Liberty desenvolve seguro para carros compartilhados da startup moObie

Em parceria com a moObie, a seguradora será responsável pela proteção dos carros disponíveis no catálogo da plataforma de automóveis compartilhados

A Liberty Seguros ingressa no mercado de compartilhamento de carros peer to peer (aluguel de pessoa para pessoa), oferecendo uma nova modalidade de seguro para proprietários de automóveis disponíveis na moObie, plataforma referência em mobilidade no Brasil. A parceria entre as companhias tem o objetivo de expandir as oportunidades de quem procura fazer renda extra com o compartilhamento de carros.

O principal diferencial da apólice desenvolvida pela seguradora é o fato de garantir cobertura por dia para o público microempreendedor que tem documentação via CNPJ (pessoa jurídica), serviço que antes era disponível somente para pessoas físicas.

Poder desenvolver esse produto para a moObie é uma grande oportunidade de mostrar mais uma vez que estamos pensando no futuro” explica Mario Cavalcante

“Um dos pilares da Liberty Seguros é o fomento à inovação, seja para trazer ao consumidor novas tecnologias para facilitar seu dia a dia, seja para criar novos produtos que atendam às necessidades do mercado e da nova economia. Poder desenvolver esse produto para a moObie é uma grande oportunidade de mostrar mais uma vez que estamos pensando no futuro” explica Mario Cavalcante, diretor de Massificados da Liberty Seguros.

“O produto que a Liberty desenvolveu permitirá que o microempreendedor individual (MEI), que possui um carro registrado em um CNPJ, passe a contar com a possibilidade de locar o veículo pela nossa plataforma da mesma maneira que já acontece com a pessoa física, garantindo dessa forma, uma oportunidade de renda extra”, explica Tamy Lin, CEO da moObie.

Como funciona – A locação acontece de Pessoa para Pessoa (P2P) por meio de app intuitivo e prático da moObie. O proprietário cadastra seu carro, que passa por uma validação na qual serão verificados a situação do veículo junto ao Detran/Denatran, vigência do seguro e critérios de elegibilidade (modelos de 2008 em diante e com menos de 100mil km rodados), com outros critérios também sendo avaliados pela equipe da moObie.

Por parte dos locatários, após aprovação do cadastro, o interessado acessa o app para buscar o veículo disponível mais indicado à sua necessidade em um mapa de localização, verifica preço e solicita a reserva. Do outro lado, o dono visualiza o pedido e tem autonomia para aceitar ou não a solicitação na data especificada, de acordo com sua disponibilidade. O pagamento é feito no ato da confirmação da reserva via cartão de crédito do condutor e entra na conta do proprietário do carro cadastrada na moObie em datas pré-definidas.

No ato da entrega das chaves, é realizado um check-in no próprio app e na devolução é feito checkout via celular. O carro deve ser devolvido nas mesmas condições em que foi entregue, limpo e abastecido. Caso haja infração ou acidente durante a locação, há processos preestabelecidos. O número da habilitação do usuário fica registrado e o carro está segurado durante todo período de locação. Se houver sinistro, a seguradora da moObie é a responsável e não a do proprietário. E se houver infração, os pontos vão para o usuário, não para o dono do carro.

Capitalização fatura 2,7% mais até outubro

O faturamento das empresas de capitalização cresceu 2,7% de janeiro a outubro deste ano comparado com o mesmo período de 2017, atingindo R$ R$ 17,4 bilhões. As reservas técnicas, compostas dos recursos de títulos ativos que serão resgatados pelos clientes, alcançaram o patamar de R$ 29,4 bilhões valor 1,7% maior, em relação ao ano passado. No período, o segmento injetou na economia, sob forma de resgates parciais e finais, R$ 14,3 bilhões, de acordo com os dados da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap).

Entre janeiro e outubro, o segmento distribuiu R$ 899,5 milhões em prêmios. O volume de prêmios pagos por dia útil segue relevante, atingindo R$ 4,2 milhões, distribuídos a clientes sorteados em todo o país.

Para o próximo ano, o segmento aposta na criação de novos produtos, adequados as exigências das Circulares 569 e 576. “A expectativa é que a melhora na economia, reflita na redução do desemprego e outros indicadores, favorecendo a comercialização de Títulos de Capitalização. A criação das modalidades Instrumento de Garantia e Filantropia Premiável, devem gerar novas soluções para os consumidores, além das já existentes”, adianta Marcos Coltri, presidente da FenaCap.

Starr começa a atuar com seguro aviação

A Starr Insurance Cos. anunciou que a Starr International Brasil Seguradora recebeu licença local para oferecer seguro de aviação. “Estamos entusiasmados por adicionar capacidade de aviação em uma economia importante e crescente como o Brasil”, disse Steve Blakey, presidente e diretor executivo da Starr Insurance Holdings Inc. “Como líder mundial em soluções de seguros de aviação, estamos constantemente buscando novas oportunidades e mercados para atender às crescentes necessidades da indústria de aviação e aeroespacial em todo o mundo.”

Fernanda Strachino, especialista em aviação, juntou-se à Starr Brasil para liderar a nova divisão de aviação. Strachino traz mais de 16 anos de experiência no mercado de aviação e seguros, informa o comunicado do grupo.

Programa de Inovação em Seguros na PUC-Rio está com inscrições abertas

Alunos de qualquer instituição podem se inscrever até 21/12. O projeto é uma parceria entre PUC-Rio, Mongeral Aegon e IRB Brasil RE com objetivo de pensar soluções inovadoras e formar talentos para o mercado de seguros e resseguros

Inovação, Internet das Coisas, Inteligência Artificial e conceitos que vieram dos avanços da tecnologia impactaram o mundo em diversas áreas e mudam diariamente as rotinas profissionais. Com o sucesso da primeira turma, que se encerra agora em 2018, e no propósito de continuar a adequar o mercado de seguros e resseguros a esse novo contexto, o Departamento de Informática do Centro Técnico Científico da PUC-Rio, em parceria com a seguradora multinacional Mongeral Aegon e a maior resseguradora do país IRB Brasil RE, abriu as inscrições para a turma de 2019 do programa de inovação em seguros e resseguros, Insurtech Innovation Program, que oferece 20 vagas. Alunos de graduação de qualquer instituição e carreira podem se inscrever pelo link http://insurtech.les.inf.puc-rio.br até o dia 21/12.

O processo seletivo inclui um formulário de inscrição que pede, entre outras coisas, a criação de um vídeo, de uma imagem que represente o candidato e a produção de uma Linha do Tempo, com a inserção de pontos altos e baixos da vida particular e acadêmica. Entrevistas ou dinâmicas em grupo com os selecionados irão definir os alunos da turma 2019.

O nome Insurtech é resultado da junção dos termos em inglês insurance (“seguro”) e technology (“tecnologia”). O curso tem duração de um ano e a ideia de multidisciplinaridade é um dos nortes do programa. Não é necessário nenhum pré-requisito, porém é importante que o candidato tenha um perfil proativo, seja motivado a desafios e goste de tecnologia. As aulas e demais atividades do Insurtech Innovation Program são diárias, de segunda a sexta, das 14h às 18h. Com isso, os selecionados deverão ter disponibilidade de 20h semanais para o programa. Todos os participantes terão direito a uma bolsa de remuneração mensal, conforme padrões da PUC-Rio e das instituições nas quais os alunos estão matriculados.

O programa tem ênfase em propostas de inovação, utilizando o Challenge Based Learning (CBL), método de aprendizagem em que os participantes, de modo colaborativo, pensam soluções tecnológicas criativas e inovadoras para problemas reais a partir de desafios. Blockchain, Ciência de Dados, Machine Learning, Internet das Coisas, Realidades Virtual e Aumentada estão entre as tendências tecnológicas exploradas no Insurtech Innovation Program. Para 2019, o programa irá intensificar as ações de implementação das inovações com as empresas, com foco em gestão de projetos.

A primeira turma do programa, iniciada em fevereiro de 2018, resultou no total de 19 propostas de soluções inovadoras, sendo que seis estão em processo de implementação nas empresas Mongeral Aegon e IRB Brasil RE.

SERVIÇO:
Insurtech Innovation Program – Programa de Inovação em seguros e resseguros
Inscrições: até 21/12/18
Link para inscrições: http://developeracademy.les.inf.puc-rio.br/iep/forms/inscricaoInsurtechV3.3.html
Site: http://insurtech.les.inf.puc-rio.br/#

Icatu Seguros e Banco Inter fecham parceria para oferecer previdência por aplicativo

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A Icatu Seguros, líder entre as seguradoras independentes em Vida, Previdência e Capitalização, e o Banco Inter, primeiro banco digital do país, fecharam parceria para comercializar previdência privada pelo aplicativo do banco – uma iniciativa inédita no país. Com o objetivo de democratizar o acesso de todo tipo de investidor e incentivar o planejamento financeiro, um dos propósitos da seguradora, a transação é 100% online, sem taxas de carregamento e com aplicação mínima de R$ 100.

Pelo celular, o investidor responderá a algumas perguntas para receber sugestão do plano mais indicado para seu perfil, tornando a experiência do cliente melhor e ainda mais customizada. Os sistemas da Icatu Seguros e do Banco Inter estão integrados via API. Trata-se de uma tecnologia moderna que torna mais fácil e simples o canal de acesso: o cliente utiliza o sistema da Icatu e tem interface em tempo real com a base do banco, garantindo agilidade aos processos, além de segurança dos dados.

“Criamos uma oferta que não existe no Brasil: pelo celular, qualquer investidor poderá decidir por um produto de previdência com segurança. Estamos conectando consumidores digitais a um marketplace de previdência preparado para atendê-lo na oferta e no pós-venda”, afirma o presidente da Icatu Seguros, Luciano Snel.

A parceria foi lançada nesta quarta-feira, dia 12 de dezembro, em um evento na B3, em São Paulo, quando o Banco Inter anunciou a criação da Plataforma Aberta Inter (PAI).

“Nosso diferencial é ser um banco digital que oferece tudo o que o cliente precisa, na palma da mão. Com a nossa nova plataforma de investimentos, passamos a contar com um portfólio ainda mais completo, oferecendo também a possibilidade de contratação de previdência privada diretamente pelo aplicativo”, afirma João Vitor Menin, CEO do Banco Inter.

Diretora da MetLife é uma das autoras do livro “Mulheres de Marketing”

Obra reúne relatos de profissionais de destaque no Marketing, atuantes em empresas de grande porte e em multinacionais de todo o País

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Elas investiram no próprio desenvolvimento e se tornaram profissionais de destaque ao descobrirem sua afinidade com a área de Marketing e sua capacidade de criação e inovação. Os relatos das experiências dessas mulheres vitoriosas viraram livro. Intitulado “Mulheres do Marketing”, a obra tem o objetivo de inspirar profissionais, inclusive os dessa área. A diretora de Marketing da MetLife, Ana Beatriz Fuhrmann Basso, é uma das participantes da obra.

A Editora Leader que é expert em livros coletivos no Brasil, aposta em mais um livro pioneiro, com 39 mulheres do marketing, que será lançado no dia 12 de dezembro na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, em São Paulo – SP, às 19 horas. A obra reúne executivas de todo o País, atuantes em empresas de grande porte e multinacionais, como MetLife, Avon, Coca-Cola, Disney Brasil, Globosat, Marisa, Nestlé, Samsung, Johnson & Johnson, Visa, entre outras. Com esse livro, a Leader recebeu destaque no Ranking Brasil, sistema brasileiro de homologação de recordes, pelo número de executivas reunidas.

As trajetórias de empreendedorismo dessas mulheres, ensinamentos e essenciais e estratégias de administração estão presentes na publicação, tornando possível ao leitor conhecer a fundo como funciona o Marketing nas corporações. O livro traz também experiências de vida pessoal, com foco no equilíbrio com o trabalho, para o desempenho dos papéis que escolheram.

As profissionais de Marketing têm conquistado cada vez mais espaço no mercado de trabalho, destacando-se em empresas de todos os portes e na disputa de espaço com as lideranças masculinas que ainda predominam nas agências de Propaganda e Marketing de todo o País, como constatam as coautoras.

Por isso mesmo, elas têm consciência da necessidade de se manterem sempre atualizadas, pois, como afirma no prefácio Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza, o Marketing é uma área que se transforma a cada dia.

“Mulheres do Marketing” leva o leitor a refletir sobre os valores, conceitos e comportamentos necessários para alcançar o sucesso. A publicação servirá como livro de cabeceira para quem está em início de carreira, no intuito de ajudar na busca por soluções por meio das experiências compartilhadas.

“A obra “Mulheres do Marketing” é um verdadeiro compêndio de cases de cada uma das convidadas e tem como finalidade contribuir para o registro biográfico do Marketing em nosso país, marcando assim a história dessa área empresarial no Brasil”, declaram as coordenadoras do projeto, Tatyane Luncah, Fundadora e CEO da agência Grupo Projeto, especialista em eventos corporativos e responsável pelas iniciativas e soluções do Live Marketing ao Digital, e Andréia Roma, Fundadora e CEO da Editora Leader, com vasta experiência em marketing no mundo editorial.

O livro foi apadrinhado pela Associação Brasileira de Anunciantes – ABA e tem sua presidente executiva, Sandra Martinelli, entre as coautoras convidadas. A capa leva a assinatura do artista plástico Tito Ferrara, ex-diretor de arte que abandonou o trabalho confinado em um escritório e decidiu viver de arte urbana. A Editora Leader acredita que um livro é para sempre, assim como uma obra de arte.
Entre as coautoras de “Mulheres do Marketing” estão:

– Adriana Bahia, gerente de Pesquisa de Mercado da Bradesco Seguros;
– Adriana Knackfuss, vice-presidente de Transformação Digital da Coca-Cola;
– Ana Beatriz Fuhrmann Basso, diretora de Marketing da MetLife;
– Andrea Corrêa Baptista, diretora de Marketing e Comunicação da Sage;
– Andréa Naccarati de Mello, diretora de Marketing Corporativo na Samsung;
– Andréa Rubim, gerente de Mídia e Digital na Dairy Partners of America (DPA) – Nestlé Brasil;
– Andréa Sanches, diretora de Marketing da Marisa;
– Anne Napoli, diretora de Marketing da Vigor;
– Christianne Toledo, diretora de Marketing da Pernambucanas;
– Claudia Fernandes, diretora de Marketing, Comunicação, Branding e Cultura da Azul Linhas Aéreas Brasileiras;
– Claudia Neufeld, diretora de Marketing da The Walt Disney Company Brasil;
– Cristina Viana da Fonseca, Category Leader na Amazon;
– Daniella Barbosa, diretora de Marketing e Relações Institucionais da Gocil Segurança e Serviços;
– Danielle Bibas, vice-presidente mundial da Avon;
– Elaine Póvoas, diretora de Marketing e Alianças América Latina da Service;
– Fernanda Dall’Orto Figeuiredo, gerente de Marketing para a América Latina da AkzoNobel;
– Flávia Altheman, Head das áreas de Experiência do Cliente e Transformação Digital da GetNet, empresa do Grupo Santantder;
– Flavia Montebeller, diretora de Marketing da Payot Cosméticos;
– Gabriela Onofre, diretora global de Marketing de Sempre Livre e líder de Cuidados Femininos na Johnson &Johnson América Latina;
– Gabriela Petrin Costa Melo, gerente de Marketing para América Latina e Caribe na Delta Air Lines;
– Gabriela Viana, diretora de Marketing para América Latina na Adobe;
– Giselle Ghinsberg, diretora de Publicidade da Globosat;
– Juliana Zaponi, gerente de Marca da América Latina da Duracell;
– Karen Fuoco Freitas Costa, CEO da ReBrand-me;
– Laura Barros, vice-presidente global de Marketing na Gallo Worldwide;
– Laura Leal Noce, Marketing and R&D director na Enova Foods;
– Luciana Resende Lotze, vice-presidente Sênior de Marketing da Visa para América Latina e Caribe;
– Marina Mizumoto, diretora de Categoria da Lactalis do Brasil;
– Marly Parra, diretora de Brand, Marketing & Communication da Ernst & Young para a América do Sul;
– Paula Costa, vice-presidente de Marketing para a América Latina da Electrolux;
– Priya Patel, student na Le Cordon Bleu Paris;
– Rafaela Passos, sócia e diretora na Linton Consultoria
– Sandra Martinelli, presidente executiva da Associação Brasileira de Anunciantes – ABA;
– Silvana Balbo, diretora de Marketing do Carrefour;
– Simone Vidal, Head de Relacionamento na Tok&Stock;
– Stephanie Christian Saeta, diretora de Marketing e R&D;
– Tatiana Brammer, diretora de Planejamento Estratégico Comercial na Kellogg’s Mercosul;
– Vanessa Vilar, diretora jurídica para o Brasil & América Latina na Unilever.
– Tatyane Luncah, é uma das coordenadoras do projeto Mulheres do Marketing e coautora do livro, CEO da agência Grupo Projeto, responsável pelas iniciativas e soluções do Live Marketing ao Digital.

Ficha técnica
Livro: Mulheres do Marketing
Coordenação: Tatyane Luncah e Andréia Roma
Páginas: 392
ISBN: 978-85-5474-039-9
Preço: R$ 79,90
Lançamento: 12/12 – Livraria Cultura do Shopping Iguatemi – Av. Faria Lima, 2232 – São Paulo – SP
Mais informações: Editora Leader – (11) 3991-6136 e (11)9 8241-8608
contato@editoraleader.com.br
www.editoraleader.com.br

Kuantta inaugura espaço de treinamento

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Com objetivo de ampliar as possibilidades de qualificação dos que atuam no setor de seguros, a Kuantta Consultoria vai inaugurar um espaço voltado para treinamentos em 2019. Com o mercado de trabalho cada vez mais exigente fazendo com que o profissional esteja sempre atualizado, essa será uma oportunidade de aprendizado não só para os corretores, mas também para os funcionários das corretoras e das empresas prestadoras de serviços.

Boullosa afirma que é preciso avançar rumo à evolução do mercado segurador. “Vamos tirar do papel mais um projeto para avançarmos na qualificação e crescimento dos profissionais que atuam no setor. Em janeiro começamos as obras no andar e a nossa estimativa é que no início de março de 2019, já esteja em funcionamento. Nossa maior preocupação é termos um ensino de qualidade e que seja viável economicamente. Nosso mercado é constituído na sua grande maioria de corretoras médias e pequenas e que querem investir em treinamento e qualificação, mas falta recursos. Queremos caminhar ao lado do trabalho que estou realizando a frente da Diretoria de Ensino do Sincor-RJ e as duas instituições serão complementares

O sucesso na carreira não vem sem esforço, dedicação e conhecimento. O processo de gestão de pessoas envolve o empresário e seus colaboradores. A Kuantta Consultoria proporciona o compartilhamento das informações essenciais para o aprendizado dos que atuam em busca do aprimoramento constante. Profissionais que possuem metas e objetivos a serem alcançados, buscam na qualificação o caminho para dinamizar suas atividades do cotidiano.

Falha na governança nacional é apontado como risco para investir no Brasil

Estudo conduzido pelo World Economic Forum, em parceria com a Zurich e a Marsh & McLennan Companies, mostra que falha na governança preocupa empresários na região

Fazer negócios na América Latina e no Caribe pode ser perceptivelmente mais arriscado do que em países da Europa ou dos Estados Unidos. O receio do fracasso de um governo federal instável em um momento de polaridade política mundial está no topo da lista de preocupações daqueles que se interessam em fazer negócios na região.

Pelo menos é o que aponta, pelo segundo ano consecutivo, o Regional Risk for Doing Business Report 2018 (Relatório Regional de Riscos para Fazer Negócios, em livre tradução), estudo conduzido pelo World Economic Forum, em parceria com a seguradora Zurich e a Marsh & McLennan Companies.

Enquanto cinco países da região, Bolívia, Brasil, Equador, Guatemala e Panamá, elegeram um possível fracasso do governo como o principal risco para o mercado, países como Honduras e México escolheram a intensa instabilidade social como a principal ameaça para a realização de novos negócios. O item, que em 2017 foi eleito a terceira maior preocupação dos latino-americanos, em 2018 subiu um degrau e chegou ao segundo lugar do ranking.

A Venezuela, que enfrenta uma situação econômica e política crítica sem precedentes, priorizou no estudo a inflação e a crise governamental, além do colapso de alimentos, o fracasso do estado democrático e a instabilidade social vivida no último ano. A situação política venezuelana gerou uma grande onda migratória em 2018 para países vizinhos, como Brasil, Colômbia, Peru e Equador.

Colômbia e Chile escolheram a migração voluntária em larga escala, respectivamente, como primeiro e segundo lugar na lista de riscos – um dado que pode ajudar a entender a razão pela qual Colômbia e Venezuela foram os únicos países entrevistados que citaram conflitos internacionais entre os dez principais perigos da região.

Economia foi outro fator importante citado no relatório latino-americano, com temas como desemprego e subempregos e uma possível crise fiscal no terceiro e quarto lugar da pesquisa. Nos últimos três anos, a região enfrentou crescimento de 8,4% no número de desempregados, que atualmente atingem a marca de 26 milhões de pessoas, de acordo com a Organização Mundial do Trabalho. A crescente inflação foi destaque em países como Haiti e Argentina – cuja moeda enfrenta forte desvalorização em relação ao dólar americano (50%).

Para a CEO da Zurich na América Latina, Claudia Dill, a região conta com mercados em desenvolvimento e em diferentes estágios de maturidade. Porém, a executiva acredita que a América Latina mostra um nível suficiente de estrutura macroeconômica e social para continuar atraindo investimentos com uma visão de longo prazo. “A maioria dos países da região tem demonstrado progresso nos últimos anos em termos de maturidade e desenvolvimento da sociedade. O Brasil e a Argentina são exemplos disso, onde os recentes casos de corrupção estão sendo finalmente levados a julgamento e o Judiciário está desempenhando um papel ativo. Temos confiança de que a região mostra condições para atrair investimentos em iniciativas de capacitação e crescimento”, afirma.

Segundo Ricardo Brockmann, CEO da Marsh na América Latina e Caribe, embora a preocupação das lideranças empresariais com a falha na governança nacional tenha ficado evidente na América Latina e outras regiões, o progresso em curso em muitos países latino-americanos traz uma perspectiva de atratividade para os investimentos das organizações, principalmente multinacionais. “Em uma era na qual as incertezas crescem a uma grande velocidade, será cada vez mais relevante para as empresas ter soluções eficazes de gestão dos riscos que contribuam para o sucesso dos seus negócios”, ressalta.

Brasil – Pelo segundo ano consecutivo, falha na governança nacional persiste e preocupa líderes empresariais no Brasil, além de falha de governança regional/global, catástrofes naturais, propagação de doenças infecciosas e ataques terroristas.

“Esta edição do relatório traz uma percepção geral de riscos relacionados às falhas na governança nacional em praticamente todas as partes do mundo, principalmente em economias emergentes e também no Brasil. Essa percepção altera a dinâmica de gestão de risco das empresas e faz com que invistam cada vez mais em resiliência e em modelos de previsão de riscos”, analisa Eugenio Paschoal, CEO da Marsh Brasil e Chairman da Marsh & McLennan Companies no Brasil.

“Embora o crescimento econômico e o desenvolvimento tecnológico criem novas oportunidades para empresas e países, os riscos e preocupações levantam questões sobre como gerenciar o negócio em momentos de incerteza, como o vivido pelo Brasil nos últimos anos. O acesso à informação é o principal aliado das companhias para que elas busquem as melhores formas de se precaver contra as ameaças e este estudo é um grande direcionador para executivos”, afirma Edson Franco, CEO da Zurich no Brasil.

Em nível global, destacam-se os grandes ataques cibernéticos como a principal preocupação dos executivos nas economias avançadas. Em todo o mundo, as empresas estão preocupadas com os crescentes atritos geopolíticos que já resultaram no aumento das tarifas e sanções e poderiam alimentar ainda mais a crescente ameaça de expropriação ou violência política.

O relatório é complementar ao Global Risks Report, também conduzido pelo World Economic Forum juntamente com a Zurich e a Marsh & McLennan Companies, que aponta os principais riscos de investimentos a nível global. Para chegar aos resultados, foram ouvidos 12,5 mil executivos do setor privado de 140 países. Além da América Latina e Caribe, foram inclusos na pesquisa países da Europa, Eurásia, Oriente Médio e Norte da África, África subsaariana, Sul da Ásia, Leste Asiático e países do Pacífico e América do Norte.

Mercado segurador pode crescer 8,4% num cenário positivo em 2019, segundo CNseg

2019 vai ser um ano desafiador, mesmo com as previsões otimistas. Num cenário otimista, o avanço do setor chega a 8,4% e num pessimista a 6,3% (sem considerar o seguro DPVAT). “Seja qual for a política que o novo governo implementar, todos os segmentos de seguros serão contemplados, pois o setor faz parte da resiliência das economias em qualquer país do mundo, seja para apoiar a saúde da população, administrar a renda para a aposentadoria, bem como mitigar riscos dos projetos de infraestrutura tão necessários para o crescimento do Brasil”, enfatizou Marcio Coriolano, presidente da CNseg, durante a coletiva de imprensa realizada na sede da confederação das seguradoras no Rio de Janeiro.

A expectativa de faturamento do setor para 2018 é de R$ 442,1 bilhões, crescimento nominal de 3,1% em relação ao ano anterior. Em termos reais o setor não cresceu neste ano, mas a estabilidade nominal é comemorada pelos associados da confederação ao ser considerado o período de crise vivenciado pelo Brasil nos últimos anos. Segundo ele, não dá para olhar mais o setor pela média, pois alguns nichos são mais beneficiados, ou prejudicados, que outros diante das mudanças na economia. “Seguro de carro, por exemplo. Se a venda de veículos cai, o seguro acompanha. Se o governo suspende investimentos em infraestrutura, o seguro de grandes riscos sofre com tal política”, explica.

A variação do cenário positivo e negativo se dá pelas previsões dos analistas financeiros dos indicadores macroeconômicos, principalmente do relatório Focus, divulgado pelo Banco Central às segundas-feiras. “Em cima dessas projeções, tem questões mais afetas aos diversos segmentos do setor, como vendas de carros pela Anfavea até a área plantada sinalizada pelo Ministério da Agricultura”, explicaram os executivos presentes no evento.

O segmento de auto, por exemplo, passa de 6,8% no cenário otimista de 2018 para 8,9% em 2019. Em rural, 2018 teve um desempenho excepcional em 2018, com projeção de encerrar o ano em 15,9%. Já em 2019, a expectativa com subsídio rural é menor e a projeção otimista chega a 9,1% e a pessimista 5,4% para o próximo ano. “O crescimento do PIB, do emprego e da renda são itens essenciais para mover o mercado segurador, bem como a conquista de novos consumidores com produtos inovadores que estão sendo desenhados pelas companhias do setor que buscam miminizar a lacuna de proteção que as estatísticas mundiais nos mostram”, citou Coriolano.

Apesar de o Brasil ser a oitava economia do mundo, é o 12o colocado no ranking de seguros e 45o em arrecadação per capita em seguros. “Isso mostra o tamanho do potencial do setor em avançar para garantir que os projetos da sociedade se concretizem mesmo diante de imprevistos”, ressaltou. “Já se avançou muito, mas a necessidade de proteção da sociedade é ainda imensa”, afirma o executivo, mostrando dados como apenas 30% da frota de veículo nacional ter seguro, 14% das residências com proteção securitária e 24% da população coberta por plano de saúde privado. Em previdência, o potencial é ainda maior. Apenas 9% da população em idade ativa ou 13% da economicamente ativa possui planos de previdência privada. Outros nichos potenciais são de seguro para pequenas e médias empresas, de seguro que envolvam o agribusiness e planos odontológicos.

Coriolano ressaltou que as estrangeiras aumentaram suas apostas no setor segurador. Enquanto as seguradoras ligadas a bancos registraram aumento da participação de 2008 para 2018 de 86% para 89% em cobertura de pessoas, as estrangeiras avançaram em ramos elementares, passando de 46% para 48% considerando as seguradoras ligadas a bancos e de 29% para 36,7% no nicho de sociedades vinculadas a instituições estrangeiras. “Isso foi fruto da aquisição de carteiras de grandes riscos de bancos, como da Bradesco pela Swiss Re, ou da Itaú pela Chubb”, citou.

Regulação – Alexandre Leal, diretor técnico da CNseg, destaca a agenda regulatória em 2018, como a autorização para venda de seguros por meios remotos, a instalação da comissão de inovação e insurtech e a reforma do arcabouço regulatório do segmento de títulos de capitalização. “Também foram promulgadas normas para a revisão do sistema de controles internos, governança e auditoria interna”, comentou. “Para o consumidor final foi muito importante essa revisão. É um olhar muito atento da Susep na governança.”.

Em saúde, a regulação também foi enfatizada em 2018. “A agenda da ANS ficou mais presente na sociedade e trouxe muitos avanços para o setor, como a discussão da nova metodologia de reajuste. “O modelo foi testado pela Agência e visa recompor custos trazendo eficiência para todos. Tem de estar bem ajustado para cobrir todas as despesas e assim garantir a sustentabilidade do sistema”, destacou Solange Beatriz, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar. Outra pauta importante da saúde estão os produtos de co-participação e franquia, ainda em discussão. Segundo Solange, a regulação prudencial avançou muito e traz maios segurança para todos.

“O setor ficou praticamente ileso da crise, sem qualquer necessidade de intervenção, o que mostra a boa solvência”, destacou o presidente da CNseg. “É um setor muito regulado e isso se mostrou positivo diante da crise onde vimos várias empresas de outros setores em dificuldades financeiras”. São 118 seguradoras, 137 resseguradoras, mais de 1 mil de saúde, 90 mil corretores de seguros, 150 mil empregos gerados diretamente e 2,2 mil profissionais peritos, avaliadores de seguros e auditores atuariais.

Para 2019, a expectativa está em regulamentar o seguro garantia para obras, com até 30% do valor garantido por seguros, e a lei geral de proteção de dados, que deve trazer impactos significativos para todo o setor que movimenta uma quantidade enorme de dados de clientes, principalmente na área de saúde. “A agenda de garantia é positiva para o país pois o seguro dá prosseguimento a obra, mesmo se alguma das empresas envolvidas entrar em falência”, disse Miriam Mara Miranda, diretora de relações institucionais da CNseg.

Outra pauta é com as associações e cooperativas. Neste ano, o PLP 519/2018 foi divulgado e está no Congresso Nacional. Ele visa enquadrar as cooperativas e associações, até agora consideradas irregulares por vender produtos como seguros sem ser seguradoras, sejam regulamentadas. “Elas atuam de forma irregular, com inúmeras delas sendo investigadas pelo Ministério Público”, destacou Luiz Tavares, diretor e consultor jurídico da CNseg.

Quanto a possível fusão da Susep com a Previc, Coriolano citou que o setor entende a necessidade de contenção de custos perseguida pelo governo. “Mas é preciso analisar muito cautelosamente, pois as entidades envolvem setores diversos e é importante avaliar a efetividade do modelo que for adotado. A Previc representa somente as entidades de previdência fechada. Já a Susep cuida de vários segmentos, para que a fusão não percad a capacidade analítica dos setores”, disse.

Futuro – A CNesg resumiu um documento que foi produzido para os presidenciáveis, mas que agora tem como alvo a equipe do governo de Jair Bolsonaro. Como sugestão, a entidade cita a necessidade de políticas macro e microeconômicas priorizarem os produtos que o setor privado pode apoiar o Estado, como saúde, previdência e financeiros, por exemplo. Também foi enfatizada a ampliação do acesso dos consumidores por meio de novos produtos e canais de distribuição, soluções para os desafios da longevidade e a manutenção das garantias contratuais. “Tais medidas ajudam o setor, mas o que realmente determinará o bom desempenho do mercado segurador é o crescimento do PIB, do emprego e da renda”, finalizou Coriolano.

Zurich conquista novo patamar em políticas de diversidade e igualdade

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Seguradora subiu um nível na certificação EDGE; ações desenvolvidas serão destaque em apresentação no lançamento do IDIS – Instituto pela Diversidade e Inclusão no Mercado de Seguros

A igualdade e diversidade no ambiente de trabalho acontecem quando todos os funcionários de uma empresa podem aproveitar das mesmas recompensas, recursos e oportunidades independente do seu gênero, etnia e orientação sexual. A Zurich, seguradora global com mais de 80 anos de atuação no mercado brasileiro, entende isso e, vem desenvolvendo ações e programas, por meio de grupos dentro da companhia, mais inclusivas.

E a seguradora, mais uma vez, ganhou um reconhecimento por suas iniciativas: subiu de categoria na certificação empresarial EDGE (Economic Dividend for Gender Equality), voltada à equidade de gêneros. Com metodologia própria, é responsável pela mensuração do equilíbrio entre homens e mulheres do que diz respeito a oportunidades, salários, políticas de inclusão, assim como as suas práticas na rotina diária cultural das empresas.

A Zurich, que já detinha a certificação desde 2016, saiu do primeiro nível EDGE ASSESS e atingiu em 2018 o segundo de três patamares, EDGE MOVE. Isso significa que a companhia não somente já adotou medidas para uma mudança estrutural no sentido de um ambiente mais igualitário, como também já está colhendo bons frutos dessas mudanças, com altos níveis de engajamento de funcionários de ambos os sexos em suas políticas de equilíbrio de gênero. Somente duas empresas brasileiras possuem a patente EDGE MOVE, sendo a Zurich a única seguradora.

“Um trabalho exercido com excelência não escolhe gênero e, por isso, a Zurich faz questão de estar na vanguarda em tudo que diz respeito à igualdade entre nossos profissionais homens e mulheres. Foram dois anos de muito trabalho desde a última certificação, então para nós, é um motivo de muito orgulho atingir esse patamar. No entanto, ainda há muito que fazer pela frente e a Zurich do Brasil está só começando. Nosso objetivo é ser LEAD, o último patamar do EDGE”, comenta Edson Franco, CEO da Zurich no Brasil”.

Case no IDIS – Atualmente, a Zurich Brasil desenvolve três programas dentro das políticas de diversidade e inclusão, sendo dois globais e um local: o WIN – Women’s Innovation Networ, grupo de interesse com governança global, que promove a igualdade de oportunidades de carreira para mulheres e homens; @Pride, grupo com ações voltadas ao respeito aos Direitos Humanos de cada indivíduo e à consolidação de uma cultura de inclusão e pertencimento com base na orientação sexual; e o DEZ – Diversidade Étnica na Zurich, que promove a conscientização, inclusão, retenção e desenvolvimento de profissionais de diferentes etnias.

Estes programas integram o case que será apresentado pelo CEO Edson Franco no lançamento do IDIS – Instituto pela Diversidade e Inclusão do Mercado de Seguros, que é patrocinado pela Zurich. O evento acontecerá no dia 12 de dezembro, em São Paulo, e contará com palestras e cases de seguradoras.

O IDIS está sendo criado com objetivo de conscientizar as lideranças sobre a importância de ampliar a diversidade de perfis de profissionais no mercado segurador. O Instituto tem como presidente Valéria Schmitke, Diretora Regional de Legal & Compliance da Zurich para a América Latina.

“Estamos envolvendo todos os agentes do mercado, sejam eles seguradores, resseguradores, provedores de serviços, corretores de seguros, operadores de planos de saúde, educadores, imprensa. Inicialmente, trabalharemos três pilares: gênero, LGBT+ e raça/etnia. Consideramos que estas são as áreas mais urgentes e, no futuro, devemos atuar também com os pilares PCDs, gerações e outros”, afirma Valéria.

Serviço

Lançamento do IDIS – Instituto pela Diversidade e Inclusão do Mercado de Seguros

Data: 12 de dezembro, das 8h30 às12h

Local: Escola Nacional de Seguros – Rua Augusta, 1600, Consolação, SP