Seguradoras mudam mix de investimentos para obter maior retorno

O Valor traz hoje uma interessante pesquisa realizada pelo Goldman Sachs Asset Management com diretores de investimento de 153 companhias seguradoras globais, que reúnem mais de US$ 3,8 trilhões em ativos sob gestão. Elas estão mais propensas a aumentar o risco de suas carteiras em busca de retorno, apesar do ambiente macroeconômico considerado desafiador. Entre as opções apontadas, destacam-se títulos corporativos de alto risco (os chamados “high yield”), papéis de bancos e mezanino – um instrumento híbrido de dívida e ações. Classes alternativas como ativos imobiliários, títulos de dívida de países emergentes e “private equity” também entraram no radar. A crise de dívida europeia foi apontada como um dos maiores riscos macroeconômicos para os portifólios de investimento por cerca de três quartos dos entrevistados. Para 45%, contudo, a turbulência na Europa é a maior preocupação. A volatilidade dos mercados de dívida e ações aparece como principal risco para 17%. E para 90% dos entrevistados, essas oscilações tendem a aumentar ou permanecer em níveis elevados.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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