Seguradora MetLife transforma parceria em fidelidade e celebra 10 anos do Be Private

Há relações comerciais que se medem em números. Outras, pelo tempo. E há aquelas que se fortalecem na combinação entre resultado, constância e confiança. É nesse terceiro grupo que a MetLife parece apostar ao celebrar os 10 anos do programa Be Private, iniciativa criada para estreitar laços com corretores estratégicos e transformar parceria comercial em relacionamento de longo prazo.

Mais do que uma campanha de vendas, o programa nasceu para reconhecer corretores com forte produção em vida e odontologia corporativa e oferecer uma jornada contínua de benefícios. Entre eles, viagens anuais, apoio comercial dedicado, condições diferenciadas, conteúdos de capacitação e proximidade com executivos da companhia. Ao longo da última década, o Be Private se consolidou como uma espécie de clube de alta performance dentro da operação da seguradora, uma operação de destaque para um dos maiores grupos seguradoras de vida dos Estados Unidos.

Ramon Gomez, vice-presidente comercial da MetLife, resume que a proposta sempre foi ir além do incentivo tradicional. Segundo ele, o objetivo era “criar realmente uma relação mais forte com os parceiros”, estruturando um programa claro de relacionamento e valorização. Hoje, os participantes são segmentados conforme o volume de negócios com a companhia e contam com benefícios proporcionais ao nível de parceria.

As viagens, embora sejam a face mais visível do programa, representam apenas uma parte da estratégia. A cada edição, os destinos são escolhidos para provocar experiências memoráveis e compartilhadas. Tudo começou em Fernando de Noronha, em 2017. Na época, realizar um evento corporativa na ilha era um enorme desafio, como a equipe MetLife gosta: abrir caminhos para o crescimento local.

Ao recordar a trajetória do Be Private, Gomez listou cenas que ajudam a contar essa história: mergulhos inéditos em Fernando de Noronha com direito a por do sol classificado como um dos mais exuberantes do mundo, navegar pela floresta e ter encontros com comunidades na Amazônia com direito a inauguração da feira de artesanato dos Cambebas, um jantar na capela e a balada no vagão do bar do trem para Machu Picchu, a mística cidade perdida dos Incas, com um fim de tarde na única árvore do Vale da Lua com direito a um show com trompete, o café da manhã no Geiser e o céu estrelado do deserto do Atacama, paisagens de gelo como esta expedição recente ao fim do mundo.

“Fazer as coisas com capricho se transformou numa forma de demonstrar respeito”, afirmou o executivo ao grupo reunido a bordo do Cruzeiro de Expedição Ventus Australis, passando por exuberantes glaciares até chegar ao Cape Horn, ponto geográfico mais austral do mundo, na Patagonia, em uma viagem realizada entre 13 e 17 de abril deste ano. Trata-se de ponto mais ao sul das Américas, a apenas 1 mil quilômetros da Antártica. Por essas águas passar nomes com Fernão de Magalhães, James Cook, Ernest Shackleton e Amyr Klink. E agora a tropa de elite de parceiros comerciais da área comandada por Ramon Gomez.

A lógica parece simples: quando o parceiro percebe cuidado nos detalhes, entende que esse mesmo cuidado estará presente na relação comercial. Em um mercado competitivo, no qual preço e condições são facilmente comparáveis, atributos intangíveis ganham peso crescente. Nos bastidores, o reconhecimento dos corretores vai além dos eventos. Em conversas durante a viagem, muitos parceiros destacaram fatores recorrentes para explicar a fidelidade à MetLife: estabilidade das equipes de atendimento, acesso fácil aos executivos, flexibilidade para estruturar soluções e agilidade em momentos sensíveis, como pagamento de indenizações e ajustes operacionais. São atributos que nem sempre aparecem em apresentações institucionais, mas pesam no cotidiano de quem precisa atender clientes corporativos e resolver demandas com rapidez. Ramon agradeceu emocionado a toda equipe comercial liderada por Gustavo Toledo, Bruno Acioly, Gabriela Geesdorf e Vanessa Kirschner Pereira e Luiz Gevaerd. E como não poderia faltar, a equipe da agência Motivation.

O CEO da MetLife no Brasil, Breno Gomes, destacou que participa pessoalmente dessas viagens há quatro anos e que este é o único encontro desse tipo do qual participa em toda a companhia. O gesto ajuda a traduzir a relevância estratégica da iniciativa. “É super legal ver aqui super parceiros. A companhia tem um plano super ambicioso de crescimento e depende desse tipo de parceria para conquistar a meta de dobrar novamente o market share. Fomos a seguradora que mais cresceu em 2025 e queremos manter esta conquista juntamente com todos vocês”, afirmou.

Na visão do CEO, o país reúne características únicas que atraem multinacionais e novos entrantes, como seguradoras que atuavam apenas em seguros de bens e agora correm para conquistar uma fatia do seguro de pessoas. Gomes reforça que o desafio da indústria está em ampliar o alcance do seguro de vida além das classes A e B, onde a penetração já avançou. “O microseguro tem um grande potencial e desperta muito o interesse dos investidores, mas o desafio maior é democratizar de fato, com produtos que façam sentido na vida dos consumidores.

E este foi um ponto muito citado pelos parceiros: a capacidade da seguradora em desenvolver negócios sob medida. Em vez de se limitar às apólices tradicionais de vida em grupo e dental, a companhia ampliou atuação em produtos estruturados e programas desenhados para grandes ecossistemas de distribuição, como plataformas, empresas de base tecnológica e operações de afinidades. Esse movimento acompanha a própria diversificação da MetLife no país, organizada em três frentes principais: o segmento corporativo via corretores, canais massificados e parcerias com grandes bases de clientes, e soluções individuais voltadas ao público de alta renda.

Ao completar dez anos, o Be Private revela algo relevante sobre o mercado segurador: relações duradouras continuam sendo um diferencial competitivo. Tecnologia, preço e escala importam. Mas confiança, presença e reciprocidade seguem decisivos. Talvez por isso tantos corretores retornem ano após ano. Não apenas pela viagem seguinte, mas pela sensação de serem tratados como parceiros de fato.

Há relações comerciais que nascem de uma boa proposta. Outras se consolidam pelo preço competitivo. Mas as mais duradouras costumam ser construídas por algo menos tangível: confiança. Ao ouvir os depoimentos de corretores convidados para a celebração dos dez anos do programa Be Private, da MetLife, fica claro que esse é o principal ativo cultivado pela seguradora junto a seus parceiros de negócios.

Vindos de diferentes regiões do país, perfis e modelos de atuação, os executivos repetem conceitos semelhantes ao explicar por que mantêm suas carteiras de vida e odontologia corporativa com a companhia: estabilidade das equipes, proximidade com lideranças, flexibilidade comercial, capacidade de customização e agilidade na hora em que o cliente mais precisa.

Lauriane Batista, da Sisters Seguros, de Fortaleza, participa pelo quinto ano consecutivo do programa e ressalta os desafios de expandir o seguro de vida no Nordeste, região com menor poder aquisitivo médio. Para ela, treinamento e apoio das seguradoras aos times comerciais são essenciais para ampliar vendas. Ainda assim, destaca o valor do reconhecimento recebido pela MetLife ao incluir parceiros regionais no grupo seleto do evento.

De São Paulo, Valter Costa Junior, da Costa e Parra Corretora, conta que está no programa desde praticamente o início. Especialista em seguros massificados, ele afirma que a MetLife compreendeu as necessidades de sua operação e ajudou a desenhar produtos aderentes ao perfil de seus clientes. Na avaliação do executivo sobre o mercado de seguros em geral é que todos ainda precisam investir mais em capacitação comercial e qualificação da ponta de vendas para ampliar a penetração do seguro no país.

Thomaz Menezes, CEO da Acrisure Brasil, resume a viagem como “uma experiência única”, mas leva a conversa para um tema estrutural: educação financeira. Para ele, falta comunicação mais eficiente sobre a importância do seguro de vida como ferramenta de proteção familiar de baixo custo e alto impacto no segmento de vida e também de patrimônios. “Temos de virar a chave e ampliar a penetração de seguros no Brasil dos atuais 5,5% do PIB para 10%, como prevê o planejamento do setor divulgado pela Confederação das Seguradoras, a CNseg”, disse.

Daniel Sierota, da Random Corretora, do grupo Heinz, reforça outro ponto recorrente entre os parceiros: personalização. Segundo ele, clientes querem soluções aderentes ao seu perfil e à realidade de cada operação. “Produtos mais customizados” são, na sua visão, o caminho natural para o avanço do setor. A hiperpersonalização tem sido um tema constante nos pedidos dos corretores de seguros às seguradoras.

Mariana Marques, fundadora e CEO da Boon, destaca a capacidade de cocriar soluções com rapidez. Segundo ela, a MetLife conta com uma equipe parceira e estratégica, o que permite adaptar propostas às necessidades específicas de cada cliente. Para a executiva, o setor como um todo precisa abandonar fórmulas engessadas e avançar em hiperpersonalização.

Com unidades em Americana e São José do Rio Preto, a Perena nasceu da experiência de seus sócios na gestão de operadoras de saúde e expandiu atuação para benefícios corporativos. Celso Ronaldo Soares afirma que a fidelização com a MetLife foi construída pela flexibilidade e pela capacidade de desenvolver soluções específicas quando clientes demandaram projetos diferenciados. Para ele, relações duradouras surgem quando seguradora e corretor compartilham o mesmo propósito: ajudar empresas a melhorar benefícios, controlar custos e ampliar bem-estar dos colaboradores.

À frente da unidade de benefícios da Wiz Corporate, Gustavo Cruz Quentão, destaca a longa relação profissional com a MetLife em projetos estruturados e operações de grande porte. Na sua avaliação, o mercado precisa valorizar mais a seguradora que já atende determinada conta, estimulando concorrência saudável sem romper vínculos de confiança construídos ao longo do tempo. Ele ressalta ainda a capacidade da companhia de criar produtos sob medida, com flexibilidade para canais de afinidade, grandes grupos e novas demandas corporativas.

No interior paulista, Edison Guerra, da Rodonaves Corretora, associa sua fidelidade à companhia à retenção de profissionais e à qualidade do serviço prestado. Em sua síntese mais direta, lembra que, no seguro de vida, o cliente compra sobretudo a capacidade de pagamento do sinistro. É nesse momento que reputação e confiança se tornam decisivas.

André Vilar, da Triunfo Administradora e Corretora de Seguros, acrescenta um tema em ascensão: sucessão patrimonial. Para ele, o seguro de vida ainda é mal compreendido no Brasil e deveria ser mais associado ao planejamento sucessório, especialmente entre empresários e famílias com patrimônio relevante. O executivo elogia a entrada da MetLife em soluções voltadas também a esse público.

George Pinto, da CVI Seguros, empresa do grupo Carraro, também enfatiza o canal aberto com diretoria, subscrição e áreas técnicas. Em sua leitura, seguradoras deveriam comunicar melhor o retorno social proporcionado pelo setor, especialmente após grandes eventos climáticos e perdas econômicas relevantes.

Ricardo Anbar, diretor da Howden Brasil, resume a parceria em uma palavra: transparência. Para ele, o corretor valoriza saber que há alguém “do outro lado” disposto a resolver problemas e crescer em conjunto, sem criar barreiras desnecessárias. Jolini Alzani, da Vila Velha Seguros, reforça que respostas rápidas, bom atendimento e possibilidade de ajustes quando o cliente demanda algo específico ajudam a sustentar relações de longo prazo.

Já André Vernaglia, CEO da Holden Consultoria de Seguros, chamou atenção para um detalhe simbólico: a mesma equipe da MetLife acompanha o programa há anos. Em um mercado marcado por alta rotatividade, constância virou diferencial competitivo. Citou também o cuidado: “Você reparou na quantidade de pessoas que estão cuidando para que tudo de certo? Isso parece um detalhe, mas mostra o gerenciamento de risco de uma seguradora de ponta”.

Fundador de uma operação que completa 16 anos e vive fase de expansão nacional, Alex Sigrist, do Grupo Exalt, participa pela primeira vez diretamente do programa, embora corretoras associadas ao grupo já marcassem presença em edições anteriores. Para ele, a fidelização com a MetLife decorre da parceria construída ao longo do tempo, da força da marca e da capacidade de apoiar negociações em um segmento exigente como benefícios corporativos. Na avaliação do executivo, há espaço para ampliar a penetração do seguro de vida empresarial por meio de revisão periódica das apólices, atualização de capitais segurados e inclusão de coberturas adicionais de baixo custo, que ajudam retenção de talentos e fortalecem o pacote de benefícios das empresas.

Um privilégio fazer a cobertura deste evento. Ao final, os relatos convergem para uma percepção rara em tempos de relações cada vez mais transacionais: corretores permanecem fiéis quando se sentem respeitados, ouvidos e apoiados. A viagem à Patagônia celebra 10 anos de um programa de relacionamento. Mas, pelos depoimentos, o que realmente se comemora é algo mais difícil de construir: confiança sustentada no tempo.

Seguradora Generali Brasil anuncia Thiago Machado no comando das áreas comercial e marketing

Thiago Machado Generali Brasil

A Generali Brasil, uma das principais seguradoras do país, anuncia Thiago Machado como Chief Commercial & Marketing Officer (CCMO). A chegada do executivo reforça a estratégia da companhia de fortalecer sua atuação no mercado de Seguros Massificados e avançar nos objetivos do plano global Lifetime Partner 27: Driving Excellence.

Thiago Machado é graduado em Administração de Empresas pela PUC-SP e possui MBA em Gestão Estratégica de Negócios pela FGV-SP. Com mais de 21 anos de experiência no segmento de Affinity e Massificados, construiu uma sólida trajetória em grandes companhias do setor. O executivo atuou mais recentemente na Prudential do Brasil, assim como em outras grandes empresas como BNP Paribas Cardif, Pitzi e RSA/SURA.

“É uma grande satisfação chegar à Generali. Minha missão é contribuir para que continuemos expandindo os negócios e fortalecendo a cultura de foco no cliente, por meio de grandes parcerias de longo prazo e produtos cada vez mais relevantes para o mercado segurador”, afirma o novo executivo.

“Thiago tem sólida experiência na indústria de seguros e seu perfil se alinha aos valores da nossa companhia. Tenho certeza de que sua visão vai fortalecer ainda mais a nossa posição de liderança em Massificados”, destaca o CEO da companhia, Eric Lundgren.

CNseg: acidentes em piscinas de academias e clubes reforçam importância do seguro de responsabilidade civil

Casos recentes de acidentes graves em piscinas de academias e clubes, inclusive causando a morte de uma pessoa, acendem um alerta para a importância da gestão de riscos nessas instalações e do uso adequado de instrumentos de proteção, como o seguro de responsabilidade civil. Mais do que uma recomendação, trata-se de uma necessidade diante da natureza da atividade e da exposição dos usuários a riscos que devem ser permanentemente controlados.


Por serem atividades remuneradas voltadas ao público, academias e clubes estão sujeitos à responsabilização civil por danos causados a usuários. Nesses casos, pode surgir o dever de indenizar vítimas ou familiares por danos materiais, corporais e morais, especialmente quando houver comprovação de falhas na prestação do serviço ou na manutenção das instalações. Isso exige dos estabelecimentos um elevado padrão de controle, com atenção contínua à segurança, à manutenção e ao cumprimento rigoroso das normas técnicas e sanitárias.


De acordo com Antônio Santos, executivo que integra a Comissão de Responsabilidade Civil da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), a responsabilidade desses estabelecimentos, em geral, é objetiva, baseada no Código de Defesa do Consumidor. “Basta a comprovação do dano e do nexo com a atividade para que surja o dever de indenizar, salvo em situações excepcionais, como culpa exclusiva da vítima ou fato de terceiro”, explica.


Nesse contexto, o seguro de responsabilidade civil se apresenta como uma ferramenta imprescindível para mitigar impactos financeiros decorrentes de acidentes. A cobertura, em regra, abrange danos causados a terceiros por falhas não intencionais, incluindo situações relacionadas à manutenção ou ao funcionamento das instalações. Ainda assim, é importante destacar que o seguro não substitui a prevenção, atuando de forma complementar à gestão adequada de riscos.


O especialista ressalta que, em muitos casos, o seguro também pode amparar ocorrências envolvendo intoxicação por produtos químicos, desde que relacionadas à operação e conservação do local. No entanto, a cobertura pode ser negada em situações de descumprimento de normas técnicas e de segurança ou quando houver comprovação de falha intencional por parte do segurado. Ou seja, a adoção de boas práticas não é apenas uma exigência regulatória, mas também um fator determinante para a proteção securitária.


A adoção de boas práticas operacionais é, portanto, essencial tanto para a prevenção de acidentes quanto para a manutenção da cobertura securitária. Entre as medidas recomendadas estão a supervisão por profissionais habilitados, a manutenção preventiva dos equipamentos, o correto armazenamento de produtos químicos e a adequação às normas sanitárias e de segurança. A negligência nesses pontos pode ampliar os riscos e as consequências de eventuais incidentes.


Segundo o porta-voz da FenSeg, outro ponto de atenção é que a ocorrência de sinistros pode influenciar o custo e a renovação das apólices. A avaliação pelas seguradoras considera fatores como histórico de ocorrências, perfil de risco e medidas adotadas para evitar novos incidentes. “Ambientes mais seguros tendem a ser melhor avaliados, enquanto a reincidência de falhas pode restringir o acesso ou encarecer a proteção”, detalha Antonio Santos.


Diante desse cenário, o executivo reforça que a combinação entre prevenção, cumprimento de normas e contratação de seguros adequados é fundamental para garantir a segurança dos usuários e a sustentabilidade das operações. A gestão de riscos, nesse contexto, deve ser tratada como parte integrante da atividade, e não como uma medida acessória.

Circuito da Longevidade Bradesco Seguros chega a Brasília incentivando qualidade de vida e bem-estar

O Circuito da Longevidade Bradesco Seguros desembarca em Brasília no dia 26 de abril, para a segunda etapa da temporada 2026. A iniciativa promove um dia de celebração à vida ativa e saudável, reunindo pessoas de todas as idades em corridas de 5 e 10 quilômetros. Informações sobre valores de kits e inscrições estão disponíveis pelo site: https://www.runningland.com.br/longevidade-bradesco-brasilia-2026.

Com largada na Praça do Buriti e percurso pelo Eixo Monumental, a etapa brasiliense convida os participantes a correrem em um dos cenários mais emblemáticos do país. O trajeto é predominantemente plano, favorecendo diferentes perfis de corredores, de quem busca completar o percurso com tranquilidade a quem quer melhorar tempo e desempenho, e oferece a experiência de atravessar pontos marcantes da capital federal em um ambiente de mobilização coletiva pelo bem-estar. 

A arena do evento contará com ativações para o público e estrutura de apoio ao longo do percurso, incluindo pontos de hidratação. Após a prova, os participantes terão acesso à área de dispersão com itens de reposição, contribuindo para uma experiência organizada do início ao fim. 

Criado em 2007 pelo Grupo Bradesco Seguros, o Circuito da Longevidade integra um conjunto de ações voltadas à promoção do envelhecimento ativo e do bem-estar em todas as fases da vida. O tema faz parte da estratégia institucional da companhia, que atua para incentivar a cultura do cuidado e ampliar o acesso à informação e a iniciativas que apoiem escolhas mais saudáveis no cotidiano. Entre essas iniciativas, destacam-se o Indicador de Longevidade Pessoal (ILP), o Fórum da Longevidade, os Prêmios Longevidade e o portal Viva a Longevidade (vivaalongevidade.com.br), que reúne conteúdos e orientações para quem busca envelhecer com saúde e qualidade de vida. 

“Brasília reúne pessoas de diferentes regiões e rotinas, e o Circuito cria um espaço acessível para incluir o movimento no dia a dia. Para o Grupo Bradesco Seguros, apoiar essa etapa reforça nosso compromisso com a longevidade como jornada de vida, estimulando hábitos que contribuem para a saúde e o bem-estar ao longo do tempo”, afirma Ana Claudia Frighetto Gonzalez, Superintendente Sênior de Marketing do Grupo Bradesco Seguros. 

Ao longo de 2026, o Circuito passa por sete cidades brasileiras: São Paulo (etapa realizada no dia 1º março), Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ), Campinas (SP), Salvador (BA), Recife (PE) e Porto Alegre (RS), consolidando-se como uma das mais tradicionais iniciativas esportivas do país dedicada à promoção da longevidade e do bem-estar. A Norte Marketing Esportivo realizará todas as etapas do Circuito da Longevidade em 2026. A empresa tem foco em promover o bem-estar e a saúde por meio do esporte, sendo responsável por alguns dos principais eventos de corrida de rua do Brasil.  

SERVIÇO

Circuito da Longevidade Bradesco Seguros
Data: 26/04/2026 
Local: Praça do Buriti – Zona Cívico-Administrativa – Brasília/DF 
Distâncias: 5 km e 10 km 
Horário da largada única: 7h 
Valor do kit: consulte as opções disponíveis no site 
Retirada do Kit: Decathlon Venâncio Shopping – Asa Sul, Brasília – DF, nos dias 24 de abril, das 10h às 20h e no dia 25 de abril, das 10h às 18h. 

Patrocinador: Bradesco Seguros 
Organizador: Instituto Educare 
Comercializadora: Norte Marketing Esportivo 
Site oficial:runningland.com.br/longevidade-bradesco-brasilia-2026

Seguros de Pessoas crescem 6,8% no 1º bimestre de 2026

O mercado de seguros de pessoas iniciou 2026 em ritmo de crescimento. O relatório elaborado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida — Fenaprevi, com base nas informações da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, mostra que os seguros de pessoas arrecadaram R$ 13,1 bilhões em prêmios no primeiro bimestre de 2026. O resultado representa um avanço de 6,8% no comparativo com o mesmo período do ano passado, reforçando a relevância do setor na proteção das famílias e indivíduos. 
 

Ao realizar uma análise detalhada por produto, o documento identifica que 47% do total de prêmios no bimestre foram registrados no seguro de Vida (modalidades individual e coletiva), 30% no Prestamista e 12% em Acidentes Pessoais. A comparação do período também revela que as maiores altas estão nos prêmios dos seguros Educacional (18,6%), Prestamista (17,7%) e Doenças Graves (15,0%). 

O relatório também apresenta os sinistros pagos, que somaram R$ 2,8 bilhões nos dois primeiros meses de 2026, uma variação de 0,3% quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Nessa mesma base de comparação, as indenizações pagas em seguros de Vida Individual cresceram 29,7%, seguida pelo seguro Doenças Graves (16,3%).
 

Ao detalhar a análise por produto, nota-se que 53% dos sinistros pagos no bimestre foram em seguros de Vida (modalidades individual e coletiva), 22% no Prestamista e 11% em Acidentes Pessoais.

Projeções para 2026

Dados da CNseg apostam que os seguros de pessoas (excluindo previdência) devem registrar alta de 7,4%, contra uma previsão anterior de 8,6%. Os destaques são os produtos de vida (+11,7%) e viagem (+12,2%), mesmo em um contexto de maior endividamento das famílias.  Por outro lado, a previdência aberta ainda deve apresentar retração (-4,4%), refletindo os impactos recentes de mudanças tributárias, especialmente a incidência de IOF sobre planos VGBL, que reduziu significativamente a captação do segmento. 

Grupo MAG moderniza unidade de Cuiabá e mira crescimento no estado

Com 191 anos de atuação ininterrupta no mercado brasileiro de vida e previdência, o Grupo MAG anuncia um novo ciclo de sua presença no Centro-Oeste do país com a modernização da unidade de Cuiabá, uma das mais tradicionais da companhia. A atualização da estrutura marca um novo momento da operação local, alinhando a estratégia de crescimento da companhia ao seu compromisso com o fortalecimento econômico e social do Mato Grosso.

Liderada pela superintendente Heive Ananda Franco Camacho, profissional de referência no mercado segurador, a operação passa a atuar em um espaço mais moderno, alinhado aos planos de crescimento sustentável da seguradora e às demandas do mercado mato-grossense. A expectativa é que as novidades contribuam para um crescimento superior a 15% na produção em 2026, impulsionando a atuação da rede na região Centro-Oeste do país.

No estado, o setor de seguros mais que dobrou sua receita no acumulado entre 2020 e 2025, atingindo 163,5%, percentual superior ao desempenho nacional, de 127,7%, e ao da região Centro-Oeste, que registrou alta de 76,7% no período. O mercado mato-grossense representa 18,5% da receita líquida da região Centro-Oeste, considerando janeiro a dezembro de 2025, com destaque para os segmentos de Vida Individual, Prestamista e Acidentes Pessoais. Os dados são da SES/Susep.

No período, a MAG se destacou na região em receita líquida especialmente no segmento de Doenças Graves e Vida Individual, com altas de 147,1% e 145%, respectivamente, no comparativo com 2024. Além disso, a seguradora registrou crescimento de arrecadação superior a 81% no período, e ultrapassou 165,5% da meta anual de vendas no estado. Para este ano, a unidade planeja crescer 126,2% no acumulado de comercializações.

Para Helder Molina, CEO e Chairman do Grupo MAG, a modernização da unidade representa o trabalho constante da companhia para o fortalecimento do setor no estado. “O mercado segurador mato-grossense tem se mostrado bastante promissor. Ao ampliarmos nossa presença em Cuiabá, reafirmamos nosso compromisso em oferecer segurança financeira para famílias, pequenos empreendedores e trabalhadores, demonstrando nossa confiança no potencial da região e nossa contribuição para a proteção financeira e o desenvolvimento econômico local”, destaca.

Com 2 gerentes e mais de 77 corretores cadastrados, a sucursal atende anualmente mais de 1.312 clientes e conta com mais de 8,5 mil clientes de vida individual, buscando ampliar cada vez mais o acesso à proteção financeira das famílias da região Centro-Oeste do país. A seguradora ocupa o segundo lugar nas contratações no segmento de Planos Tradicionais, com 15,2% participação no estado. Além disso, em 2025, a unidade de negócios registrou o pagamento de mais de R$ 10 milhões em benefícios, o que reflete a confiança conquistada junto ao mercado local. 

Para Heive, a modernização da unidade representa um fortalecimento direto do ecossistema local. “Nós, da unidade MAG de Cuiabá, contamos com uma equipe altamente engajada e corretores que conhecem profundamente o mercado regional. Nosso principal diferencial é oferecer um portfólio amplo de produtos e soluções, com capacidade de atender às necessidades da região. A nova estrutura nos permite avançar ainda mais, democratizando o acesso à proteção financeira em diferentes momentos da vida das pessoas”, afirma a superintendente.

Com 191 anos de atuação, a MAG Seguros está presente em todo o país com 56 unidades de negócios e segue ampliando sua capilaridade nacional. 

CNseg: ouvidoria se consolida como instrumento estratégico no relacionamento com o consumidor

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) reuniu nesta quinta-feira (16) especialistas do mercado, reguladores e profissionais de ouvidoria em um webinar especial em comemoração ao Dia do Consumidor e ao Dia do Ouvidor, celebrados, respectivamente, em 15 e 16 de abril. O encontro destacou a transformação da ouvidoria de um canal reativo para um instrumento estratégico, capaz de gerar inteligência, inovação e confiança nas relações com o consumidor.
 

Logo na abertura, o superintendente jurídico da CNseg, Alfredo Viana, mediador do encontro, ressaltou a evolução do papel da ouvidoria no setor. “O consumidor de hoje é hiperconectado, conhece seus direitos e espera respostas à altura. A ouvidoria deixa de ser o ‘bombeiro’ e passa a ser uma fonte de inteligência estratégica”, afirmou.
 

A visão foi reforçada por Silas Rivelle Jr., presidente da Comissão de Ouvidoria da CNseg, que destacou o alto nível de resolutividade do setor. Segundo ele, “noventa e nove vírgula dois por cento das demandas que passaram nas nossas ouvidorias foram solucionadas”, evidenciando a capacidade do canal de resolver conflitos antes que avancem para instâncias externas. Para Rivelle, mais do que resolver problemas, a ouvidoria contribui diretamente para a melhoria de processos e para a fidelização dos consumidores.
 

Na mesma linha, Eduardo Seicentos, presidente da Comissão de Relações de Consumo da CNseg, chamou atenção para o desafio de equilibrar tecnologia e humanização. “Quem conseguir conciliar os dados que a inteligência artificial traz, sem esquecer do tradicional e da humanização no atendimento, terá assertividade nesse processo”, disse. Ele também destacou a necessidade de atender diferentes perfis de consumidores, incluindo aqueles menos conectados.
 

Representando a regulação, a ouvidora da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Fernanda Cristina Cardoso Guedes, trouxe uma visão ampliada do papel das ouvidorias. “Ouvidoria é estratégia, é ponte, inteligência e transformação”, afirmou. Segundo ela, cada manifestação deve ser vista como uma oportunidade de melhoria sistêmica, e não apenas como uma reclamação isolada. Fernanda também enfatizou a importância da linguagem simples e da comunicação clara: “Uma resposta que o cidadão não entende é, na prática, uma não resposta”.
 

Já Aline Vieira, ouvidora-chefe da Superintendência de Seguros Privados (Susep), destacou a confiança como elemento central da atividade. “O ouvidor é o agente de confiança tanto para dentro quanto para fora”, declarou. Em sua fala, ela também abordou o papel das ouvidorias na expansão dos seguros inclusivos e na educação financeira da população, defendendo que a inclusão passa necessariamente pelo entendimento dos produtos. “A ouvidoria tem uma função pedagógica, de ensinar para as pessoas e para as empresas como falar com esse cidadão”, explicou.
 

Ao longo do debate, um ponto comum emergiu entre os participantes: a necessidade de antecipar problemas, e não apenas reagir a eles. A ouvidoria, nesse contexto, se consolida como um elo entre consumidores, empresas e reguladores, capaz de transformar dados em melhorias concretas e fortalecer a confiança no mercado.
 

No encerramento, Alfredo Viana sintetizou os principais aprendizados do encontro, destacando o tripé apresentado por Fernanda Guedes. “A ponte conecta consumidor e empresa; a inteligência transforma dados em informação; e a inovação gera melhoria contínua. Esse ciclo resume bem o papel da ouvidoria hoje”, afirmou.
 

O webinar evidenciou que, mais do que um canal de atendimento, a ouvidoria se tornou peça-chave na construção de um mercado mais transparente, eficiente e centrado no consumidor.

Bradesco Vida e Previdência lança plano para duas pessoas e aposta em dinâmica financeira das famílias

A Bradesco Vida e Previdência lançou o Proteção a Dois, um produto de previdência privada voltado a pessoas que compartilham responsabilidades financeiras e desejam construir proteção conjunta. A solução permite a inclusão de duas vidas no mesmo contrato, com cobertura por morte e formação de reserva financeira, em uma proposta que a companhia apresenta como alinhada às mudanças na organização financeira das famílias e das relações profissionais.

A iniciativa surge em um momento de transformação no perfil das estruturas familiares e econômicas no país. Dados do Censo Demográfico 2022, divulgados pelo IBGE em 2025, mostram que 13,9 milhões de famílias brasileiras são formadas por casais sem filhos, o equivalente a 24,1% dos lares. Além disso, cresce a participação de arranjos baseados em compartilhamento de renda e responsabilidades, como irmãos, amigos e sócios.

“O Proteção a Dois nasce para atender uma realidade cada vez mais comum no Brasil, em que duas pessoas constroem sua vida financeira juntas, dividindo responsabilidades e compromissos. A proposta é oferecer proteção financeira e, ao mesmo tempo, formação de reserva, em um modelo simples e acessível”, afirma Rafael Barroso, superintendente sênior da Bradesco Vida e Previdência.

Nesse contexto, o produto foi desenhado para atender situações em que duas pessoas dependem financeiramente uma da outra, seja em relações pessoais ou profissionais. O Proteção a Dois é estruturado como um plano de previdência privada, aprovado pela Susep dentro dessa categoria.

Na prática, duas pessoas participam do mesmo contrato, com igual valor de cobertura. Parte da contribuição é destinada à formação de uma reserva financeira, atualizada pela inflação (IPCA). Em caso de falecimento de uma das pessoas, a outra recebe o valor contratado, podendo utilizar os recursos para reorganizar as finanças, manter despesas ou dar continuidade a projetos em comum. A solução também permite o resgate da reserva acumulada em caso de dissolução da parceria, conforme as regras do plano, o que amplia a flexibilidade da contratação.

Segundo Barroso, a proposta também busca simplificar a contratação. “O produto foi estruturado para reduzir barreiras tradicionais, com processo mais simples e acessível, permitindo que duas pessoas tenham proteção conjunta sem a complexidade de contratar planos individuais”, afirma.

A Bradesco Vida e Previdência também aposta na competitividade do modelo. Simulações indicam que, para duas pessoas com cobertura de R$ 150 mil cada, o valor mensal pode ficar em torno de R$ 341,60, dependendo do perfil e das condições de contratação, abaixo do custo de duas contratações individuais. “O objetivo é ampliar o acesso à proteção financeira, acompanhando as novas formas de organização financeira da sociedade e oferecendo uma solução que faça sentido para diferentes tipos de parceria”, diz Barroso.

O produto, com distribuição exclusiva por corretores de seguros, inclui ainda assistências como serviço funeral e segunda opinião médica internacional, além de permitir contribuições mensais e cobertura vitalícia, de acordo com as condições do plano.

HDI Seguros patrocina o São João de Caruaru 2026 

A HDI Seguros anuncia o patrocínio ao São João de Caruaru 2026, um dos eventos culturais mais tradicionais e representativos do país. A iniciativa integra a estratégia de projetos incentivados da companhia ao longo do ano e reforça seu compromisso com a valorização da cultura brasileira, o desenvolvimento regional e a geração de impacto positivo nas comunidades onde atua.  

Realizado em Caruaru (PE), o evento é reconhecido nacionalmente como o “Maior e Melhor São João do Mundo”, reunindo milhões de visitantes ao longo de sua programação. A festa se destaca pela diversidade de manifestações culturais, como o forró tradicional, as quadrilhas juninas, a culinária típica e apresentações artísticas que refletem a identidade do povo nordestino. Ao longo de mais de dois meses, o São João transforma a cidade em um importante polo cultural, impulsionando a economia local e promovendo experiências para diferentes públicos.  

O patrocínio está alinhado à estratégia de Sustentabilidade da HDI Seguros, especialmente nos eixos social e cultural, que orientam o apoio a iniciativas com potencial de impacto positivo e duradouro, via lei de incentivo à Cultura. Nos últimos anos, a companhia tem ampliado sua atuação em eventos como este, com foco na cultura, para potencializar as belezas do cotidiano – propósito que guia o reposicionamento da marca desde 2025 – e fortalecer sua conexão com as pessoas e os territórios em que está presente.  

Além de ampliar sua visibilidade institucional, a participação no evento também representa uma oportunidade de estreitar o relacionamento com segurados, corretores, parceiros e o público em geral. “O São João de Caruaru é uma das maiores expressões da cultura brasileira. Este ano, a expectativa é de alcançarmos 3,7 milhões de impactados nas mais de 1.300 atrações culturais. Estar presente em um evento dessa dimensão reforça nosso compromisso com a valorização das tradições regionais e com a proximidade genuína com as pessoas. Ao apoiar essa iniciativa, buscamos contribuir para a preservação de uma cultura rica e representativa, que mobiliza milhões de brasileiros todos os anos”, comenta Daniel Mello, Diretor de Transformação do Grupo HDI. 

A edição de 2026 tem início em 10 de abril com o “São João na Roça”, etapa que antecede a programação principal e leva atrações culturais a comunidades rurais e regiões mais afastadas. A iniciativa resgata as origens da festa junina, promovendo o acesso descentralizado à cultura e valorizando as tradições do interior pernambucano. 

AXA no Brasil reforça importância da saúde mental no Abril Verde

Criado em referência ao 28 de abril, Dia Internacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças Relacionadas ao Trabalho, o Abril Verde é um movimento nacional que convoca empresas, instituições e a sociedade a refletir sobre prevenção no ambiente profissional. Tradicionalmente associado a acidentes físicos e doenças ocupacionais, o movimento incorpora com cada vez mais força a pauta da saúde mental.

E os números justificam essa atenção. Dados do Ministério da Previdência Social apontam que o Brasil registrou mais de 472 mil afastamentos por transtornos mentais em 2024, um salto de 68% em relação ao ano anterior. Ansiedade, depressão e burnout deixaram de ser exceção e passaram a figurar entre as principais causas de afastamento no país.

O cenário brasileiro acompanha uma tendência mundial. É isso o que aparece no AXA Mind Health Report 2025, estudo global realizado em parceria com o Ipsos em 16 países e com mais de 17 mil entrevistados. O relatório revela que 32% da população convive com ao menos uma condição de saúde mental. Entre os jovens de 18 a 24 anos, o quadro é ainda mais crítico: 57% se encontram nas categorias de menor bem-estar emocional, uma taxa quase duas vezes maior do que a de pessoas acima dos 55 anos.

No ambiente corporativo, os números também preocupam. Segundo o mesmo estudo, 53% dos trabalhadores relatam níveis de estresse acima da média, e apenas 47% das empresas possuem políticas estruturadas de saúde mental. Os principais fatores de pressão citados são preocupações salariais, sobrecarga de trabalho e dificuldade de equilibrar vida pessoal e profissional. Os reflexos aparecem fora do escritório: 38% dos entrevistados relatam dificuldade para dormir e 31% percebem aumento de irritabilidade no dia a dia.

Um dado que reforça a importância de campanhas como o Abril Verde é a percepção distorcida que muitas pessoas têm sobre a própria saúde emocional. O levantamento da AXA mostra que sete em cada dez pessoas que podem estar enfrentando dificuldades de saúde mental ainda classificam seu estado como bom ou médio. Essa autoavaliação equivocada retarda a busca por ajuda e agrava condições que poderiam ser tratadas de forma preventiva.

Por outro lado, o estudo aponta uma correlação direta entre informação e bem-estar: entre as pessoas que se consideram bem informadas sobre saúde mental, 75% estão na faixa de maior bem-estar emocional, contra 59% entre as que se consideram pouco informadas. Ou seja, conscientização é um fator mensurável de proteção.

O papel das empresas nesse contexto vai além do cumprimento de normas regulatórias, embora esse aspecto também esteja ganhando peso. A partir de 26 de maio de 2026, entra em vigor a atualização da NR-1 (Portaria MTE nº 1.419/2024), que passa a exigir a inclusão dos riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). Fatores como sobrecarga de trabalho, assédio moral e metas abusivas deverão ser identificados, avaliados e tratados com medidas preventivas, ao lado dos riscos físicos, químicos e ergonômicos já previstos. O estudo da AXA mostra que 52% dos colaboradores esperam receber apoio em saúde mental de seus empregadores — proporção que sobe para 61% entre profissionais de 25 a 34 anos. Em empresas que já adotam políticas estruturadas nessa área, a proporção de pessoas em situação de sofrimento emocional cai pela metade em comparação àquelas sem qualquer iniciativa.

Compromisso glocal com a saúde mental

A AXA no Brasil tem investido nessa frente de forma concreta. No início de 2026, a companhia lançou o Check-in de Saúde Mental, uma ferramenta online, gratuita e anônima que permite a qualquer pessoa mapear seu bem-estar emocional em poucos minutos. Baseado na metodologia do Índice de Saúde Mental da AXA e em mais de 200 estudos científicos, o questionário avalia três dimensões — estado mental atual, habilidades e crenças, e estilo de vida — e entrega um resultado personalizado com orientações práticas de autocuidado. A ferramenta está disponível em 10 idiomas e pode ser acessada em https://axa.com.br/check-in-saude-mental.

A iniciativa faz parte de um compromisso global da AXA com a saúde mental. Além do Check-in, a companhia realiza anualmente o Mind Health Report, já em sua quinta edição, e desenvolve programas voltados ao ambiente corporativo, como o Mind Health Odyssey, plataforma de treinamento online que busca aumentar a compreensão sobre saúde mental no local de trabalho. No campo cultural, a AXA coproduziu o documentário Group Therapy, que reúne comediantes de stand-up para discutir abertamente questões emocionais com uma mensagem central: compartilhar é terapêutico.

Para Alexandre Campos, Vice-Presidente de RH, Jurídico, Compliance e ASG da AXA no Brasil, o Abril Verde é uma oportunidade de ampliar uma conversa que precisa acontecer o ano inteiro. “O Brasil registrou quase meio milhão de afastamentos por saúde mental em um único ano. Esse número deveria incomodar todo gestor, todo líder, toda área de RH. Não se trata mais de oferecer um benefício pontual, é sobre construir uma cultura em que falar sobre saúde emocional seja tão natural quanto falar sobre segurança física. Por isso colocamos o Check-in de Saúde Mental à disposição de qualquer pessoa e empresa, sem custo e sem identificação. Porque o primeiro passo para cuidar é entender como você está”.