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Valor traz hoje uma interessante pesquisa realizada pelo Goldman Sachs Asset Management com diretores de investimento de 153 companhias seguradoras globais, que reúnem mais de US$ 3,8 trilhões em ativos sob gestão. Elas estão mais propensas a aumentar o risco de suas carteiras em busca de retorno, apesar do ambiente macroeconômico considerado desafiador. Entre as opções apontadas, destacam-se títulos corporativos de alto risco (os chamados “high yield”), papéis de bancos e mezanino – um instrumento híbrido de dívida e ações. Classes alternativas como ativos imobiliários, títulos de dívida de países emergentes e “private equity” também entraram no radar. A crise de dívida europeia foi apontada como um dos maiores riscos macroeconômicos para os portifólios de investimento por cerca de três quartos dos entrevistados. Para 45%, contudo, a turbulência na Europa é a maior preocupação. A volatilidade dos mercados de dívida e ações aparece como principal risco para 17%. E para 90% dos entrevistados, essas oscilações tendem a aumentar ou permanecer em níveis elevados.


















Bom artigo, muito informativo.
José Manuel