Seguro Garantia – O mercado de seguros aguarda com expectativa a aprovação da nova Lei de Licitações e Contratos Públicos, que prevê mudanças no seguro-garantia em grandes obras públicas. A principal alteração é a elevação do capital segurado dos atuais 5% para 30% do valor total do contrato da obra, em projetos superiores a R$ 100 milhões.
Seguro Riscos Cibernéticos – Ataques de hackers mais constantes e a entrada em vigor em maio deste ano do Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR, na sigla em inglês), na Europa, deram forte impulso às vendas seguros cibernéticos no Brasil. “Nos últimos três meses vendemos o volume que registramos durante todo o ano passado”, conta Flávio Sá, gerente de linhas financeiras da AIG.
Seguro Auto – O crescimento do seguro auto volta a ultrapassar a casa dos 10 pontos percentuais neste ano. De janeiro a abril, avançou 10,6% no volume de prêmios. O incremento é comemorado já que, nos últimos três anos, não passava de um dígito.
Seguro rural – O seguro rural tem se destacado com crescimento sustentável e uso da tecnologia, somado à conscientização sobre sua importância como proteção à produção, seja na pecuária ou agricultura. Nos primeiros seis meses deste ano, foram concretizados 23.533 contratos de seguro rural (apólices), com subvenção do governo.
Seguro Transporte – Os índices de sinistralidade no roubo de cargas caíram no primeiro quadrimestre, em comparação a igual período do ano passado. Mesmo assim, o quadro continua preocupante nas regiões metropolitanas, em especial no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Varejo – Um aplicativo (app) para celular foi a maneira encontrada para o treinamento dos vendedores em redes varejistas, muitos sem acesso a computador durante o horário de expediente. Chamado “Unica de Bolso”, o app permite a visualização de cursos sobre seguros, coberturas e os procedimentos que devem ser tomados na hora do furto ou roubo do equipamento segurado.











