por Jorge Clapp
O primeiro dia do “Sou Segura Summit” superou todas as expectativas, que já eram bem otimistas. Seja pela qualidade das palestras e debates ou pelo fato de o auditório estar lotado, com mais de 400 participantes, o que se viu consolida esse evento como o maior encontro de lideranças femininas do mundo corporativo.
Segundo a presidente da Sou Segura, Liliana Caldeira, o evento esquentou ainda mais já no primeiro painel sobre o tema “ESG em foco: Lideranças Setoriais em Movimento para um Mercado mais Inclusivo”, que reuniu o superintendente da Susep, Alessandro Octaviani; a diretora da autarquia, Julia Lins; a presidente da Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber), Rafaela Barreda; a superintendente de Relações de Consumo e Sustentabilidade da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Luciana Dall’Agnoll; e a corretora de seguros Simone Fávaro, que representou a Fenacor.
Coube a Luciana Dall’Agnoll indicar dados surpreendentes levantados por pesquisa recente da CNseg: 40% das seguradoras participantes promovem ações visando a formação de novas lideranças femininas e impressionantes 80% possuem programas de diversidade. A má notícia é que, apesar disso, segundo a palestrante, o quadro permanece ruim quando se olha para cargos mais elevados. “Os homens ainda ganham 32% a mais que as mulheres”, lamentou.
Já Rafaela Barreda foi enfática ao defender que a diversidade seja utilizada como um instrumento acelerar a inovação e a criatividade no setor de seguros. “Pessoas que não sentem a necessidade na própria pele não podem criar uma solução para o que não conhece”, argumentou.
O superintendente da Susep também admitiu que ainda há muito o que fazer em termos de inclusão no mercado. Para ele, uma luz no fim do túnel pode ser a chegada de novos atores ao mercado, como as associações de proteção patrimonial. “Essas associações têm origem social mais diversa e podem trazer a pluralidade que necessitamos”, pontuou Octaviani.
Já Julia Lins se mostrou entusiasmada com o que viu e ouviu nas reuniões do grupo de trabalho que discutiu uma nova política de acesso ao seguro. “Queríamos ouvir o mundo real e convidamos representantes de vários grupos plurais para entender como o seguro está sendo visto pela sociedade. E verificamos que há muitos setores que reclamam de produtos inadequados”, afirmou a diretora da Susep.
Por fim, Simone Fávaro demonstrou otimismo quanto ao avanço das mulheres no mercado. “No passado, as mulheres ocupavam apenas cargos administrativos. Hoje, muitas são donas de Corretoras de Seguros”, comemorou.
ASSÉDIO
O segundo painel, sobre o tema “O Silêncio que Dói: Assédio e Saúde Mental – Relatos Reais de Mulheres e a Conexão com a NR-1”, teve como moderadora a diretora de Comunicação da Sou Segura, Solange Guimarães.
No bate-papo sobre assunto tão delicado para as mulheres, Karina Uchôa, especialista em Prevenção a Violência Organizacional e pesquisadora em assédio no ambiente corporativo, afirmou que vê como uma missão falar sempre sobre o assédio para que a mensagem chegue mais longe. “O assédio mata por dentro e tem matado muitas mulheres no mundo corporativo”, disparou, acrescentando que o problema causa um elevado nível de absenteísmo e perda de “trilhões de reais” perdidos porque muitas pessoas não conseguem voltar ao trabalho.
Já a diretora de Contratos da BMS Re Brasil, Sandra Levandovski, frisou que já passou da hora das empresas adotarem “políticas claras” de combate a esse problema. “É importante ter uma mão para ajudar, escutar e acolher e não minimizar”, pontuou.
Por sua vez, a advogada Regiane Andressa Pellegrino ponderou que talvez os canais formais usados pelas empresas não sejam tão efetivos. “É preciso algo mais seguro”, frisou.
INOVAÇÃO
O terceiro painel, mediado por Valéria Chaves, conselheira da Sou Segura, foi centrado em um dos temas mais discutidos do momento: “IA no Seguro: Desafios, Oportunidades e o Caminho para o Protagonismo Feminino”.
No debate, a empresária, comunicadora e escritora, Valéria Carrete, sublinhou que o grande dilema é saber se a Inteligência Artificial (IA) é perigo ou oportunidade, tira empregos ou abre novos acessos. “Na verdade, a IA é agnóstica, apenas um instrumento, que não é bom ou ruim. Uma nova linguagem, que abre horizontes”.
Já Valéria Chaves lamentou o fato de haver poucas mulheres na área de TI. “Fomos afastadas, desde crianças, das ciências exatas”, acrescentou.
Sobre essa questão, a diretora de Tecnologia para o Brasil na Swiss Re Corporate Solutions, Anna Bacelar, disse que a empresa vem trabalhando para trazer mais mulheres para a área de tecnologia. Como há carência no mercado, a Swiss Re busca na própria empresa mulheres que queiram seguir carreira nessa área.
Por fim, o diretor de Operações e Tecnologia da Youse¸ Taiolor Morais, revelou que a empresa “nasceu usando a IA”. Segundo ele, desde quando foi criada, em 2016, como a primeira insurtech da América Latina, a companhia tem um processo de subscrição totalmente automatizado. “A IA é acelerador. Facilita todas as ações. Nós, desde cedo, emitimos apólices em 5 minutos, quase em tempo real”, ressaltou.
O painel seguinte abordou outra questão de extrema relevância: “Você Está Pronta Para uma Vida sem Crachá? Como se Preparar ou Planejar a Hora de Mudar de Vida”.
A mediação ficou a cargo de Priscila Russo, diretora jurídica e de ESG da Sou Segura, que apontou um cenário novo no mundo corporativo. “hoje, é mais comum uma trajetória profissional em ziguezague. Não há mais uma carreira linear. Há uma redefinição do que é sucesso profissional”, comentou.
Já a diretora Financeira da Sou Segura, Camila Máximo, comentou a própria trajetória até optar pela consultoria e, em seguida, voltar para o mundo corporativo. “A Sou Segura teve papel importante nesse processo de transição”, pontuou.
Em seguida, a criadora de conteúdos e estrategista de marcas, Aline Maia – palestrante mais jovem do evento – enfatizou o fato de a sua geração ter consciência de que pode sempre “recomeçar quando quiser”. Na visão dela, o caminho profissional jamais precisa ser linear. Aline apontou ainda um dado curioso: “Cerca de 70% dos jovens do ensino médio querem ser criadores de conteúdo”.
O público pode ouvir ainda o depoimento da escritora Maristela Gorayb – autora do best-seller “A Primeira Segunda-Feira Após a Sua Carreira Executiva” – que é consultora em gestão de carreira e sócia da Ancor Consultoria. “Era focada em planejamento financeiro, queria resolver os problemas do futuro. Até encontrar executivos que se encontravam destruídos emocionalmente e fragilizados após a aposentadoria. Surgiu a curiosidade, fiz entrevistas e decidi escrever sobre isso”, explicou.
Em seguida, coube a Thalita de Jesus (conhecida como “Chefinha” nas redes sociais) apresentar interessante palestra sobre o tema “Mundo Corporativo: Ambiente Tóxico ou Vida Adulta?”.
Após afirmar que “liberdade é compreender que o doce não é bom se for comido o dia inteiro”, ela listou os pilares que devem dar sustentação a um processo de inteligência emocional, incluindo a auto regulação, a motivação e a empatia. “O importante é começar algo e terminar. Tem muita gente que inicia um projeto, mas não tem motivação para concluir. A capacidade de viver em grupo é também uma importante habilidade comportamental”, exemplificou.
Segundo ela, o gestor ou gestora precisa saber ver se a equipe tem alguém tóxico. E as pessoas devem evitar tocar nas outras ou contar piadas tendo um colega como alvo, o que pode virar assédio.
MAPA
O último painel do dia teve como tema “Trabalho, Gerações e Gênero: o Novo Mapa da Liderança” e, inicialmente, foi moderado pela consultora, mentora e palestrante Alessandra Trigo, que emocionou a plateia ao falar sobre acessibilidade, diversidade e inclusão. “Acredito em um mundo melhor com rampas, degraus que tenham piso tátil e surdos possam se comunicar. A diversidade não demanda julgamentos. As lideranças devem olhar para o que cada pessoa tem de melhor. Todos temos defeitos”, ponderou.
Em seguida, o sócio da Boyden Brasil e executivo com mais de três décadas de experiência em liderança global, Giancarlo Alcalai, ressaltou a importância de as empresas atuarem como educadoras, treinando e formando pessoas da sua própria equipe para uma carreira sólida. “A companhia que não for educadora não conseguirá reter bons valores”, frisou, acrescentando ainda que a nova geração precisa ser mais líder que gestor. “Então, é preciso encontrar líderes que saibam lidar com pessoas”, concluiu.
Já a diretora de Pessoas, Gestão e ASG no Banco BMG, Andrea Milan, disse que a era das “trilhas de liderança” acabou. “Hoje, a gente não sabe o que vem depois. Precisamos encontrar novas formas para desenvolver líderes. O BMG já busca romper aquele formato tradicional”, assinalou, frisando ainda que a busca estimula o protagonismo e procura por líderes autênticos, que sabem encontrar seus caminhos.
Esse painel foi mediado por Ana Carolina Mello, sócia-diretora da Avanza e conselheira da Sou Segura.
SEGUNDO DIA
“Sou Segura Summit”: segundo dia trouxe muitas novidades
O segundo dia do “Sou Segura Summit” manteve o embalo do primeiro, com muito interação com a plateia, dicas e debates sobre temas de extrema relevância para as mulheres.
A plateia participou bastante já no primeiro painel, com a palestra sobre o tema “Comunicação Como Ferramenta de Poder na Carreira”, apresentada por Maythé Carvalho, que abordou as dificuldades enfrentadas pelas mulheres para se comunicarem adequadamente. “Desde crianças somos instadas a pensar que ser boa comunicadora é algo ruim. Isso cria uma resistência na mulher em se comunicar e ser protagonista da própria vida”, lamentou Maythé, que é autora de quatro livros sobre persuasão e comunicação assertiva e que foi vencedora de uma edição do “Aprendiz Especial”, quando tinha apenas 18 anos.
Segundo ela, as mulheres deixaram de entrar em portas abertas porque “não se acham suficientes e menos inteligentes”. Com isso, acabam perdendo oportunidades e ganham menos que os homens. “Temos que entrar nessas portas abertas. Não podemos esperar a vida toda que alguém venha abrir uma porta por nós”, conclamou, acrescentando que é fundamental para a mulher ter a “arrogância de pertencer”, de poder falar e ser ouvida.
Por fim, ela citou Alexandre, rei da Grécia, e Aristóteles para sugerir que as mulheres adotem como base para a persuasão e uma boa retórica a credibilidade (ethos), emoção (páthos) e a lógica (logos).
Em seguida, foi realizada mais uma edição do “Momento + Segura), no qual Patrícia Braga – coach de Vida e Carreira e mentora no desenvolvimento pessoal e profissional de mulheres – salientou que, atualmente, as pessoas acham que “fazer” tem muito mais valor do que simplesmente “ser” e enfatizou a importância de se fazer pausas ao longo dos dias. Ela ensinou uma técnica de respiração que ajuda a relaxar, com a participação de toda a plateia.
CARREIRA
O painel seguinte tratou do tema “Vida, Carreira e Futuro – Entendas as Fases da Vida da Mulher para Construir Carreiras mais Fortes e Ambientes mais Humanos”.
A moderadora foi Carolina Vieira, Conselheira da Sou Segura e CEO na Olive Seguros. Ela revelou que, desde muito jovem, sempre planejou detalhadamente sua carreira e que, após o nascimento de três filhos, precisou equilibrar a vida profissional com a de mãe. “O meu equilíbrio está no desequilíbrio. Vou pendendo para um lado e para o outro. Quem trabalha só por dinheiro fica pelo caminho”, pontuou.
Por sua vez, a advogada Ingrid Bing Moreira, explicou que sempre foi incentivada pela mãe a trabalhar e ter suas coisas. “Sempre quis ser advogada. E sempre procurei compartilhar minhas experiências. Isso é importante porque ninguém faz tudo sozinho. É preciso formar um time, delegar missões. E é fundamental também ter resiliência e paciência com seu time, com os clientes, porque as pessoas podem não estar em um bom dia”, aconselhou.
Já a CEO da Caixa Capitalização, Nelma Tavares, fez a plateia rir e se emocionar com sua experiência profissional e pessoal. “A Caixa é uma cachaça. E um grande desafio, porque lidamos com beneficiários de programas do Governo. Houve um momento em que precisei escolher entre assumir o cargo de superintendente regional no Rio de Janeiro ou cuidar da minha filha adolescente. E foi ela que me aconselhou a seguir em frente na minha carreira e ainda se colocou à disposição para ajudar no que fosse possível”, narrou.
Nelma Tavares foi a primeira mulher a assumir esse posto na Caixa, no Rio de Janeiro. Hoje, a sua equipe é formada, em sua maioria, por mulheres.
Por fim, a presidente da AIDA Brasil, Maria Amelia Saraiva, revelou que foi a primeira mulher a ocupar um posto na diretoria da Paulista Seguros, adquirida pelo grupo Liberty, há 29 anos. “Fui trabalhar em uma seguradora sem conhecer nada de seguro. Antes, quando fui mãe, pedi para trabalhar em meio período no escritório de advocacia onde atuava, para cuidar e poder amamentar minha filha, mas o dono não deixou, o que me fez buscar outros rumos para a minha carreira”, revelou.
ASSÉDIO
A programação da parte da tarde começou com o painel “Assédio Moral: Reconhecer, Enfrentar e Prevenir – Comitê Juntos Por Elas”, que discutiu os desafios e caminhos para combater o assédio no ambiente de trabalho e teve como moderadoras as diretoras da Sou Segura, Simone Ramos e Camila Máximo.
No debate, o CEO da Sompo Seguros, Alfredo Lalia Neto afirmou que as empresas deveriam criar um ambiente de confiança para que qualquer pessoa esteja segura para fazer uma denúncia.
Ele citou o exemplo da Sompo, que procura “ajuda externa” caso a denúncia tenha como alvo alguma liderança da companhia. “O ideal é sempre procurar a ajuda de um especialista nessa questão”, pontuou Lalia, que é conselheiro do “Comitê Juntos Por Elas”, que reúne lideranças masculinas em apoio à equidade de gênero no mundo corporativo.
Já o presidente da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP), Rogério Vergara, defendeu a adoção de uma política que proteja o oprimido atingido. “Ele deve será acolhido e ouvido por um profissional que não tenha relação com a empresa”, recomendou.
O diretor Executivo da Marsh, Paul Conolly, também manifestou preocupação com esse problema. Ele também apontou a diversidade como um fator primordial para o crescimento das empresas. “A diversidade traz uma visão mais completa e isso é muito bom para a companhia”, argumentou.
Por sua vez, o fundador do CQCS, Gustavo Doria Filho, incentivou as mulheres a denunciarem qualquer prática de assédio. “Não se cale! Denuncie! Se for preciso, procure o CQCS para fazer sua denúncia”, salientou Gustavo Doria Filho, que também integra o “Comitê Juntos Por Elas”.
Coube à escritora, publicitária e fundadora do Instituto Identidade do Brasil, Luana Genót, falar, no painel seguinte, sobre “Diversidade e Inclusão no Ambiente Corporativo: o futuro da DEI”.
Segundo a palestrante, falar sobre a inclusão é uma missão que ela assumiu para sua vida. “Precisamos de novas lentes para calibrar como estamos olhando o mundo”, frisou.
Na visão dela, é importante se questionar até onde “queremos estar seguros” e perder o medo da escassez, caracterizado, por exemplo, pela aceitação de salários baixos. “A gente precisa questionar sempre”, recomendou.
O último painel tratou do tema “Liderança Feminina no Mercado de Seguros – um Olhar para os Dados, as Experiências e as Oportunidades para Impulsionar a Liderança Feminina”.
O consultor Francisco Galiza falou sobre a 5ª edição do Estudo sobre as Mulheres no Mercado de Seguros, realizada pela Escola de Negócios e Seguros (ENS) e a Sou Segura. Segundo ele, o aumento da participação feminina nos cargos de liderança em seguradoras, que vinha avançando desde o primeiro estudo, deu uma estagnada nos últimos anos. “É preciso mostrar que as empresas que incentivam a diversidade são mais lucrativas. Se o argumento de ordem moral e ética não está resolvendo, então vamos apelar para o argumento financeiro. Talvez funcione.”, assinalou.
O painel, que teve como moderadora a vice-presidente da Sou Segura, Daniela Tseimatizidis, contou com as presenças de Sheila Garcia, diretora Executiva de Soluções e Serviços da Aon; e das advogada Ana Cláudia Calil, especialista em Gestão Estratégica Empresarial, Seguros e Resseguro, e Ana Rita Petraroli, sócia-fundadora do escritório Petraroli Advogados.
Sheila Garcia lamentou que, em linhas gerais, não haja mulheres que tenham outras mulheres como referência. Criticou também o fato de os processos seletivos em empresas adotarem critérios que favorecem características masculinas. “Na Aon, temos programas de mentorias internos focados nas mulheres”, revelou.
Por sua vez, Ana Cláudia Calil frisou que as mulheres gostam de processos e não lidam bem com intempestividades. A visão do controle do risco é mais emotiva. “Isso não é vantagem nem desvantagem. Precisa ser visto como uma ferramenta”, comentou, acrescentando que o melhor para as empresas é ser o mais diversa possível.
Já Ana Rita Petraroli lembrou que muitas mulheres só se sentem seguras quando têm pleno domínio de tudo, o que, em geral, acaba com a maternidade. Ella lembrou que a perfeição é cobrada da mulher desde a infância, o que gerou um problema. “Fomos moldadas para se expressar pouco. Assim, é preciso se preparar o máximo possível. Abrir a porta e ver o que tem lá. A gente nunca vai estar 100% pronta”, conclamou.
Ana Rita arrancou aplausos da plateia quando informou ainda que, no escritório dela, só há coordenadoras mulheres, as quais somente são promovidas se colocarem outras mulheres nos seus cargos.
PREMIAÇÃO
O “Sou Segura Summit” foi encerrado em alto estilo, com a entrega do “Prêmio Sou Segura”, que contou com três grupos concorrentes: Pequenas empresas; Médias empresas; e Grandes empresas.
No total, foram seis categorias: Walk The Talk; Foco Nela; Conteúdo Base De Tudo; Eles Na Conversa; RRR (Reconhecer, Redistribuir e Remunerar); e Diversidade em Ação.
Houve ainda premiações especiais para a “Mulher Destaque”, “Protagonismo com Propósito” e “CEO Mais Inclusivo”.
As mulheres e empresas vencedoras foram anunciadas pela diretora de Comunicação da Sou Segura, Solange Guimarães.
Veja a relação dos vencedores:
Categoria “Walk The Talk”:
Zurich Minas Brasil (Grande Empresa), Chubb (Média Empresa) e Lloyd’s (Pequena Empresa).
Categoria “Foco Nela”:
Mattos Filho (Grande Empresa), WTW (Média Empresa) e Ludkevitch (Pequena Empresa)
Categoria “Conteúdo Base de Tudo”:
AON (Grande Empresa) e Generali (Média Empresa
Categoria “Eles Na Conversa”:
Porto (Grande Empresa) e Capemisa (Média Empresa)
Categoria “RRR (Reconhecer, Redistribuir e Remunerar)”:
Marsh McLennan (Grande Empresa) e Junto (Média Empresa)
Categoria Diversidade em Ação:
Tokio Marine (Grande Empresa) e Sompo (Média Empresa)
Categoria “CEO Mais Inclusivo”
Edson Franco da Zurich (Grande Empresa), Leandro Martinez, da Chubb (Média Empresa) e Rafaela Barreda, do Lloyd’s (Pequena Empresa)
Categoria “Protagonismo com Propósito” (premiou as mulheres que têm forte atuação para o fortalecimento da Sou Segura):
Valéria Chaves e Ana Carolina Mello (Conselheiras Consultivas da Sou Segura) e Cleide Ferraz (Embaixadora da Sou Segura)
Categoria “Mulher Destaque”:
Isabel Azevedo


















