ARTIGO: O Compliance na era da proteção de dados e privacidade

por Victor Graciani, compliance Officer Marsh Brasil

Governança, riscos e compliance. Eis três processos que integram diversas iniciativas corporativas que evitam conflitos, gastos com controles redundantes e garantem a conformidade com as leis, regulamentos e normas internas. Esse tema surgiu nos Estados Unidos, na década de 70 e foi se alastrando para o mundo por meio de regulamentações internacionais. No Brasil, o compliance corporativo, que caminhava lentamente até 2010, ganhou força com as investigações deflagradas pelo Ministério Público como Mensalão e Lava Jato, entre outras. A onda de corrupção estampada nas manchetes dos jornais locais colocou o tema na pauta nacional e impulsionou a promulgação da Lei Anticorrupção 12.846, em 2013, que estabeleceu uma série de regras e multas milionárias para punir os transgressores. Desde então, o tema compliance e governança corporativa, que já era uma realidade em economias maduras, passou a ser também um aliado no plano estratégico das empresas brasileiras, principalmente das nacionais, uma vez que as multinacionais já obedeciam as regras de seus países.

Embora o compliance tenha ganhado força, há muitos desafios a serem conquistados. A 4º revolução industrial trouxe novos riscos e também novas oportunidades. Robótica, computação quântica, biotecnologia e inteligência artificial abrem múltiplas formas de plataformas voltadas para o aperfeiçoamento do compliance e da governança corporativa, ao facilitar a transparência e combate à corrupção. Tanto o machine learning quanto a inteligência artificial já são utilizadas para ajudar os profissionais de compliance a tirar conclusões do vasto volume de dados com o qual se deparam diariamente, incluindo atualizações regulatórias.

Em 2018, todos os departamentos de compliance estão preocupados com a proteção de dados e os riscos de privacidade para deixar a empresa em conformidade com questões regulatórias que visam reforçar a segurança dos dados frente a seu crescente vazamento por meio de ataques cibernéticos, como mostra o General Data Protection Regulation (GDPR), que entrou em vigor na Europa em maio. A nova regulação considera dados pessoais como propriedade do indivíduo, não de controladores de dados.

E isso se aplica a todos os cidadãos da União Europeia, independentemente de onde se encontrem e da localização da organização a qual pertencem. Com isso, todas as empresas que fizerem negócios com qualquer país do bloco europeu serão obrigadas a proteger os dados pessoais e a privacidade dos seus cidadãos. Não é por menos a preocupação.

O recente relatório internacional “Preparação ao GDPR: um indicador de gestão de riscos cibernéticos” da Marsh revelou que 23% das empresas que precisavam se adequar à regulamentação (GDPR) sofreram ataques de hackers e 57% já estavam desenvolvendo práticas de governança e complaince para se adequar à lei. Em complemento, 49% desenvolveram um plano de resposta aos incidentes cibernéticos e 27% aumentaram a cobertura ou reestruturaram seu seguro de risco cibernético. No Brasil, um normativo semelhante foi aprovado, o que ajudará ainda mais os profissionais dedicados ao compliance a zelar pelo patrimônio do acionista.

Mitigação de riscos – Muitas equipes de compliance têm tido dificuldade em implementar os sistemas e processos necessários para lidar com a imensa quantidade de dados coletados, gerenciando o armazenamento dessas informações de acordo com critérios específicos e rastreando-os desde a sua coleta até a sua completa destruição. Porém, esse é um dos aspectos precisamente avaliados pelas seguradoras e que ajudam a evitar punições severas dos órgãos reguladores, além de consequências graves que a desconformidade pode gerar para a imagem e reputação da empresa.

Para ser minimamente efetivo, além de ter um bom programa de compliance, código de conduta e regras corporativas, é fundamental ter instrumentos de monitoramento que garantem o cumprimento dos objetivos. De nada adianta ter políticas e normas de procedimentos de gestão de riscos, se a empresa não tiver profissionais engajados com a gestão dos riscos.

É necessário também ter especialistas dedicados e independentes e até com autonomia para contrariar decisões da empresa, como recomendar que executivos não se relacionem com determinados clientes ou até mesmo que abandonem algum projeto que é visto como arriscado para a imagem da organização.

Um programa de compliance bem estruturado entende os objetivos da empresa e faz com que o corpo diretivo atinja a meta traçada no planejamento anual dentro de padrões de regras estabelecidos, que asseguram a sustentabilidade do negócio.

GBOEX é premiada

O GBOEX – Previdência e Seguros de Pessoas recebeu pela 6ª vez o Troféu Gaivota de Ouro – “Destaque no segmento de Entidade Aberta de Previdência Complementar sem fins lucrativos”. A empresa é uma das maiores EAPC’s do Brasil. Representa cerca de 60% desse mercado, sendo a primeira no ranking em arrecadação de planos de pecúlio no Brasil.

Uma das principais referências no setor, o GBOEX mantém, desde sua fundação há 105 anos, uma gestão firme e consolidada, que conquistou a credibilidade do mercado. Atua focada na manutenção e fortalecimento das relações com seus clientes e corretores de seguros. Presente de norte a sul do Brasil, trabalha com duas linhas de planos: uma é o PECÚLIO para a proteção do risco, amparando a família em caso de óbito do titular e, a outra, o PGBL, que visa à constituição de uma renda futura para o próprio titular. Oferece ainda a opção de contratação de cobertura de seguro de vida em seus planos, por meio de parceria estratégica com um grande grupo segurador.

“É com muito orgulho que recebemos mais essa premiação. Quem integra nossa equipe sabe que está desenvolvendo um trabalho não só para o presente, mas para o futuro também. A missão do GBOEX é assegurar e proteger as famílias, no caso da falta do titular do plano, bem como proporcionar vantagens no presente, por isso agrega uma ampla rede de convênios a serviço de seus associados. Esse atendimento é feito com carinho e dedicação.”, Ilton Oliveira, diretor-presidente da Diretoria Executiva.

A premiação, concedida pela Revista Seguro Total, foi entregue em cerimônia realizada na última semana, em São Paulo. O GBOEX foi representado pelo Gerente Nacional de Negócios Marco Antonio Viera Mattos e pelo Gerente da Unidade Belo Horizonte Francisco Corrêa de Araújo.

Blockchain provocará tsunami no setor de seguros

por Márcia Alves

No terceiro evento da série “Tecnologias disruptivas e seus impactos no seguro”, promovido pela APTS e a ENS, dia 29 de agosto, em São Paulo, o tema em debate foi Blockchain. Esta nova tecnologia, uma das mais disruptivas, tem potencial para causar um tsunami no setor de seguros, segundo o CEO da 88 Insurtech, Rodrigo Ventura. Na palestra de abertura do evento, ele explicou que o blockchain é um protocolo de segurança, comparado a uma espécie de livro contábil, que registra todas as operações financeiras.

A mudança mais impactante provocada por essa nova tecnologia, segundo Ventura, é a possibilidade de regular sinistro em tempo real, promovendo o imediato pagamento da indenização. Ele deu o exemplo de uma pessoa que está no aeroporto e recebe uma propaganda sobre seguro viagem direcionada por geolocalização para o seu celular. A pessoa adquire o seguro e, por causa do atraso do voo, já enfrenta o primeiro sinistro. Sem que o segurado precise avisar, a seguradora confirma o atraso e comunica o pagamento do sinistro ao segurado. “Não houve aviso de sinistro e nenhum intermediário na operação. Este é o impacto do blockchain”, disse.

Com a eliminação do aviso de sinistro e o pagamento imediato da indenização, Ventura prevê que não haverá mais conflitos entre segurados e seguradoras. Consequentemente, a arbitragem será desnecessária, bem como qualquer outro meio de resolução de conflito. Com o blockchain, também será possível acessar em tempo real os dados de seguradoras relacionados a números de contratos e sinistralidade, algo que, no presente, o órgão regulador tem acesso seis meses após o fechamento do ano fiscal.

Inovação – Wellington Lordelo, gerente de Solution Marketing & Business Development na Equinix, mostrou como o blockchain está avançando no mundo com a exposição de 50 casos de usos em diferentes segmentos. Em alguns países da Comunidade Europeia, por exemplo, o blockchain serve para o controle de fronteiras, validando passaportes em tempo real.

O mercado de seguros mundial também aderiu ao blockchain. Um dos projetos em curso, segundo Lordelo, é o Product rollout on RiskBlock platform, no qual seguradoras se juntaram para fazer a automação do processo de sinistros. A aplicação permite aos condutores de veículos motorizados e policiais confirmarem a precisão da cobertura de seguro em tempo real sem depender de formulários em papel.

Outro exemplo é o aplicativo de seguro paramétrico que usa previsões climáticas e contratos inteligentes para automatizar o processo de sinistros. “A tecnologia pode também revelar o perfil de condução do veículo. Se um motorista tem perfil mais agressivo que outro, não pode pagar prêmio igual, os riscos são diferentes. Isto significa a customização do seguro”, disse.

Embora a demanda dos consumidores esteja forçando as seguradoras a inovarem em ritmo mais rápido, a questão é que, segundo Lordelo, boa parte dessas empresas ainda não está pronta para a transformação digital. “Mas precisam, porque essa é a oportunidade para se interconectarem com outros players. As empresas que não fizerem isso a partir de agora, terão dificuldades para acelerarem seus processos de inovação no futuro”, disse.

Grande inovação – Fernando Wosniak Steler, CEO e fundador da Direct.One, coloca o blockchain ao lado de grandes inovações da humanidade, como a internet, a Revolução Industrial, e a invenção da prensa, por Gutenberg, que mudaram a vida da sociedade ao preencherem gaps. No caso do blockchain, ele afirma que o gap é a troca de valores, que ainda é feita da mesma forma desde a invenção do dinheiro.

Da mesma forma que a internet enfrentou um período de maturação, o blockchain também entra agora nessa fase, dez anos depois de sua criação. Dentre as aplicações, Steler destacou o digital assets, que torna a liquidação mais rápida e barata na medida em que elimina os intermediários mais lentos. Outra é o smart contracts, que tem potencial para digitalizar e automatizar os atuais contratos estáticos ou em papel.

Steler apresentou o case Sura, em que a Direct.One faz a entrega de e-mail e documentos com comprovação em smart contracts. O registro em blockchain comprova data e hora, fornece a prova de conteúdo e assinaturas com arquivos criptografados. Ele lembrou que desde janeiro está em vigor a Resolução 359 do CNSP sobre meios remotos, que viabiliza o blockchain ao estabelecer que a emissão de apólices deve contemplar meios de conferir a autenticidade.

Segundo Steler, está claro que a Susep substituiu o certificado digital pelo blockchain. “Nada muda para o consumidor, que continuará a receber um pdf. No entanto, esse documento virá com a numeração de blockchain que poderá ser conferida em um analisador público de blockchain. Para a seguradora, significa mais agilidade e transparência”, disse.

Ferramenta poderosa – Eduardo Guedes, vice-presidente de Tecnologia e Operações na Seguros Sura, informou que a seguradora adota blockchain para gravação e envio de apólices, endossos e boletos na forma de smart contracts. “Os contratos inteligentes tem tudo a ver com a nossa indústria, com as apólices, os eventos de riscos, os registros, acionamento de assistência, indenização etc.”, disse.

Uma das vantagens do blockchain, segundo ele, é o compartilhamento de registros. “Posso ter todas as informações do cliente, sem saber quem ele é, e compartilhá-las, criando padrões e regras únicas para a operação de todo o mercado”, disse. Além do ganho de eficiência, Guedes destaca que essa rede pode ser pública ou privada, envolvendo, por exemplo, somente seguradoras, corretoras e resseguradoras. “Mas, se houver um repositório em que a informação de risco seja pública e as regras comuns, então o blockchain poderá revolucionar esse mercado”, disse.

Por enquanto, o blockchain não tem gerado ganhos financeiros para as seguradoras. Mas, Guedes indicou serviços que podem rentabilizar essa tecnologia, como, por exemplo, as vistorias e avaliações de riscos. “Na central de bônus, por exemplo, poderia ser utilizado o blockchain público, com controle de acesso, contendo todos os registros das apólices”, disse.

Por outro lado, ele considera que algumas questões precisam ser resolvidas para o uso de blockchain. Em relação à performance e escala, o executivo destaca que o blockchain é mais lento que um banco de dados, a criptografia consome processamento e a replicação de dados consome armazenagem. O custo também pode aumentar dependendo do número de transações. “Então, não é tão rápido e tão simples. Mas, é muito útil e muito poderoso”, disse.

Parceria – Durante o evento, o diretor Geral da Escola Nacional de Seguros (ENS), Renato Campos Martins Filho, ressaltou que a missão da entidade é o desenvolvimento do mercado de seguros por meio da qualificação dos profissionais. “Toda a entidade que também tenha essa missão é parceira da Escola”, disse. Osmar Bertacini, presidente da Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS) reconheceu a importância da parceria. “Disseminar o conhecimento é a missão da APTS, que agora conta com o valioso apoio da ENS”, disse.

Duas seguradoras entre as 20 empresas multadas pelo Procon por perturbar consumidores

Quem ai já recebeu ligação para comprar um seguro funeral, uma oferta “imperdível” de crédito consignado ou para mudar de plano de operadora? Pois é. Muitos. E a maioria não curte. É possível bloquear essas ligações. Com base na análise da Operação de Boqueio de Telemarketing 2018, que analisou em torno de 25 mil reclamações no Estado de São Paulo, o Procon-SP anunciou na última segunda-feira que vai multar 20 empresas que continuam indevidamente entrando em contato com consumidores. As multas somam inicialmente cerca de R$ 80 milhões. As empresas podem recorrer das multas.

Entre as principais queixas é a insistência na oferta de produtos e serviços por meio de robôs. Duas seguradoras estão entre as 20 citadas.

Conheça a seguir as 20 empresas multadas:

Banco BMG
Banco Bradesco
Banco Pan
Banco Safra
Banco Santander Brasil
Bradesco Seguros
Caixa Econômica Federal
Claro
Cnova Comércio Eletrônico
DR Benefício
Itaú Unibanco
Nextel Telecomunicações
Oi Móvel S.A em Recuperação Judicial
Omega Assist Assistência Funeral Eireli
P & P Marketing e divulgação Eirelli
Porto Seguro Companhia de Seguros
Sky Serviços de Banda Larga
Telefônica Brasil
Tim Celular
Vale Encantado Country Club

Seguros está entre os setores com profissões que devem sucumbir ao avanço tecnológico

Matéria no Infomoney traz estudo do Instituto francês Sapiens sobre profissões que devem sucumbir ao avanço tecnológico. A expectativa é que cerca de 2,1 milhões de trabalhadores concentrados em cinco áreas principais possam ver seus empregos desaparecerem nos próximos anos. São elas: funcionários de bancos e seguradoras, profissionais da área de contabilidade, secretários de escritório, agentes de manutenção e caixas de lojas e supermercados.

O número de empregados do setor bancário e de seguros (como funcionários de guichê, atendentes de call center, funcionários de serviços técnicos e representantes de vendas) recuou 39% na França entre 1986 e 2016. A maior queda aconteceu entre 2010-2016, com uma perda de 22% na força de trabalho. Segundo o estudo, isso ocorreu por conta do surgimento de novas tecnologias financeiras e da digitalização de serviços bancários; a expectativa é de que as vagas sejam extintas até 2051.

Importante ressaltar que a maioria dos especialistas afirma que à medida em que vagas são extintas em empregos “desatualizados”, outras vagas são criadas em áreas que usam novas tecnologias e que podem absorver os profissionais – desde que estes estejam dispostos a se atualizarem.

ANS discute com setor novas propostas para coparticipação e franquia

Fonte: Agência Brasil

Cerca de 200 pessoas, representando 28 entidades, entre representantes de órgãos de defesa do consumidor, operadoras de planos de saúde, prestadores de serviço, entidades do setor e órgãos públicos, participaram hoje (4), no Rio de Janeiro, de audiência pública promovida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

O objetivo foi debater os mecanismos financeiros de regulação que são a coparticipação e franquia, tendo em vista que a resolução da ANS que estabelecia limite de até 40% de coparticipação dos consumidores nas despesas médicas e hospitalares foi suspensa pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e acabou revogada. Das 28 entidades que estiveram presentes ao evento, 24 apresentaram contribuições para as discussões.

Diretores da ANS presentes ao evento destacaram que a audiência tinha por meta ouvir a sociedade e colher subsídios para a escolha da melhor medida regulatória sobre o tema. Segundo a ANS, era necessário reabrir as discussões ante as preocupações manifestadas pela sociedade com a proposta.

Regulação

Durante a audiência pública, foram relembrados os problemas regulatórios que, de acordo com a ANS, justificam a regulamentação do tema. Entre eles, podem ser mencionadas a ausência de limite para aplicação de coparticipação e franquia; a falta de limites de exposição financeira para proteger o usuário; e a possibilidade de incidência de cobrança sobre qualquer procedimento. Em nota, a ANS deixou claro que se insere no processo visando a “evitar que os problemas já mapeados se perpetuem, prevenir outros que possam se estabelecer e, fundamentalmente, proteger o consumidor”.

As propostas apresentadas destacaram a preocupação com o comprometimento da renda dos consumidores, custos diante do envelhecimento da população e clareza na prestação de informações pelas operadoras.

A ANS analisará todas as propostas feitas durante a audiência para avançar no tema. De acordo com a agência, será produzido relatório com os subsídios coletados, que será disponibilizado no seu endereço eletrônico (www.ans.gov.br). Também as apresentações feitas pelas entidades no evento serão disponibilizadas no portal da ANS.

Oxigênio Aceleradora abre inscrições para o Ignição, seu 7º ciclo de aceleração

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A Oxigênio Aceleradora, da Porto Seguro, abriu nessa semana as inscrições para o seu 7º ciclo de aceleração. Após reformular seu programa, este será o primeiro no modelo Ignição, que irá acelerar de cinco a oito startups e investir R$ 200 mil em cada empresa selecionada. Os empreendedores terão até o dia 21 de outubro para inscrever suas empresas no novo ciclo.

Podem participar startups de todo o País que já possuam produto desenvolvido ou um protótipo funcional, e que tenham sinergia com um dos diversos negócios do Grupo Porto Seguro. “Um dos grandes diferenciais oferecidos aos empreendedores no Ignição, principalmente aos que estão na fase intermediária, é a mentoria concedida sempre por um executivo da Porto Seguro, especialista na área relacionada ao negócio da startup”, destaca Italo Flammia, Diretor de Digital e Inovação da Porto Seguro e Diretor na Oxigênio.

“As possibilidades de fazer negócio com os produtos e serviços do grupo e sua rede de relacionamento também auxiliam no desenvolvimento da nova empresa, agregando portfólio e abrindo portas para ela no mercado”, completa o executivo.

Além das mentorias, durante os quatro meses do programa os empreendedores passam por workshops, palestras e eventos, que permitem o relacionamento com investidores e outras startups. Após esse período, a empresa tem ainda a possibilidade de estender o processo por mais três meses com a Plug and Play, parceira da Oxigênio, no Vale do Silício.

Guilherme Schmidt, CEO da startup Logbee, acelerada no 3º ciclo da Oxigênio e recentemente adquirida por uma grande varejista brasileira, conta sobre a experiência que tiveram. “A Oxigênio criou o ambiente ideal e forneceu os recursos e ferramentas para que a Logbee pudesse dar um grande salto durante os 3 meses de aceleração. Mentores fora de série e um networking capaz de gerar leads de venda, que certamente teríamos muita dificuldade de conseguir se não tivéssemos participado do programa. Recomendamos de olhos fechados”, comenta ele.

A Oxigênio Aceleradora, que completa três anos em setembro, já recebeu mais de 6 mil inscrições para seus programas de aceleração. Até agora, 54 projetos já foram desenvolvidos entre as empresas do Grupo Porto Seguro e as 29 startups aceleradas do 1º ao 5º ciclo.

SERVIÇO

Programa: Ignição.

Período das inscrições: de 4 de setembro a 21 de outubro.

Site para cadastro: www.oxigenioaceleradora.com.br.

Início do 7º ciclo: 28 de janeiro de 2019.

Zurich lança competição global de startups

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Alinhada com a sua estratégia direcionada para o cliente, a Zurich lançou hoje o Campeonato Mundial de Inovação Zurich, sua nova competição global para colaborar com os melhores e mais brilhantes empreendedores e startups do setor de insurtech. O campeonato, que se concentra em startups com produtos ou serviços estabelecidos, oferecerá aos vencedores a oportunidade de aplicar suas soluções com os clientes da Zurich em determinados países. A competição é um passo a mais na meta da Zurich de transformar o setor de seguros.

Acontecendo em mais de 20 países em todo o mundo, o campeonato está buscando nas áreas de mobilidade, casas e prédios inteligentes, saúde digital e planejamento financeiro. A data de encerramento para as inscrições é 30 de setembro de 2018. Elas podem se inscrever através da página do campeonato.

Giovanni Giuliani, diretor de Estratégia, Inovação e Desenvolvimento de Negócios do Grupo, comentou: “A Zurich está comprometida em ser uma seguradora inovadora e direcionada para o cliente e quer acelerar a transformação do seu modelo de negócios ao redirecionar suas ofertas para garantir que elas atendam as necessidades dos atuais clientes com experiência digital.

O Campeonato Mundial de Inovação Zurich dará aos empreendedores a oportunidade para impulsionar a transformação do setor de seguros.

O campeonato inicia hoje em países individuais, com os vencedores gerais avançando para a rodada regional. Os vencedores das rodadas regionais da América do Norte, América Latina, Europa, Oriente Médio e Ásia-Pacífico participarão de uma competição global final. A rodada final acontecerá em fevereiro de 2019, com os vencedores de bronze, prata e ouro recebendo os recursos para implementar um programa piloto com os clientes da Zurich. Os vencedores serão selecionados por jurados especialistas no assunto, líderes de inovação e executivos seniores de negócios.

SulAmérica Saúde redefine a experiência dos clientes com IA

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A SulAmérica, maior seguradora independente do País, passou a utilizar a inteligência artificial (IA) para tornar o atendimento aos clientes de Saúde mais dinâmico, reduzindo o tempo de espera nas ligações, de resolução das solicitações e o volume de chamados na Central de Atendimento. Com o apoio de um assistente virtual disponível no site da companhia e no aplicativo SulAmérica Saúde, os segurados podem resolver questões de menor complexidade de forma ágil e autônoma.

A implementação do assistente virtual com Watson, plataforma de inteligência artificial da IBM na nuvem para os negócios, no atendimento, tem como objetivo oferecer maior precisão e velocidade para responder às solicitações recorrentes. O assistente virtual tem a capacidade de realizar, de forma rápida, consultas que costumam ser solicitadas frequentemente como dúvidas sobre filiais, cobertura de planos, reembolsos e rede referenciada. Em um piloto de dois meses, a solução já lidou com 88 mil chamadas, com índice de retenção de 45%, ou seja, resolução das demandas em um primeiro contato, sem a necessidade de transferência para a Central de Atendimento, permitindo que os agentes de atendimento ao cliente se concentrem em consultas mais desafiadoras e demoradas.

O aplicativo SulAmérica Saúde já representa 86% dos atendimentos aos clientes realizados via assistentes virtuais e 14% das interações com os segurados são realizadas pelo website da seguradora. O assistente virtual com Watson está ajudando a transformar o atendimento ao cliente da companhia e já reduziu em 90% o tempo médio de espera para resolução das solicitações.

“Temos investindo fortemente em inovação para transformar a experiência do cliente e a tecnologia é uma ferramenta viabilizadora de nossas estratégias nesse sentido. A utilização dos assistentes virtuais no atendimento aos clientes SulAmérica Saúde traz ganhos relevantes, especialmente em agilidade e assertividade na resolução de questões simples, algo que sem dúvidas agrega ainda mais valor ao relacionamento do segurado com a companhia”, explica o diretor de Estratégia Digital, Inovação e Tecnologia da SulAmérica, Cristiano Barbieri.

Desde 2017, os chatbots inteligentes têm sido utilizados pela seguradora no atendimento a solicitações dos corretores de seguros que trabalham com produtos SulAmérica Auto. Além de esclarecer dúvidas, a solução permite realizar procedimentos operacionais de menor complexidade, como propostas, pagamentos, atualização cadastral e emissão de segunda via de boletos, sem a necessidade de passar por um profissional de SAC.

O sistema foi treinado para que pudesse identificar uma ampla variedade de problemas relatados pelo cliente. Atualmente ele pode reconhecer e abordar mais de 80% de assuntos da Central.

Entre outras iniciativas da SulAmérica para facilitar o cotidiano dos segurados estão o serviço pioneiro de solicitação de reembolso digital de consultas de até R$ 1000,00 no aplicativo SulAmérica Saúde, realizado com envio de imagem do recibo médico feita pela câmera do smartphone do cliente, e a possibilidade de agendamento médico domiciliar para crianças de até 12 anos e segurados acima de 65 anos, em casos de baixa complexidade.

VALOR: Caixa tem 14 interessados em explorar seguros fora do acordo com a CNP

O Valor informa que depois de anunciar na semana passada a renovação de sua parceria com a francesa CNP Assurances até 2041, para os ramos de seguro de vida e prestamista e de produtos de previdência, a Caixa Seguridade espera concluir ainda este ano o processo para escolher o parceiro para os segmentos restantes: seguro habitacional e carta de crédito, auto e riscos  patrimoniais. Segundo uma fonte a par do assunto, foram identificados 40 grupos globais que se enquadram nas exigências feitas pela Caixa, dos quais 14 assinaram o acordo de confidencialidade para poder participar da disputa.