2017: 25 mil roubos de cargas, com prejuízos de R$ 1,5 bilhão

De acordo com estudo da Associação Nacional de Transporte Rodoviário de Cargas e Logística (NTC&Logística), em 2017 foram registrados 25.790 casos de roubos de cargas no Brasil, o que totaliza um prejuízo de R$ 1,570 bilhão. Rio de Janeiro e São Paulo, juntos, são responsáveis por 81,56% das ocorrências.

De acordo com Cyro Buonavoglia, presidente da Buonny, gerenciadora de riscos na área de transportes e logística do Brasil, “de maneira geral, as estatísticas mostram um quadro pessimista sem melhorias em curto prazo, porém as empresas que têm inserido programas de gerenciamento de riscos em suas operações desafiam os números conquistando melhores resultados”.

Comissão pode votar parecer sobre cooperativas de proteção veicular

Fonte: Agência Câmara Notícias

A comissão especial encarregada de analisar o Projeto de Lei 3139/15, do deputado Lucas Vergilio (PSD-GO), vota nesta terça-feira (22) o parecer do deputado Vinicius Carvalho (PRB-SP).

O texto original da proposta criminaliza as cooperativas de proteção veicular, que funcionam por meio de rateio, entre os associados, dos prejuízos gerados por roubos e acidentes com os seus veículos — sem o pagamento de apólices como nos seguros tradicionais. Já o substitutivo de Vinicius Carvalho, lido no último dia 15, autoriza o funcionamento das cooperativas, mas estabelece regras para que elas possam atuar.

Essas associações foram criadas como uma alternativa aos altos custos dos seguros tradicionais. Os críticos das cooperativas, entre eles o autor do projeto de lei, elas deveriam ser proibidas de funcionar porque estariam oferecendo seguros veladamente sem pagar impostos e sem oferecer aos consumidores as mesmas garantias dos seguros tradicionais.

Os representantes das cooperativas, no entanto, argumentam que elas não podem ser equiparadas a empresas, pois não visam ao lucro e têm apenas o objetivo de ratear despesas dos associados, em uma forma de “socorro mútuo”.

A reunião está marcada para as 14h30, no plenário 4.

ÍNTEGRA DA PROPOSTAPL-3139/2015

 

SulAmérica lança seguro para imóveis de contêiner

Release

A SulAmérica lançou seguro pioneiro que oferece proteção e serviços de Assistência 24h para imóveis de contêiner, uma forma sustentável de construção que vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil.

“O lançamento do seguro para contêineres reflete a atenção da SulAmérica às transformações e demandas do mercado”, explica o vice-presidente de Auto e Massificados da companhia, Eduardo Dal Ri. “Nosso objetivo é garantir que os proprietários desses espaços possam usufruir de toda a proteção que um seguro oferece”.

O seguro pode ser contratado por proprietários de imóveis que sejam construídos com mais de 25% de contêiner, instalado de forma fixa e que seja adaptado para habitação ou utilização comercial. Atualmente, além de moradia, os contêineres são reaproveitados em diferentes usos comerciais, como bares, lojas, hamburguerias, restaurantes, e para abrigar unidades culturais e esportivas.

Os clientes que contratarem o seguro para residências de contêiner contam com as mesmas coberturas e serviços de assistência do produto para imóveis de alvenaria. Com isso, o contêiner poderá contar com garantias para cobrir sinistros tais como incêndios, explosões, danos elétricos, roubo e responsabilidade civil familiar.

Além disso, poderá contar com serviços de chaveiro, eletricista, encanador, conserto de eletrodomésticos, entre outros, todos integrantes dos planos de assistência 24 horas.

Os responsáveis por abrigar empresas montadas nessas estruturas metálicas também podem contratar as mesmas coberturas voltadas ao uso residencial, além de escolher garantias específicas de cada tipo de negócio. Entre elas estão cobertura contra roubo de bens e valores de clientes no estabelecimento e deterioração de mercadorias em ambiente frigorificado.

Avanço
Dados da Câmara Brasileira e Contêineres, Transporte Ferroviário e Multimodal (CBC), dão conta de que só nos últimos dez anos mais de 200 mil estruturas foram reaproveitadas em diferentes usos. Segundo a entidade, o reaproveitamento dos contêineres evitou que eles virassem sucata, trouxe uma inovação ecologicamente correta e a amplamente sustentável, além de gerar emprego e renda.

Seguro de crédito: proteção em caso de inadimplência

Release

O momento econômico que ainda vivemos demanda muito apoio do mercado de seguro de crédito no Brasil. Utilizado com frequência por empresas americanas e europeias, esse modelo ainda é pouco popular entre as companhias brasileiras, mas pode ser uma solução importante para o desenvolvimento de vários negócios.

O seguro de crédito tem como objetivo a proteção de parte importante dos ativos da empresa, protegendo o negócio em caso de inadimplência dos compradores decorrente de mora, falência ou outro risco coberto indenizando à empresa pelas perdas sofridas. No entanto, um dos principais motivos para a baixa penetração desse seguro no Brasil é o fato de as companhias o considerarem como um custo financeiro adicional e não uma ferramenta de gestão do setor de contas a receber com benefícios que vão desde o monitoramento da carteira, passando pela expansão das vendas e chegando, é claro, à cobrança dos clientes inadimplentes e nas indenizações.

“O apelo é forte e é também por conta disso que a modalidade vem crescendo no Brasil nos últimos dois anos. E não é para menos, afinal 30% a 40% dos ativos de uma companhia são recebíveis. Ter uma proteção para garantir o recebimento dos ativos torna-se uma ferramenta importante, com a vantagem adicional de se tornarem elegíveis aos benefícios fiscais concedidos”, aconselha Thiago Tristão, diretor de riscos empresariais da MDS Brasil.

Outro fator que deve influenciar as empresas a contratarem seguro de crédito é o acordo de Basileia 3, que a partir de 2019 vai exigir que os bancos tenham volumes maiores de capital para operações mais arriscadas. Essas exigências serão menores para as empresas que tiverem um seguro de crédito.

“A perda do grau de investimento do Brasil também colabora para o crescimento da contratação, visto que a demanda dos bancos internacionais aumenta justamente para compensar a falta do selo de bom pagador do Brasil. Até lá, as empresas não podem ficar descobertas, arcando sozinhas com a inadimplência de fornecedores e colocando em jogo a sustentabilidade do negócio”, analisou Thiago.

O seguro traz outra vantagem às companhias: o poder de negociar melhores taxas de financiamento e com maiores limites, ficando livres para focar no crescimento do próprio negócio e diminuindo a preocupação em relação à possibilidade de não pagamento de seus clientes.

De maneira geral, corretoras e seguradoras que atuam com o produto podem ajudar o empresário a escolher os clientes, mercados e limites de crédito corretos de maneira a evitar e minimizar o não pagamento da dívida comercial. Dando subsídios para que ele se sinta mais confiante para conceder crédito adicional aos clientes atuais e para buscar novos clientes maiores que, de outra forma, poderiam parecer muito arriscados.

 

 

Segmento de Óleo e Gás reage, mas precisa ainda de mudanças

Release

Após anos de incertezas na economia, a indústria de óleo e gás no Brasil mostra sinais de recuperação. Durante o Seminário de O&G realizado pela corretora de seguros e resseguros JLT Brasil, no Rio de Janeiro, os debatedores convidados foram unânimes em afirmar que o recente anúncio do lucro de R$ 6,9 bilhões da Petrobras, a arrecadação recorde na 15ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e o grande número de inscritos para a participação da 4ª Rodada do pré-sal, marcada para junho deste ano, são exemplos de que as empresas voltaram seus interesses para investimentos no país.

A retomada do crescimento da indústria de óleo e gás foi um dos temas discutidos no evento, que reuniu autoridades, empresas do setor de óleo e gás e mercado segurador. Segundo Tiago Macedo, Senior Council da Mayer Brown e Tauil e Chequer Advogados, as mudanças legislativas, políticas e regulatórias elevaram a atratividade dos investimentos. “O próximo governo não pode interromper esse crescimento. O que foi feito em tão pouco tempo teve um impacto enorme e é necessário manter a interlocução com a indústria, pois ainda há muito o que evoluir. Creio que não vamos retroceder, independentemente de quem seja eleito”, disse.

Adriano Bastos, presidente da BP Energia, e Karine Fragoso, gerente de Petróleo, Gás e Naval da FIRJAN, também enalteceram os recentes movimentos do governo federal. “O que foi feito em 18 meses não conseguiram fazer em 20 anos e isso permitiu a retomada da nossa indústria. Precisamos fazer mais, como abrir portas para o crescimento dos produtores independentes, que são grandes geradores de empregos em localidades onde os grandes operadores não vão alcançar”, afirmou Bastos. “Estamos com expectativa elevada diante do cenário atual. É necessário consolidar essas mudanças para ir além”, complementa Karine.

O mercado de resseguros também comemora. “O mercado segurador vê com bons olhos essa retomada. Este é um segmento muito importante e poucas empresas têm interesse nessa atividade, já que envolve risco de grande complexidade. O aumento dos investimentos estimula nosso setor”, explicou Elias Junior, head de óleo e gás da Austral RE.

O desafio do licenciamento ambiental foi o tema do segundo painel e reuniu representantes de diversos atores do processo. Eles acreditam que é necessário aprimoramento em todas as áreas – Ibama, ANP, empresas – para que as mudanças aconteçam e tragam as melhoras esperadas. “Se o mercado muda, a legislação tem que acompanhar. Hoje o mercado possui um mix de operadores e é necessário integrar todos os stakeholders para podermos aprimorar o processo de licenciamento ambiental diante desse novo cenário”, afirmou Marcelo Mafra, gerente executivo de segurança operacional e meio ambiente da ANP.

Tomas Bredariol, analista ambiental do Ibama, revelou que o tempo do licenciamento depende de muitas partes, citando como exemplo, as áreas na Foz do Amazonas, arrematadas em 2013 e ainda sem perspectiva para o início da exploração. “Da parte técnica, existem questões ainda não resolvidas e que são muito relevantes, como as condições fronteiriças, por exemplo”.  Eduardo Bim, procurador da AGU, afirmou que o Brasil é muito tímido no que se refere às regras regulatórias comparado a outros países. A opinião é compartilhada por Carlos Henrique Mendes, do IBP, que aponta a grande necessidade de aperfeiçoamento das regras para minimizar as incertezas e viabilizar o planejamento das empresas. “Não vemos blocos ofertados fora do Brasil sem regras prévias, o que é essencial para o planejamento. Para o investidor, essa incerteza é horrível”, explicou Mendes.

Para Adriano Oka, Vice-Presidente da JLT Re e organizador do evento, o grande número de participantes da nona edição do Seminário de O&G demonstra que há um amplo espaço para debater melhorias que levem ao crescimento da indústria. “Há nove anos consecutivos nós promovemos esse encontro no intuito de fomentar uma discussão sobre como podemos aprimorar a indústria e oferecer novas soluções. Na primeira edição do evento, tivemos 30 participantes. Ver o auditório cheio hoje é muito satisfatório e mostra que estamos ocupando um espaço relevante como mediador de um debate estratégico para o país.

Philippe Jouvelot deixa AXA; Delphine Maisonneuve assume

A partir de julho de 2018, Delphine Maisonneuve, atualmente responsável pela área de P&C e Massificados na AXA França, será nomeada CEO da AXA no Brasil e membro do Conselho de Administração, após realizadas as aprovações de imigração e regulatória. Ela substitui Philippe Jouvelot, que deixou o cargo hoje, 18/06.

“Agradeço ao Philippe por ter liderado o começo da nossa operação no Brasil e por ter construído as fundações para o nosso crescimento. Temos uma grande ambição para o Brasil como um dos países de alto potencial de crescimento para o grupo AXA, comenta Benoît Claveranne, Membro do Comitê Executivo do Grupo AXA, CEO dos Mercados Internacionais e Mercados Emergentes e Presidente do Conselho Administrativo da AXA Seguros no Brasil.

E acrescenta: “Delphine Maisonneuve traz uma vasta experiência em seguros, com foco para o crescimento dos negócios, sustentada pela forte capacidade de liderança e seus valores profissionais. Acredito plenamente que essas qualidades credenciam Delphine a liderar, junto com o time a acelerarão da jornada da AXA no Brasil para tornar-se cada vez mais próxima dos seus clientes e parceiros, em consonância com a missão do Grupo AXA – “Empowering people to live a better life”.

“Estou muito feliz por liderar as operações da AXA no Brasil e minha ambição é contribuir com o time para fazer da AXA uma parceira ainda mais próxima de corretores e clientes.” afirma Delphine Maisonneuve.

 

Currículo

Delphine faz parte do Grupo AXA desde 1991, onde construiu uma sólida carreira principalmente na área comercial da AXA França e da AXA Espanha, assim como na matriz do Grupo. Liderou e executou com sucesso os projetos de transformação no modelo de distribuição, tanto em P&C como em Vida. Nos últimos sete anos, seu foco tem sido na área de Massificados e Varejo, sua atual área de responsabilidade na AXA França. Essa função inclui as áreas de Inovação em Produtos e Serviços, Precificação, Subscrição e Sinistros.

Qual será o futuro do seguro de vida e de saúde?, questiona Nuno David, da Mongeral Aegon

Qual será o Futuro do Seguro de Vida e de Saúde? Este foi o questionamento de Nuno Pedro David, diretor de Marketing da seguradora Mongeral Aegon durante o ECOA PUC-Rio, evento realizado no Rio de Janeiro.

Na fila de inovações que devem acontecer em pouco tempo e que certamente vão revolucionar estes mercados, o executivo pontuou a forte presença da medicina genética no dia a dia das seguradoras. Estes testes poderão contribuir desde o diagnóstico de doenças até a identificação de fatores genéticos que aumentam o risco da ocorrência de determinada enfermidade.

“Nesta perspectiva, seguradoras e clientes saem ganhando, uma vez que a precificação tende a ser cada vez mais acertada e personalizada, tendo em vista que as empresas podem levar em consideração as características de um indivíduo, e não de uma massa”, comenta o executivo.

 

 

 

Seguro de vida ganha destaque em nova campanha da Liberty para incentivar corretores

Release

A Liberty Seguros realiza sua nova campanha de incentivo a corretores, com foco no segmento vida. Sob o mote “Vida é agora”, a campanha  reconhece os profissionais que se destacam nas vendas dos produtos de Vida da seguradora, premiando os corretores com vouchers de viagem, notebooks, vale-presentes para lojas online.

A campanha, que acontece até o dia 16 de junho, irá premiar os corretores de todas as filiais que alcançarem os objetivos de venda dos produtos Liberty Vida Perfil, Liberty Vida Especial e Vida Global, todos disponibilizados pelos corretores e no portal da seguradora: http://www.libertyseguros.com.br/Pages/Home.aspx. A premiação é realizada no formato “Vendeu, Ganhou”. Corretores que venderem a partir de duas novas apólices, com vigência até 30 de maio, dos produtos citados serão automaticamente premiados com vouchers.

Para simplificar o dia a dia dos parceiros na venda dos produtos de vida, a Liberty Seguros oferece diversos serviços para facilitar a contratação, dentre eles, a telessubscrição. O serviço consiste em uma entrevista por telefone para coletar e analisar informações de saúde de clientes e possíveis clientes, agilizando o processo de oferta e fechamento da proposta do seguro. Além disso, a seguradora disponibiliza accounts regionais para atender aos corretores de forma ainda mais próxima, oferecendo dicas sobre os produtos mais adequados, considerando as particulares de cada região.

 

Sincor-RJ intensifica as atividades de qualificação ao corretor

Release

De acordo com o Planejamento Estratégico de ações que geram oportunidades de conhecimento a categoria, o Sincor-RJ vem com uma série de eventos que agregam valores e ampliam novos horizontes nos negócios aos corretores. Na próxima terça-feira, dia 22 de maio, acontece à primeira reunião do Comitê de Tecnologia para ampliar o debate sobre o tema.

O Diretor de Ensino e Tecnologia, Arley Boullosa, convidou três profissionais que atuam no segmento: Julio Fazenda, da IBROWSE; Maurício Mello, da ProEvo; e Israel Martins, da Dino Marketing Digital. Na quarta-feira, dia 24 de maio, acontece à palestra sobre o tema “Seguro Fiança, Garantia e Garantia Judicial, que conta com a apresentação do Gerente Regional RJ/ES da Pottencial Seguradora, Eduardo Fontes; do Sócio-Diretor da ProBrokers Seguros, Leandro Carvalho; e do Gestor da Vieira Corretora de Seguros, Fernando Vieira.

Na quarta-feira, dia 24 de maio, o Diretor de Ensino e Tecnologia, Arley Boullosa, promove um curso básico de Seguros voltado para os funcionários das corretoras. Já na sexta-feira, dia 25, o sindicato promove o II Debate Lagos, que acontece em Cabo Frio e conta com a participação de diversos executivos ligados ao setor.

O Diretor de Ensino e Tecnologia, Arley Boullosa, permanece focando em temas como a Tecnologia para discutir os seus impactos e ampliar o debate sobre o tema. “Nosso objetivo é aprofundar o assunto tecnologia e para isso mudamos o formato. Não teremos uma palestra e sim uma reunião para discutirmos os impactos que a tecnologia está causando no mercado, em nossas operações, tendências e o que os corretores podem e devem fazer para se tornarem mais eficientes, produtivos e competitivos. Abrimos inscrições para corretores associados e não associados e queria um grupo com 15 corretores interessados no tema. Tivemos 23 inscritos em dois dias e fechei as inscrições para não fugirmos do que queremos para os encontros”, explicou Boullosa.

O Sincor-RJ tem uma meta de trazer dois mil corretores para palestras, cursos, worshops e treinamentos e há um empenho para cumprir esse objetivo, qualificando não só os corretores de seguros, mas os funcionários das corretoras, que atuam nas empresas e precisam ter conhecimento. O estímulo de novos negócios e o estímulo à prospecção da captação de novos segurados também é a missão da Diretoria de Ensino e Tecnologia na atuação com a categoria.

Para Presidente do Sincor-RJ, Henrique Brandão, intensificar as atividades para compartilhar conhecimento é fundamental para que os corretores criem argumentos dinâmicos para novas oportunidades de negócios. “Aumentamos a demanda de novos cursos, palestras semanais, workshops e debates porque a categoria precisa se atualizar e se qualificar em relação aos produtos oferecidos pelas seguradoras, ter habilidades para lidar com as novas tendências tecnológicas e ter a consciência de que se não se aliar a tecnologia, vai parar no tempo e ficar pra atrás. O sindicato está de portas abertas para o profissional corretor de seguros, pois estamos aqui para gerar discussões sobre diversos assuntos e dar todo suporte necessários aos que possuem interesse em ampliar sua carteira de clientes e ter sucesso na profissão”, concluiu Brandão.