Sincor-RJ lança Clube de Parcerias e faz convênio com o Cliente Agente

Fonte: Sincor RJ

Com objetivo de proporcionar o melhor associados, o Sincor-RJ lança o Clube de Parcerias, que buscam ações que colaboram com a ampliação dos convênios que bonificam com descontos e vantagens para a categoria. O gerenciamento visa conhecer melhor seu público interno, avaliar as vantagens para quem adere ao clube e auxiliar na demanda de crescimento de novos membros. O sindicato investe nessa nova estratégia para se fortalecer com os sócios e desenvolver um planejamento estratégico onde todos saem ganhando.

De acordo com o responsável pelo Clube de Parcerias, Arley Boullosa, o plano de gestão dos convênios está em trazer para os associados o melhor que cada empresa tem a oferecer, entre descontos e benefícios. “A iniciativa de criar um Clube de Parcerias consiste em aproximar o sócio do Sincor-RJ da entidade. Para isso, elaboramos esse plano de trabalho que possibilita algumas vantagens a categoria. Estamos ao dispor das empresas para avançar nas parcerias e atuar em um cenário, onde nos exige a ampliação do relacionamento não só com os parceiros, mas também com os sócios”, declarou Boullosa.

O Cliente Agente, uma plataforma digital voltada para os corretores de seguros receberem indicações dos seus clientes faz parte desse projeto e pode recompensar aos que aderirem com o Programa Netpoints de Pontos. A insurtech transforma seus clientes em multiplicadores de novos segurados: conforme vão trazendo negócios, ganham pontos para trocar por produtos, descontos viagens ou milhas. É possível gerenciar suas indicações, determinar a quantidade de ponto distribuída e bonificar os utilizadores que transformarem as indicações em novos negócios.

Uma novidade da plataforma é a pesquisa NPS( Net Promoter Score) que ajuda o corretor a identificar seus clientes mais Promotores, assim como também os detratores e medir seu potencial de ser indicado, corrigir possíveis falhas no atendimento, ou ainda transformar clientes neutros em multiplicadores.

De acordo com o CEO do Cliente Agente, Kleber de Paula, o programa de indicações auxilia o corretor de seguros a gerir as indicações e toda movimentação dos seus usuários. “O Cliente Agente é uma insurtech que tem como proposta incentivar as indicações no ambiente digital. “Muitas organizações utilizam o Marketing de Indicações para alavancar suas vendas e embora as corretoras tenham recebido indicações elas não estimulam, não medem e não recompensam este hábito desestimulando o cliente a adota-lo. Com o Cliente Agente, o corretor poderá divulgar melhor todos os produtos da corretora e construir uma relação de ganho com seus clientes que mais indicam, permitindo expandir  exponencialmente sua atuação. Um dos desafios dos corretores de seguros é criar conexão digital com seus clientes e desta forma manter se como principal vínculo entre eles e as seguradoras, já que no ambiente digital a informação chega direto no consumidor. Para estabelecer esta conexão a startup usa reconhecimento (prêmios), colaborativismo e gamificação para gerar engajamento”, explicou. .

Com a plataforma, é possível enviar pontos para qualquer cliente, independente da indicação. É possível bonificar com pontos quem contratar um determinado seguro, com a finalidade de alavancar as vendas. O associado do Sincor-RJ que aderir ao Cliente Agente, poderá oferecer ao seu segurado mais de 60 mil opções, entre passagens aéreas, ingressos para o cinema, vale-combustível, eletrônicos, utilidades domésticas e até pacotes de viagens. Grandes corporações como Centauro, Magazine Luiza, Decolar.com, Fast Shop, Cinépolis e Shell fazem parte do programa. 

Cade aprova negociação entre Porto e Travelers

prcon multa seguradoras

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) divulgou no Diário Oficial que aprovou, sem restrição, a aquisição da carteira de riscos financeiros da Travelers pela Porto Seguro, anunciada no mês passado.

Leia Mais Porto assume carteira de seguros de RC da Travelers, que reduz operação no Brasil

#8ºencontroresseguro: resumo do dia 8

8o encontro de resseguro

Fonte: CNseg

Veja um resumo das palestras e debates do primeiro dia do 8º Encontro de Resseguro, que começou ontem e termina nesta terça-feira no Rio de Janeiro. A tempestade que aconteceu ontem, colocando a cidade em um total caos, com perdas significativas, mostra ainda mais a importância do resseguro e do seguro para recompor perdas com catástrofes.

Mais de 700 executivos do mercado segurador e ressegurador participam do maior evento anual do setor na América do Sul. Atualmente, 142 resseguradoras estão autorizadas a operar no Brasil – 16 locais (sediadas no país), 40 admitidas (sediadas no exterior, com escritório de representação no Brasil) e 86 eventuais (estrangeiras sediadas no exterior, sem escritório de representação no Brasil), que aceitam riscos de um mercado segurador robusto, cuja projeção de prêmios em 2018, com seguros e planos de saúde suplementar, é da ordem de R$ 445 bilhões. Veja abaixo um resumo dos debates:

Caio Megale – “A saúde do mercado de seguros e resseguros é fundamental para garantir o bom funcionamento da economia de mercado”, disse Caio Megale (foto), secretário de Comércio e Serviços da Secretaria de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação, que representou, nesta segunda-feira (08/04), o ministério da Economia, na primeira plenária do 8º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro. Ao analisar a conjuntura econômica brasileira, Megale enfatizou a importância da reforma da Previdência para reduzir os gastos públicos, que a exemplo do que foi a inflação nos anos 1990, são hoje “o inimigo público número 1 do Brasil”. O secretário disse que, em paralelo às reformas estruturais, é importante melhorar o ambiente de negócios do país, e que o governo considera fundamental trabalhar na desburocratização e promover mudanças regulatórias. Megale defendeu o diálogo entre o setor público e o privado, e disse que as agendas setoriais são bem-vindas. “O Brasil precisa sair do atoleiro”, disse.

Desempenho das seguradoras – Na cerimônia de abertura, o presidente da Confederação das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, fez um retrospecto do desempenho das seguradoras para demonstrar que as seguradoras tem capacidade de resistir às dificuldades e sabido aproveitar exponencialmente os momentos de crescimento. “A recessão de 2016 e parte de 2017 produziu efeitos sobre o desempenho de 2018. Mas, à vista de recuos mais expressivos de vários setores econômicos, a estabilidade da arrecadação da ordem de R$ 460 bilhões é uma boa notícia, ainda mais considerando o desempenho superlativo de diferentes segmentos de seguros”, ressaltou.

O presidente da CNseg relembrou as Propostas do setor seguros para 2019 a 2022, que visam contribuir para o desenvolvimento do País e já foram apresentadas ao Congresso Nacional e entregues aos representantes dos poderes executivo e legislativo. “Os indicadores de produto, emprego e renda são os combustíveis para o setor”, concluiu.

Desempenho do resseguro – O presidente da Federação Nacional das Empresas de Resseguro (Fenaber), Paulo Pereira, lembrou que o crescimento do resseguro é diretamente proporcional ao aumento do Produto Interno Bruto (PIB), e expressou confiança na aprovação das reformas. Pereira citou outros fatores que podem contribuir para o crescimento do setor: oportunidades, como o risco cibernético; a aprovação da nova Lei das Licitações; a simplificação regulatória; e a necessidade de rever a carga tributária das resseguradoras para melhorar sua competitividade. “Enquanto os locais pagam no Brasil 40% de imposto e contribuição social, além de PIS e COFINS, o americano paga 34%, o suíço e alemão pagam 30%, o inglês paga 20%, o irlandês paga 12 % e o de Bermudas zero.”

Financiamento à saúde é desafio – Leandro Fonseca da Silva, diretor da Agência Nacional de Saúde (ANS), discorreu sobre a importância social e econômica do setor de saúde suplementar, que em 2018 acumulou receita de prêmios de aproximadamente R$ 200 bilhões. Leandro Fonseca disse que o financiamento da saúde é um grande desafio, devido à escalada de custos no Brasil e no mundo, e apontou o resseguro como um caminho para enfrentar esse desafio. Também participaram da abertura o presidente da Escola Nacional de Seguros, Robert Bittar, Roberto da Rocha Azevedo, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Corretagem de Resseguros (Abecor), e Antonio Trindade, da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

À tarde, aconteceram cinco painéis técnicos. A cobertura de eventos catastróficos foi tema da palestra de Rubem Hofliger, responsável pelo setor de Soluções para o Setor Público da Swiss Re, que teve como debatedores Chris Cardona, sócio da HFW, Frederico Ferreira, CEO da Austral, Pedro Farme, vice-presidente de Contratos da JLT Re Brasil, e Stèphan Godier, Chief Distribution & Parametric Leader para Latam da AXA XL Insurance, em mesa coordenada por Thisiani Martins, diretora técnica da AXA XL.

Seguro-catástrofe – Rubem Hofliger, responsável pela área de soluções para o setor público na América Latina da SwissRe, defendeu a adoção do seguro paramétrico para enfrentamento de catástrofes. “O número de catástrofes naturais vem crescendo em ritmo muito mais rápido do que o crescimento do seguro desses eventos. A cobertura é de cerca de 40%, o que obriga os governos a arcar com os custos de reconstrução e atendimento à população mais vulnerável”. Hofliger explicou que os seguros paramétricos estabelecem em contrato um limite que, quando atingido, dispara um gatilho de pagamento. No caso de chuvas, por exemplo, é possível estabelecer que a partir de determinado índice de precipitação o seguro é acionado. “As vantagens desse produto, ainda pouco usado no Brasil, são a agilidade e a liberdade para alocar os recursos de acordo com as necessidades mais urgentes”, argumentou afirmando que mundialmente, os setores onde o seguro paramétrico mais tem crescido são agricultura e energia, e os governos começam a se interessar pelo produto.

Diversidade no DNA do setor – Em outro painel, o tema foi “Diversidade em ação”, com palestras de Ana Carolina Mello, Conselheira da Associação das Mulheres do Mercado de Seguro (AMMS), e Maria Helena Monteiro, diretora de Ensino Técnico da Escola Nacional de Seguros, tendo como debatedoras Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg, Flavia Bianco, professora da Escola Nacional de Seguros, Judith Newsam, CEO da Guy Carpenter no Brasil, Juliana Pelegrín, Casualty Senior Underwriter da Swiss Re, Maria Luiza Cabral, do Serviço de Apoio ao Cliente da Guy Carpenter, e Solange Guimarães, superintendente de Comunicação Institucional da SulAmérica Seguros. A mesa foi coordenada por Margo Black, presidente da AMMS.

“Nosso setor tem o dever de ser o reflexo da sociedade porque o produto que ele entrega tem a ver com vida, com gente e com comportamento. Portanto, diversidade deve estar na natureza, no DNA do setor segurador”, enfatizou Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg.

“Cidades Inteligentes e Oportunidades para o Mercado Segurador”, foi tema de mesa coordenada por Ivani Benazzi de Andrade, gerente sênior de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Bradesco Seguros, que contou com a participação de Alexandre Cardeman, chefe executivo de resiliência e operações do Centro de Operações do Rio (Cor), e teve como palestrante Renato de Castro, especialista em smart cities da SmartUp Consulting Firm, e como debatedor Marcos Marconi, CEO da VM9.

O chefe executivo de resiliência e operações do Centro de Operações do Rio (Cor), Alexandre Cardeman, trouxe um pouco do trabalho e da tecnologia aplicada no Cor, que já recebeu sete premiações pelo seu caráter inovador a partir da integração de diferentes operações, tecnologias e comunicação direta com os cidadãos e imprensa, destacando os números e as ações que ainda estão em desenvolvimento, como o projeto de inovação aberta, homologações de soluções para cidades inteligentes, parcerias com o ecossistema de inovação, a exemplo da realizada com o aplicativo Waze (o Rio de Janeiro foi a primeira cidade do mundo a fazer essa parceria), o projeto Labgov.rio, que reúne seis startups, entre outras iniciativas.

Renato de Castro ressaltou em sua apresentação o significado do termo “smarts cities”, que “nada mais é do que lugares onde tudo parece conspirar para fazer a vida das pessoas melhor”, resumiu, explicando que recursos tecnológicos como Big Data e Internet das Coisas (IoT) estão na ponta do processo. Na opinião do especialista, a grande quantidade de informações geradas em cidades conectadas é o que vai servir como base para a estratégias do mercado de seguros no futuro.

“Não há nenhum setor mais impactado com essas transformações do que o de seguros. Em cidades cujos sistemas trocam informações de maneira adequada, é possível fazer prognósticos mais estratégicos para subscrição de riscos e previsão de eventuais sinistros”, informou, acrescentando que o mundo nunca viveu um momento como este de produção tão veloz de informações e dados. “A IoT vai gerar uma infinidade de riqueza para as cidades nos próximos anos. Essa é a base das cidades inteligentes e também ferramenta fundamental para o mercado de seguros. “Não tenho dúvida de que dados são o novo petróleo”.

Parceria público-privada – O especialista afirmou que o desenvolvimento de cidades inteligentes só é possível com a conexão entre público, privado e pessoas. Ele acredita que as atuais Parcerias Público Privadas vão ganhar mais um P: “Teremos PPPP de Parcerias Público, Privada e de Pessoas. As cidades só se tornam inteligentes quando seus moradores são conscientes e engajados nesse propósito”, disse. Ele deu como exemplo projetos como o de Juazeiro do Norte, no Ceará, que foi o primeiro município do Nordeste a aprovar a Lei de Inovações, e a cidade de Kamikatsu, no Japão, que se tornou exemplo no que diz respeito à gestão do lixo urbano com a ajuda da população.

Alexandre Cardeman falou sobre a atuação do Centro de Operações do Rio (COR), inaugurado em dezembro de 2010 como parte do projeto da cidade para as Olimpíadas de 2016, que funciona como uma quarte general de integração das operações urbanas no município. Cerca de 30 órgãos (secretarias municipais e concessionárias de serviços públicos) estão integrados no local para monitorar a operação da cidade e minimizar impactos na rotina do cidadão.

“Cidade inteligente é quando o cidadão é bem informado para tomar decisões a partir de dados fornecidos por um centro como esse”, ressaltou Cardeman, que destacou também os programas de inovação desenvolvidos pelo COR para atrair stratups e engajar empresas a trabalharem no desenvolvimento de processos que contribuam para tornar a cidade mais conectada e inteligente. “Estão todos convidados a visitar o Centro de Operações para falarmos sobre parcerias”, afirmou.

Contratos – “Princípios da Lei Contratual de Resseguro” foi o tema da palestra de Helmut Heiss, professor do Instituto de Direito de Zurich. Ele trouxe a metodologia utilizada para criação dos Princípios da Lei Europeia de Contratos de Seguros (Pricls), que, segundo ele, não tem a intenção de ser uma lei global, o que demoraria muito. “Há quem diga que ela poderia ser um exemplo modelo para a lei nacional, mas não acho que traria as respostas para tudo. Como a arbitragem pode escolher as regras de direito, que são maiores que o direito como um todo, os Pricls talvez possam ser utilizados, pois são mais sólidos e, portanto, vão além das declarações de juízo”.

Blockchain – Encerramento o dia, foram realizados dois painéis: Aplicações de blockchain em seguros e resseguro e RC Ambiental. O painel sobre aplicações de blockchain em seguros e resseguros teve como palestrante o chairman da B3i, Anthony Elliott, e como debatedores Marcelo Hirata, diretor de Tecnologia e Inovação do IRB Brasil Re, Keiji Sakaim country head Brazil da R3 e Adilson Lavrador, diretor executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros da Tokio Marine Seguradora. Elliott descreveu os benefícios que o blockchain trará para o mercado brasileiro: economia de 30% nos custos de transação, mais eficiência, melhoria na qualidade de informação e maior transparência. Para Elliott, o mundo vive um momento de inflexão, em que “os dados são o novo petróleo”.

RC Ambiental – O painel técnico sobre RC Ambiental trouxe a evolução do setor nos últimos 10 anos, as mudanças recentes em acionamentos, as oportunidades existentes, tendo como parâmetro os mercados americano e europeu, bem como a complexidade do conceito que ainda gera barreiras. O superintendente da HDI Global, Marcio Guerreiro, mostrou as diversas possibilidades de classificação e monitoramento de riscos que facilitam o processo de subscrição, destacando, sob esse aspecto, as oportunidades de aproximação das companhias de resseguros. Já o Latam Regional Manager da CHUBB, Fabio Barreto, abordou as principais diferenças em comparação ao mercado americano que já possui 40 anos. “O mercado de seguros em riscos ambientais é de US$ 22 milhões, enquanto o mercado americano, que é o mais desenvolvido nesse setor, é de US$ 2 bilhões em prêmio”.

A gerente de responsabilidade civil geral e ambiental da AIG Seguros Brasil, Nathália Gallinari, trouxe uma visão prática, abordando os tipos de acionamentos de sinistros, fazendo um paralelo ao mercado europeu. Segundo ela, a construção civil teve o dobro de acionamentos, com foco em gestão de resíduos de obra, assim como incêndio, seja pelas emissões atmosféricas, seja pela água de rescaldo (usada no combate a incêndios). No Brasil, hoje, 20% dos acionamentos são de efluentes sanitários humanos e biológicos, o que mostra que esse produto está cada vez mais presente em todos os segmentos da economia.

Pery Saraiva Neto conclui a plenária chamando a atenção do setor para a necessidade de um acordo semântico para que haja melhor entendimento a respeito do tema, que é tão complexo e diverso.


Euler Hermes aposta em inovação para crescer em crédito no Brasil

Euler hermes

Fonte: Euler Hermes

Mesmo com o crescimento significativo de 24% em 2018, o seguro de crédito ainda é um segmento “tímido” em comparação com outras modalidades de seguros e com grande oportunidade de expansão.  O seguro de crédito é o seguro que cobre perdas nas transações comerciais com pagamento a prazo entre empresas, causadas por insolvência do comprador ou o simples não pagamento.

Apesar de ser um mercado ainda pequeno no Brasil e no mundo, novas tecnologias estão sendo implementadas para permitir um melhor atendimento aos clientes existentes e viabilizar o crescimento do mercado, com mais flexibilidade e eficiência. É o caso da Euler Hermes, líder mundial em seguro de crédito e especialista em seguro garantia.

A empresa possui um processo integrado de análise de crédito. O investimento em big datamachine learning e algoritmos já é uma realidade fora do país e no Brasil. “Cada seguradora possui uma base de dados que agrega a exposição de crédito sobre seus riscos sacados”, explica Luciano Mendonça, diretor comercial da Euler Hermes. “A integração atual permite concessão de novas capacidades de crédito, monitorá-las em tempo real e revisá-las caso tenhamos informações negativas sobre os riscos.”

Como a análise de crédito não deve se basear apenas em dados teóricos, como balanços e outras informações objetivas acerca de riscos, a Euler Hermes também implementou ferramentas de análise automática de informações empíricas, baseadas em dados além daqueles objetivos. Isso permite respostas mais precisas, rápidas e eficientes aos segurados.

“Com o uso de informação empírica além da informação objetiva sobre os riscos, a seguradora é capaz de atingir um público que antes não tinha acesso a essa modalidade de seguro”, complementa Luciano. Com a revolução digital deixando a sociedade cada vez mais conectada, as seguradoras deverão ter acesso a grandes quantidades de dados. “Isso irá permitir que as empresas de seguro obtenham informações detalhadas acerca do comportamento dos riscos, fazendo com que novos produtos sejam criados para demandas cada vez mais específicas”, finaliza o diretor da Euler Hermes.

Essa e outras novas tecnologias já estão sendo implementadas e apontam alguns caminhos para o futuro do setor. Com isso em vista, é possível afirmar que as seguradoras que não estiverem sintonizadas com as novas demandas de seus clientes e não aplicarem a transformação digital para aperfeiçoar seus produtos estarão em clara desvantagem.

#8ºencontroresseguro: Indústria de seguros espera crescimento de até 8,4% em 2019 após 2018 fraco, diz CNseg

Fonte: Reuters

O setor de seguros espera um crescimento do setor este ano de 6,3 a 8,4 por cento depois de um 2018 frustrante, com queda de 0,18 por cento, disse o presidente da confederação das empresas de seguros do país, CNseg, em coletiva no 8o. Encontro de Resseguros realizado no Rio.

Segundo Marcio Coriolano, passado o período de turbulência e incertezas políticas, e, diante da perspectiva de aprovação de reformas estruturais e microeconômicas, o cenário para este ano é mais otimista.

O presidente da Cnseg destacou que setores que puxaram o mercado para baixo em 2018, como títulos de aposentadoria PGBL e VGBL, devem ter uma reação esse ano. No ano passado, a queda no PGBL foi de 4,07 por cento e no VGBL foi de 8,46 por cento. As projeções da confederação apontam que o VGBL deve crescer entre 3,8 e 4,6 por cento e o PGBL de 0,1 a 2,6 por cento este ano.

“Eles têm um peso muito forte para a indústria de seguros; no ano passado, com a volatilidade de ativos e ações, mais pessoas buscaram títulos da dívida pública que remuneraram melhor”, disse Coriolano a jornalistas.

“2019 vai depender muito das reformas, mas em termos de ambiente e de confiança, nossos dados do primeiro bimestre mostram que foi muito melhor que no primeiro bimestre de 2018, especialmente no PGBL e VGBL. Essa recuperação é uma notícia boa”, afirmou. Ele acrescentou que para o setor de seguros dar um salto mais alto o tripé PIB, renda e emprego precisam avançar mais fortemente.

As estimativas da CNseg apontam ainda para a possibilidade de expansão em 2019 de 8,7 a 10,1 por cento para o seguro habitacional; de 7,4 a 15,7 por cento para a garantia estendida e de 5,4 a 9,1 por cento para o seguro rural.

“Temos que ver o comportamento do PGBL e VGBL, mas acho que estamos hoje mais para a projeção otimista de mais de 8 por cento”, disse o presidente da CNseg.

Zurich lança APP que avalia motoristas em tempo real

Fonte: Zurich

Baseado na mais alta tecnologia de telemetria, a Zurich está lançando no mercado brasileiro um aplicativo de celular que avalia como os clientes de seguro Automóvel se comportam no trânsito. O Zurich Driver é um aplicativo leve, gratuito e funciona por meio de sensores já existentes nos próprios celulares. Ele não precisa estar aberto quando você dirige e registra de forma automática o comportamento dos clientes no trânsito, com base em seis parâmetros: Condução Distraída (utilização ou não do celular ao volante), Velocidade, Frenagem, Aceleração, Comportamento nas Curvas e Pontuação Geral (a somatória de todos os parâmetros).

De acordo com do Diretor de Estratégia e Inovação da companhia, Rodrigo Barros, nenhum outro tipo de sensor é necessário no veículo. “Apenas com o Zurich Driver instalado e com o GPS habilitado, será possível apoiarmos os clientes em todos seus trajetos diários. Nosso objetivo é ajudá-los a serem melhores motoristas, prevenindo acidentes”, comenta o executivo.

O aplicativo acompanha as viagens dos usuários em tempo real e avalia, por meio de scores, a performance na direção. “Transitar em velocidade alta, frear bruscamente ou viradas repentinas podem ser sinais de direção agressiva, comportamentos que muitas vezes não são percebidos pelos condutores. Queremos gerar esta consciência e apoiar na prevenção”, lembra Barros.

Além de apoiar os usuários a dirigirem de forma mais segura e consciente, a Zurich também oferecerá benefícios atrativos, de acordo com o score atingido na avaliação da condução. Todos os clientes poderão receber descontos na renovação do seguro, que podem chegar até 25%, bem como participar de desafios e sorteios mensais.

O Zurich Driver está disponível para os clientes de seguro de automóvel da Zurich nas lojas de aplicativos Google Play (Android) e Apple Store (IOS).

Entenda as diferenças entre o seguro D&O e os contratos de indenidade

Fonte: AIG Seguros e Tozzini Advogados

Com o Parecer de Orientação da CVM nº 38 (setembro/2018), empresas de capital aberto passam a seguir novas diretrizes na elaboração dos contratos bilaterais de indenização de executivos, em caso de possíveis processos judiciais instaurados para investigar atos praticados no exercício de suas funções. Nesse sentido, esses contratos, conhecidos como de indenidade, acabam sendo confundidos ou considerados similares ao Seguro D&O, voltado à proteção do patrimônio dos executivos e da empresa contra reclamações relacionadas aos atos de gestão nas companhias, sejam judiciais ou extrajudiciais. Para esclarecer as principais semelhanças, diferenças e complementariedade entre os dois instrumentos de proteção ao executivo, o TozziniFreire Advogados e a AIG Seguros elaboraram o Guia D&O x Contratos de Indenidade.

“Identificamos dúvidas crescentes de clientes com relação ao assunto. O documento elaborado em parceria com a AIG é uma forma de esclarecer as principais características de cada instrumento, muito embora cada situação concreta possa exigir uma análise pontual para verificar qual deles seria mais vantajoso”, explica Bárbara Bassani de Souza, sócia na área de Seguros e Resseguros, em TozziniFreire Advogados. 

Tanto a apólice de D&O quanto o contrato de indenidade cobrem custos de defesa, multas, penalidades civis e administrativas. Porém, o Seguro D&O conta com coberturas específicas, como é o caso de extensão de ressarcimento a cônjuge e herdeiros do segurado em D&O e custos com despesas de publicidade, gerenciamento de crise, penhora online das contas bancárias, entre outros.

Outra importante diferença são as partes envolvidas. Enquanto que o contrato de indenidade é celebrado entre a companhia de capital aberto e o administrador, o Seguro D&O pode ser contratado por empresas de diferentes portes e segmentos, independente do formato societário, com cobertura ao administrador, podendo ser estendida a todos os empregados da companhias, conforme acordado em apólice. Nesse caso, há a presença da seguradora como terceira parte envolvida, que garante o reembolso das indenizações aos segurados. Mas vale lembrar que, no caso do seguro, o pagamento da indenização ocorre após procedimento de regulação do sinistro, uma etapa importante, inclusive, para averiguar se o fato foi, de fato culposo e coberto, e não se trata de fraude, ou ato doloso cometido pelo executivo.

“O fato de ter a seguradora no processo oferece ao administrador e à empresa mais garantias, ao mesmo tempo em que contribui na resolução de conflitos. De um lado, o ressarcimento ao executivo independe da solvência da empresa tomadora, e do outro, o valor do prêmio pago pela companhia é, na grande parte das vezes, menor que a indenização total devida”, explica Flavio Sá, Gerente de Linhas Financeiras da AIG. 

Um ponto importante do Guia é apontar a complementariedade entre as duas formas de proteção, uma vez que é possível a contratação conjunta dos dois instrumentos, sendo o Seguro D&O uma camada extra de proteção e garantia às partes.

#8ºencontroresseguro: discursos da abertura

cnseg resseguro

Fonte: CNseg

Na abertura do 8º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro, que acontece em 8 e 9 de abril, na Barra da Tijuca, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, disse que apesar de um 2017 difícil e um 2018 que não correspondeu a todas as expectativas de retomada da economia brasileira, a confiança está na atual equipe econômica e em seu “tom de aceleração” das reformas estruturais que o País necessita, como as privatizações, a redução do tamanho do estado e a reforma do marco legal previdenciário, além das medidas microeconômicas para melhorar o ambiente de negócios, informa o portal da CNseg.

Referindo-se, particularmente ao setor de seguros, também impactado pelo desaceleração da economia, embora menos que outros segmentos, Coriolano considerou positivo o ligeiro crescimento da arrecadação em 2018, que chegou à cifra de R$460 bilhões, lembrando que não é mais possível medir o desempenho do setor em termos médios, visto que alguns ramos apresentaram crescimento expressivo mesmo na crise, como os seguros patrimoniais massificados, de transporte, de crédito e garantias e o seguro rural, por exemplo.

Sintetizando o comportamento do setor, o presidente da CNseg destacou, nas seguradoras, o forte ajuste de eficiência operacional das regras de aceitação de riscos, a revisão tarifária observada, o elevado padrão de governança, o redirecionamento de linhas de negócios e a adoção acelerada de processos de inovação de toda ordem.

E lembrou das 22 Propostas do Setor de Seguros para 2019 a 2022, elaboradas pela CNseg e voltadas para o desenvolvimento do País e do setor de seguros, já tendo sido apresentadas a vários integrantes da equipe econômica do governo.

Coriolano afirmou que o setor segurador está preparado para mais um novo ciclo de desenvolvimento do País, já tendo sido colocada à prova, nos últimos anos, sem arranhões, sua solvência e governança, tendo ultrapassado a barreira do R$ 1,2 trilhão em provisões e garantias.

Em sua fala, o presidente da FenSeg, Antonio Trindade, abordou o “impressionante desenvolvimento” do mercado de resseguros ocorrido após a privatização do IRB, lembrando, da mesma forma, os espaços a serem ocupados, principalmente nas áreas agrícola e de infraestrutura.

O presidente da Fenaber, Paulo Pereira, destacou algumas conquistas recentes do setor de resseguros, como a obtenção de assento no Conselho de Recursos do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e a reversão do entendimento da Receita Federal sobre impostos das resseguradoras admitidas, declarando confiança no novo governo.

Lembrando da importância do setor de Saúde Suplementar, do ponto de vista social, e de seu dinamismo econômico, o diretor-presidente substituto da ANS, Leandro Fonseca, afirmou que um dos maiores desafios do setor é o do financiamento dos serviços de saúde frente à escalada de preços que ocorre no Brasil e no mundo e, segundo Leandro, o resseguro pode contribuir, ao trazer soluções de compartilhamento de risco.

O presidente da Abecor, Roberto Azevedo, destacou a aproximação da atual diretoria da associação de empresas de corretagem de seguro com a CNseg, a Escola Nacional de Seguros e outras entidades. Também presente à mesa, o presidente da Escola Nacional de Seguros, Robert Bittar, aproveitou sua fala para ressaltar a pujança do setor de resseguros privado brasileiro, apesar de sua abertura ter ocorrido em tempos relativamente recentes, também lembrando que ainda há muitos espaços a serem ocupados e que a Escola Nacional de Seguros está pronta para colaborar na qualificação de seus profissionais.

#8ºencontroresseguro: Piora na avaliação do governo Bolsonaro não preocupa, diz secretário da Economia

carlos Megale resseguro

RIO DE JANEIRO (Reuters) – A queda na confiança no governo do presidente Jair Bolsonaro não preocupa o governo, que aposta na agenda de reformas macro e microeconômicas para destravar a economia e alavancar os investimentos, disse nesta segunda-feira o secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação do Ministério da Economia, Caio Megale.

A avaliação foi feita no 8º Encontro de Resseguro, evento promovido pela CNseg, no Rio de Janeiro, após pesquisa DataFolha divulgada no domingo ter apontado que o governo Bolsonaro recebeu a pior avaliação dos 100 dias iniciais de um presidente em primeiro mandato desde a redemocratização do país, em 1985.

Megale reconheceu que o ritmo e o nível de retomada da economia estão aquém do desejado. Mas pontuou que o processo deverá ser acelerado, em especial com o andamento positivo da reforma da Previdência.

“O ritmo da economia vamos retomar no curto prazo com reformas, mas o nível da economia que já foi atingido em 2013 e 2014 demora um pouco mais para ser atingido”, afirmou Megale.

“Mas é bom que seja de forma gradual e sustentável, e não de forma intempestiva que gera surtos de crescimento e depois grandes ressacas como no passado”, acrescentou ele.

Para o secretário, a reforma da Previdência vai ser o gatilho para a recuperação da economia, uma vez que irá racionalizar os gastos do governo, abrindo espaço para mudanças tributárias adiante.

Megale aposta também na promoção de uma melhoria regulatória no país, com agenda de simplificações e desburocratizações, para melhoria na avaliação do governo Bolsonaro.

“Temos certeza que conforme essa agenda vai se realizando, as reformas vão avançando, a economia vai se recuperando, a confiança vai se consolidar”, disse.

Markel investe em eventos no Brasil

Fonte: Markel

Neste mês de abril a Markel participa de cinco eventos de agronegócio ao lado de corretoras parceiras e gestores do segmento. A ideia é atuar ativamente na discussão de políticas para o setor; dar suporte às negociações de venda das apólices; e estreitar, ainda mais, o relacionamento com o nosso cliente final.

A aproximação da Markel com o produtor facilita a construção de novas formas de negociação e refina ainda mais o perfil das coberturas oferecidas pela seguradora. 

O primeiro evento, oTecnoshow Comigo, começa nesta segunda-feira (8) e vai até sexta-feira (12), em Rio Verde, Goiás. A feira é a maior do Centro-Oeste e a segunda maior do Brasil, ficando atrás somente da Agrishow, que acontece no fim do mês, em São Paulo, onde nossos executivos também marcarão presença.

Ainda nesta semana, começa na terça-feira (09) a Parecis Super Agro, em Mato Grosso, que também se estenderá até sexta-feira (12). Nesse evento, além do diretor comercial Leo Yamaoka, também estará presente pela Markel o head de agro latam, Wilson Sartori, ambos com o objetivo de alavancar os negócios na região, propícia e bem-sucedida nas lavouras de soja, milho e algodão. 

Saindo do campo para as salas de debates, no dia 23 é o momento de apoiar a disseminação da cultura do seguro no Brasil, durante o Seminário Internacional de Seguro Rural, na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília. Além de patrocinar o evento, o presidente da Markel, Carlos Caputo, e o vice-presidente, Gabriel Boyer, estarão ao lado de representantes de governo, entidades de produtores, cooperativas e associações, participando da formulação de novos caminhos para o Agro brasileiro.

E no fim do mês, durante os dias 25 e 26, acontece aFENESC, Feira de Negócios Sicoob Credipontal, promovida pela cooperativa Sicoob, com quem a Markel acaba de firmar nova parceria. Durante a feira, será promovido um café da manhã patrocinado pela seguradora, em parceria com a Sicoob, em que estão convidados os principais produtores e formadores de opinião da região de Ituiutaba, Minas Gerais, onde acontecerá o evento.

Para aumentar o engajamento dos colaboradores e ter mais visiblilidade junto aos perceiros, seguradora acaba de criar o seu Instagran e a #markeleventos, onde estarão registradas as melhores imagens dos eventos deste mês de abril.