Allianz traz especialistas para a Casa do Seguro, durante a COP 30

Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros_cred.Arnaldo Kikuti

Uma das empoderadoras da Casa do Seguro, iniciativa da CNseg durante a COP 30, a Allianz Seguros promoverá dois painéis no espaço, com a participação de executivas globais da companhia, especialistas em Sustentabilidade, como keynote speakers. Os painéis serão realizados no dia 12 de novembro, no período da manhã.

Cidades resilientes em foco

Para abordar o tema “Cidades resilientes: planejamento urbano para um clima imprevisível”, o painel terá Lena Fuldauer, líder global de Soluções de Sustentabilidade e Resiliência da Allianz Commercial. A executiva trará sua visão sobre o impacto das mudanças climáticas em áreas urbanas, além das estratégias aplicadas globalmente em cidades expostas a eventos extremos e as iniciativas de incentivo à adaptação urbana sob a ótica do seguro. Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros, será o responsável pela moderação do painel, que também contará com a participação de Fábio Morita, diretor executivo de Automóvel, Massificados e Vida da companhia, como palestrante. 

Na Allianz Commercial, Lena atua no desenvolvimento de produtos e serviços resilientes frente a riscos climáticos, biodiversidade e mitigação de riscos ESG. Anteriormente, atuou como consultora e pesquisadora de organizações como a Global Center on Adaptation, Climate Compatible Growth e a UNOPS, agência da ONU especializada em infraestrutura e gestão de projetos. Doutora e mestre pela Universidade de Oxford, dedicou suas pesquisas ao desenvolvimento sustentável e às mudanças climáticas.

Em 2020, foi vencedora do Allianz Climate Risk Award, premiação anual da companhia para iniciativas voltadas a riscos e resiliência climática. No doutorado, desenvolveu métodos inovadores para avaliar como os riscos climáticos afetam o ambiente – natural e construído – e seus impactos no desenvolvimento sustentável, aplicando-os na ilha caribenha de Santa Lúcia. “Essa experiência consolidou o meu propósito de transformar ciência em soluções práticas, cocriadas com parceiros locais, e que possam gerar impactos reais para comunidades e negócios”, afirma a executiva.

Resiliência no seguro

O segundo painel, intitulado “Mudanças climáticas e o novo paradigma do seguro”, contará com Gabrielle Durisch, CSO da Allianz Commercial. A executiva trará uma perspectiva internacional sobre os riscos climáticos e seus impactos no setor, abordando ainda as estratégias globais da companhia para adaptação de produtos, gestão de riscos e fortalecimento da resiliência. Assim como no primeiro painel, a moderação ficará a cargo de Eduard Folch. Mauricio Masferrer, diretor executivo de Negócios Corporativos da Allianz Seguros e Managing Director da Allianz Commercial Brasil, também estará presente como painelista. 

Com mais de dois anos na Allianz Commercial, Gabrielle já atuou anteriormente como head global de Sustentabilidade na companhia e foi promovida a CSO, em dezembro de 2024, para impulsionar a estratégia e a implementação da sustentabilidade nas principais áreas de negócios: soluções, operações e governança. Acumula mais de 20 anos de experiência nos setores de seguros e automotivo, com sólida formação em finanças e consultoria, tendo atuado na KPMG e na Deloitte, em funções que incluíram projetos de fusões e aquisições.

Segundo Gabrielle, a sua função atual integra as áreas de finanças, sinistros e mitigação de riscos e representa um avanço natural em sua carreira. “Entender como a sustentabilidade impacta áreas-chave do setor de seguros nos permite desenvolver uma abordagem orientada ao mercado para a sustentabilidade, com foco em como as mudanças climáticas e outros temas impactam os nossos clientes e como podemos alavancar a nossa experiência para apoiá-los de forma abrangente”, afirma.

Casa do Seguro

Espaço idealizado pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), a Casa do Seguro tem o objetivo de posicionar o setor como agente fundamental na busca por soluções relacionadas à sustentabilidade e riscos climáticos. Inédita no segmento, a ação acontecerá em Belém entre os dias 10 e 21 de novembro e será realizada durante a COP30 – Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, que reunirá líderes mundiais, cientistas e ativistas ambientais. 

“A crise climática exige respostas colaborativas, estruturadas e de longo prazo. Trazer especialistas para a Casa do Seguro durante a COP 30 é uma forma de contribuir com o debate, compartilhando conhecimento e impulsionando soluções práticas”, pontua Eduard Folch. Ele reforça que o setor tem uma posição privilegiada para transformar dados e previsões em mecanismos concretos de proteção e resiliência. “Queremos apoiar os nossos clientes, empresas e governos na transição para um futuro mais sustentável e seguro, fortalecendo a capacidade de adaptação das cidades e da sociedade como um todo”, conclui.

Mediservice ultrapassa a marca de 750 mil beneficiários com rede compartilhada e soluções personalizadas

por Bradesco Seguros

A Mediservice, operadora do Grupo Bradesco Saúde, superou a marca de 750 mil beneficiários no acumulado até o mês de julho, crescimento de 25% na comparação com igual período do ano passado.

O desempenho foi impulsionado pelo serviço de compartilhamento de rede, com o acréscimo de 150 mil vidas. Nesse modelo, no qual a Mediservice intensificou atuação a partir de 2021 e é líder de mercado, a sua base de prestadores médico-hospitalares credenciados é compartilhada aos grupos de autogestão — ou seja, quando uma empresa ou instituição é responsável pela gestão do próprio plano de seus empregados ou associados.

O compartilhamento de rede se destaca como solução eficiente para garantir atendimento de qualidade aos beneficiários, ao mesmo tempo em que reduz custos operacionais para as empresas contratantes.  “Esse modelo proporciona ao mercado soluções sob medida e sustentáveis. Com nossa operação, conseguimos agregar uma plataforma de gestão de saúde completa, com capilaridade, gestão assistencial integrada, inovação e experiência do cliente, atendendo às necessidades assistenciais específicas das autogestões”, comenta José Ayres Brandão, superintendente da Mediservice.

Para atender principalmente às necessidades dos clientes, a Mediservice conta com uma rede robusta, com mais de 21 mil prestadores médico-hospitalares pelo país, composta por clínicas, prontos-socorros, hospitais e serviços de diagnóstico. “Essa capilaridade nos possibilita, por exemplo, atender necessidades específicas de operadoras e autogestões em determinadas regiões”, ressalta Ayres.

Além do compartilhamento de rede, a Mediservice também atua como provedora de sua própria marca de planos de saúde corporativos, no modelo pós-pagamento.

A operadora disponibiliza aos clientes ferramentas tecnológicas de monitoramento de contas médicas, soluções digitais como o reembolso 100% online e a plataforma de telemedicina Saúde Digital, que permite atendimento remoto em diversas especialidades. Os beneficiários contam, ainda, com acesso à rede de clínicas Meu Doutor Novamed, oferecendo cuidados primários, exames e atendimento especializado com qualidade e agilidade.

MAPFRE lança programa para integrar corretores à sua estratégia de sustentabilidade

por Mapfre

A MAPFRE, companhia global de seguros e reconhecida por sua atuação em sustentabilidade, anuncia o lançamento do programa “MAPFRE +Corretor Sustentável” – uma iniciativa pioneira que vai trazer o corretor de seguros para o centro de sua estratégia de sustentabilidade, para gerar valor compartilhado.
 

O objetivo é trazer a sustentabilidade para uma agenda de crescimento e rentabilidade, com a participação dos corretores, gerando benefícios reais e transformando os desafios sociais e ambientais em diferenciais competitivos.
 

Diante das transformações sociais e ambientais, o corretor de seguros exerce um papel estratégico na identificação de riscos e oportunidades. Muitos já atuam de forma alinhada à sustentabilidade, embora nem sempre reconheçam essas ações. A proposta da MAPFRE é apoiar esses parceiros na valorização de boas práticas, incentivando uma postura mais sustentável, com impacto real no meio ambiente, na sociedade e nos negócios.
 

“Com o ‘MAPFRE +Corretor Sustentável’, reforçamos nosso compromisso de liderar a transformação no mercado segurador, inspirando nossos parceiros a serem protagonistas de um futuro mais consciente e responsável”, afirma Fátima Lima, diretora de Sustentabilidade da MAPFRE. “Por meio dessa iniciativa, estamos reafirmando que a jornada para um futuro sustentável é um processo contínuo e uma responsabilidade compartilhada. E nós acreditamos na capacidade de nossos corretores serem verdadeiros agentes de transformação”, completa a executiva. 
 

A iniciativa consiste em uma jornada de gamificação que reconhece e beneficia os parceiros que incorporarem ações sustentáveis nas áreas ambiental, social, de governança e negócios em suas operações diárias. Por meio de uma plataforma, os corretores poderão acessar uma vasta oferta de recomendações de iniciativas e compartilhar suas práticas sustentáveis para acumular pontos e subir no ranking. As ações estão organizadas em quatro pilares interconectados – Ambiental, Social, Governança e Negócios (ASG+N) – e são inspiradas no Plano Estratégico de Sustentabilidade da MAPFRE, que possui metas e compromissos globais. 
 

“A sustentabilidade é um pilar estratégico para a MAPFRE e o ‘MAPFRE +Corretor Sustentável’ foi pensado exclusivamente em nossos parceiros corretores, que são parte fundamental de nossa trajetória. Esta iniciativa pioneira reforça nosso compromisso com o futuro e demonstra que é possível alinhar negócios com a construção de um mundo mais sustentável”, destaca Karine Brandão, diretora Comercial do Canal Corretor da MAPFRE.
 

“Na MAPFRE, entendemos que o corretor de seguros tem um papel fundamental nesse processo. Eles são o elo direto com o cliente e têm a capacidade de influenciar decisões com impactos social, ambiental e econômico. Por isso, acreditamos no potencial dessa iniciativa para além do mercado de seguros”, finaliza a executiva.

Coface inicia pesquisa anual sobre prazos e hábitos de pagamento na América Latina

A Coface, líder global em seguro de crédito e gestão de riscos, anuncia o início da Pesquisa LATAM 2025 sobre Pagamentos e Inadimplência, que reunirá percepções de empresas de diferentes portes e setores sobre prazos médios de recebimento, atrasos e uso de ferramentas de proteção financeira.

A pesquisa é um estudo abrangente que analisará práticas financeiras de empresas em toda a América Latina, com destaque para Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México e Peru. O levantamento retrata como as companhias estruturam suas políticas de crédito, conduzem os prazos de pagamento, enfrentam a inadimplência e adotam soluções financeiras para proteger seus resultados e sustentar o crescimento. 

Além disso, o estudo identifica semelhanças e diferenças entre países e setores, oferecendo uma visão comparativa valiosa para executivos que tomam decisões estratégicas.

Ao participar, as empresas terão acesso prioritário a um relatório exclusivo, com benchmarks regionais e insights aprofundados sobre tendências que impactam diretamente o fluxo de caixa, a saúde financeira e a resiliência organizacional. Trata-se de uma oportunidade única para entender o seu posicionamento em relação ao mercado, antecipar riscos emergentes e explorar oportunidades relevantes. 

Realizado anualmente, o estudo é uma das principais referências para acompanhar a evolução dos hábitos de crédito na região, oferecendo uma visão ampla sobre os fatores que influenciam o fluxo de caixa e a saúde financeira das empresas. Na última edição, o levantamento reuniu centenas de respostas de empresas em diversos países, revelando tendências de inadimplência e o crescente interesse por soluções como o seguro de crédito.

Com essa iniciativa, a Coface reforça seu papel como parceira estratégica na construção do futuro das empresas focando em sua sustentabilidade financeira e crescimento.

A pesquisa estará aberta durante os meses de setembro e outubro, e os resultados consolidados serão apresentados em novembro, em um evento exclusivo para jornalistas e empresas. 

“Nosso objetivo é captar os sinais de mudança no comportamento de pagamentos das empresas latino-americanas e oferecer insumos que ajudem gestores a se antecipar a riscos. Em um cenário de incerteza, informação de qualidade se torna ainda mais essencial”, afirma Isabelle Heude, Diretora Comercial e Operações.

A Coface reforça que a participação das empresas é fundamental para enriquecer a análise. O questionário pode ser acessado no seguinte link: Pesquisa de Pagamento Latam 2025 | Coface.

MetLife aposta em digitalização e parceria com Mercado Pago para expandir seguro prestamista

marcelo tomei metlife

por Denise Bueno

O seguro prestamista, tradicionalmente vinculado ao crédito bancário, vive um novo ciclo de expansão com o avanço de plataformas digitais, fintechs e varejo. No primeiro semestre, a modalidade avançou 5,4%, para R$ 10,4 bilhões em vendas, sendo o segundo mais vendido no segmento “seguros de pessoas” no ranking da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Embora a elevação dos juros e o crédito mais caro tenham moderado o ritmo de crescimento em 2025, a Confederação das Seguradoras, a CNseg, ainda projeta uma alta de 10,3% nas vendas do produto neste ano, reforçando seu papel como um dos mais procurados no segmento de pessoas.

De olho nesse movimento, a MetLife aposta na plataforma Xcelerator e em parcerias estratégicas — como a recém-lançada com o Mercado Pago — para ampliar a distribuição e levar proteção a novos públicos. Em entrevista ao Sonho Seguro, Marcelo Tomei, vice-presidente Comercial da MetLife Brasil, explica como a seguradora quer conquistar espaço em um mercado historicamente dominado por bancos.

O seguro prestamista é tradicionalmente dominado pelos bancos. Qual é a estratégia da MetLife para conquistar maior participação nesse mercado?
Nossa estratégia é antecipar e acompanhar a transformação do mercado, levando o seguro para onde o cliente já está: bancos, plataformas digitais, fintechs, varejo e e-commerce. O cliente busca resolver tudo em poucos cliques, com agilidade e preço acessível. É nesse ponto que a MetLife Xcelerator se posiciona, agregando valor a parceiros e consumidores.

Como a plataforma Xcelerator contribui para aumentar a competitividade da MetLife na distribuição de produtos prestamistas?
Lançada em 2023, a MetLife Xcelerator conecta parceiros, tecnologia e clientes em jornadas 100% digitais e personalizadas. Já impactou mais de 5 milhões de pessoas no Brasil, México e Chile. Com APIs e inteligência artificial, a plataforma permite integrar seguros ao ecossistema dos parceiros em momentos-chave, como contratação de crédito ou financiamento, além de simplificar indenizações, muitas delas pagas em poucas horas.

No primeiro semestre de 2025, as vendas de prestamista cresceram 5,4%. Como a MetLife avalia esse desempenho e quais as projeções?
Foi um crescimento moderado, mas consistente diante do cenário de juros altos. Segmentos como veículos (+14,7%) e empréstimo pessoal (+15,7%) puxaram a alta. Para o segundo semestre, estamos otimistas, apoiados na expansão com parceiros estratégicos e novas parcerias.

A recente parceria com o Mercado Pago é vista como um marco. De que forma essa aliança deve acelerar a penetração do prestamista?
Ao integrar o seguro prestamista diretamente à jornada de crédito pessoal no app do Mercado Pago, o produto passa a ser parte natural da decisão financeira. Isso amplia o alcance, facilita a adesão e promove inclusão financeira, especialmente para públicos que antes não contratavam seguro.

O público do Mercado Pago é mais jovem e digitalizado. Como adaptar o produto para esse perfil?
O seguro é oferecido de forma contextualizada, no momento em que o cliente solicita crédito, com jornada 100% digital e transparente. A cobertura inclui falecimento, desemprego, hospitalização e incapacidade temporária, de forma acessível e opcional.

Qual é a expectativa em termos de volume de novos negócios com a parceria?
Ainda sem números projetados, mas esperamos escala relevante. Hoje, 23% das indenizações pagas pela MetLife já são de prestamista. Com o Mercado Pago, esse percentual tende a crescer, levando proteção a milhões de brasileiros fora dos canais bancários.

Em cenários de juros elevados, como sustentar o crescimento do prestamista?
Diversificando canais e linhas de crédito, ajustando preços para manter acessibilidade e ampliando parcerias. Juros altos reduzem o volume de crédito, mas também aumentam a preocupação das famílias com sua capacidade de pagamento — o que reforça a importância do prestamista.

E como lidar com a alta da sinistralidade?
Combinamos tecnologia e gestão tradicional. Usamos inteligência de dados para ajustar precificação em tempo real e sistemas integrados para análise de sinistros, reduzindo fraudes e acelerando indenizações.

A nova Lei 15.179/2025, que atualiza o crédito consignado privado, pode ampliar a demanda por prestamista?
Sim. O consignado privado amplia o acesso ao crédito, e o prestamista protege esse compromisso. Já atuamos em parcerias nesse segmento, com oferta integrada ao processo de crédito.

Qual é a ambição da MetLife para o produto em 2025, considerando crescimento mais moderado previsto pela CNseg?
Queremos crescer acima da média do setor, apoiados na diversificação e na força das parcerias digitais. Mesmo com ritmo menor, há espaço para aumentar a participação de mercado.

Além do prestamista, quais segmentos são estratégicos para diversificação?
Saúde e bem-estar, seguro de vida, plano odontológico e proteção para autônomos e MEIs. São públicos com baixa penetração, mas alta necessidade de cobertura.

Qual deve ser o papel do prestamista no portfólio da MetLife nos próximos cinco anos?
Será um dos pilares de crescimento da MetLife na América Latina e peça-chave da estratégia digital no Brasil, levando proteção a milhões de pessoas ainda sem seguro.

MDS Brasil anuncia Flavio Zoppello como diretor de relacionamento de riscos corporativos em SP

A MDS Brasil uma das principais corretoras do país nos segmentos de seguros, resseguros, consultoria de riscos e gestão de benefícios, anuncia a chegada de três novos executivos para ampliar sua equipe de Riscos Corporativos, reforçando sua presença nas principais regiões do país.

Flavio Zoppello assume como Diretor Executivo de Relacionamento em São Paulo. Com três décadas de experiência no mercado de seguros, Flavio tem passagem por grandes empresas como Allianz, AXA XL, Mitsui Sumitomo, Itaú e RSA. É especialista em gestão de filiais, liderança de equipes e negociação de grandes riscos. Formado em Direito pela FMU.

No Rio de Janeiro, Renata Freitas é a nova Diretora da filial da MDS Brasil. Com 30 anos de carreira, atuou como Gerente Regional na Chubb Seguros nas regiões do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Nordeste, além de experiências em XL Catlin, Itaú, Unibanco AIG, RSA e Marsh. Renata é formada em Administração pela Universidade Cândido Mendes e tem MBA em Relações Internacionais pela FGV.

Fulvio Augusto assume como Diretor de Transporte da MDS Brasil. Com mais de 25 anos dedicados à Unificado Corretora de Seguros, uma empresa MDS Brasil, Fulvio é referência em seguros corporativos focados em logística. Atuou como Diretor Geral da corretora, liderando a gestão com destaque para o segmento de transportes.

“Estamos muito felizes em anunciar a chegada de Flavio, Renata e Fulvio. Suas habilidades e experiências diversificadas são exatamente o que precisamos para expandir ainda mais nossa atuação e oferecer serviços mais completos e personalizados aos nossos clientes, garantindo soluções sob medida e proximidade no atendimento”, destaca Caio Carvalho – Vice-presidente – P&C e Resseguros.

Diretoria Atual do Sincor-SP é reeleita para novo mandato até 2029

O Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo (Sincor-SP) terá continuidade em sua liderança. A eleição para a gestão 2026-2029 será realizada com chapa única, encabeçada pelo atual presidente, Boris Ber, que seguirá no comando da entidade pelos próximos quatro anos.

A chapa única foi registrada dentro do prazo estabelecido pelo Estatuto do Sincor-SP, conforme publicação no jornal O Estado de S. Paulo no dia 29 de agosto. O pleito acontecerá por aclamação em Assembleia Geral marcada para o dia 13 de novembro de 2025, na sede do Sincor-SP, localizada na Rua Líbero Badaró, 293, Centro de São Paulo.

Composição da chapa 2026-2029

A nova diretoria executiva mantém nomes já consolidados na gestão atual e inclui representantes com forte atuação no mercado de seguros:

Presidente: Boris Ber

1ª Vice-Presidente: Simone Cristina Fávaro

2º Vice-Presidente: Braz Romildo Fernandes

1º Secretário: Marcos Abarca

2º Secretário: Rogério Freeman

1º Tesoureiro: Edson Lasse Fecher

2º Tesoureiro: Fernando Antônio Kauffman Alvarez

Suplentes de Diretoria: Arnaldo Odlevati Junior, Leonardo Elias Moreno da Silva, Claudemir Machi, João Carlos Garrucho, José Roberto Placco Rodriguez, Betine Theisen de Castro, Rodrigo Matos

Conselho Fiscal: Eduardo Vidal Pileggi, Lenira Castro Leão Jollo, Carlos Alberto Caporali

Suplentes do Conselho Fiscal: Márcio José da Silva, Francisco Flávio Machado, Silvia da Silva Camacho

Delegados Fenacor: Manuel Dantas Matos, Boris Ber, Braz Romildo Fernandes, Lauro Ruv Carelli Barreto

Ouvidor: Octávio José Milliet

DPO: Marco Antônio Damiani

Ao comentar a aclamação da chapa, Boris Ber destacou que a continuidade da gestão reflete o reconhecimento do trabalho realizado e a confiança da categoria: “Recebo com grande satisfação esta aclamação, que demonstra que estamos no caminho certo. É um sinal de que as ações que temos desenvolvido pelo fortalecimento da corretagem e pela valorização do corretor de seguros estão sendo reconhecidas. Seguiremos com disciplina, união e inovação para representar cada vez melhor os nossos associados e a sociedade”, afirmou.

CNseg: primeira etapa da taxonomia sustentável apresenta avanços para enfrentamento da transição climática

por CNseg

O governo federal, por meio do Comitê Interinstitucional da Taxonomia Sustentável Brasileira (CITSB), aprovou a primeira edição do documento que detalha ações para a Taxonomia Sustentável Brasileira (TSB). A publicação totaliza 880 páginas e levou mais de 350 pessoas de 63 instituições, incluindo a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), a participarem de sua elaboração, estabelecendo critérios para classificar atividades econômicas com base em seus impactos socioambientais.

A TSB é vista como a espinha dorsal do Plano de Transformação Ecológica do governo federal. A subsecretária de Desenvolvimento Econômico Sustentável do Ministério da Fazenda, Cristina Reis, destaca que a taxonomia não é uma mera cópia de modelos internacionais. Para ela, é um elemento que prioriza objetivos nacionais, como a mitigação das mudanças climáticas, a adaptação a seus efeitos e, de forma inédita, a redução das desigualdades socioeconômicas, incluindo aspectos de gênero e raça.

Para a diretora de Sustentabilidade da CNseg, Claudia Prates, a TSB estabelece uma base sólida para que empresas financeiras e não financeiras — incluindo seguradoras — alinhem suas estratégias às metas nacionais de mitigação e adaptação às mudanças climáticas, à redução das desigualdades socioeconômicas e à promoção da inovação sustentável. Já em sua primeira versão, contempla setores estratégicos — como agricultura, energia, construção, transporte, saneamento e indústria — criando uma linguagem comum entre agentes públicos e privados e oferecendo maior clareza e segurança ao mercado. 

“A TSB abre novas possibilidades para que instrumentos financeiros, incluindo seguros, sejam rotulados de forma consistente e transparente como sustentáveis. Com isso, o mercado poderá identificar com maior precisão o volume de recursos efetivamente direcionados a projetos e atividades alinhados aos objetivos socioambientais e econômicos do país, além de orientar esforços e fornecer subsídios para o aprimoramento de produtos, o desenvolvimento de novas soluções e a ampliação da escala de instrumentos capazes de apoiar a transição climática e o avanço de uma economia de baixo carbono”, afirmou.

TSB e setor de seguros

Na implementação inicial da TSB, os relatos de empresas financeiras e não financeiras serão voluntários, tornando-se obrigatórios posteriormente. Inicialmente, abrangerão companhias abertas listadas e instituições financeiras reguladas pelo Bacen nos segmentos S1 e S2, com indicadores-chave de desempenho definidos. Outras categorias, como companhias abertas não-listadas, companhias fechadas, seguradoras, gestoras de recursos e fundos de investimento, serão incluídas em fases posteriores, com processos e indicadores específicos a serem definidos à medida que a taxonomia evolui.

A TSB encontra-se em fase final de aprovação, com implantação gradual prevista, incluindo publicação oficial em setembro de 2025 e adaptação progressiva por parte de reguladores e empresas.

A importância da TSB para o setor de seguros, para o sistema financeiro e para a economia real será tema de debate em painéis da programação da Casa do Seguro durante a COP30, em Belém, de 10 a 21 de novembro.

Abrangência da TSB

A primeira edição da taxonomia aborda oito setores-chave da economia, como agricultura, pecuária, indústria, energia, construção e transporte. A publicação oficial dos cadernos técnicos está prevista para setembro, e a implementação será gradual, começando com a adaptação de regulamentos por parte de órgãos financeiros e, depois, alcançando grandes empresas e instituições financeiras.

No futuro, a TSB será expandida para incluir outros setores, como minerais críticos e a bioeconomia, além de criar diretrizes específicas para micro, pequenas e médias empresas.

Inovação e repercussão internacional

O documento brasileiro tem um caráter pioneiro globalmente. O Brasil se destaca como o primeiro país a incluir o objetivo de redução de desigualdades raciais em sua taxonomia, um avanço que será levado para discussões na COP30, em Belém.

Segundo o governo, a TSB também é a primeira a publicar a metodologia de seleção das atividades econômicas e a apresentar uma definição clara de salvaguardas mínimas, ou seja, as leis e indicadores que devem ser seguidos para que uma atividade seja considerada sustentável.

“Envelhecendo, eu?!”: Grupo Bradesco Seguros promove live sobre tempo, saúde emocional e autonomia

Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.
Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.

No próximo dia 10, o Grupo Bradesco Seguros realizará a live “Envelhecendo, eu?!”, como parte das ações da plataforma de capacitação Espaço Universeg. A transmissão, que ocorrerá no canal oficial da seguradora no YouTube, convida o público a uma reflexão sobre o cuidado integral com o corpo e as emoções ao longo da vida.

O encontro contará com a participação da jornalista Laura Medina, especialista em saúde e bem-estar, e de Bianca Vilela, especialista em longevidade e TEDx Speaker. As convidadas compartilharão suas perspectivas sobre qualidade de vida e autocuidado, em uma abordagem leve, acessível e inspiradora. Mais do que uma conversa, será um convite à reconexão com o que realmente importa: valorizar o aprendizado emocional adquirido ao longo da trajetória e estimular escolhas conscientes que fortaleçam o bem-estar e a autonomia em todas as fases da vida.

“O cuidado com as pessoas é um dos pilares que sustentam nossa atuação. Iniciativas como essa refletem o nosso compromisso em promover conhecimento sobre como podemos buscar ter longevidade com qualidade. Ao cuidarmos do corpo e das emoções, não estamos apenas ampliando o tempo de vida, mas, sobretudo, a qualidade desse anos”, afirma Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Sustentabilidade e Ouvidoria do Grupo Bradesco Seguros.

Com uma trajetória marcada pelo compromisso com a promoção da saúde e do bem-estar ao longo da vida, o Grupo Bradesco Seguros tem a longevidade como um de seus pilares estratégicos. Para conhecer mais sobre o tema, acesse os conteúdos da Trilha da Longevidade na plataforma Espaço Universeg, pelo endereço www.espacouniverseg.com.br.

Serviço 

Live: Trilha de Longevidade – Envelhecendo, eu?! 
Data: 10/09 (quarta-feira) 
Horário: 9h às 10h30 
Onde assistir: youtube.com/bradescoseguros 

Seguradoras registram a menor sinistralidade desde 2014

 O índice de sinistralidade registrado pelo mercado de seguros no primeiro semestre de 2025 foi de 41,9%, menor valor registrado desde 2014, ano de início da série histórica. Nos seis primeiros meses deste ano, a redução foi influenciada, principalmente, pelas linhas de negócio Patrimonial e Vida, que registraram queda de, respectivamente, 13,4 p.p. e 1,7 p.p.. Os dados constam na 54ª edição do Boletim IRB+Mercado, que acaba de ser divulgada pela plataforma IRB+Inteligência.
 

De acordo com o boletim, no primeiro semestre, o faturamento do mercado segurador alcançou R$ 107,4 bilhões, crescimento de 8,2% em relação ao mesmo período de 2024. O avanço foi observado em quase todos os segmentos, com exceção do Rural. O destaque ficou com o segmento Crédito e Garantia, que registrou aumento de 20,6%. O lucro líquido do setor somou R$ 19,4 bilhões, resultado 11,3% superior aos seis meses iniciais de 2024.

Como instrumento de proteção às suas operações, as seguradoras destinaram, de janeiro a junho de 2025, R$ 15 bilhões para resseguro, alta de 12% frente ao primeiro semestre de 2024, impulsionada, principalmente, pelas linhas de negócio Automóvel e Patrimonial. Apenas em junho, os prêmios cedidos em resseguros totalizaram R$ 3,2 bilhões. 
 

O segmento Vida, responsável por cerca de 36% do faturamento do setor, arrecadou R$ 6,3 bilhões em junho, 9% superior ao mesmo período de 2024, e R$ 38 bilhões no acumulado até junho. O resultado foi impulsionado, majoritariamente, pelos produtos Vida, Prestamista e Acidentes Pessoais, que juntos representam quase 88% da carteira. A taxa de sinistralidade permaneceu estável e encerrou o semestre em 27,3%.
 

No primeiro semestre de 2025, o segmento Automóvel cresceu 5,9% em relação ao mesmo período de 2024. Em junho, o faturamento chegou a R$ 4,9 bilhões. De janeiro a junho, a taxa de sinistralidade se manteve estável em 59,6%.
 

No acumulado até junho, o segmento Corporativos de Danos e Responsabilidades evoluiu 9,2% na comparação com o mesmo período do ano anterior, com destaque para seguros de Riscos Diversos, que aumentou 23,4%. Outra contribuição relevante veio do seguro Habitacional, que cresceu 14,3%. A sinistralidade recuou 3,7 p.p. no semestre, atingindo 45%.
 

Com crescimento de dois dígitos em quase todos os meses do semestre, o segmento de seguros Individuais Contra Danos avançou 12,3% na comparação entre o primeiro semestre de 2025 e 2024, impulsionado, sobretudo, pelos seguros Compreensivo Empresarial (16,8%) e Compreensivo Residencial (7,6%). Em junho, o faturamento foi de R$ 1,6 bilhão. No semestre, a sinistralidade do segmento recuou 6,6 p.p., encerrando em 28,8%.
 

Ao longo do primeiro semestre de 2025, o faturamento do Rural oscilou entre crescimentos e retrações, encerrando com variação negativa de 1,5% em relação a igual período de 2024. O total de prêmios emitidos em junho foi de R$ 1,1 bilhão. A sinistralidade recuou no semestre para 36%, queda de 6,9 p.p frente a 2024. 
 

O segmento de Crédito e Garantia teve destaque no semestre devido ao crescimento de 20,6%, impulsionado, sobretudo, pelo produto Garantia Segurado – Setor Público, que registrou um aumento de 32,8% nas emissões de prêmio em relação ao primeiro semestre de 2024. Quanto à sinistralidade, houve um aumento de 10,3 p.p. ante 2024, encerrando o acumulado até junho com 62,6%.