Generali Brasil amplia portfólio com foco em inclusão e personalização de coberturas 

A Generali Brasil reforça sua estratégia de expansão no mercado de seguros com uma abordagem centrada na inclusão e no desenvolvimento de produtos que respondam às necessidades reais da população. A iniciativa combina o uso intensivo de dados, inteligência artificial e escuta ativa dos parceiros de negócios para criar soluções acessíveis e transparentes.

Entre os produtos desenvolvidos nessa linha estão coberturas para transações via Pix, Bolsa Protegida e proteções voltadas ao período gestacional, iniciativas que refletem o compromisso da companhia em democratizar o acesso ao seguro para perfis que antes encontravam poucas opções no mercado. “Temos um olhar muito atento para a forma como nossos produtos impactam o dia a dia das pessoas. Nosso foco é desenvolver soluções que façam sentido e tenham usabilidade real”, afirma Conrado Gordon, Chief Insurance Officer da Generali Brasil.

A aplicação de machine learning e inteligência artificial tem permitido à companhia ampliar o escopo das coberturas com mais segurança. Um exemplo prático é o seguro para celulares, que passou a contemplar a perda do aparelho, situação antes inviável pelo risco de fraude. Com ferramentas de análise preditiva, tornou-se possível identificar padrões e controlar sinistros com maior precisão.

A tecnologia também contribui para a educação financeira dos consumidores. Por meio de aplicativos, os clientes passam a compreender melhor as coberturas contratadas, inclusive conceitos técnicos, de forma acessível e intuitiva.


Modelo modular e seguros paramétricos

Outro destaque da estratégia é a construção de produtos no modelo “plug and play”, ou seja, coberturas modulares que o cliente pode combinar conforme suas necessidades. Essa flexibilização é viabilizada por avanços regulatórios e pela expansão do Open Finance. A companhia também avança no desenvolvimento de seguros paramétricos, que utilizam dados externos (como índices climáticos) para automatizar o pagamento de indenizações sem necessidade de aviso de sinistro. 

A capilaridade geográfica da operação é tratada como um ativo estratégico. Diante das marcantes diferenças sociais, econômicas e regionais do Brasil, a companhia considera essas variáveis no processo de desenvolvimento de produtos, buscando maior aderência às realidades locais. “Inclusive estamos abertos a analisar novas parcerias com redes regionais, criando produtos inovadores que atendam a todos de forma democrática e descomplicada”, finaliza o executivo.

Seguradora Pier contrata Renan Gaeta como diretor financeiro e legal

A Pier anuncia a chegada de Renan de Carvalho Gaeta como novo Diretor Financeiro e Legal. Com mais de duas décadas de experiência no setor de seguros, o executivo acumula passagens por empresas como MetLife, MDS e Tokio Marine – que atuou por 14 anos. Na nova posição, Gaeta terá como foco fortalecer a área financeira, apoiar a diversificação de produtos e estruturar processos e governança para sustentar o crescimento acelerado da companhia.

“Estou muito feliz em assumir esse desafio. A Pier sempre me chamou atenção pelo que construiu no digital, algo que quem conhece o setor sabe o quanto é difícil. Encontro aqui um momento que me motiva: preparar estrutura, processos e times para crescer com consistência. Além disso, a aplicação de inteligência artificial na área financeira foi um fator decisivo para minha escolha”, afirma o novo Diretor da seguradora.

Formado em Administração pela Mauá e com MBA pela FGV, Gaeta construiu sua carreira com atuação em diferentes frentes de finanças, como planejamento financeiro (FP&A), fusões e aquisições (M&A) e reestruturação de diferentes áreas de finanças. Ao longo da trajetória, também esteve envolvido na viabilidade financeira de novos produtos e parcerias, sempre com foco em conectar a área financeira às estratégias de negócio. 

Na Pier, sua atuação será voltada à gestão de solvência e liquidez, além da construção de uma base financeira preparada para acompanhar o ritmo de expansão da empresa.

“A chegada do Renan fortalece um pilar essencial para o nosso momento. Estamos avançando em um ritmo acelerado e precisamos sempre garantir a sofisticação da área e uma estrutura financeira cada vez mais robusta, conectada ao negócio e preparada para os próximos passos da companhia”, destaca Camila Kataguiri, CEO da Pier.

Porto Seguro é eleita a melhor seguradora de automóveis pelo nono ano consecutivo

emerson Bernardes porto seguros

A Porto Seguro foi eleita, pela nona vez consecutiva, a melhor seguradora de automóveis no prêmio “O Melhor de São Paulo”, promovido pela Folha de S.Paulo. O reconhecimento reforça a consistência da companhia na entrega de produtos e serviços de qualidade, além da confiança dos consumidores ao longo dos anos.

A premiação é baseada em pesquisa realizada pelo Datafolha com moradores da cidade de São Paulo para identificar as marcas mais lembradas e preferidas em 39 categorias, abrangendo setores como lazer, educação, imóveis e carros. No levantamento, a Porto Seguro foi citada espontaneamente por 49% dos entrevistados das classes A e B.

“Receber esse reconhecimento por mais um ano é motivo de grande orgulho para todos nós. O resultado reforça nosso compromisso contínuo em oferecer soluções inovadoras e personalizadas, sempre com o cuidado que é marca da Porto Seguro. Ressalto, ainda, a importância do trabalho dos nossos mais de 47 mil corretores parceiros, coautores da nossa história e fundamentais no relacionamento direto com cada cliente”, afirma Patricia Chacón, CEO da Porto Seguro.

A conquista também reflete os diferenciais que sustentam a liderança da Porto Seguro no segmento, como um portfólio auto completo, desenvolvido para atender diferentes perfis de clientes — de soluções que impulsionam a inclusão securitária a ofertas mais personalizadas para os públicos premium e private. A companhia segue investindo, ainda, em iniciativas pioneiras, como o atendimento em até 15 minutos durante a madrugada, reforçando seu compromisso de estar presente nos momentos em que o cliente mais precisa.

Jaime Soares, diretor executivo Auto da Porto Seguro, aponta que a premiação destaca o compromisso da companhia com a inovação e a escuta ativa junto aos times internos e corretores parceiros. “Esse olhar atento e consultivo tem guiado avanços importantes em nosso portfólio. Neste ano, já desenvolvemos novos lançamentos e seguiremos focados em continuar oferecendo uma experiência mais completa e alinhada aos diferentes perfis de público”, afirma. 
 

Icatu Seguros: sucessão patrimonial sai do campo do tabu e entra na agenda financeira das famílias

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Falar sobre sucessão patrimonial ainda costuma remeter a inventário, burocracia e perda. Mas especialistas do mercado financeiro defendem que o tema precisa migrar para outro campo: o do planejamento em vida. Em vez de ser tratado apenas após a morte, o processo de organização patrimonial pode ser incorporado à estratégia financeira das famílias, com foco em proteção, continuidade e redução de incertezas.

Essa mudança de percepção ganha relevância em um país em que a consciência sobre o tema já existe, mas a ação ainda caminha lentamente. Pesquisa Vida e Finitude, realizada pela Icatu Seguros, mostra que 67% dos brasileiros pensam sobre a própria morte, porém apenas 16% se organizam financeiramente para esse momento. Outros 59% já conversaram ou pretendem conversar com a família sobre o assunto, mas 43% ainda não estruturaram nenhuma solução.

Para Luciana Bastos, diretora de Produtos de Vida da Icatu Seguros, o dado revela um hiato entre intenção e prática. “Existe consciência, existe preocupação, mas ainda falta transformar isso em atitude concreta. O tema segue cercado por mitos culturais e muitas famílias adiam decisões importantes”, afirma. Segundo ela, falar sobre sucessão patrimonial não significa apenas discutir herança. “Estamos falando de continuidade financeira, de cuidado com quem fica e de organização da vida patrimonial. É um ato de amor e de responsabilidade com a família”, afirma.

Quando o planejamento não acontece, os impactos podem ser relevantes. Custos inesperados, demora no acesso aos recursos, necessidade de vender bens às pressas, endividamento e conflitos familiares costumam aparecer em momentos de fragilidade emocional. “Muitas vezes a família tem patrimônio, mas não tem liquidez. Há imóveis, investimentos ou participação em empresas, mas o dinheiro imediato para custear despesas, impostos ou reorganizar a vida não está disponível”, diz Luciana.

Nesse contexto, o seguro de vida aparece como ferramenta complementar dentro da sucessão patrimonial. O capital segurado é pago diretamente aos beneficiários, sem necessidade de inventário, o que tende a acelerar o acesso aos recursos. Na prática, isso pode evitar a venda apressada de bens ou a contratação de empréstimos em um momento delicado. “O seguro cuida do agora. Ele garante liquidez, estabilidade e amparo imediato. É uma reserva financeira para que a família atravesse a transição com menos pressão”, afirma a executiva.

Além da cobertura por morte, produtos de vida passaram a incorporar outras proteções, como indenizações por doenças graves, invalidez e diárias por internação hospitalar, ampliando o papel do seguro dentro do planejamento financeiro. “Seguro de vida não é apenas sobre morte. Ele também pode apoiar a reconstrução da vida diante de eventos inesperados, como uma doença grave ou a impossibilidade de continuar exercendo uma profissão”, afirma Luciana.

A previdência privada, por sua vez, cumpre papel complementar. Embora seja mais associada à aposentadoria, também pode contribuir para a sucessão patrimonial ao permitir indicação de beneficiários, facilitar o acesso aos recursos e apoiar a transferência organizada de patrimônio, dependendo das regras vigentes e do produto contratado. “A previdência cuida do depois. Ela ajuda a preservar, acumular e transferir patrimônio de forma estruturada para as próximas gerações”, afirma.

Na avaliação da executiva, a combinação entre seguro e previdência tende a ganhar espaço à medida que o país envelhece e as estruturas familiares se tornam mais complexas. Casais recasados, famílias recompostas, dependência financeira entre gerações e filhos ainda em formação tornam a sucessão um tema menos linear do que no passado.

Ela cita ainda a chamada “geração sanduíche”, formada por adultos que sustentam filhos e, ao mesmo tempo, ajudam financeiramente os pais. “É um público que percebe com mais clareza a importância da proteção financeira, porque vive responsabilidades simultâneas”, afirma.

Considerando esse contexto, a Icatu Seguros lançou no último ano uma cobertura inédita no mercado para morte de pais e mães, criada para amparar filhos em caso de perda familiar. A cobertura está disponível para segurados cujos pais tenham até 80 anos no momento da contratação e conta com capital segurado de até R$ 100 mil por familiar, podendo chegar a R$ 200 mil caso a cobertura inclua ambos os pais.

Para Luciana, ampliar a educação financeira será decisivo para acelerar esse movimento. “As pessoas já falam mais sobre o tema. O próximo passo é transformar conversa em planejamento. Informação clara e boa orientação fazem toda a diferença”, conclui.

Icatu Seguros reforça o time e traz Lilian Grumbach para aproximar evolução entre produtos e tecnologia

Como parte da estratégia de desenvolvimento e evolução digital, a Icatu Seguros, maior seguradora independente do país nos segmentos de Vida, Previdência e Capitalização, anuncia a chegada de Lilian Grumbach, superintendente que irá contribuir para a integração entre produtos e tecnologia. Com mais de 25 anos de experiência em gestão de projetos, produtos e operações, a executiva chega à companhia para impulsionar a construção de soluções digitais, conectando estratégia, dados e inovação.      

Com passagens por OLX Brasil e SumUp, Lilian atuará sob a gestão integrada de Antonio Carlos de Almeida Braga, Diretor de Produtos, e Bernardo Carneiro, Diretor de Tecnologia da companhia. 

“Chego à Icatu Seguros com o objetivo de contribuir para a evolução das nossas soluções digitais, fortalecendo as plataformas da companhia. Vejo uma oportunidade muito consistente de conectar tecnologia e dados para tornar os produtos cada vez mais completos, fluídos e eficientes”, afirma Lilian

Sua chegada marca um novo momento na evolução da estrutura da companhia, apoiado por uma base tecnológica robusta, e uma visão de longo prazo orientada por dados, inteligência artificial, automação e arquitetura tecnológica escalável. A configuração busca acelerar o desenvolvimento de soluções, aumentar as sinergias entre as frentes de negócio e conectar de forma ainda mais direta produtos e canais estratégicos. 

Nos últimos cinco anos, a Icatu Seguros investiu mais de R$2 bilhões em tecnologia e inovação, com foco na modernização de plataformas, integração de sistemas, evolução da arquitetura digital e uso estruturado de dados para apoiar decisões estratégicas, desenvolvimento de produtos e melhoria contínua da experiência de clientes, parceiros e corretores. 

Susep faz mudanças em diretorias

 A Casa Civil da Presidência da República, por meio da Portaria nº 461, de 29 de abril de 2026, publicada no Diário Oficial da União de hoje (30), nomeou César da Rocha Neves como diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Servidor de carreira da Susep há mais de 20 anos, César Neves já ocupou diversos cargos na Autarquia e, até então, exercia a função de Coordenador-Geral de Regulação Prudencial e Contábil (CGPEC). É graduado em Ciências Atuariais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e possui MBA em Engenharia Financeira e Econômica pela Universidade Federal Fluminense (UFF), MBA em Finanças e Mestrado em Engenharia pela COPPEAD/UFRJ, além de Doutorado em Engenharia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

César é Professor Associado de Ciências Atuariais na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e Professor da Pós-graduação em Ciências Atuariais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O novo diretor passa a responder pela Diretoria de Supervisão Prudencial e de Resseguros (DISUP).

O diretor e também servidor de carreira da Susep, Carlos Queiroz, que estava à frente da DISUP, assumirá a Diretoria de Organização de Mercado e Regulação de Conduta (DIORE), em decorrência da exoneração, nesta data, a pedido, da diretora Jessica Bastos.

A Susep agradece à diretora Jessica Bastos pelas contribuições prestadas à Autarquia desde 2023, desejando sucesso em seus próximos desafios.

Grupo Bradesco Seguros participa de iniciativa da FGV voltada à inovação em seguros e resseguros

Fonte: Bradesco

O Grupo Bradesco Seguros participou da Semana Concentrada de Empreendedorismo da Graduação da FGV, realizada entre os dias 13 e 17 de abril, na FGV EAESP, em São Paulo (SP). Com o tema Seguros e Resseguros, a iniciativa reuniu 270 alunos em uma imersão no formato de hackathon, com foco no desenvolvimento de soluções inovadoras para o setor.

Representando o Grupo Bradesco Seguros, participaram das atividades Guilherme Jun Haraguchi, Superintendente Sênior de Inovação, Customer Insights, Dados e IA, Felipe Casella Szuster, Gerente Sênior de Inovação, e Ivo Candido de Freitas Silva, Coordenador de Pesquisa e Inovação. A atuação da companhia incluiu presença na mesa redonda de abertura, com contextualização sobre o mercado e oportunidades de inovação no segmento, além da participação na etapa final de avaliação dos projetos desenvolvidos pelos estudantes.

Ao longo da semana, os alunos foram desafiados a repensar produtos, serviços e modelos de negócio no setor de seguros, estruturando propostas de novos empreendimentos, desenvolvendo MVPs e apresentando as soluções a bancas avaliadoras compostas por professores e representantes do mercado.

“Participar de uma iniciativa como essa é uma oportunidade muito relevante para fortalecer a conexão entre o setor de seguros e o ecossistema acadêmico, além de incentivar uma visão mais empreendedora e inovadora sobre o futuro do mercado. O contato com os estudantes e com as soluções apresentadas mostra como há espaço para novas leituras, abordagens e caminhos de transformação para o setor”, afirma Guilherme Jun Haraguchi, Superintendente Sênior de Inovação do Grupo.

Durante a programação, os estudantes contaram com mentorias voltadas à estruturação de modelos de negócio, validação de propostas e preparação de pitches, culminando em apresentações avaliadas por critérios como inovação, viabilidade de mercado, viabilidade econômica e qualidade do MVP. As melhores propostas ainda poderão ser convidadas a participar de programas de pré-aceleração da FGV Ventures.

“Promover esse tipo de experiência prática, orientada a desafios reais de mercado, é fundamental para ampliar o repertório sobre inovação em seguros e estimular soluções mais aderentes às transformações que já impactam o setor. Para o Grupo Bradesco Seguros, é especialmente importante contribuir com esse ambiente de troca, aprendizado e construção conjunta”, completa Haraguchi.

A participação do Grupo Bradesco Seguros na Semana Concentrada de Empreendedorismo da Graduação da FGV está alinhada à estratégia da companhia de acompanhar a evolução do setor, fomentar novas ideias e contribuir para o desenvolvimento de soluções que fortaleçam a experiência do cliente e a sustentabilidade dos negócios no longo prazo.

AXA no Brasil faz roadshows de olho no crescimento em polos estratégicos

A AXA no Brasil reforça sua estratégia de crescimento aumentando a capilaridade no território nacional e segue com os roadshows pelo país. Duas cidades receberam o time da seguradora na segunda quinzena de abril: Blumenau (SC) e Ribeirão Preto (SP).

A escolha dessas cidades não é por acaso. Ambas representam importantes motores para o crescimento econômico do país, com perfis empreendedores dinâmicos e que podem ter no seguro o suporte necessário para continuar crescendo com tranquilidade e proteção necessárias. 

Blumenau, coração do Médio Vale do Itajaí, consolidou-se como um polo que vai além do tradicional setor têxtil, com forte aceleração nos setores de tecnologia e serviços ao longo de 2025. De acordo com dados da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) a região manteve um saldo positivo na criação de empregos e na abertura de novas empresas, impulsionada pela diversificação econômica. Além disso, o PIB de Blumenau, que figura entre os maiores do estado, registrou crescimento sustentado em 2025, especialmente nos setores de serviços e tecnologia, tornando a região o cenário ideal para a estratégia de massificação da seguradora.

Já Ribeirão Preto apresenta uma dinâmica urbana robusta, com mais de 100 mil empresas ativas e um crescimento expressivo na abertura de novos negócios em 2025. A economia local, segundo a própria prefeitura, é fortemente ancorada em serviços (54%) e comércio (31,8%), encontra na AXA uma parceira estratégica para enfrentar desafios como a necessidade de proteção para frotas, dada a alta densidade de veículos na cidade, e riscos climáticos, como tempestades elétricas, inerentes à região. Ribeirão é uma das prioridades da companhia também porque está próxima de outras cidades importantes para a economia do interior paulistano: São José , Franca, Barretos e Araraquara. 

“Acreditamos que centros econômicos com esse potencial de crescimento são extremamente atrativos para o nosso negócio, que busca constantemente apoiar o desenvolvimento do ecossistema corporativo. Mais do que atender aos empresários locais, a pujança desses polos oferece um terreno fértil para o trabalho dos nossos corretores parceiros”, afirma Erika Medici, CEO da AXA no Brasil, que esteve presente em ambos os eventos.

Para suportar esse crescimento, a AXA aposta na massificação como porta de entrada para os corretores, focando sua estratégia em soluções ágeis e processos digitais. Nesse contexto, a companhia destaca os seguros Empresarial e Auto Frota, que são essenciais para atender tanto a base industrial de Blumenau quanto a frota e o comércio de Ribeirão Preto, além das modalidades de Condomínio e Vida, que se apresentam como soluções transversais capazes de atender à crescente expansão urbana de ambas as regiões.

Os dados de crescimento dessas cidades são importantes, mas também há outro número para qual a AXA olha: no Brasil, até 50% das empresas não chegam a completar cinco anos. Muitas não deixam de existir por falta de oportunidade, mas por não estarem preparadas para o inesperado.

“É nesse contexto que o papel do seguro evolui e, com ele, o papel do corretor, que passa a atuar como um parceiro estratégico, capaz de entender o negócio como um todo, antecipar riscos e estruturar proteção de forma integrada”, explica Erika, deixando claro que o empresário precisa de um parceiro que garanta continuidade para o seu negócio. “Crescer sem proteção é acumular vulnerabilidade, e proteger bem é o que sustenta o crescimento no longo prazo. Porque não se trata apenas de fazer empresas nascerem, mas de garantir que elas permaneçam”, finaliza a CEO da AXA. 

Allianz Seguros contrata Fabio Maretti como diretor de patrimoniais e prevenção de perda

fabio Allianz
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A Allianz Seguros anuncia Fabio Maretti como novo diretor de Patrimoniais e Prevenção de Perda. O executivo assumiu a posição em 6 de abril, com reporte direto a Mauricio Masferrer, diretor executivo de Negócios Corporativos e Managing Director da Allianz Commercial Brasil.

Com ampla experiência na gestão estratégica e na rentabilidade de carteiras patrimoniais de alta complexidade e valor elevado, a trajetória de Fabio Maretti é marcada pelo foco em prevenção de perdas, mitigação de riscos e sustentabilidade dos resultados.

“Chego à Allianz com o compromisso de ampliar a atuação da companhia no segmento corporativo, com excelência e geração de valor aos clientes e parceiros. Minha atuação será pautada na combinação entre visão técnica, estratégica e de negócio, conectando a operação local à visão global da marca e fortalecendo o posicionamento da Allianz no Brasil”, afirma.

Formado em Tecnologia da Informação pela FATEC Baixada Santista, Fabio Maretti acumula passagens por companhias como Chubb e Itaú Seguros, onde se destacou na definição de estratégias de subscrição e na liderança de equipes técnicas.

Fiança locatícia cresce em ritmo acelerado e redefine garantias no mercado imobiliário

Fonte: Junto

O Brasil passou a última década construindo uma nova cultura de moradia. Entre 2000 e 2022, o percentual de domicílios alugados no país saltou de 12,3% para 20,9%, segundo o Censo 2022 do IBGE, quase dobrando o contingente de famílias que vivem de aluguel. Com a Selic chegando a quase 15% ao ano encarecendo o financiamento imobiliário e os aluguéis acumulando alta de 9,44% em 2025 conforme o FipeZap, o mercado de locação se expandiu de forma estrutural e, com ele, a demanda por garantias mais ágeis, seguras e compatíveis com a nova dinâmica de consumo.

Nesse contexto, a fiança locatícia deixou de ser apenas uma alternativa entre as garantias tradicionais e passou a ocupar posição central nos contratos de locação, tanto no segmento residencial quanto no corporativo. Esse movimento é refletido diretamente no desempenho do mercado segurador: segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o Seguro Fiança Locatícia acumulou cerca de R$ 1,9 bilhão em prêmios emitidos nos 12 meses encerrados em 2025, com crescimento consistente ao longo do período.

Apenas entre janeiro e maio de 2025, o volume somou R$ 795,5 milhões, avanço de aproximadamente 14% em relação ao mesmo intervalo de 2024. Desde 2020, o Seguro Fiança Locatícia acumula crescimento próximo de 195%, conforme dados consolidados da Susep e análises setoriais da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), evidenciando uma trajetória de expansão estrutural e a consolidação da modalidade como principal garantia nos contratos de locação no país.

Essa modalidade oferece benefícios para todos os envolvidos: o locatário elimina a necessidade de fiador e evita a imobilização de recursos em caução; o locador conta com ampla cobertura, que inclui inadimplência de aluguéis e encargos, além de eventuais danos ao imóvel, como pintura interna e externa, entre outras proteções. O resultado é um processo mais ágil, seguro e previsível, totalmente alinhado às operações digitais do mercado imobiliário atual.

O movimento é especialmente intenso no segmento corporativo. O mercado de galpões logísticos, impulsionado pelo e-commerce, que já responde por 38% da ocupação nacional opera com vacância historicamente baixa, em torno de 7%, e absorção líquida superior a 1 milhão de m² em 2025, segundo a Cushman & Wakefield. Em contratos de longo prazo e grandes ativos, a fiança locatícia tornou-se padrão de governança, substituindo modelos informais em operações de fundos imobiliários e investidores institucionais. Estruturas como Built to Suit (BTS) e Sale and Leaseback (SLB) consolidaram o produto como instrumento essencial na infraestrutura corporativa.

A Junto Seguros acompanha esse movimento com foco em especialização, digitalização e ampliação do acesso. Em 2025, a companhia registrou crescimento de 51% em prêmios, totalizando R$ 28 milhões, e eliminou o faturamento mínimo para contratação, ampliando o acesso para pequenas e médias empresas. Com análise digital e emissão automatizada via CNPJ, a plataforma reduz significativamente o tempo entre demanda e cobertura.

Para Jorge Câmara, Head de Fiança Locatícia da Junto Seguros, a mudança vai além dos números. “Criamos um ambiente de negócios mais acessível e adaptado à realidade do empreendedor brasileiro. É um movimento que reposiciona a fiança locatícia como solução de gestão patrimonial e contratual, e não apenas como uma exigência de garantia”, afirma. Câmara destaca ainda a velocidade como diferencial competitivo: “essa agilidade tem sido essencial para atender operações com alta exigência de velocidade, como locações em shopping centers e galpões logísticos. O corretor ganha tempo, o cliente tem uma resposta rápida e, nos contratos mais relevantes, o locador conta com uma avaliação criteriosa conduzida por uma equipe especializada da Junto.”

A expansão concentra-se em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais, mas avança também para novos polos, como Recife e Salvador. Setores como varejo farmacêutico, educação, construção civil e pet shops figuram entre os que mais adotam a fiança em contratos BTS. “Estamos preparados para crescer com governança, tecnologia e proximidade, sendo parceiros de longo prazo de corretores e empreendedores do mercado imobiliário”, conclui Câmara.