MDS adquire participação na 838 Soluções e aumenta oferta de serviços para o mercado

A corretora MDS anunciou que fez uma aquisição de participação relevante na 838 Soluções, empresa pioneira no desenvolvimento de ferramentas para a gestão automatizada de Benefícios e Benefícios Flexíveis. Com isso, a MDS disponibilizará soluções ainda mais completas e inovadoras para o mercado.

A 838 Soluções oferece um sistema próprio para a automatização dos benefícios das empresas. Com isso, 100% da gestão dos benefícios pode ser feita de maneira ágil, integrada, digital e pelo próprio usuário do produto – o que libera a carga operacional dos RHs e permite maior ênfase na gestão de seus talentos.

A empresa conta, ainda, com a plataforma de Benefícios Flexíveis e uma metodologia de desenho que já é utilizada por diversos clientes e vem ganhando ainda mais espaço entre as empresas que buscam oferecer mais autonomia para seus colaboradores. Com a sua implantação, eles podem optar por quais vantagens querem receber em complementação ao salário.

“A solução da 838 permite aos nossos clientes um maior controle da sua Gestão de Benefícios. Àqueles que assim desejarem, possibilita a implantação e gestão de uma política de Benefícios Flexíveis”. explica Ariel Couto, CEO da MDS Brasil. “Os grandes beneficiados são os funcionários das empresas, que passam a poder escolher os benefícios mais adequados ao seu momento de vida, dentre os disponibilizados no programa”, completa.

A MDS já trabalha com Benefícios Flexíveis inclusive em outros países e conhece as vantagens desta solução. A aproximação com a 838 Soluções é justamente por acreditar no valor agregado deste tipo de produto, e estima que será possível proporcionar aos seus clientes economias entre 3% e 8% na implantação do programa de Benefícios Flexíveis e de até 12% em seus custos totais a partir do quarto ano de sua implementação. A economia gerada decorre do levantamento de quais vantagens estão sendo utilizadas e quais não são tão atrativas como deveriam. Assim, benefícios que não estão adequados às necessidades dos clientes são substituídos por outros que de fato se encaixam no que eles buscam. Com o novo desenho e a negociação dos benefícios junto aos fornecedores é possível gerar economia à empresa.

Quando opta por utilizar a plataforma de Benefícios Flexíveis, a empresa deixa de disponibilizar um pacote fixo de benefícios e passa a ofertar uma quantidade de pontos para que o beneficiário monte a sua própria combinação, evita duplicidades de benefícios na sua soma familiar ou dá abertura para quem deseja benefícios menos tradicionais. Com isso é possível valorizar diferentes perfis, necessidades e expectativas dentro e fora das companhias.

“Para as empresas, os ganhos vão além da parte financeira. Um funcionário mais satisfeito com o que recebe terá um desempenho melhor, o que refletirá na evolução de resultados gerais”, explica Gustavo Quintão, diretor da área de benefícios da MDS.

A 838 Soluções passa a ser parte do grupo MDS, mas operando como uma empresa independente, contando com a equipe da Andrea Huggard-Caine e sua reconhecida expertise no mercado de consultoria em Recursos Humanos

Confiança das seguradoras cresceu 26% em outubro

Pesquisa realizada pela Fenacor no final de outubro, visando a medir o índice de confiança de corretores, seguradores e resseguradores apurou que o otimismo voltou ao mercado de seguros. “O setor reagiu bem ao resultado eleitoral”, afirma o consultor Francisco Galiza, responsável pela pesquisa.

Segundo ele, o índice que mede a confiança das seguradoras (ICES), por exemplo, subiu 26%, atingindo um patamar pouco acima de 115 pontos. “Esse é o maior percentual apurado desde abril”, acrescenta Galiza, lembrando que, em maio, houve a greve dos caminhoneiros.

O resultado sinaliza que há uma expectativa positiva quanto às medidas econômicas que serão adotadas pelo novo governo, a partir de 2019.

IRB lucra R$ 845 milhões até setembro, alta de 25%

O IRB Brasil Re encerrou o terceiro trimestre de 2018 com um crescimento de 16,6% no volume total de prêmio emitido em relação ao mesmo período de 2017, alcançando R$ 2 bilhões. O lucro líquido avançou 37,5% em relação ao mesmo período de 2017, totalizando R$ 304,5 milhões, com um retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) de 33%. Nos nove meses de 2018, o lucro líquido apresentou uma expansão de 25,1% em relação a 2017, passando de R$ 675,9 milhões para R$ 845,9 milhões em 2018. O ROAE de 31% expandiu cerca de 5 pontos percentuais sobre 2017, de 26%. Esse resultado reflete o crescimento do resultado operacional mais que compensando a redução do resultado financeiro nos períodos, em função da queda da taxa Selic.

O grupo destacou a renovação dos contratos de retrocessão para o exercício de 2019, mantendo-se as mesmas condições financeiras atribuídas para o ano anterior e tendo conquistado melhorias nas condições operacionais como, por exemplo, a proteção para a linha de Property que foi reduzida dos atuais US$ 20 milhões de retenção líquida da companhia para apenas US$ 10 milhões.

O prêmio emitido no Brasil atingiu R$ 1,2 bilhão no terceiro trimestre de 2018, uma expansão de 10% em relação ao terceiro trimestre de 2017. Segundo comunicado distribuído, o crescimento decorre da ampliação no market share da companhia no mercado brasileiro e do crescimento do próprio mercado.

O prêmio emitido no exterior totalizou R$ 772 milhões no terceiro trimestre de 2018, uma expansão de 28,4% em relação ao terceiro trimestre de 2017. Deste crescimento, 10,3 pontos percentuais correspondem a um crescimento orgânico na moeda de emissão, ou seja, em dólar; e 18,1 pontos percentuais decorrem da contribuição da variação da média ponderada do câmbio no período.

O grupo informou que fechou novos contratos no exterior no terceiro trimestre de 2018 e a ampliação de participação em contratos existentes, sustentando o crescimento do prêmio emitido no exterior pela Companhia. O segmento que liderou a emissão de prêmio no exterior foi o de vida, que respondeu por 45% do prêmio emitido no exterior no terceiro trimestre de 2018.

O resultado de underwriting atingiu R$ 259,2 milhões no terceiro trimestre de 2018, uma expansão de 55,4%, quando comparado ao terceiro trimestre de 2017. O aumento no volume total de prêmio emitido de 16,6% combinado com uma queda no índice de sinistralidade no período, que passou de 66,0% no terceiro trimestre de 2017 para 58,5% no terceiro trimestre de 2018, sustentaram o avanço robusto no resultado de underwriting da companhia.

No terceiro trimestre de 2018, o resultado financeiro totalizou R$ 178,2 milhões, um recuo de 3,4% em relação ao terceiro trimestre de 2017, portanto, inferior à queda de 32% da Selic média que passou de 2,3% no terceiro trimestre de 2017 para 1,5% no terceiro trimestre de 2018. A rentabilidade da carteira de investimentos foi equivalente a 147% do CDI, uma expansão de 14 pontos percentuais em relação ao terceiro trimestre de 2017 (133% do CDI).

O resultado patrimonial, ou seja, as receitas/despesas com imóveis de renda, líquidas, saíram de R$ 10 milhões no terceiro trimestre de 2017 para R$ 22,3 milhões no terceiro trimestre de 2018. Com isso, o resultado financeiro e patrimonial avançou 3,0% totalizando R$ 200,5 milhões no terceiro trimestre de 2018.

A companhia revisou nesta data o guidance anual, que passa a ter as seguintes projeções para o ano de 2018:

– crescimento do prêmio emitido em relação a 2017 na faixa de 17% a 21%, contra faixa anterior de 9% a
16%, sendo que o realizado no terceiro trimestre de 2018 foi de 16,6% e nos nove primeiros meses de
2018 também foi de 16,6%;
– índice combinado ampliado para 2018 na faixa de 69% a 73%, contra faixa anterior de 70% a 76%, sendo
que o realizado no terceiro trimestre de 2018 foi de 73,9% e no acumulado de nove meses de 71,8%; e
– índice de despesa administrativa na faixa de 4,8% a 5,2%, contra faixa anterior de 5,4% a 6,4%, sendo
que o realizado no terceiro trimestre foi de 4,4% e para os nove meses de 2018 foi de 5,0%.

Braço segurador responde por 29,3% do lucro do Bradesco

O banco Bradesco divulgou nesta manhã lucro líquido de R$ 15,7 bilhões de janeiro a setembro deste ano, 11% acima dos R$ 14,1 bilhões do mesmo período anterior. O braço segurador foi responsável por 29,3%, com ganho de R$ 5,7 bilhões, alta de 16,3% no período analisado. O faturamento recuou 3%, de R$ 55 bilhões para R$ 53,3 bilhões em setembro último. O banco espera que o faturamento cresça de 2% a 6% no encerramento deste ano.

A Bradesco Vida e Previdência registrou queda na arrecadação, de R$ 28 bilhões para R$ 25 bilhões, mas o lucro avançou de R$ 2,5 bilhões para R$ 2,6 bilhões de janeiro a setembro deste ano comparado com o mesmo período do ano anterior.

Na Bradesco Saúde, o lucro avançou de R$ 334 milhões para R$ 619 milhões no mesmo período analisado. Em faturamento, o avanço foi de R$ 16,5 bilhões para R$ 17,5 bilhões.

Em capitalização, o ganho divulgado pelo Bradesco avançou de R$ 364 milhões para R$ 413 milhões, enquanto a arrecadação foi de R$ 4,5 bilhões para R$ 4,6 bilhões.

Em seguro gerais, a Bradesco Auto RE divulgou lucro líquido de R$ 182 milhões de janeiro a setembro deste ano, acima dos R$ 88 milhões do mesmo período do ano passado. As vendas registraram ligeira queda, de R$ 4,2 bilhões para R$ 4,1 bilhões.

A Bradesco Seguros encerrou o terceiro trimestre com R$ 297,8 bilhões em ativos totais, incremento de 5,4% em um ano e de 0,5% no trimestre. Seu patrimônio líquido foi a R$ 31,6 bilhões no período, reduções de 0,8% e 4,8%, respectivamente. O ROAE chegou a 18,2% no terceiro trimestre contra 19,7% no segundo e 20,9% em 12 meses.

Até setembro, a Bradesco Seguros contava com 52.394 segurados, aumento de 212 clientes ante o fim de junho. A seguradora ganhou 926 novos segurados comparado ao mesmo mês de 2017.

Lucro da SulAmérica cresce 55%, para R$ 234,6 milhões no terceiro trimestre

Release

A SulAmérica registrou aumento de 55% em seu lucro líquido no terceiro trimestre de 2018 quando comparado ao mesmo período de 2017, chegando a R$ 234,6 milhões. No acumulado do ano, o lucro foi de R$ 511,4 milhões, 41,8% superior ao alcançado nos primeiros nove meses do ano anterior. As receitas totais no trimestre cresceram 10,8%, chegando a R$ 5,3 bilhões, frente ao registrado no mesmo período de 2017. O acumulado do ano foi de R$ 15,2 bilhões, 13,1% superior no comparativo com igual período do ano anterior.

“A SulAmérica provou mais uma vez sua força e capacidade de continuar crescendo com rentabilidade neste terceiro trimestre de 2018. Continuamos totalmente focados em melhorar o nível de serviço para nossos segurados, investindo em novas tecnologias e aprimorando nossos processos. Continuamos também com um rígido controle de despesas, com o índice de despesas administrativas permanecendo em patamar estável, apesar do investimento permanente no lançamento de novos serviços e produtos, na melhoria da experiência do cliente e em iniciativas de inovação e digitalização”, afirma o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella.

O segmento de seguro saúde e odontológico foi um dos responsáveis por impulsionar os resultados do período. A base de segurados em planos coletivos teve aumento de 12,7% neste terceiro trimestre quando comparado com o mesmo trimestre do ano passado, e chegou a 3,2 milhões de membros – um aumento líquido de 363 mil vidas.

As receitas operacionais do segmento seguiram na mesma direção e alcançaram R$ 4 bilhões no trimestre, 12,4% superior no comparativo com o terceiro trimestre de 2017. As carteiras de planos coletivos tiveram bom desempenho, com crescimento em todas as modalidades: odontológico (30,8%), PME (22,8%) e empresarial/adesão (9,3%). Houve expansão de 41% na margem bruta em relação ao mesmo período de 2017, explicado pelo aumento de receitas e controle da sinistralidade, cujo índice ficou em 78,9%, melhora de 1,9 p.p. em relação ao mesmo trimestre do ano passado.

Já no acumulado do ano, a sinistralidade ficou em 80,9%, representando índice 1,2 p.p. melhor que no acumulado de 2017, levando a um crescimento da margem bruta de 28,5% em relação aos nove primeiros meses de 2017, chegando a R$ 1,1 bilhão. O controle da sinistralidade nos últimos períodos é resultado, principalmente, de um trabalho focado na excelência em gestão de sinistros e promoção de saúde e bem-estar. Além disso, a companhia também tem investido em iniciativas de coordenação de cuidado que consistem em prestação de assistência ao segurado e na colaboração entre todos os participantes da cadeia de saúde suplementar para obter resultados assistenciais mais seguros e eficazes, com maior satisfação dos beneficiários.

O segmento de seguro de automóveis manteve o ótimo desempenho dos trimestres anteriores e registrou receitas operacionais de R$ 905,9 milhões no terceiro trimestre de 2018, 7,1% superior ao mesmo período do ano passado. A margem bruta alcançou R$ 166,7 milhões, um crescimento importante de 59,5% no comparativo com o mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano, o crescimento da margem bruta de automóveis foi de 107,4% em relação aos nove primeiros meses de 2017, chegando a R$ 423,3 milhões. Esses resultados positivos podem ser explicados pelas melhorias contínuas dos processos e das ferramentas de subscrição somadas à adequação dos níveis de exposição a riscos e de um ambiente mais positivo, seja no aspecto da inflação, como da segurança pública em algumas regiões.

A frota segurada manteve o caminho de recuperação neste terceiro trimestre, tendo crescido 2,2% em relação ao trimestre anterior e 8% no comparativo com o terceiro trimestre do ano anterior, alcançando 1,6 milhão de veículos. Essa trajetória reforça a recuperação da frota segurada, em resposta aos esforços comerciais em parceria com os corretores parceiros. No acumulado dos primeiros nove meses do ano, a SulAmérica detinha a 4ª posição com 9,7% de market share do total de prêmios emitidos, de acordo com dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados).

As receitas operacionais de vida e acidentes pessoais apresentaram crescimento pelo segundo trimestre consecutivo, atingindo R$ 126,1 milhões no trimestre, aumento de 9,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. A sinistralidade do segmento foi de 45,7%, 1,6 p.p. menor do que no mesmo período comparativo do ano passado. O crescimento de receitas e os ganhos nas linhas de despesas levaram a uma expansão significativa da margem bruta, que totalizou R$ 15,6 milhões, mais de quatro vezes superior em relação ao apresentado no terceiro trimestre do ano passado.

As reservas de previdência privada tiveram um crescimento de 12,4% na comparação com o terceiro trimestre de 2017, alcançando R$ 6,9 bilhões. Já as receitas operacionais tiveram aumento de 3,1% no trimestre, tendo sido conduzidas nesse caminho principalmente pelo crescimento no produto VGBL, que compensou a queda nas contribuições do segmento tradicional.

O segmento de capitalização registrou receitas de R$ 13,3 milhões no terceiro trimestre deste ano, aumento de 6,5% com relação ao mesmo período do ano passado. A margem bruta teve um crescimento de 17,3%, atingindo R$ 6,2 milhões.

Com R$ 38 bilhões em ativos sob sua gestão ao final do terceiro trimestre deste ano, a SulAmérica Investimentos registrou um aumento de 3,2% quando comparado a igual período de 2017, ajudado pelo maior volume de ativos próprios da seguradora (10,5%) e de reservas de previdência privada (12,4%). O crescimento das receitas com taxa de administração (23,4%) impulsionou o crescimento de 25,6% nas receitas operacionais. A margem bruta do segmento acompanhou o ritmo e apresentou ganho de 29,2% quando comparado com o terceiro trimestre de 2017, chegando a R$ 11,1 milhões.

Advogada Ana Petraroli atenderá gratuitamente vítimas de crime de ódio

Crimes de motivação ideológica devem entrar no radar das seguradoras no Brasil. Por enquanto, o que se vê é apenas uma preocupação de que o país vivencie o índice crescente que os Estados Unidos têm registrado desde que Donald Trump foi eleito, em novembro de 2016.

“A situação está bem delicada. Temos visto muitos casos nos jornais e também no nosso dia a dia, dos dois lados, pró e contra o presidente eleito Jair Bolsonaro. Isso nos motivou a criar uma parceria com outros escritórios para atendermos crime de ódio de forma gratuita”, conta Ana Rita Reis Petraroli Barretto, proprietária do escritório que leva seu nome, localizado em Barueri (SP). Outras parcerias começam a surgir nos estados do Rio de Janeiro, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina e também no Distrito Federal, informou.

“Todos os que se sentirem vítimas deste crime serão atendidos”, afirma a advogada Ana

Os parceiros ficam nas cidades de Mococa, Campinas, Ribeirão Preto, Guarujá e Jundiaí, todas no interior de São Paulo.”Basta a pessoa procurar um dos escritórios parceiros que será atendida por uma equipe gratuitamente”, afirma ela que é pró Bolsonaro, mas que para atendimento não há qualquer ideologia. “Todos os que se sentirem vítimas deste crime serão atendidos”.

Ela, que é especializada em temas ligados ao mercado segurador, diz que a ação, como outras que tem empreendido, como a produção da cerveja artesanal “Segura” e o envolvimento na criação de uma associação sobre diversidade, busca unir pessoas dentro de um propósito de relacionamento do bem. “Queremos apenas ajudar as pessoas a exerceram sua cidadania. O ódio tem criado movimentos irracionais, muitas vezes, que não sabemos onde podem chegar. Nos EUA, por exemplo, onde Donald Trump vai vira uma confusão”, comenta.

Quanto a seguros, ela vê um momento delicado para a indústria. “Não há nada previsto nas apólices sobre crime de ódio, que podem causar danos aos patrimônios e às pessoas. Se um movimento de ódio paralisa uma estrada, por exemplo. Não é greve, nem tumulto. É crime de ódio. Isso pode fazer com que a seguradora contabilize um aumento de pagamento de indenizações por danos ao patrimônio e também por internações de pessoas agredidas fisicamente”, comenta.

O tema ainda é novo para as seguradoras em todo o mundo, uma vez que os crimes sempre aconteceram, mas passaram a ser melhor contabilizados durante a campanha de Donald Trump, que trouxe à tona uma polarização política, algo semelhante ao que tem acontecido no Brasil, com a disputa de candidatos da extrema direita e da extrema esquerda.

Uma pesquisa do Southern Poverty Law Center (SPLC), organização que monitora extremistas nos Estados Unidos, contabilizou 1.094 incidentes de ódio entre novembro de 2016 e fevereiro de 2017, como parte do projeto #ReportHate (denuncie o ódio, em inglês). Entre os locais que mais acontecem os crimes de ódio, o estudo cita escolas, empresas, propriedades privadas, rua, local religioso, trânsito e transporte público.

ARTIGO: Desmistificando o seguro residencial: você pode ter

POR Walter Pereira, diretor de Linhas Pessoais da Zurich no Brasil

O seguro residencial ainda é um produto que gera muitas dúvidas para os brasileiros. E uma destas incertezas muitas vezes está relacionada ao preço. Isso porque existe um efeito de comparação equivocada com outros tipos de seguros, especialmente o Automóvel.

E é só fazer uma conta rápida para tentar compreender a avaliação (errônea) que o consumidor poderá fazer. Para um veículo no valor de R$ 40.000, o seguro sai em torno de R$ 1.700 – por exemplo. A duvida pergunta que fica na mente do consumidor é: então para uma residência no valor de R$ 200.000, qual seria o custo de um seguro? Na realidade, a partir de R$ 150 por ano, seu imóvel estará protegido.

Observe que estamos falando de um valor segurado cinco vezes maior (casa x carro). Portanto, ao contrário do que muitos pensam, são apólices com preços bem acessíveis. E a vantagem de contar com um seguro residencial vai muito além da proteção de um bem, mas também para toda a família.

Normalmente o seguro residencial é oferecido ao consumidor com ampla gama de coberturas e serviços. Além das básicas, como Incêndio, Queda de Raio e Explosão, pode-se ainda contratar coberturas adicionais de livre escolha do cliente. Dentre elas, Danos Elétricos, Impacto de Veículos, Vendaval/Queda de Granizo. Existe também no mercado coberturas especiais como Bicicletas, Equipamentos Portáteis e Atividades Profissionais.

Além destas coberturas, outro item muito importante em um seguro residencial é com relação aos serviços emergenciais disponíveis 24 horas. Trata-se de uma ampla gama de serviços oferecidos para o cliente, de acordo com os planos escolhidos, como Mão de Obra Hidráulica, Vidraceiro, Mudança, Limpeza, entre outros.

Com uma rotina cada dia mais corrida com uma série de compromissos e prazos, ter um seguro residencial é ficar livre de algumas preocupações que acarretam tempo para resolver.

Além disso, é importante entender que, normalmente, uma casa é o bem mais valioso que a pessoa pode ter, em termos financeiros. Assim sendo, o seguro residencial existe para atenuar eventuais contratempos. E pode ser contratado por qualquer um sem pesar no orçamento familiar.

CEO da MDS reforça tecnologia e serviços para crescer em 2019

Ariel Couto, que assumiu o comando da corretora portuguesa MDS no Brasil em agosto, aposta na recuperação dos investimentos em infraestrutura, empregos e renda dos trabalhadores já em 2019. “Seguro depende do bom desempenho da economia para crescer. Acredito que o Brasil vai avançar e o mercado segurador voltará em breve a crescer na casa dos dois dígitos”, afirmou ele durante um almoço com o blog Sonho Seguro.

Formado em Administração de Empresas pela UERJ e com MBA Executivo pelo Coppead/UFRJ, Ariel Couto iniciou sua carreira no mercado de seguros em 1995, na gestão de uma corretora familiar. Desde então, passou por empresas como a corretora do grupo Brascan (atualmente Brookfield), RSA Seguros (hoje Sura) – onde foi diretor comercial e de marketing, e mais recentemente, liderou o retorno da seguradora australiana QBE ao mercado de seguros corporativos no Brasil, que foi neste ano adquirida pela Zurich. “Estava tudo certo de começar na Zurich, quando recebi a proposta da MDS. Irrecusável”, afirmou.

Segundo ele, a MDS Brasil é uma empresa que investe muito nas pessoas e em inovação, sempre com um olhar atento ao cliente e isso faz com que se diferencie no mercado nacional. “Vou dar sequência ao processo de expansão da companhia no mercado brasileiro, com uma integração cada vez maior com os negócios gerados pela matriz e subsidiárias em outros países, como também otimizar as oportunidades que as redes de corretores internacionais das quais o grupo MDS faz parte, como a Brokerslink”, afirma.

No Brasil, poucas corretoras publicam balanço, o que dificulta mensurar a posição de cada uma delas no segmento. Segundo os próprios corretores, a Marsh se consolidou como a maior do setor com a compra mundial da JLT, que até então era considerada a quarta maior, em uma negociação de US$ 5,7 bilhões anunciada em setembro deste ano. Em segundo vem AON, seguida pela Willis. Em quarto está a MDS, de acordo com um “ranking” não oficial.

Independentemente de ranking, o que se vê neste setor é uma acirrada concorrência agravada ainda mais pela crise. Muitos empresas fecharam, entraram em recuperação judicial, ou reduziram muito o programa de seguro, seja por queda na produção, seja por demissões expressivas, seja pela necessidade de corte de custos. Esse quadro traz ao mercado clientes ávidos por otimização do programa de seguro, principalmente com custos menores, bem como benefícios e serviços de melhor qualidade prestados pelos corretores e seguradores.

A MDS atua com benefícios, onde saúde reponde por 90%, grandes e médios riscos, resseguro e uma área de massificados que engloba varejo, afinidades e worksite, que é a venda de seguros individuais para funcionários de empresas. Tem também a RCG Powered By Herco, antiga Herco, especialista em gerenciamento de risco, presente em 11 países, além da matriz em Portugal.

Em riscos corporativos, a tática de “road show” para seguros patrimoniais e de prevenção e gestão do plano de saúde têm rendido bons frutos, segundo Couto. O primeiro envolve reunir em uma sala clientes, seguradoras e resseguradores. O cliente apresenta a empresa e os riscos, mostra como o programa de seguro tem funcionado e aguarda propostas que melhorem o custo benefício. Ariel citou dois eventos recentes. Um atraiu 50 pessoas e outro 30. “Conseguimos nove propostas de seguradoras para um cliente da área de fundição, com ofertas de redução de preço e ganhos com coberturas e serviços que deixaram nosso cliente muito satisfeito”, informou.

Em saúde, o céu parece ser o limite para tentar reduzir custos. A tecnologia é a grande aliada. Ele cita várias novidades com a implementação de um sistema integrado, que vai da gestão das apólices para corporações até renovação do contrato totalmente online pelo consumidor final. “Nosso sistema identifica, por exemplo, um funcionário que usa muito vale transporte e já sinaliza que ele pode ser um candidato para o programa de prevenção ortopédica em razão de estar exposto mais horas em ônibus e metrôs”, cita.

Outra novidade que a tecnologia possibilita a corretora oferecer às corporações é a gestão de benefícios flexíveis. Por exemplo: um casal em que ambos tenham plano de saúde corporativo, com direito a cobertura para o cônjuge. “Um deles pode abrir mão do plano na empresa e ganhar pontos para adquirir outros benefícios”, explica.

Em breve, segundo Couto, estará pronto um sistema que vai permitir o cliente a avaliar melhor o seu programa de seguros e o atendimento das seguradoras. Um robô está sendo programado para avaliar os contratos e também como foi o atendimento de um sinistro. As notas irão mostrar quem são os melhores parceiros de negócios. Uma inovação e tanto, ao dar mais poder ao cliente, um cenário até então raro no Brasil. Outras novidades como essas são aguardadas para 2019, com o centro de inovação MDSLab em construção em Brusque. “Estamos abrindo nosso décimo escritório no Brasil em Santa Catarina, que já é um polo de inovação do país, para enriquecer e estimular as mudanças que a sociedade exige diante da revolução tecnológica. Teremos a filial e o MDSLab no mesmo endereço”.

Icatu Seguros amplia cobertura de doenças graves

A Icatu Seguros lança hoje as novas contratações do produto Essencial Vida, que passarão a contar com a opção de cobertura de 11 doenças graves – que antes tinha cobertura para cinco doenças -, com capital segurado de até R$ 1 milhão. A cobertura prevê pagamento de indenização para diagnósticos de paralisia de membros, perda de visão, perda de audição, perda da fala, esclerose múltipla ou cirurgia de revascularização do miocárdio com implante de ponte vascular (conhecida como By Pass), além da cobertura já em vigor, que engloba câncer, AVC, infarto, transplante de órgãos e insuficiência renal.

“A Icatu estuda profundamente as experiências e necessidades de seus clientes e por isso ampliou as coberturas do DG. Diante do aumento da expectativa de vida do brasileiro e da sua vontade de viver essa longevidade com qualidade, este é um produto que tem despertado mais interesse na população”, conta a diretora de Desenvolvimento de Produtos de Vida da Icatu, Luciana Bastos.

A comercialização do seguro com cobertura para cinco doenças graves continua apenas pela contratação tradicional, com proposta e assinatura em papel.

CNseg parabeniza presidente eleito

Marcio Coriolano cnseg

A CNseg, Confederação das Seguradoras, parabeniza o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), desejando-lhe sucesso em sua gestão. Com o objetivo de colaborar, e dentro de suas finalidades institucionais, a Confederação teve a oportunidade de entregar pessoalmente ao presidente eleito um dossiê completo com suas propostas para os próximos anos.

O mercado de seguros brasileiro ocupa a 46ª posição do ranking mundial no consumo por pessoa, em descompasso com a economia do país, a nona maior do planeta. O setor segurador é responsável pela formação de poupanças equivalentes a R$ 1,2 trilhão, sendo um dos maiores investidores institucionais do país. Há, portanto, um cenário de muitas oportunidades e desafios para a inclusão social neste mercado. Por isso, o setor segurador deve ter papel destacado na formulação e execução de políticas públicas, no planejamento dos investimentos privados e nas ações governamentais que deverão ser realizadas.

Estamos prontos a contribuir para o Brasil retomar o caminho de crescimento econômico sustentável, com maior geração de renda, de produção e de emprego.

Marcio Coriolano

Presidente da CNseg – a Confederação das Seguradoras