CVG-SP discute evolução e futuro da subscrição de riscos no seguro de vida

por Marcia Alves

Em nova edição do Café CVG-SP, realizada no dia 8 de outubro, no auditório da ACSP, em São Paulo, o tema em pauta foi “O futuro da subscrição de vida”. O evento reuniu especialistas de diversos segmentos do setor para analisar as transformações na subscrição de riscos do seguro de vida, a partir do uso de tecnologia e de novas práticas, além de apontar tendências. A abertura foi realizada pelo presidente do CVG-SP, Anderson Mundim, superintendente Executivo da Bradesco Vida e Previdência, e a mediação pelo diretor de Relações com o Mercado, Marcos Salum, gerente Comercial da Swiss Re.

“O processo de subscrição está no coração da seguradora e o grande desafio é conseguir o equilíbrio com a jornada do cliente”, disse Marcos Salum. Para Mario Jorge Pereira, diretor Comercial & Partner da Samplemed, “o futuro da subscrição de vida já está acontecendo”. Ele apresentou um estudo da consultoria McKinsey que retrata mais de quatro fases de evolução da subscrição, desde a automatização até o processo contínuo, que, atualmente, incluem ações preventivas para influenciar a saúde dos proponentes. 

Embora existam muitas fontes para a captação dados, como censo demográfico, health score, exames, questionários, modelos preditivos e análise facial, Mario Jorge observa que ainda faltam dados médicos estruturados para a análise em tempo real. Hoje, segundo ele, a análise de riscos inclui novas técnicas, como a taxonomia. Por isso, adverte que a DPS não pode ser mais a única fonte da subscrição. “O futuro da subscrição passa pelo trabalho conjunto da atuária e da ciência de dados com o apoio da tecnologia”, disse.

O consultor em Planejamento e Proteção Financeira da TGL Consultoria Financeira, Rogério Araújo, enxerga inúmeros benefícios na aplicação da inteligência artificial à subscrição. Ele cita a redução da burocracia na contratação, com menos documentos, a agilidade na emissão da apólice e até a expansão do mercado. “O seguro para motoboy, que antes era um palavrão, hoje, com dados, é possível precificar”, disse. Para Araújo, a subscrição bem-feita não apenas evita problemas na indenização, como também promove a democratização do seguro. “Com dados nas mãos e IA, podemos educar nosso público e levar o seguro para a baixa renda, que só não compra por falta de oferta”, disse.

Francesca Panzeri, senior UW Proposition Manager LatAm da Swiss Re, avalia que o underwriting passou por grandes transformações, provocadas, principalmente, pela tecnologia e pela pandemia. “No passado, o underwriting era severo e lento, mas, hoje, com a tecnologia, já não funciona mais ter uma DPS com 30 perguntas”, disse. Ela atribui ao uso da IA outra grande mudança, destacando que as ferramentas digitais reduzem o trabalho do subscritor, especialmente em casos complexos, como análise e resumo de documentações. O chatbot, inclusive, é capaz de analisar patologias. Na sua visão, o Brasil ainda não tem um mercado maduro de subscrição, mas é muito digital. 

Antonio Carlos Pereira, gerente de Produto Vida e Subscrição da Porto, explicou que a análise na subscrição se baseia em três tipos de riscos: médico, financeiro e pessoal. No risco médico, a digitalização, impulsionada pela pandemia, agilizou o processo, com o uso de IA e machine learning. “Com isso, o subscritor deixou de ser binário, como no passado, em que apenas aceitava ou recusava”, disse. 

No risco pessoal, ele afirmou que os dados sobre capacidades laborativas já não são suficientes para a análise, que, hoje, inclui também o estilo de vida. “Saímos do empírico, que é rico, mas limitando, e avançamos para o conhecimento estatístico, de dados”, disse. Já no risco financeiro, o valor salário, bem como o cálculo sobre os seus múltiplos, ficaram para trás. Hoje, ferramentas digitais definem a renda presumida e a saúde financeira do cliente. “O futuro da subscrição deixa de ser binário e passa para uma composição grande de variáveis”, disse. 

Subscrição personalizada

Se, até pouco tempo, as resseguradoras se destacavam pela oferta de proteção, hoje, vão muito além ao compartilharem riscos, conhecimentos e experiências com o mercado. Alessandra Monteiro, diretora de Subscrição de Vida e Saúde da Austral Re, afirma que, atualmente, as resseguradoras preferidas são aquelas que agregam valor, ajudam a calibrar a subscrição e a melhorar os processos. 

Entre os desafios da área, Alessandra cita a nova Lei de Seguros, que exigirá questionário de saúde mais objetivo e direcionado. Em relação às tendências, ela enxerga uma subscrição mais colaborativa. “O subscritor não pode ser binário, porque o mercado caminha para a personalização, com preços mais adequados”, disse. Para ela, a tecnologia fortalece o papel do subscritor. “O subscritor está no centro de tudo, seu conhecimento técnico, olhar atento e senso ético fazem a diferença”, disse.

Talk show

A segunda parte do evento foi reservada para o talk show com a participação dos especialistas, que responderam perguntas da plateia. Em uma das questões, Francesca comentou que alguns países já adotam o direito ao esquecimento para pessoas que tiveram câncer. Na sua visão, essa questão influi na subscrição. Já Alessandra observou que a subscrição pode avançar muito com o uso de ferramentas digitais. Antonio Carlos ponderou que a tecnologia não eliminará a telesubscrição, mas reduzirá o seu uso. 

No encerramento, o presidente Anderson Mundim elogiou os especialistas convidados, destacando a importância do conteúdo apresentado. Ele também agradeceu aos patrocinadores do evento: Tokio (Diamante), MAG, Porto e SulAmérica (Platina) e MAPFRE e MAWDY (Ouro).

Tokio Marine planeja investir mais de US$ 10 bi em aquisições na América Latina 

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por Bloomberg

A Tokio Marine, maior seguradora de propriedades e acidentes do Japão, anunciou um investimento superior a US$ 10 bilhões em aquisições globais. O objetivo é expandir sua presença na América Latina e no Sudeste Asiático, além de aumentar a participação de lucros internacionais. A informação foi divulgada por Brad Irick, codiretor da unidade de negóci os internacionais, em entrevista à Bloomberg News.

Atualmente, a empresa gera cerca de 80% de seus lucros fora do Japão, principalmente nos Estados Unidos. Irick afirmou que a meta é reduzir essa dependência e aumentar a contribuição de outras regiões, como a América Latina e o Sudeste Asiático, que atualmente representam apenas 6% do lucro internacional. A previsão é que essas regiões alcancem 10% e 15%, respectivamente.

Estratégia de Aquisições

Para financiar essa expansão, a Tokio Marine planeja utilizar parte dos recursos provenientes da dissolução de participações cruzadas com outras empresas japonesas, avaliadas em US$ 25 bilhões. Irick destacou que essa é uma “oportunidade geracional” para investir em negócios sustentáveis e de longo prazo.

Além disso, a seguradora tem interesse em adquirir pequenos fornecedores de seguros pessoais e em comercializar linhas especiais que ainda não são amplamente utilizadas nas regiões-alvo. A Tokio Marine também pretende reforçar suas operações na Austrália e explorar a possibilidade de aumentar sua participação no Hollard Group na África.

Nos Estados Unidos, a companhia buscará aquisições menores, já que oportunidades maiores podem conflitar com seus negócios existentes. Apesar de deter apenas 2% do mercado de linhas comerciais, há um potencial significativo para crescimento, conforme afirmou Irick.

Porto está entre as 10 maiores e melhores empresas para se trabalhar no Brasil em 2025 

por Porto

A Porto foi reconhecida mais uma vez no ranking Great Place to Work (GPTW) entre as maiores e melhores empresas para se trabalhar no País. Em 2025, a companhia alcançou a 7ª posição na categoria empresas com mais de 10 mil funcionários, fortalecendo a sua cultura organizacional e o cuidado com as pessoas.
 

A 29ª edição do ranking GPTW, realizada em parceria com a Época Negócios e o Valor Econômico, premiou as 175 melhores empresas para se trabalhar no Brasil. A pesquisa avalia a percepção dos colaboradores em relação ao ambiente de trabalho e às práticas culturais das organizações, servindo de referência para o mercado.
 

Para Patrícia Coimbra, diretora de Gente e Cultura da Porto, estar entre as melhores colocadas é motivo de orgulho e reconhecimento do esforço coletivo. “Esse resultado reflete a nossa dedicação em construir, todos os dias, um ambiente de trabalho acolhedor, inovador e com oportunidades reais de desenvolvimento, sempre pautado na nossa Essência. É um reconhecimento que pertence a cada um que faz parte da Porto e contribui para essa jornada de evolução cada vez mais constante”.
 

Além de estar novamente no ranking, a companhia recebeu a certificação em saúde mental Great People Mental Health. “É a prova de que estamos no caminho certo, valorizando o bem-estar integral e sendo um verdadeiro porto seguro para todos”, complementa Patrícia.
 

Para celebrar essa conquista junto aos colaboradores, a Porto preparou uma série de ativações especiais ao longo do dia, como distribuição de brindes, comunicações especiais, máquinas de vento e de garras, além de pontos para foto.
 

Com mais de 13 mil colaboradores, a Porto se mantém como uma das principais referências no cenário nacional, ocupando posição de destaque entre grandes empresas de diversos setores.

Grupo HDI é destaque no 25º Troféu Gaivota de Ouro 

por HDI

O Grupo HDI, um dos principais conglomerados seguradores do Brasil, conquistou destaque na 25ª edição do Troféu Gaivota de Ouro, premiação da indústria de seguros brasileira, realizada pela revista Seguro Total. O evento ocorreu em 09 de outubro e reuniu líderes do setor, especialistas e corretores para celebrar as principais conquistas do mercado. 

Reconhecido por sua credibilidade e transparência, o Troféu Gaivota de Ouro realizou três mudanças significativas no processo de seleção, elevando a precisão, transparência e relevância na identificação das empresas, profissionais e serviços que se destacaram entre julho de 2024 e junho de 2025. A indicação técnica das empresas é baseada na análise isenta elaborada pela equipe de economistas e estatísticos da SILCON Estudos Econômicos, capitaneada pelo economista Claudio Contador, Ph.D. A análise é extensiva e utiliza os registros contábeis de todas as empresas listadas no Sistema de Estatísticas (SES) da Superintendência de Seguros Privados (Susep). 

Na ocasião, o Grupo HDI conquistou o 1º lugar na categoria “Desempenho e Liderança”, e foi nomeado em outras quatro. Entre elas: “Maior Seguradora do Ramo no Brasil”, em 2º lugar; “Linha de Negócio Compreensivo”, em 2º lugar; “Linha de Negócio Ramo Vida”, em 3º lugar; “Linha de Negócio Patrimonial”, em 3º lugar. 

“É uma grande satisfação receber esse reconhecimento no Troféu Gaivota de Ouro, uma premiação tão importante para o setor de seguros. Esse resultado reflete o trabalho consistente que o Grupo HDI vem realizando nos últimos anos, sempre com foco em desempenho, inovação e, principalmente, nas pessoas, nossos clientes, corretores e colaboradores. Mais do que um prêmio, esse destaque mostra que estamos evoluindo de forma sólida, com estratégias que unem eficiência e proximidade. A conquista na categoria ‘Desempenho e Liderança’ reforça nosso compromisso em entregar soluções cada vez mais completas e personalizadas, que realmente façam diferença no dia a dia de quem confia na HDI”, destaca Paul Canarin, diretor regional de São Paulo do Grupo HDI.

FenaCap marca presença e reforça compromisso com o desenvolvimento sustentável

O presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), Denis Morais, e o superintendente executivo da entidade, Gilberto Figueira, acompanharam nesta quarta-feira (08/10) as atividades do evento Pré-COP30 Casa do Seguro, promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em Brasília. A iniciativa, que antecede a COP30 — Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, prevista para novembro em Belém (PA) — reuniu autoridades do Governo Federal e lideranças do mercado segurador, além de representantes da indústria e da agricultura, para discutir a contribuição do setor na transição para uma economia mais sustentável.

No encontro, painéis trouxeram temas como seguro rural e soluções baseadas na natureza, infraestrutura resiliente, proteção social diante de eventos climáticos extremos e finanças sustentáveis. As discussões destacaram o potencial do mercado de seguros e da Capitalização para apoiar práticas ambientais responsáveis e fomentar o desenvolvimento econômico de forma estruturada.

Segundo Denis Morais, a presença da FenaCap em iniciativas como essa reforça o compromisso da Federação com o futuro do país.

“Eventos como a Pré-COP30 são essenciais para integrar o setor de seguros e Capitalização à agenda climática. A Capitalização tem papel estratégico e contribui para impulsionar investimentos e apoiar projetos de longo prazo com impacto positivo para o Brasil”, afirmou o presidente.

FenaCap estará representada na COP30, em Belém

A FenaCap também estará presente na COP30, a ser realizada entre 10 e 21 de novembro, em Belém (PA), com a participação do presidente Denis Morais, do diretor-executivo Natanael Castro e do superintendente executivo Gilberto Figueira na Casa do Seguro, da CNseg. A Federação está contribuindo para o lançamento do Guia Prático de Seguros e Capitalização para Concessões e PPPs, desenvolvido pela Confederação em parceria com os setores público e privado. A publicação inédita reúne informações técnicas, jurídicas e econômicas sobre o uso dos instrumentos de seguros e Capitalização para fortalecer o ambiente das concessões e parcerias público-privadas no Brasil, contribuindo para um desenvolvimento econômico mais seguro e sustentável.

Grupo MAG anuncia a neurocientista Carla Tieppo como sua nova conselheira consultiva

O Grupo MAG, especializado em vida e previdência, com 190 anos de atuação ininterrupta no país, anuncia Carla Tieppo como sua nova conselheira consultiva. A chegada da neurocientista reforça o compromisso da companhia em colocar o capital humano no centro das estratégias. A executiva chega com a missão de transformar conceitos neurocientíficos em conhecimento, experiências e iniciativas mais inovadoras para colaboradores, corretores, clientes e parceiros da empresa.

“Estamos muito felizes com a chegada da Carla. O Grupo MAG é o primeiro a trazer uma neurocientista para o conselho consultivo de sua companhia. Esse é um movimento inédito no mercado”, comenta Helder Molina, CEO e chairman do Grupo MAG. “A neurociência é essencial para o futuro das organizações. Esse movimento marca uma ruptura e evolução em como a MAG conduz seus negócios, além de reforçar nossa tradição centenária e constante coragem de inovar, sempre acreditando que ciência, negócios e pessoas precisam caminhar juntos para alcançarmos os objetivos esperados”, complementa.

Carla Tieppo é neurocientista, multi-empresária e pioneira na aplicação da ciência do cérebro no desenvolvimento humano e organizacional. Doutora em Ciências pelo Instituto de Ciências Biomédicas da USP, é professora e pesquisadora há mais de 30 anos, com ampla atuação em cursos de pós-graduação voltados à neurociência aplicada à educação, comportamento e gestão de pessoas.

É sócia-fundadora do Grupo Inédita, que reúne a Ilumne Consultoria, Educação Inédita, Instituto e Editora Conectomus, além de integrar o corpo docente da Singularity University Brazil.

Autora do best-seller “Uma viagem pelo cérebro: a via rápida para entender Neurociência” (2019), Carla tem contribuído para o desenvolvimento de centenas de organizações por meio de palestras, workshops e consultorias em diferentes segmentos do mercado.

“O futuro tecnológico exige um super ciclo humano, e a neurociência pode ser grande aliada para a construção desta potência humana frente à tecnologia”, revela Carla Tieppo, conselheira consultiva do Grupo MAG.

Icatu Seguros investe em audiobooks que reforça posicionamento de proteção familiar

Em comemoração ao Dia das Crianças – celebrado no dia 12 de outubro, a Icatu Seguros lança o projeto “Primeiros Capítulos”, que reimagina a infância de personagens icônicos da literatura – como Sherlock Holmes e Mulan – em formato de audiobooks. As histórias são narradas de forma sensível e divertida, destacando os primeiros passos desses heróis e o papel do cuidado e do incentivo familiar no desenvolvimento de suas jornadas. A distribuição acontece em parceria com o “Era Uma Vez Um Podcast”, maior plataforma de audiobooks infantis do Brasil. 

“Queremos que os pais reflitam, de maneira leve e afetiva, sobre o valor da proteção. Assim como os personagens precisam de apoio em seus primeiros capítulos, na vida real também é fundamental garantir segurança para que os filhos cresçam e possam escrever suas próprias histórias”, destaca Cinthia Kato, Diretora de Marketing e Canais da Icatu Seguros. “Nosso objetivo é ampliar a conscientização sobre seguro de vida e previdência, como ferramentas essenciais para que as famílias possam se planejar financeiramente para todas as fases da vida”, completa.

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O lançamento integra a campanha digital da companhia para o Dia das Crianças, que aposta em narrativas emocionais para reforçar a importância da proteção familiar, a partir de conteúdos interativos nas redes sociais.

“O conceito criativo do ‘Primeiros Capítulos’ e o roteiro das histórias são trabalhos 100% humanos. Para dar vida aos personagens e cenários, utilizamos ferramentas de Inteligência Artificial como apoio à criação artística. Mas o coração da campanha é o conteúdo. A nossa aposta está na contação de histórias por meio da parceria com o ‘Era Uma Vez Um Podcast’, a maior plataforma de audiobooks infantis do país”, explica Cinthia.

A ação é mais um desdobramento da campanha de marca “Para todos os capítulos da sua história”, que já recriou contos clássicos como “Alice no País das Maravilhas” e “João e o Pé de Feijão”, com o objetivo de conscientizar sobre a imprevisibilidade da vida e a importância da proteção.

Histórias que se encontram: a jornada de pai e filhos que simboliza o valor da proteção e da confiança no mercado de seguros

por Zurich Seguros

Na ST Corretora de Seguros, o tempo parece trabalhar a favor dos laços familiares. Fundada por Ildebrando Gozzo em conjunto com os filhos, no interior de São Paulo, em 1995, a empresa ganhou novo fôlego sob o comando dos filhos Otavio e Guilherme, que cresceram vendo o pai transformar proteção em propósito.  

Hoje, eles dividem a liderança da corretora, um negócio de sucesso que administra milhares de apólices em todo o Brasil, e personificam o tema da nova campanha da Zurich para o Dia do Corretor de Seguros, “Histórias que se encontram”, que celebra o elo entre gerações que constroem o futuro do mercado de seguros, com confiança, parceria e propósito. 

“Dar continuidade a esse legado é, ao mesmo tempo, uma grande responsabilidade e um motivo de orgulho”, diz Otavio Gozzo. “Buscamos preservar o que sempre funcionou bem, mas também trazer inovação, tecnologia e uma gestão cada vez mais moderna, sem perder o lado humano que sempre marcou nosso relacionamento com clientes e parceiros”. 

Para os irmãos, conduzir o negócio tem sido um processo muito especial. Segundo Guilherme Gozzo, a corretora foi construída com base em valores familiares como ética, comprometimento e respeito com as pessoas – essência que se mantém, somada agora às mudanças que o presente e o futuro exigem do mercado. 

“Olhamos para o futuro com entusiasmo. O mercado de seguros está se transformando rapidamente e a ST Corretora quer estar à frente dessas mudanças, investindo em processos digitais, atendimento omnichannel e soluções cada vez mais personalizadas, mas com a mesma base sólida que nos trouxe até aqui”, conta Guilherme. 

A relação da ST Corretora com a Zurich começou em 2011, com um convite que se transformou em parceria duradoura. Desde então, a corretora e a seguradora compartilham uma trajetória de crescimento, confiança e evolução.  

“Construímos uma relação de seriedade e parceria genuína, pautada por objetivos em comum: oferecer segurança, qualidade e um atendimento diferenciado aos clientes”, afirma Otavio. “A Zurich tem sido uma parceira fundamental para o nosso sucesso. Mais do que uma seguradora sólida, é uma empresa que escuta, apoia e cresce junto com o corretor, com um portfólio completo que atende a todos os perfis de clientes”, explica. 

Guilherme complementa: “O que mais nos anima é a forma como a Zurich alia tradição e inovação. É uma empresa com história, presença global e enorme credibilidade, mas que está sempre aberta a novas ideias, tecnologias e soluções que agregam valor ao cliente e ao corretor. Durante esses anos de parcerias, fomos premiados diversas vezes e tivemos a oportunidade de estreitar o relacionamento e abrir caminhos para novas oportunidades de negócios. É uma verdadeira postura de parceria”, opina. 

Para os irmãos, a campanha traduz em imagem e sentimento o que vivem diariamente. “Ser corretor é uma profissão de propósito. Levamos tranquilidade e proteção às pessoas e empresas, traduzindo suas necessidades em soluções reais”, opina Guilherme. E Otavio concorda: “Ver o reconhecimento dos clientes e contribuir para a segurança deles é o que nos motiva todos os dias”. 

O olhar da Zurich

Para Márcio Benevides, diretor executivo de Distribuição da Zurich Seguros, que participa da campanha ao lado de pai e filhos e conta com uma relação de longo prazo com os corretores, é gratificante acompanhar a evolução da ST Corretora ao longo dos anos. 

“É uma corretora muito estruturada, com um processo de sucessão muito bem implementado. Ildebrando é um homem forte e resiliente, que transformou o mercado não só como corretor, mas como pessoa, com representatividade ativa em toda a região, fazendo com que o mercado se desenvolvesse. Hoje, o Otavio e o Guilherme continuam esse legado de liderança do pai”, conta Márcio. 

Para Marcio, é possível traçar um paralelo entre a ST e a as milhares de corretoras espalhadas pelo Brasil, que buscam o seu processo de sucessão em diferentes estágios de evolução. 

“Assim como temos feito com o Otavio e o Guilherme, nós estamos aqui para apoiar todos os corretores no desenvolvimento dos seus negócios, com informações relevantes para que estejam cada vez mais preparados. A Zurich é a casa do corretor, onde eles podem perguntar, esclarecer, ouvir e acima de tudo, crescer seus negócios, a partir de uma parceria sólida e confiável”, finaliza Marcio. 

No Dia das Crianças, previdência privada surge como presente que dura para a vida toda

por SulAmérica

O Dia das Crianças tradicionalmente é associado a brinquedos, jogos e eletrônicos, mas, cada vez mais, pais e avós têm buscado alternativas de presente que unem afeto, cuidado e visão de futuro. Uma das opções que ganha destaque é a previdência privada infantil, que transforma a data em um marco simbólico para iniciar o planejamento financeiro das próximas gerações.

Dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi) mostram que o setor de previdência privada aberta cresceu 15,3% em 2024, alcançando patrimônio superior a R$ 1,7 trilhão em 2025, o equivalente a 13,7% do PIB brasileiro.  Já na SulAmérica, a busca pelo produto aumentou cerca de 15% entre 2024 e 2025, corroborando a ideia de que as famílias estão mais atentas ao futuro financeiro e a importância do planejamento.

Segundo Victor Bernardes, diretor de Vida e Previdência da SulAmérica, as principais motivações estão ligadas à busca por segurança e oportunidades para os filhos. “De um lado, há a preocupação com a sustentabilidade da previdência pública, o que leva os pais a pensarem em alternativas privadas. De outro, o desejo de garantir uma educação de qualidade, custear uma faculdade ou até mesmo um intercâmbio internacional. Além disso, cresce a conscientização sobre os benefícios de começar cedo e aproveitar o poder dos juros compostos, transformando pequenos aportes em grandes resultados ao longo do tempo”, comenta.

Na SulAmérica, é possível contratar planos de previdência voltados para crianças com contribuições mensais a partir de R$ 100 e aportes esporádicos de R$ 1.000. Essa flexibilidade permite que diferentes perfis de famílias consigam incluir o investimento no orçamento, aproveitando o tempo como principal aliado. Com os juros compostos atuando ao longo dos anos, pequenos valores podem se transformar em resultados expressivos.

“Presentear uma criança com previdência é um gesto financeiro e uma forma de mostrar, desde cedo, que pensar no futuro também faz parte da educação. Quanto antes o investimento começa, maior é o potencial de multiplicação dos recursos e de criação de liberdade de escolha na vida adulta”, explica Bernardes.

Além do acúmulo financeiro, a previdência privada infantil desempenha um papel educativo. Muitos planos oferecem ferramentas que permitem às famílias e, futuramente, às próprias crianças, acompanhar a evolução do investimento. Esse recurso ajuda a introduzir conceitos de disciplina, poupança e visão de longo prazo, estimulando a educação financeira desde cedo.

O especialista elenca algumas recomendações para as famílias que iniciarão o aporte:

•     Defina objetivos claros: faculdade, intercâmbio, reserva financeira, apoio para início da vida adulta ou aposentadoria;

•     Avalie o perfil de risco e compare taxas e rentabilidades entre os planos;

•     Considere os benefícios fiscais oferecidos pela previdência privada;

•     Busque orientação especializada para alinhar expectativas e escolher a opção mais adequada à realidade da família.

O aumento da procura por previdência infantil também impacta a estratégia de mercado das seguradoras, que têm desenvolvido produtos cada vez mais flexíveis, acessíveis e adaptados às diferentes etapas da vida das crianças. Campanhas de comunicação também passam a dialogar diretamente com pais e avós, mostrando a previdência como um presente que acompanha a vida inteira.

“Neste Dia das Crianças, a proposta é repensar a data. Além de presentes de consumo imediato, que tal oferecer algo que cresce junto com os filhos e se torna um legado financeiro e educacional?”, finaliza Victor Bernardes.

Seguros impulsionam transição sustentável no campo, afirmam especialistas em evento da CNseg

por CNseg

Representantes do governo, do setor produtivo e da academia destacaram o papel estratégico do seguro rural na transição para um agronegócio mais resiliente às mudanças climáticas durante o painel “Seguros para Soluções Baseadas na Natureza e Agronegócio Sustentável”, do seminário “Pré-COP30 – A Casa do Seguro”, promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em 8/10, em Brasília.
 

A moderação ficou a cargo de Fátima Lima, presidente da Comissão de Integração ASG da CNseg, que abriu o debate lembrando que “o seguro é uma ligação entre o risco climático, a resiliência, as soluções baseadas na natureza e também a segurança para bancos, investidores e produtores”.
 

Governo: adaptação climática e fortalecimento do seguro rural

O secretário nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente, Aloisio Lopes, apresentou os avanços do Plano Clima, que orientará a política brasileira sobre o tema até 2035. Ele destacou que a parte referente à adaptação já está em estágio avançado, com 16 planos setoriais em elaboração, incluindo o agropecuário.
 

“O Brasil já está vivendo a mudança do clima”, afirmou. Segundo Lopes, o país precisa “retomar e ampliar o papel do seguro rural como instrumento de proteção”, integrando-o às estratégias de adaptação do setor produtivo.
 

Em sua intervenção, o secretário ressaltou o potencial das soluções baseadas na natureza (SBN). “A recomposição de vegetação nativa é talvez a melhor tecnologia de remoção de carbono da atmosfera. O desafio agora é reconhecer o valor dos serviços ambientais prestados pelas áreas de vegetação”, observou, citando o Fundo Clima e novas linhas de financiamento para recuperação de áreas degradadas.
 

Academia: informação e tecnologia como alicerces

O coordenador da FGV Agro, Guilherme Bastos, apontou a necessidade de políticas públicas mais robustas e de melhor uso dos dados disponíveis. “A nossa preocupação é tão grande com esse tema que nós acabamos de fundar um Observatório do Seguro Rural”, contou.
 

Ele enfatizou que atualmente apenas 3 milhões de hectares estão cobertos por seguro no país, o que representa um risco para a segurança alimentar. “Isso é muito pouco. É uma questão estratégica interna e deveria gerar uma maior sensibilização”, alertou.
 

Ao abordar o papel da inovação, Bastos destacou o avanço das tecnologias de satélite e de modelagem climática. “Sem segurança com relação às informações de monitoramento e verificação, não se anda”, disse, defendendo o uso de métodos autodeclaratórios e sistemas de verificação via satélite para sustentar seguros mais modernos e precisos.
 

Setor produtivo: seguro como garantia de sobrevivência

O diretor da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Ricardo Sassi, ressaltou que o Brasil já possui uma base sustentável expressiva, com apenas um terço do território ocupado pela agropecuária. “Sem seguro agrícola, é impossível, nos próximos 10 ou 15 anos, o produtor se manter na terra”, advertiu.
 

Sassi lembrou que os riscos climáticos são incontroláveis para o produtor e que o seguro é “a única ferramenta que vai salvar o produtor no campo”. Ele defendeu a ampliação da subvenção pública e alertou: “Não existe seguro agrícola em lugar nenhum do mundo que deu certo sem a subvenção. É essencial”.
 

Síntese e consenso

Ao final do painel, Aloisio Lopes destacou o desafio de transformar o conhecimento sobre riscos climáticos em políticas públicas eficazes. “Precisamos conhecer esse contexto, disponibilizar a informação e transformar isso em orientação para os vários setores”, concluiu.
 

Guilherme Bastos reforçou que o papel da academia é auxiliar o governo na melhor alocação dos recursos públicos, que são finitos. E Ricardo Sassi encerrou com um apelo direto: “Que esses recursos venham para o seguro agrícola, que é a única forma de garantir a continuidade da produção diante dos eventos climáticos extremos”.