FF Seguros oferece seguro pecuário flexível para leiloeiras

A apólice pode ser contratada por vendedores de bovinos de corte ou de leite ou leiloeiras, com vigência de 30, 45 ou 60 dias

Fonte: FF Seguros

A maior parte das exposições pecuárias e leilões de animais ocorrem durante o primeiro semestre do ano, especialmente entre os meses de abril e maio. Esses eventos são muito relevantes para a economia e para o desenvolvimento do setor. Só como exemplo, a ExpoZebu, que é a maior feira zebuína, movimentou mais de R$ 350 milhões em 2022.

As exposições representam encontros importantes para divulgar novas tecnologias, desenvolver negócios e divulgar resultados da pecuária. Para que os objetivos desses eventos não sejam prejudicados, as leiloeiras, centrais de reprodução, expositores e compradores de gado bovino de corte e de leite precisam ter cuidado durante a exposição e movimentação dos animais.

Segundo Fabio Damasceno, diretor de agronegócios da FF Seguros, é fundamental mitigar riscos que possam comprometer o período de exposições pecuárias. O transporte e exposição dos animais pode ser prejudicada pela ocorrência de acidentes. “Em qualquer momento, os animais podem brigar e se machucar. Um animal pode cair, não conseguir levantar e ser pisoteado pelos demais, por exemplo”, diz o diretor.

Uma alternativa interessante é a contratação de seguro pecuário para leilões e exposição de gado. “Esse tipo de seguro oferece mais segurança e credibilidade para o vendedor, para a leiloeira e futuro comprador do animal”, afirma Damasceno. O produto oferecido pela FF Seguros pode ser contratado para coberturas no curto prazo e com negociação flexível, que permite contratar apólices com vigência de 30, 45 ou 60 dias.

Outra vantagem do produto é que o contrato sempre será cumprido, mesmo nos casos em que a comercialização dos bovinos ocorra rapidamente. “Por exemplo, se um touro de elite for vendido em cinco dias e tiver uma apólice de 60 dias, o comprador será beneficiado pela proteção desse animal em sua fazenda durante os 55 dias remanescentes da apólice. Além disso, o comprador pode renovar o seguro pecuário da FF com condições atraentes”, esclarece Damasceno.

Modalidades disponíveis

Há duas opções de seguro pecuário para exposições e leilões. O seguro pode ser contratado para animais de elite, que apresentam alta genética, com apólice individualizada para cada animal, considerando o valor de até R$ 300 mil por cabeça para o cálculo do prêmio do seguro. Há ainda a possibilidade de assegurar a exposição ou leilão de rebanhos comerciais, com a precificação do prêmio considerando o valor da arroba do boi gordo.

Segundo Damasceno, os vendedores de gado e as leiloeiras valorizam o seguro pecuário porque esse produto oferece cobertura ao animal durante todo o período de exposição, comercialização e transporte da origem aos eventos e ainda contempla a rota de entrega ao comprador. “Por mais que tenhamos dois tipos de produto, disponíveis para gado de elite e rebanho comercial, tentamos entender as particularidades e as reais necessidades de cada pecuarista ou leiloeira que busca o seguro e cada cobertura é personalizada. Isso deixa o valor do prêmio mais assertivo”, conta o diretor de agronegócio da FF Seguros.

Para a elegibilidade desse seguro, o animal deve ter idade a partir de seis meses e no máximo dez anos completos. O contratante pode se beneficiar de subvenção federal e estadual, havendo disponibilidade de recursos e acesso ou reserva aos programas de subvenção. O cálculo de risco do seguro considera as condições de saúde do animal e rotas de transporte. Por isso, é requisitada a apresentação de atestado veterinário e de Guias de Transporte Animal (GTA). A seguradora monitora a saúde do animal, recomenda boas práticas de transporte e solicita informações como o tamanho do caminhão, quantidade de animais que serão transportados e distância a ser percorrida.

Os riscos mitigados na cobertura básica são acidentes, doenças, eletrocussão, incêndio, insolação e raio; asfixia por sufocamento ou submersão; envenenamento, intoxicação e ingestão de corpo estranho, desde que de forma acidental; luta, ataque ou mordedura de animais; inoculações vacinais e outras medidas de ordem profilática (sendo necessárias para a salvaguarda do animal); eutanásia ou abate por determinação veterinária (decorrente dos riscos já dispostos, no que couber). Além disso, existe a possibilidade de contratação da cobertura especial “perda de função reprodutiva”, para assegurar touros reprodutores.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Ouça nosso podcast

ARTIGOS RELACIONADOS