Diretoria Atual do Sincor-SP é reeleita para novo mandato até 2029

O Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo (Sincor-SP) terá continuidade em sua liderança. A eleição para a gestão 2026-2029 será realizada com chapa única, encabeçada pelo atual presidente, Boris Ber, que seguirá no comando da entidade pelos próximos quatro anos.

A chapa única foi registrada dentro do prazo estabelecido pelo Estatuto do Sincor-SP, conforme publicação no jornal O Estado de S. Paulo no dia 29 de agosto. O pleito acontecerá por aclamação em Assembleia Geral marcada para o dia 13 de novembro de 2025, na sede do Sincor-SP, localizada na Rua Líbero Badaró, 293, Centro de São Paulo.

Composição da chapa 2026-2029

A nova diretoria executiva mantém nomes já consolidados na gestão atual e inclui representantes com forte atuação no mercado de seguros:

Presidente: Boris Ber

1ª Vice-Presidente: Simone Cristina Fávaro

2º Vice-Presidente: Braz Romildo Fernandes

1º Secretário: Marcos Abarca

2º Secretário: Rogério Freeman

1º Tesoureiro: Edson Lasse Fecher

2º Tesoureiro: Fernando Antônio Kauffman Alvarez

Suplentes de Diretoria: Arnaldo Odlevati Junior, Leonardo Elias Moreno da Silva, Claudemir Machi, João Carlos Garrucho, José Roberto Placco Rodriguez, Betine Theisen de Castro, Rodrigo Matos

Conselho Fiscal: Eduardo Vidal Pileggi, Lenira Castro Leão Jollo, Carlos Alberto Caporali

Suplentes do Conselho Fiscal: Márcio José da Silva, Francisco Flávio Machado, Silvia da Silva Camacho

Delegados Fenacor: Manuel Dantas Matos, Boris Ber, Braz Romildo Fernandes, Lauro Ruv Carelli Barreto

Ouvidor: Octávio José Milliet

DPO: Marco Antônio Damiani

Ao comentar a aclamação da chapa, Boris Ber destacou que a continuidade da gestão reflete o reconhecimento do trabalho realizado e a confiança da categoria: “Recebo com grande satisfação esta aclamação, que demonstra que estamos no caminho certo. É um sinal de que as ações que temos desenvolvido pelo fortalecimento da corretagem e pela valorização do corretor de seguros estão sendo reconhecidas. Seguiremos com disciplina, união e inovação para representar cada vez melhor os nossos associados e a sociedade”, afirmou.

CNseg: primeira etapa da taxonomia sustentável apresenta avanços para enfrentamento da transição climática

por CNseg

O governo federal, por meio do Comitê Interinstitucional da Taxonomia Sustentável Brasileira (CITSB), aprovou a primeira edição do documento que detalha ações para a Taxonomia Sustentável Brasileira (TSB). A publicação totaliza 880 páginas e levou mais de 350 pessoas de 63 instituições, incluindo a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), a participarem de sua elaboração, estabelecendo critérios para classificar atividades econômicas com base em seus impactos socioambientais.

A TSB é vista como a espinha dorsal do Plano de Transformação Ecológica do governo federal. A subsecretária de Desenvolvimento Econômico Sustentável do Ministério da Fazenda, Cristina Reis, destaca que a taxonomia não é uma mera cópia de modelos internacionais. Para ela, é um elemento que prioriza objetivos nacionais, como a mitigação das mudanças climáticas, a adaptação a seus efeitos e, de forma inédita, a redução das desigualdades socioeconômicas, incluindo aspectos de gênero e raça.

Para a diretora de Sustentabilidade da CNseg, Claudia Prates, a TSB estabelece uma base sólida para que empresas financeiras e não financeiras — incluindo seguradoras — alinhem suas estratégias às metas nacionais de mitigação e adaptação às mudanças climáticas, à redução das desigualdades socioeconômicas e à promoção da inovação sustentável. Já em sua primeira versão, contempla setores estratégicos — como agricultura, energia, construção, transporte, saneamento e indústria — criando uma linguagem comum entre agentes públicos e privados e oferecendo maior clareza e segurança ao mercado. 

“A TSB abre novas possibilidades para que instrumentos financeiros, incluindo seguros, sejam rotulados de forma consistente e transparente como sustentáveis. Com isso, o mercado poderá identificar com maior precisão o volume de recursos efetivamente direcionados a projetos e atividades alinhados aos objetivos socioambientais e econômicos do país, além de orientar esforços e fornecer subsídios para o aprimoramento de produtos, o desenvolvimento de novas soluções e a ampliação da escala de instrumentos capazes de apoiar a transição climática e o avanço de uma economia de baixo carbono”, afirmou.

TSB e setor de seguros

Na implementação inicial da TSB, os relatos de empresas financeiras e não financeiras serão voluntários, tornando-se obrigatórios posteriormente. Inicialmente, abrangerão companhias abertas listadas e instituições financeiras reguladas pelo Bacen nos segmentos S1 e S2, com indicadores-chave de desempenho definidos. Outras categorias, como companhias abertas não-listadas, companhias fechadas, seguradoras, gestoras de recursos e fundos de investimento, serão incluídas em fases posteriores, com processos e indicadores específicos a serem definidos à medida que a taxonomia evolui.

A TSB encontra-se em fase final de aprovação, com implantação gradual prevista, incluindo publicação oficial em setembro de 2025 e adaptação progressiva por parte de reguladores e empresas.

A importância da TSB para o setor de seguros, para o sistema financeiro e para a economia real será tema de debate em painéis da programação da Casa do Seguro durante a COP30, em Belém, de 10 a 21 de novembro.

Abrangência da TSB

A primeira edição da taxonomia aborda oito setores-chave da economia, como agricultura, pecuária, indústria, energia, construção e transporte. A publicação oficial dos cadernos técnicos está prevista para setembro, e a implementação será gradual, começando com a adaptação de regulamentos por parte de órgãos financeiros e, depois, alcançando grandes empresas e instituições financeiras.

No futuro, a TSB será expandida para incluir outros setores, como minerais críticos e a bioeconomia, além de criar diretrizes específicas para micro, pequenas e médias empresas.

Inovação e repercussão internacional

O documento brasileiro tem um caráter pioneiro globalmente. O Brasil se destaca como o primeiro país a incluir o objetivo de redução de desigualdades raciais em sua taxonomia, um avanço que será levado para discussões na COP30, em Belém.

Segundo o governo, a TSB também é a primeira a publicar a metodologia de seleção das atividades econômicas e a apresentar uma definição clara de salvaguardas mínimas, ou seja, as leis e indicadores que devem ser seguidos para que uma atividade seja considerada sustentável.

“Envelhecendo, eu?!”: Grupo Bradesco Seguros promove live sobre tempo, saúde emocional e autonomia

Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.
Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.

No próximo dia 10, o Grupo Bradesco Seguros realizará a live “Envelhecendo, eu?!”, como parte das ações da plataforma de capacitação Espaço Universeg. A transmissão, que ocorrerá no canal oficial da seguradora no YouTube, convida o público a uma reflexão sobre o cuidado integral com o corpo e as emoções ao longo da vida.

O encontro contará com a participação da jornalista Laura Medina, especialista em saúde e bem-estar, e de Bianca Vilela, especialista em longevidade e TEDx Speaker. As convidadas compartilharão suas perspectivas sobre qualidade de vida e autocuidado, em uma abordagem leve, acessível e inspiradora. Mais do que uma conversa, será um convite à reconexão com o que realmente importa: valorizar o aprendizado emocional adquirido ao longo da trajetória e estimular escolhas conscientes que fortaleçam o bem-estar e a autonomia em todas as fases da vida.

“O cuidado com as pessoas é um dos pilares que sustentam nossa atuação. Iniciativas como essa refletem o nosso compromisso em promover conhecimento sobre como podemos buscar ter longevidade com qualidade. Ao cuidarmos do corpo e das emoções, não estamos apenas ampliando o tempo de vida, mas, sobretudo, a qualidade desse anos”, afirma Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Sustentabilidade e Ouvidoria do Grupo Bradesco Seguros.

Com uma trajetória marcada pelo compromisso com a promoção da saúde e do bem-estar ao longo da vida, o Grupo Bradesco Seguros tem a longevidade como um de seus pilares estratégicos. Para conhecer mais sobre o tema, acesse os conteúdos da Trilha da Longevidade na plataforma Espaço Universeg, pelo endereço www.espacouniverseg.com.br.

Serviço 

Live: Trilha de Longevidade – Envelhecendo, eu?! 
Data: 10/09 (quarta-feira) 
Horário: 9h às 10h30 
Onde assistir: youtube.com/bradescoseguros 

Seguradoras registram a menor sinistralidade desde 2014

 O índice de sinistralidade registrado pelo mercado de seguros no primeiro semestre de 2025 foi de 41,9%, menor valor registrado desde 2014, ano de início da série histórica. Nos seis primeiros meses deste ano, a redução foi influenciada, principalmente, pelas linhas de negócio Patrimonial e Vida, que registraram queda de, respectivamente, 13,4 p.p. e 1,7 p.p.. Os dados constam na 54ª edição do Boletim IRB+Mercado, que acaba de ser divulgada pela plataforma IRB+Inteligência.
 

De acordo com o boletim, no primeiro semestre, o faturamento do mercado segurador alcançou R$ 107,4 bilhões, crescimento de 8,2% em relação ao mesmo período de 2024. O avanço foi observado em quase todos os segmentos, com exceção do Rural. O destaque ficou com o segmento Crédito e Garantia, que registrou aumento de 20,6%. O lucro líquido do setor somou R$ 19,4 bilhões, resultado 11,3% superior aos seis meses iniciais de 2024.

Como instrumento de proteção às suas operações, as seguradoras destinaram, de janeiro a junho de 2025, R$ 15 bilhões para resseguro, alta de 12% frente ao primeiro semestre de 2024, impulsionada, principalmente, pelas linhas de negócio Automóvel e Patrimonial. Apenas em junho, os prêmios cedidos em resseguros totalizaram R$ 3,2 bilhões. 
 

O segmento Vida, responsável por cerca de 36% do faturamento do setor, arrecadou R$ 6,3 bilhões em junho, 9% superior ao mesmo período de 2024, e R$ 38 bilhões no acumulado até junho. O resultado foi impulsionado, majoritariamente, pelos produtos Vida, Prestamista e Acidentes Pessoais, que juntos representam quase 88% da carteira. A taxa de sinistralidade permaneceu estável e encerrou o semestre em 27,3%.
 

No primeiro semestre de 2025, o segmento Automóvel cresceu 5,9% em relação ao mesmo período de 2024. Em junho, o faturamento chegou a R$ 4,9 bilhões. De janeiro a junho, a taxa de sinistralidade se manteve estável em 59,6%.
 

No acumulado até junho, o segmento Corporativos de Danos e Responsabilidades evoluiu 9,2% na comparação com o mesmo período do ano anterior, com destaque para seguros de Riscos Diversos, que aumentou 23,4%. Outra contribuição relevante veio do seguro Habitacional, que cresceu 14,3%. A sinistralidade recuou 3,7 p.p. no semestre, atingindo 45%.
 

Com crescimento de dois dígitos em quase todos os meses do semestre, o segmento de seguros Individuais Contra Danos avançou 12,3% na comparação entre o primeiro semestre de 2025 e 2024, impulsionado, sobretudo, pelos seguros Compreensivo Empresarial (16,8%) e Compreensivo Residencial (7,6%). Em junho, o faturamento foi de R$ 1,6 bilhão. No semestre, a sinistralidade do segmento recuou 6,6 p.p., encerrando em 28,8%.
 

Ao longo do primeiro semestre de 2025, o faturamento do Rural oscilou entre crescimentos e retrações, encerrando com variação negativa de 1,5% em relação a igual período de 2024. O total de prêmios emitidos em junho foi de R$ 1,1 bilhão. A sinistralidade recuou no semestre para 36%, queda de 6,9 p.p frente a 2024. 
 

O segmento de Crédito e Garantia teve destaque no semestre devido ao crescimento de 20,6%, impulsionado, sobretudo, pelo produto Garantia Segurado – Setor Público, que registrou um aumento de 32,8% nas emissões de prêmio em relação ao primeiro semestre de 2024. Quanto à sinistralidade, houve um aumento de 10,3 p.p. ante 2024, encerrando o acumulado até junho com 62,6%.

Corretora de seguros Lockton discute a importância do road show para programas de grandes riscos

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Por Simone Ramos, diretora de Portos & Logística, e Marcelo Mencaroni, diretor de Contas Estratégicas

No contexto dos grandes riscos, caracterizados por operações complexas, múltiplas variáveis de exposição e impactos sistêmicos, a gestão estratégica de seguros exige não apenas produtos adequados, mas sobretudo inteligência aplicada. É nesse cenário que o Road Show de Grandes Riscos se apresenta como uma ferramenta essencial: um espaço de compartilhamento estruturado de conhecimento, integração com clientes estratégicos e construção de soluções personalizadas. O road show é um exercício de gestão integrada. Ele conecta teoria, prática e inovação em um único espaço de diálogo com os clientes.

Entre os resultados tangíveis para clientes e mercado, ela destaca a antecipação de riscos: mapeamento de cenários de falhas, sinistros e impactos financeiros, permitindo respostas preventivas; a integração regional: presença em diferentes localidades estratégicas, levando conhecimento especializado onde os riscos acontecem; o alinhamento estratégico: redução de assimetrias de informação entre segurados,corretores e seguradoras; o fortalecimento institucional: apoio ao cliente na gestão de riscos como diferencial competitivo; e os benefícios financeiros e contratuais: empresas que planejam investimentos significativos em melhorias de suas operações têm maior possibilidade de alcançar savings relevantes, bem como negociar aprimoramentos em clausulados e limites de suas apólices;

Nossa experiência na condução de road shows de grandes riscos já se consolidou ao longo dos últimos anos como uma estratégia consistente de relacionamento e geração de valor. Temos aplicado esse modelo em diferentes segmentos e regiões, transformando discussões técnicas em ações concretas para clientes e parceiros. Os resultados são evidentes: maior alinhamento entre áreas técnicas e executivas, ganhos em eficiência operacional e, principalmente, a construção de soluções de seguros mais robustas e aderentes às necessidades de cada operação. Essa trajetória confirma que o road show não é apenas uma prática pontual, mas parte integrante da forma como entendemos e conduzimos a gestão estratégica de riscos.

Quando tratamos de grandes riscos, o conhecimento técnico deve caminhar lado a lado com a proximidade ao cliente. É essa combinação que garante resultados consistentes. Os road shows também cumprem um papel prospectivo: preparar o mercado para lidar com novas fronteiras de riscos — sejam eles climáticos, cibernéticos ou de infraestrutura crítica. A cada edição, reforçamos que o seguro, mais do que uma ferramenta de proteção, é um instrumento de governança e sustentabilidade empresarial.

O road show é o reflexo da nossa visão de futuro: aproximar mercado, clientes e especialistas em um mesmo ambiente de construção de soluções. É dessa forma que transformamos riscos em oportunidades. O Road Show de Grandes Riscos reafirma a importância do diálogo contínuo, da expertise técnica e da visão estratégica para enfrentar os desafios de um mercado em constante transformação. As discussões não se limitam a conceitos, mas abordam situações reais e complexas, nas quais a proximidade com os clientes permitiu desenhar soluções concretas para riscos patrimoniais, operacionais e contratuais.

Os desafios que emergem nesse processo — desde as pressões regulatórias até a necessidade de adaptar estruturas de apólices a cenários dinâmicos — são transformados em oportunidades de melhoria contínua. Cada encontro tem gerado resultados mensuráveis, seja por meio de savings relevantes, pela redução de exposições críticas ou pela evolução dos clausulados e limites contratuais.

O road show consolidou-se como parte da nossa prática de gestão de riscos: um exercício de construção conjunta com clientes e parceiros, que comprova que a combinação entre experiência técnica e visão estratégica gera resultados reais e sustentáveis.

Corretora de seguros MDS Brasil traz panorama do RH no país em estudo

por MDS

A MDS Brasil, corretora líder em Gestão de Saúde & Benefícios no país, apresentou no dia 4 de setembro de 2025, os resultados da Pesquisa de Benefícios 2025 durante um grande evento que reuniu executivos, especialistas e líderes do setor. A pesquisa, que ouviu mais de 600 empresas, revela as tendências e a prevalência dos principais benefícios oferecidos no Brasil. 

“Entender as necessidades reais das pessoas nas organizações é o primeiro passo para desenvolver benefícios que realmente fazem a diferença na vida de cada colaborador. E este é um momento para inspirar mudanças positivas, onde a gestão de benefícios se torna peça-chave para a transformação cultural nas empresas”, conta Paulo Loureiro, CCO da MDS Brasil. 

Com um questionário estruturado e cerca de 300 perguntas, a pesquisa teve como foco empresas de diferentes portes e segmentos, representando um universo de mais de 1,35 milhão de colaboradores. Os dados coletados apontam que 95,4% das empresas oferecem plano de saúde, seguido por 85% que disponibilizam plano odontológico e 84,5% que garantem seguro de vida. Além disso, 68,9% das empresas oferecem vale-refeição, enquanto 61,7% disponibilizam vale-alimentação.  

A pesquisa também destaca a crescente preocupação com a saúde financeira e física dos colaboradores. A previdência privada já é uma realidade em 45,3% das empresas com mais de 3.000 colaboradores. Políticas voltadas para saúde e bem-estar estão presentes em 46,5% das empresas, com a psicologia online sendo oferecida em 68,1% dos casos, refletindo uma valorização crescente da saúde mental no ambiente de trabalho. 

Outro aspecto relevante é o suporte às famílias dos colaboradores, com 70,2% das empresas estendendo a licença-maternidade para 180 dias e 50,3% oferecendo 20 dias de licença-paternidade. Além disso, 42,4% garantem auxílio-creche e 3,3% oferecem auxílio pet, demonstrando atenção às diferentes necessidades que acompanham a vida dos colaboradores fora do trabalho. 

O evento também abordou o futuro dos benefícios personalizados, que se mostra promissor, mas ainda pouco adotado. Apenas 11,7% das empresas possuem políticas flexíveis, e entre elas, 60,6% utilizam cartões que permitem aos colaboradores montarem os pacotes de benefícios que mais valorizam. Além disso, o modelo híbrido de trabalho se consolidou, com 88,7% das empresas adotando essa prática e 45% oferecendo dois dias remotos por semana.  

A pesquisa ainda revelou que, apesar do crescimento da Inteligência Artificial em diversos setores, sua adoção no RH é muito baixa. A maioria das empresas, 64,8%, não utiliza IA em seus processos, e um grande percentual com mais de 74%, não tem planos de implementá-la no futuro. 

“Este estudo reafirma a importância de evoluir continuamente os benefícios oferecidos, alinhando-os às novas demandas do mercado e às expectativas dos profissionais para garantir engajamento e satisfação”, comenta Iannuzzi – CEO de Benefícios da MDS Brasil. 

Durante o evento, um painel sobre Gestão de Saúde e Qualidade de Vida contou com a participação de especialistas do setor. Outro painel, focado na Flexibilidade na Jornada de Trabalho, trouxe experiências e perspectivas sobre modelos que conciliam eficiência e bem-estar do colaborador. A palestra do bicampeão olímpico Giovane Gávio ressaltou a conexão entre saúde, performance e espírito de equipe, oferecendo insights sobre liderança e motivação. 

Além das atividades formais, o evento contou com o espaço “De Bem Com a Vida”, dedicado a experiências que reforçam práticas de autocuidado e saúde integral. 

São Paulo se prepara para receber o The Town: saiba como se proteger em grandes eventos

Capital de eventos e encontros culturais de grande porte, São Paulo deve reunir milhares de pessoas nos próximos dois fins de semana durante o The Town. Em meio à movimentação intensa e aos deslocamentos por diferentes pontos da cidade, surgem também os desafios de segurança para quem quer aproveitar com tranquilidade.

Patrocinadora oficial do The Town, a Porto reforça seu compromisso com a proteção e o bem-estar das pessoas dentro e fora do festival. Segundo levantamento da companhia, eventos como Réveillon, Carnaval e grandes festivais, incluindo o próprio The Town, registraram aumento médio de 61% no número de propostas e 58% nos seguros contratados, em comparação com outros períodos do ano. Também houve crescimento nas contratações para o Festival de Parintins, Fórmula 1 e São João de Campina Grande, com altas de até 10% em propostas e 4% na contratação.

No caso do seguro viagem, o volume de contratações cresce até 20% entre maio e agosto, refletindo o calendário de férias e eventos. Já os acionamentos por extravio de bagagem triplicaram no período. Outro dado que chama a atenção é o protagonismo das mulheres na hora de garantir proteção: elas representam 54% da base atual de clientes com seguro viagem, o que reforça o papel feminino no planejamento e na segurança das viagens.

Pensando nesse cenário, a Porto Seguro – uma das principais seguradoras do país – preparou um guia com dicas essenciais para quem vai curtir o evento e quer se proteger de imprevistos, especialmente com o celular ou durante deslocamentos.

Dicas da Porto Seguro para proteger o celular antes de curtir o festival

✔ Ative o bloqueio de tela
• Use senha, biometria ou reconhecimento facial.
• Configure o bloqueio automático após poucos segundos sem uso.

✔ Reforce a segurança nos aplicativos
• Proteja apps de banco, redes sociais e mensagens com senha ou biometria.

✔ Evite deixar apps financeiros visíveis
• Remova-os da tela principal e organize em pastas ocultas ou protegidas por senha.

✔ Anote o número do IMEI e guarde em local seguro
• Digite *#06# para descobrir o número.
• Esse dado é essencial para bloqueio do aparelho em caso de roubo.

✔ Proteja fisicamente o aparelho
• Use película e capa anti-impacto.
• Em locais com risco de água, prefira capas vedantes à prova d’água.

HDI Seguros entrega revitalização da quadra poliesportiva da Escola Municipal Professora Lireda Facó

Screenshot

por HDI

O tão aguardado dia chegou! No próximo dia 09 de setembro, Fortaleza será palco de um evento transformador para a comunidade escolar. A inauguração da quadra da Escola Municipal Profª Lireda Facó, no bairro Granja Lisboa, marca o início de uma nova fase para as crianças e adolescentes da região. O projeto Brincando na Quadra, patrocinado pela HDI Seguros, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte do Governo Federal, e realizado pela Associação Fábrica de Saúde, Esporte e Cultura, promete ir além da entrega de um novo espaço esportivo — ele representa uma mudança concreta na vida de jovens atletas.

A quadra foi completamente reformada e equipada com um piso moderno de plástico polipropileno copolimerizado, que proporciona maior conforto térmico e segurança para a prática esportiva. O novo revestimento conta com um sistema de amortecimento de impacto que reduz em até 20% o risco de lesões. A reforma incluiu pintura do espaço, troca do telhado do ginásio e instalação de equipamentos essenciais, como traves de futsal, tabelas de basquete, traves de vôlei e outros equipamentos esportivos essenciais. A nova estrutura garante um ambiente seguro, acessível e ideal para o desenvolvimento esportivo e social dos estudantes.

“Estamos muito felizes em ver a transformação que a quadra da Escola Municipal Profª Lireda Facó vai proporcionar à comunidade. O Brincando na Quadra não é apenas sobre esporte, mas sobre abrir portas para um futuro mais promissor para essas crianças e adolescentes. Através do esporte, conseguimos criar um ambiente de inclusão, aprendizado e, acima de tudo, esperança”, destaca Bruno Wellington, presidente da Associação Fábrica de Saúde, Esporte e Cultura.

Após a inauguração, a quadra será aberta para uso da comunidade escolar, com o início imediato das oficinas esportivas. Durante dois meses, 500 crianças e adolescentes participarão de atividades como futsal, basquete, handebol e vôlei, sempre acompanhados por educadores físicos capacitados. As oficinas visam promover o aprendizado, o espírito de equipe e a construção de um futuro mais saudável e inclusivo.

O encerramento do ciclo será marcado por um torneio esportivo, que reforçará a importância do trabalho coletivo e da convivência saudável. Além disso, todos os materiais esportivos utilizados nas oficinas serão doados à escola, garantindo a continuidade das atividades mesmo após o fim do projeto.

A comunidade está convidada para a cerimônia de inauguração no dia 09 de setembro, às 10h, uma oportunidade de celebrar junto aos alunos e conhecer de perto a nova estrutura da quadra.

Para saber mais sobre os projetos da Associação Fábrica de Saúde, Esporte e Cultura, acesse fabrica.ong.br ou siga @fabrica.ong.br nas redes sociais.

Munich Re e Swiss Re alertam para riscos crescentes e reforçam papel estratégico do resseguro

No tradicional encontro anual de Monte Carlo, que marca o início das discussões para as renovações de janeiro, Munich Re e Swiss Re trouxeram mensagens claras: o mercado global de resseguros vive um ambiente de riscos crescentes e demanda elevada, no qual a disciplina de preços, a robustez de capital e a inovação em soluções de transferência de risco serão determinantes para garantir a resiliência da indústria.

Para a Munich Re, a conjuntura geopolítica e macroeconômica aumenta a incerteza e pressiona a necessidade de proteção. Inflação volátil, tarifas comerciais imprevisíveis e perdas naturais em escala recorde — que desde 2020 superam US$ 100 bilhões anuais em indenizações seguradas — colocam o gerenciamento de riscos no centro da agenda.

Segundo Thomas Blunck, membro do board da companhia, o setor seguirá como “escudo protetor das economias nacionais contra grandes riscos”. No primeiro semestre de 2025, os desastres naturais já resultaram em US$ 80 bilhões em perdas seguradas e US$ 131 bilhões em perdas econômicas totais, com destaque para tempestades severas nos EUA.

Stefan Golling, também membro do board, reforçou que a Munich Re mantém capacidade estável e independente de retrocessão, capaz de suportar até mesmo um furacão de mais de US$ 100 bilhões em perdas de mercado sem comprometer sua solvência.

Outro ponto central é o avanço do risco cibernético, cuja percepção cresce entre empresas, mas ainda encontra baixa penetração de seguro. A Munich Re projeta que esse mercado dobre de tamanho até 2030, alcançando US$ 30 bilhões em prêmios.

A resseguradora também destacou investimentos em novas fronteiras de cobertura — de baterias de armazenamento a energia geotérmica, passando por soluções paramétricas e aplicações de inteligência artificial — fruto da integração entre seguro primário, seguros especializados e resseguro.

Em Monte Carlo, a Swiss Re chamou atenção para o impacto da incerteza global no mercado de (re)seguros. Tensões geopolíticas, políticas protecionistas e mudanças econômicas estão remodelando cadeias de suprimentos, elevando custos e aumentando os riscos de fragmentação de longo prazo. Nos últimos 12 meses, mais de 70 países registraram protestos significativos, reforçando a necessidade de uma compreensão holística dos riscos e de uma subscrição disciplinada.

As catástrofes naturais continuam no centro das preocupações da indústria. Segundo o Swiss Re Institute, a combinação de crescimento econômico, inflação de sinistros e eventos mais intensos levou as perdas seguradas anuais a superar consistentemente a marca de US$ 100 bilhões. Em anos de pico, esse valor pode chegar a US$ 200 bilhões ou até US$ 300 bilhões, ressaltando a importância de medidas preventivas, como padrões de construção mais robustos, melhor zoneamento urbano e investimentos em resiliência climática por meio de parcerias público-privadas.

Outro ponto central foi o papel transformador da inteligência artificial. A Swiss Re avalia que o uso de IA para processar dados não estruturados — como e-mails, contratos e arquivos de sinistros — deixou de ser uma aspiração técnica e se tornou requisito competitivo. Para a resseguradora, a combinação de expertise, tecnologia e parcerias será decisiva para transformar esse potencial em realidade e fortalecer a resiliência do setor diante de riscos crescentes.

Crescimento das receitas de P&C

A Swiss Re destacou o crescimento do mercado global de property & casualty (P&C), que dobrou em 20 anos, alcançando US$ 2,4 trilhões em prêmios. Segundo o Swiss Re Institute, a tendência é que o setor siga crescendo em linha com o PIB mundial, quase duplicando novamente até 2040.

De acordo com Jérôme Jean Haegeli, economista-chefe global da Swiss Re, o crescimento não é apenas de escala, mas de “capacidade e resiliência”, com maior eficiência na precificação, gestão e transferência de riscos. A demanda crescente por resseguro confirma o papel da indústria como absorvedora de choques sistêmicos.

O relatório sigma mostra que a desagregação da cadeia de valor é um vetor de eficiência, com brokers e MGAs assumindo funções de subscrição e distribuição. Ao mesmo tempo, soluções alternativas — como cativas e pools públicos-privados — ampliam a capacidade em regiões expostas a catástrofes.

Para Gianfranco Lot, Chief Underwriting Officer de P&C Reinsurance da Swiss Re, a adoção de inteligência artificial tende a dividir o setor entre “seguradoras globais orientadas por dados e players especializados mais ágeis”, em um contexto de transferência crescente de riscos para resseguradoras.

Ambas as companhias reforçam que o mercado entra na temporada de renovações de 2026 com demanda em alta e capacidade estável, o que deve garantir equilíbrio, mas também manter a disciplina de preços. Para a Munich Re, preços adequados ao risco são condição inegociável. Já a Swiss Re aponta que a diversificação de players e estruturas vem ajudando a manter o seguro acessível, mesmo em um mundo mais arriscado.

Inovação será decisiva em nova fase de desaceleração do mercado de resseguros, alerta Howden

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A Howden Re, braço global de resseguros, mercados de capitais e consultoria estratégica da Howden, lançou o relatório “Quem ousa vence: Inovação em uma era de forte desaceleração do mercado”. O estudo revela que, desde 2022, ingressaram US$ 35 bilhões no setor de resseguros. O estudo afirma que “aqueles que combinam conhecimento de mercado com execução técnica, diversificação de portfólio e estruturas inovadoras estarão mais bem posicionados para ter sucesso nesta próxima fase do ciclo de resseguros”.

Segundo o relatório, em um período de “forte desaceleração do mercado, as resseguradoras devem adotar a inovação, a disciplina e a diversificação para sustentar o crescimento e a resiliência”. “Aqueles que inovam e se adaptam prosperarão”, afirma a Howden. “Exposições antes tratadas como riscos secundários — como tempestades convectivas severas, enchentes e incêndios florestais — já não podem ser consideradas secundárias.”

Desde 2020, as perdas por catástrofes naturais têm ultrapassado US$ 100 bilhões anuais, restringindo capacidade, corroendo margens e aumentando a cautela em relação a exposições de maior frequência.

O grupo ressalta ainda que os ramos de responsabilidade civil seguem desafiadores, mas a rentabilidade continua possível para resseguradoras dispostas a inovar e assumir riscos calculados. Cibersegurança, energias renováveis, MGAs e crescimento em mercados emergentes são algumas das oportunidades mapeadas.

Entretanto, nesta fase de desaceleração, a expansão da receita já não pode depender principalmente da dinâmica de preços. As seguradoras precisam inovar para manter o crescimento rentável, recomenda a Howden.

Após o recente ciclo de endurecimento de taxas (2022-2023), o setor entra em um período de desaceleração. As taxas vêm caindo, mas ainda permanecem elevadas diante de prêmios de risco estruturalmente mais altos. Esse movimento, segundo o relatório, parte de uma posição de solidez histórica nos preços, o que mantém amplas margens de rentabilidade para aqueles preparados para inovar e subscrever de forma seletiva.

A rentabilidade das seguradoras, de fato, melhorou nesse ambiente, com retornos bem acima do custo de capital. Ainda assim, as cedentes permanecem altamente expostas a catástrofes naturais, retendo 62% de toda a exposição modelada em 1º de janeiro de 2025. Os incêndios florestais em Los Angeles, em janeiro, representaram a maior perda individual para resseguradoras desde 2011, evidenciando um mercado em equilíbrio delicado.

A década de 2020 vem sendo marcada por turbulências e crises interligadas — dos efeitos persistentes da Covid-19 a conflitos geopolíticos, ataques cibernéticos, violência política e catástrofes naturais. Essas pressões, somadas à inflação e aos juros altos, remodelaram a dinâmica de rentabilidade e desafiam a alocação de capital.

Desde 2022, cerca de US$ 35 bilhões em novo capital entraram no setor, o equivalente a 7% do capital total dedicado ao resseguro — bem abaixo dos 15% a 17% observados em ciclos anteriores. A maior parte desse volume está concentrada em títulos vinculados a seguros (ILS), enquanto startups são raras, refletindo a cautela dos investidores e a preferência por alocações mais disciplinadas.

Nos ramos de responsabilidade civil, a pressão segue intensa devido à litigiosidade e à inflação social, especialmente em seguros gerais, automóveis comerciais e responsabilidade civil de resseguros nos EUA. Por outro lado, segmentos como indenizações trabalhistas e negligência médica permitiram que seguradoras reportassem redundâncias líquidas de reservas em 2024. Ainda assim, a Howden observa que esse ciclo de reservas é mais longo e superficial do que a crise de responsabilidade civil do início dos anos 2000.