Bradesco Auto/RE lança seguro residencial sob medida

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Com objetivo de oferecer um seguro adequado para cada cliente, o Grupo Bradesco Seguros, por meio da Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros, lança em outubro o Bradesco Residencial Sob Medida, com ampla rede de cobertura. Entre as novidades, o seguro garante proteção a escritório em residência, para quem faz home office, e contratos exclusivos para microempreendedores (MEI), com extensão das coberturas para máquinas, móveis, utensílios e mercadorias.

Outra novidade é a inclusão de mais itens na cobertura básica. Além da proteção contra incêndio, queda de raio e explosão, a cobertura passou a contemplar: impactos de veículos, queda de aeronave, incêndio decorrente de queimadas, fumaça, recomposição de documentos pessoais e do imóvel, e proteção contra tumulto, greve e lockout, que é a suspensão coletiva de trabalho.

“O novo produto oferece flexibilidade para o segurado, além de garantir uma cobertura mais abrangente, com diversos serviços incluídos”, ressalta Ney Dias, diretor-geral da Bradesco Auto/RE. Ao todo, são oferecidas 19 diferentes coberturas, incluindo proteção contra roubo em residência de veraneio, moradia temporária, equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos, desastres naturais (desmoronamento, vendaval, terremoto, maremoto, alagamento etc), entre outros serviços.

 

O segurado conta ainda com assistência dia e noite de serviços como check-up residencial, assistências de informática sustentável com descarte ecológico, de eletrodoméstico e até transporte de animais domésticos.

Seguradora Líder apresenta proposta do Seguro DPVAT aos presidenciáveis

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A Seguradora Líder entregou aos candidatos à Presidência da República um relatório com os dados recentes do Seguro DPVAT e uma proposta de aperfeiçoamento do atual modelo de gestão do benefício. Como muitas mudanças dependem de alterações legais e, consequentemente, de decisões dos Poderes Executivo e Legislativo, o objetivo é sensibilizar e buscar o apoio dos futuros governantes para a importância do seguro, diante dos alarmantes números do trânsito. Nos últimos 10 anos, foram pagas mais de 500 mil indenizações do Seguro DPVAT por morte no trânsito. Mais de 3,1 milhões de pessoas ficaram com algum tipo de invalidez permanente. Assim, a segurança no trânsito e o amparo às vítimas surgem como grandes desafios a serem vencidos pelos novos governantes que assumirão em janeiro de 2019.

O documento “Seguro DPVAT – Agenda 2019” lança luz sobre o Seguro DPVAT, ressaltando os avanços da nova gestão da Seguradora Líder e os projetos de aperfeiçoamento do modelo de gestão, destacando as 19 propostas de mudanças. Para a elaboração, a Seguradora Líder realizou um estudo, com o apoio de uma consultoria internacional, no qual foram analisados os modelos de seguro de acidentes de trânsito adotados em 36 países.

Seguradora Líder propõe que a indenização máxima no país passe de R$ 13,5 mil para R$ 25 mil

A partir daí, foi produzido um documento com as sugestões de aprimoramento do seguro e encaminhado à Superintendência de Seguros Privados (Susep), em documento assinado conjuntamente com a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) e a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

Entre as propostas está, por exemplo, a atualização das importâncias seguradas. Os valores das indenizações pagas às vítimas no Brasil estão sem reajustes há 11 anos. A Seguradora Líder propõe que a indenização máxima no país passe de R$ 13,5 mil para R$ 25 mil.

O Seguro DPVAT é um direito dos mais de 208 milhões de brasileiros, sejam motoristas, passageiros ou pedestres, mesmo sem apuração de culpa. O papel social do seguro mostra a importância de se construir uma Agenda 2019 que traga avanços ao benefício. Ao chamar a atenção do Poder Público para o tema, a Líder reforça seu compromisso de colaborar com estudos e informações que contribuam para o desenvolvimento de políticas públicas de educação e prevenção a acidentes.

Sincor-SP realiza maior Conec, com mais de 10 mil participantes

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O Sincor-SP (Sindicato dos Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo) realizou a 18ª edição do Conec, com o tema “Distribuição de seguros: essa força é nossa!”, entre os dias de 27 a 29 de setembro. O evento neste ano, que é o maior do setor de seguros na América Latina, bateu recordes, ficando conhecido como “O maior Conec de todos os tempos”.

Reinventar-se superando as expectativas no evento é desafio do Sincor-SP a cada edição. Para este ano, o congresso contou com importantes mudanças. A primeira é que o evento foi realizado em novo local, no Transamerica Expo Center, para receber 10 mil participantes. Na 17ª edição, em 2016, 6.600 profissionais estiveram reunidos em três dias de congresso.

“Vivemos um mundo de mudanças – isso deixou de ser questionado. E essas mudanças, que muitos tratam como ameaças, o Sincor-SP enxerga como oportunidades”, disse o presidente do Sincor-SP, Boris Ber, na cerimônia de abertura. “A oportunidade, a mudança, traz riscos, mas também a certeza de que quando enfrentamos os desafios com planejamento e coragem, somos vencedores. Por isso, o Sincor-SP encarou o desafio de mudar o Conec”.

A formatação da grade de palestras teve como foco o futuro da corretagem de seguros, com impactantes temas debatidos em um mesmo auditório. A Exposeg contou com a presença de mais de 50 empresas do setor, comprometidas em intensificar o relacionamento com os corretores de seguros. Na parte de entretenimento, os congressistas assistiram aos shows dos cantores Thiaguinho e Luan Santana, e participaram do sorteio de nove automóveis.

O evento contou com ampla cobertura da imprensa especializada e também foi notícia em veículos da grande imprensa. A TV Sincor-SP também estava presente e realizou a produção de vídeos e entrevistas exclusivas.

A cerimônia de abertura do 18º Conec trouxe ao palco personalidades do mercado de seguros, como o superintendente da Susep, Joaquim Mendanha de Ataídes, o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, do SindsegSP, Mauro Batista, da Escola Nacional de Seguros, Robert Bittar, além do presidente do Sincor-SP e toda diretoria executiva. Os profissionais reforçaram a capacidade técnica do mercado de seguros e o quanto o Brasil precisa estar ajustado nesse padrão de solvência.

Representando o prefeito de São Paulo durante a solenidade, o vereador Police Neto elogiou a solvência do mercado de seguros. “O setor tem uma poupança de quase R$ 1 trilhão e apresenta uma organização sólida e uma capacidade técnica para calcular riscos. Infelizmente, quando olhamos para o setor público não é assim que funciona. A sociedade e a política brasileira precisam dessa expertise do mercado de seguros”, acredita o vereador.

O tema também foi abordado no painel “Política e o setor de seguros – Pauta construtiva para o futuro”, que teve como âncora o jornalista Ricardo Boechat. Na ocasião, o presidente da CNseg questionou a importância dada pelo governo ao setor. “Temos que exigir que o setor de seguros passe para o centro de políticas públicas no Brasil, e não estamos falando de protecionismo, mas de leis que são importantes, não apenas para o setor, mas também para a sociedade”.

Neste sentido, o presidente licenciado do Sincor-SP, Alexandre Camillo, ressaltou a importância de inserir a política setorial no contexto da política nacional. “Se em um semestre tão difícil como o primeiro de 2018 conseguimos crescer 9%, imagina com maior representatividade”, destacou.

Com o tema “Visão de futuro para um Brasil melhor”, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, traçou um panorama dos acontecimentos que marcaram o País nos últimos anos. Segundo ele, o Brasil passou de um estado de euforia – com o crescimento da economia, grande prestígio internacional, escolha do País como sede da Copa do Mundo e das Olimpíadas – para um estado de depressão – com o desemprego, a crise econômica e os graves escândalos de corrupção.

Para Barroso, apesar do cenário desfavorável, nos últimos 30 anos o Brasil teve três importantes avanços, que devem ser celebrados. O primeiro diz respeito à estabilidade econômica. “O Brasil é um país de muitos abalos institucionais. Portanto, essa estabilidade deve ser celebrada”, disse. O segundo é a estabilidade monetária. “O período de inflação era um flagelo. Com o Plano Real, finalmente saímos desse cenário”. Já o terceiro motivo para comemorar diz respeito às importantes vitórias sobre a pobreza extrema, conquistadas nos últimos anos.

O presidente do Conselho de Administração da Porto Seguro, Jayme Brasil Garfinkel, esteve entre os debatedores e defendeu a parceria entre a iniciativa privada e as redes de ensino. “Não existe motivo para as empresas não terem benefício fiscal se investirem em educação. O Estado poderia controlar o desempenho dessas escolas. É uma relação na qual todos ganhariam”. Ante aos desafios, o 1º secretário do Sincor-SP, Marcos Abarca, também lembrou a importância da sociedade ocupar o espaço democrático de maneira efetiva. “Não podemos delegar esse poder”, frisou.

Durante o painel “Insurtech: tecnologia do presente – Preparando o futuro da corretagem de seguros”, especialistas abordaram as oportunidades de inovação disponíveis aos corretores de seguros. As insurtechs desenvolvem sistemas e aplicativos para seguradoras e corretoras, e, cada vez mais, crescem em número no mercado. “Em 2017, mapeamos 78 insurtechs no Brasil. No mundo, já são 1,5 mil”, contou o integrante do Comitê de Insurtechs da Câmara-e.net, Robson Machado.

No painel “O carro do futuro e o mercado de seguros”, o coordenador do Comitê de Inovação do Sincor-SP, Marcelo Blay, trouxe uma cena que parece ficção cientifica, mas em sua visão será realidade do setor muito em breve. “Imagine a seguinte cena: uma jovem faz o pedido de um carro na Amazon, pelo aplicativo de assistente pessoal Siri. Ao entrar no carro, a seguradora do veículo, também por app, oferece o trajeto mais seguro até o destino desejado. Imagine então que ao chegar ao destino, a motorista acabe batendo o veículo em um poste. Ao acionar a seguradora, é orientada a mandar fotos do sinistro pelo aplicativo, resolvendo toda a questão por meio virtual. Como vamos atuar nesse novo mercado? Em qual momento nós, corretores, estaremos inseridos? Devemos pensar agora o que vamos oferecer futuramente”.

O painel “Papel do mercado de seguros na construção do futuro”, que reuniu presidentes de seguradoras, mostrou que a categoria dos corretores de seguros, apesar da mudança do mercado, tem muito a comemorar. Eles compartilharam a opinião de que os produtos de seguros terão mudanças, o corretor de seguros precisará acompanhar o novo comportamento do consumidor, desenvolvendo novas soluções e se fazendo presente nos canais em que o cliente deseja estar, mas neste setor um fator essencial é o relacionamento e esse diferencial não vai acabar.

SulAmérica promove ação interna pelo voto consciente

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Em um período de amplos debates que envolvem a esfera política, a SulAmérica, maior seguradora independente do País, promoverá nesta quinta-feira (4), às 9h30, uma live (transmissão de vídeo ao vivo na internet) voltada a seus colaboradores com o cientista político Humberto Dantas. O objetivo da ação, realizada às vésperas do processo eleitoral nacional, é apresentar aos funcionários, de forma didática e com total isenção partidária, assuntos básicos da política, como o exercício da cidadania, o funcionamento do sistema eleitoral brasileiro e deveres e direitos dos candidatos, de modo que possam realizar uma escolha consciente.

“Como empresa cidadã, a SulAmérica está fornecendo aos colaboradores informações para uma escolha cuidadosa e qualificada, apoiando o exercício da cidadania por meio do estímulo do voto consciente”, afirma o superintendente de Sustentabilidade, Tomás Carmona.

O cientista político convidado, Humberto Dantas, é doutor pela USP, pesquisador da FGV-SP e coordenador de pós-graduação em Ciência Política da FESP-SP, além de possuir Master em Liderança e Gestão Pública do Centro de Liderança Pública (CLP).

Além da palestra de Dantas, informações serão transmitidas aos colaboradores por meio dos canais e ferramentas de comunicação interna da empresa. Mensagens serão exibidas nas televisões corporativas, informações estarão disponíveis no site de portal do funcionário e cartilhas com orientações serão distribuídas.

CNseg apresenta propostas do setor aos presidenciáveis

Fonte: CNseg

Independente do candidato eleito, uma certeza une a todos: o Brasil precisa de mais proteção.  O objetivo é contribuir com medidas concretas, propostas pelos especialistas do mercado segurador, para a superação dos desafios que estarão diante dos eleitos em outubro, para o governo e o Congresso Nacional.

O setor de seguros dispõe de ativos, para garantir os riscos assumidos, da ordem de R$ 1,2 trilhão – equivalentes a 25% da dívida pública brasileira -, montante que o posiciona entre os grandes investidores institucionais do país. Com movimento de receitas que já representam 6,5% do PIB brasileiro, o setor tem potencial para crescer ainda mais. “Estamos na 46ª posição do ranking mundial em consumo per capita, em descompasso com a economia do país, a nona maior do planeta”, analisou o presidente da CNseg, Marcio Coriolano.

Em defesa de um cenário mais favorável ao desenvolvimento do setor, o documento “Propostas do Setor Segurador Brasileiro aos Presidenciáveis – 2018” destaca:

– Sua importância no contexto da reforma da Previdência Social, para reduzir a vulnerabilidade do Estado.

– Um marco regulatório favorável à expansão do seguro rural, oferecendo mais musculatura ao agronegócio.

– A necessidade do seguro de garantia para grandes obras de infraestrutura.

– A democratização do acesso a planos e seguros de saúde com regras objetivas de compartilhamento de riscos e atendimento assistencial.

– A relevância econômica e social do segmento de capitalização.

– A urgência de aperfeiçoamento das regras de aplicação de seus ativos, tendo em vista o papel de investidor institucional do setor.
O conjunto de ações para promover a inclusão social, por meio dos seguros populares.

“Sintetizado em 58 páginas, é sustentado em diagnósticos setoriais e aponta que avanços periódicos dos modelos regulatórios e o incentivo à aquisição de produtos do setor segurador são premissas fundamentais para o setor colaborar com o poder público na nobre tarefa de proteger o patrimônio, a vida, o futuro e a saúde dos brasileiros, além de criar um ambiente mais favorável aos negócios no país”, explicou Coriolano.

As 22 propostas foram apresentadas numa entrevista coletiva na sede da CNseg. Marcio Coriolano listou os significantes números do setor, que arrecada anualmente R$ 460 bilhões e paga aos consumidores aproximadamente R$ 280 bilhões

A CNseg reforça, ainda, o enorme potencial de crescimento do mercado nacional de seguros. Está pronta para colaborar diante dos grandes desafios que se desenham em nossa sociedade, como os da longevidade, dos riscos cibernéticos ou decorrentes das mudanças climáticas. “O setor segurador é parceiro ideal para concretizar a agenda social e econômica do novo governo, ao proteger a população de toda a espécie de riscos e desonerar o orçamento do Estado pela oferta e manutenção de produtos com coberturas assistenciais complementares, como os planos de saúde privados e os planos de previdência complementar aberta”, sublinhou o presidente.

As 22 propostas foram apresentadas numa entrevista coletiva na sede da CNseg. Marcio Coriolano listou os significantes números do setor, que arrecada anualmente R$ 460 bilhões e paga aos consumidores aproximadamente R$ 280 bilhões. A participação no Produto Interno Bruto (PIB) do setor que promove a saúde e protege patrimônios e responsabilidades atinge 6,5%. E os ativos formam um “Everest” da nossa poupança: impressionante R$ 1,2 trilhão. O cenário desenhado pelas cifras explica por que a área de seguros passou ilesa pela crise financeira. “Daí, a certeza que precisamos estar no centro das políticas públicas”, referendou.

Alertando que as políticas micro e macroeconômicas precisam se ocupar do papel do setor na vida nacional, ele destacou a necessidade de uma modernização produtiva das empresas seguradoras, confirmando sua vocação de resiliência. Assim, o mercado de seguros pode contribuir com o crescimento econômico e ampliar a segurança da população.

Num relato objetivo e transparente, Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar, falou sobre os novos produtos que poderão ampliar o acesso aos planos de saúde, incluindo idosos e incentivando jovens a participar. “Precisamos de um novo marco legal para contemplar esses novos produtos e modelos”, argumentou. “Queremos apostar num formato de atenção básica, no gênero médico de família, e assim quebrar o modelo de excessiva especialização, que gera desperdício e ineficiência”.

E defendeu o alinhamento à nova estratégia internacional do setor. “O mundo caminha para valorizar a qualidade no atendimento”, acrescentou, reconhecendo que o progresso na relação com os clientes é a solução para compensar o ônus dos reajustes.

Temos o desafio de ajudar a desafogar o Sistema Único de Saúde, dando condições aos aposentados para ficar na saúde privada

Edson Franco, presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida, informou que a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da USP (FIPE-USP) realiza estudo para propor uma mudança baseada no projeto atual e outra paralela com base em quatro pilares para aprimorar a aposentadoria oficial: um deles com foco assistencial; outro similar ao INSS e com contribuição; capitalização individual, podendo usar parte dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e, por último, o privado. “Além disso, temos o desafio de ajudar a desafogar o Sistema Único de Saúde, dando condições aos aposentados para ficar na saúde privada”, comentou. “Especialmente diante do quadro de aumento da longevidade da população”, completou.

As propostas do setor para os presidenciáveis também contemplam o segmento de capitalização. De acordo com o diretor-Executivo da FenaCap, Carlos Alberto Corrêa, “novos produtos de capitalização podem promover a elevação aos índices de poupança interna e ampliar os benefícios oferecidos pelos títulos de capitalização”. Entre esses produtos, o de filantropia premiada, que permitiria que a pessoa doasse os recursos acumulados no plano de capitalização para alguma entidade beneficente.

Em relação aos seguros inclusivos, voltados à população de mais baixa renda, o diretor Técnico da CNseg, Alexandre Leal defendeu alguns incrementos na regulação da Susep que permitam a comercialização dos produtos relacionados nos mesmos canais utilizados pelo mercado financeiro, além de isenção de IOF e de outros tributos.

Veja a matéria completa no portal da CNseg.

Porto Conecta encerra atividades

A Porto Seguro Conecta, operadora virtual do grupo Porto Seguro, comunicou que vai encerrar suas atividades. A empresa alugava da Tim sua infraestrutura, que agora irá assumir a base de assinantes da MVNO. São aproximadamente 500 mil linhas, concentradas basicamente em M2M (machine to machine).

Em nota enviada aos corretores, a Porto Seguro comunica que estabeleceu um compromisso de cooperação para migração de clientes de voz e dados da Porto Seguro Conecta com a TIM. Desta forma, após um período de transição, a companhia deixará de atuar nesse segmento. “O nosso objetivo com essa transação é concentrar esforços em negócios que alcancem diferenciais competitivos”, informou.

A transição será realizada de forma suave e os clientes da Porto Seguro Conecta continuarão sendo atendidos normalmente, sem qualquer intercorrência na prestação de serviço e no atendimento. Você poderá prosseguir normalmente com as suas atividades. A Porto Seguro e a TIM estão trabalhando para garantir aos clientes planos similares aos que já possuem.

A conclusão da operação está sujeita a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e, somente depois desse processo, a migração de clientes será iniciada.

Segundo a TIM, a operadora proporcionará aos clientes migrados ofertas de voz e dados com manutenção dos valores e dos benefícios para os segurados do grupo Porto Seguro, por intermédio da própria Porto Seguro.

Primeira operadora virtual do mercado brasileiro, a Porto Seguro Conecta iniciou suas atividades em 2013. Além de apostar no mercado de M2M, que hoje poderia migrar para IoT (Internet das Coisas), a possibilidade de fazer pacotes cruzados, como a extensão de benefícios da operação móvel para os clientes do braço de seguros, era anunciada como um de seus pontos fortes.

“Projetos de Vida na Ponta do Lápis” promove palestras e leva educação financeira para mais de 77 mil pessoas

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Com selo ENEF renovado, a iniciativa soma mais de 1,7 mil palestras; o objetivo é auxiliar os participantes a ter uma vida financeira saudável
São Paulo, 02 de outubro de 2018 – Esclarecer dúvidas e ajudar na manutenção de uma vida financeira saudável – esta é a principal proposta da iniciativa Projetos de Vida na Ponta do Lápis (PVPL), desenvolvida pela Brasilprev, líder do mercado de previdência privada no país, juntamente com a Principal e a Trevisan Escola de Negócios. O projeto foi criado há oito anos e, desde então, vem promovendo palestras sobre educação financeira. As aulas são ministradas em escolas públicas e privadas, associações de bairros e outras entidades da capital e do ABC paulista. Interessados, podem enviar um e-mail para educacaofinanceira@brasilprev.com.br.

Já foram realizadas mais de 1,7 mil palestras, todas gratuitas, para mais de 77 mil pessoas. Os instrutores são treinados para orientar os participantes sobre como gerenciar suas finanças. João Pedro, um dos multiplicadores, comenta sua visão do projeto “Ao conhecer a iniciativa tive vontade de ser um palestrante para contribuir com a disseminação da educação financeira para os jovens. Vejo que o PVPL é capaz de transformar vidas, auxiliando pessoas a conquistarem seus sonhos, por meio da organização financeira pessoal”.

As palestras apresentam um índice de satisfação elevado, de 90%. Os alunos afirmam que a exposição os deixa mais seguros para tomar decisões em relação ao dinheiro e assim realizar objetivos, uma vez que entendem os benefícios de se planejar financeiramente.

Em 2016, o projeto foi certificado e recebeu o Selo ENEF da Estratégia Nacional de Educação Financeira. Em setembro de 2018, a ação recebeu a manutenção do selo e afirmou sua validade até 2019. A ENEF é liderada por órgãos do Governo Federal e da sociedade civil, e reconhece empresas que contribuem para o fortalecimento da cidadania, a solidez do sistema financeiro nacional e a tomada de decisões conscientes por parte dos cidadãos.

Para Cinthia Spanó, gerente de Comunicação Corporativa e Sustentabilidade da Brasilprev, a iniciativa é motivo de orgulho para a empresa: “Uma das prioridades da Brasilprev é incentivar a formação de cultura previdenciária. Ao promover um projeto como o PVPL, que promove a educação financeira, estamos indo ao encontro desse objetivo, auxiliando milhares de pessoas a realizar projetos e se preparar para o futuro”.

Qualicorp perde valor e acionistas devem buscar ressarcimento

Hoje o jornal Valor Econômico publicou uma interessante matéria com a Qualicorp, maior administradora de planos de saúde por adesão do país, que certamente trará repercussões para as seguradoras que atuam em seguro D&O. O texto conta que a corretora perdeu quase R$ 1,4 bilhão em valor de mercado no pregão de ontem. As ações caíram 29,37% após a companhia informar que assinou um contrato no valor de R$ 150 milhões com seu fundador e presidente, José Seripieri Filho, conhecido como Júnior, para que ele não venda toda sua a sua participação, nem crie negócios concorrentes por um período de seis anos, renovável por mais dois anos.

Segundo o Valor apurou, Júnior vinha sinalizando há meses sua intenção de deixar a Qualicorp e já tinha em mente novos projetos na área da saúde, que agora serão incorporados à companhia. Surpreendidos com o acordo, investidores começam a se preparar para a briga e pretendem levar a discussão à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e à Justiça. Ontem, passaram o dia em contato sobre o que e como fazer. A autarquia abriu ontem mesmo um procedimento para escrutinar o compromis so.

Agronegócios atrai a atenção do IRB, que prevê crescimento mínimo de 10% em 2019

Miguel Fonseca de Almeida, responsável por resseguro no segmento de agricultura do IRB Brasil RE, acredita que as vendas de seguro rural devem crescer, no mínimo, 10% em 2019. Veja abaixo a entrevista:

Quais as tendências de crescimento do seguro rural no Brasil?

Temos visto o grupo de ramos rural crescendo nos últimos anos em dois dígitos, de forma recorrente, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Para 2018, estimamos que o mercado primário produzirá algo em torno de R$ 4,9 bilhões, o que representaria um crescimento de 16% sobre o ano de 2017. Já para 2019 esperamos um crescimento mínimo de 10%. É importante ressaltar, todavia, que o potencial de crescimento ainda é muito grande, considerando a baixa penetração do seguro agrícola.

O Brasil difere muito de outros países?

Outros mercados mais maduros em termos de seguro rural possuem uma taxa de penetração muito superior à brasileira, algo superior à 40% da área plantada, podendo chegar até 80%. Invariavelmente estes mercados possuem muito mais história de vida com erros e acertos, dados consistentes, produtos mais sofisticados, coberturas diferenciadas e etc, como o mercado americano onde o Congresso autorizou o Seguro na década de 30. No caso Brasileiro, apenas nos anos 2000 o seguro agrícola começou sua trajetória de crescimento até os níveis atuais.

Quais iniciativas têm dado certo no exterior?

A transformação de uma agricultura analógica para uma agricultura digital é uma questão de tempo e, diria também, de sobrevivência no Brasil e no Mundo. No lado do setor produtivo há cada vez mais empresas oferecendo os mais diferenciados produtos e serviços, visando sempre ganhos de escala, melhoras na produtividade e sem agredir o meio ambiente, como no caso da agricultura de precisão. Para o lado do mercado privado de seguros e resseguros, a subscrição digital e o uso de aplicativos em smartphone na regulação de sinistros é a principal iniciativa para dar mais agilidade aos processos de aceitação dos riscos e de indenização em caso de perdas cobertas pelo seguro. Essa mudança para uma Agricultura Digital no mercado privado de seguros e resseguros é que fará com que todos mudemos de patamar em produtos e serviços, atendendo ainda mais nossos clientes finais. Como consequências imediatas desta transformação, destacamos a coletas precisa de informações do campo, a redução de erros operacionais, a minimização da interferência humana e dos riscos de fraudes), a criação de bancos de dados cada vez mais complexos e, por consequência, produtos e serviços cada vez mais sofisticados. No Brasil este movimento também está acontecendo, e o IRB Brasil RE tem tido um papel importante neste processo disruptivo como agente fomentador e incentivador de transformação, citando o app de sinistros e produtos paramétricos para o setor.

Quais tendências devem ser trazidas do exterior para o Brasil?

É um movimento esperado de qualquer mercado de seguros agrícola ter os produtos ofertados se desenvolvendo, aperfeiçoando ao longo do tempo. Em alguns mercados mais maduros essa evolução já aconteceu e os produtos de seguro que protegem o produtor contra perdas de produtividade por eventos climáticos mais a variação de preço de uma determinada commodity, ou seja, o faturamento do estabelecimento, são largamente utilizados. No Brasil, lançado com o apoio exclusivo do IRB Brasil RE, este produto já é oferecido há 6 safras, mas a tendência é que ele atinja a sua representatividade esperada em poucos anos. Vemos como uma realidade muito próxima porque está cada vez mais claro para as partes envolvidas (setor privado de seguro e resseguro, setor produtivo, setor financeiro e setor público) que a transferência de risco via contrato de seguro é significativamente mais barato que, por exemplo, o custo de renegociações de dívidas do agronegócio após a quebra de safra em determinada(s) região(ões) por conta do clima e/ou por problemas de fluxo de caixa do setor produtivo em decorrência de mercado (queda de preço da commodity). Os produtos do tipo paramétrico (ou de índices), também já são é uma realidade no exterior e uma tendência no mercado brasileiro. O IRB vê com entusiasmo e tem trabalhado para oferecer ao mercado produtos.

Quais tecnologias devem ser desenvolvidas aqui dentro, como o uso de drones, por exemplo.

O uso de drones no Seguro Agrícola ainda não aconteceu. Na agricultura de precisão já vemos acontecer esse movimento, mas para nosso mercado o uso desta tecnologia no campo ainda precisa ganhar escala e ter empresas com know-how específico para não encarecer os custos da operação e podermos, de fato, tirar o máximo proveito deste equipamentos de ponta. No entanto, o IRB avalia constantemente novas possibilidades e acredita na inovação como diferencial competitivo. Caso surja uma demanda com essas características ou uma maior oferta de serviços, a empresa está preparada para de adaptar.

Responsible insurance avança e pode fazer a diferença na competição

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O conceito de responsible insurance conquista adeptos em todo o mundo, apresenta soluções inovadoras principalmente em mercados emergentes e dá passos efetivos também no Brasil. Tanto que na sexta-feira, 28, a CNseg promoveu o workshop de “Responsible Insurance da Impact Insurance Facility”, em São Paulo, para empresas que ofereçam ou planejem ofertar microsseguros e produtos massificados via varejo ou canais de afinidades. Mas, afinal, o que é responsible insurance?

– Significa entregar produtos apropriados de forma transparente, acessível, justa, responsiva, respeitosa para manter os consumidores informados e capazes de utilizar esses seguros efetivamente- responde Miguel Solana, senior technical officer da Impact Insurance Facility, a divisão da Organização Internacional do Trabalho encarregada de desenvolver projetos de ampliação do acesso ao seguro como mecanismo de proteção social e promoção de valor para os segurados em todo o mundo.

Miguel Solana e Pedro Henrique Fernandes Pinheiro, gerente da CNseg, comandaram o encontro de São Paulo sobre os princípios da responsible insurance. Eles evidenciaram que, para seu avanço, premissas, dilemas e desafios terão de ser enfrentados pelo mercado. O fornecimento da linhagem de seguros responsáveis fará a diferença entre os competidores mais ou menos proativos.

Seguro responsável também quer dizer uso mais efetivo das coberturas para ampliar a satisfação, a confiança e impacto social positivo do seguro. Entre os benefícios para o mercado, estão mais renovação de contratos, aquisição de garantias adicionais e propaganda boca a boca positiva para as compras dos seguros responsáveis. Já as consequências negativas para as empresas refratárias podem ser segurados descontentes, impacto social baixo ou nulo.

A apresentação de cases internacionais dos princípios da responsible insurance reforça a tese de que os produtos responsáveis agregam valor. Há boas dicas para um modelo de negócio bem-sucedido. A começar do design do produto responsivo, que deve atender às necessidades prioritárias dos consumidores; oferecer benefícios considerados valiosos e acessíveis; ser rápido para ajudar consumidores em momentos de choque; ser econômico nas exclusões de riscos, ser de fácil compreensão, pouco burocrático e evitar impactos negativos por falhas do produto.

Outra iniciativa proveitosa: é necessário sempre oferecer educação financeira aos consumidores para a escolha razoável do (s) seguro(s). Na África do Sul, por exemplo, a Hollard Insurance, após investir quase US$ 800 mil em ações de educação, viu sua emissão de apólices de seguro funeral crescer em 7% (250 mil contratos a mais) e a receita ter um acréscimo de US$ 2,3 milhões.

Há outros ingredientes na receita do fornecimento do seguro responsável. Na Bolívia, o foco na inovação e poucos riscos excluídos asseguraram forte expansão do microsseguro e de outros produtos massificados da seguradora Nacional Vida. A decisão de repassar a terceiros (substituindo corretores e agentes) as vendas das apólices de microsseguro de vida foi outra contribuição para o avanço da demanda. Inclua-se aí também o pagamento de sinistro de forma rápida e capitais segurados que equivalem a até um ano do salário mínimo vigente no País, que é de 250 dólares.

Outra experiência inovadora apresentada no evento foi o seguro de vida da seguradora INISER, da Nicarágua. Sua inovação consistiu em acoplar cupons de supermercados à indenização, atendendo a trabalhadoras informais preocupadas com o desvio de finalidade no uso do seguro de vida pelos parceiros.

O receituário do seguro responsável é extenso, mas pesquisa de mercado para novos produtos dessa linhagem é um bom começo para a experiência positiva do consumidor. Algo muito importante porque “só se cria a cultura de seguro quando a população tem uma boa experiência com um produto de seguro”, lembra Miguel Solana.