Fiquei contente de ver seguros hoje na capa dos dois principais jornais de finanças do Brasil. No Valor, matéria sobre D&O. Já o Brasil Econômico traz Pablo Barahona, CEO da Liberty, numa ampla foto na capa do jornal. Ele conta para a jornalista Flávia Furlan que a acirrada concorrência e as margens menores fez a companhia dar marcha a ré em automóveis, onde é a 5ª maior, priorizando riscos empresariais. A Liberty espera crescer 8% em seguros de automóveis neste ano, em linha com mercado, mas prevê uma expansão na ordem de 40% nas demais linhas. A operação no Brasil é a número 2 da Liberty Internacional, atrás da Venezuela, por onde a companhia americana desembarcou na América do Sul. De sete a dez anos, a ideia é que automóveis representem metade dos prêmios emitidos e os demais ramos a outra metade. A seguradora lançará pacotes de proteção especiais, além das coberturas tradicionais como riscos patrimoniais e de responsabilidade civil, para nove nichos: produtores de vinhos, produtos metálicos, lacticínios, calçados e acessórios, máquinas, têxtil, alimentos, peças automotivas e bebidas não alcoólicas. No ano que vem, também será possível oferecer seguro garantia.
A íntegra da matéria está no link
http://www.brasileconomico.ig.com.br/noticias/liberty-vai-vender-seguro-para-pequenas-industrias_124068.html

















