O Valor traz matéria sobre a exposição das seguradoras especializadas em seguro garantia no caso Delta Construção, personagem central dos episódios de corrupção envolvendo Carlos Cachoeira. Segundo a reportagem, o caso pode trazer uma perda de até R$ 300 milhões para seguradoras, caso abandone os contratos de infraestrutura de que participa. Esse é o valor total coberto pelas apólices de seguro garantia (que asseguram a entrega de uma obra conforme o contrato) feitas para a construtora, segundo a Alvarez & Marsal, consultoria contratada para auxiliar no processo de recuperação judicial da Delta.
A cifra coincide com estimativas obtidas pelo Valor junto ao mercado de seguros. Os R$ 300 milhões em apólices estão distribuídos entre oito seguradoras: J. Malucelli, Berkley, Swiss Re Corporate Solutions (ex-UBF), Austral, Cesce Brasil, Pottencial, Allianz e Chubb. A J. Malucelli, líder do mercado de seguro garantia, com cerca de 35% do total de receitas, tem cerca de um terço dessa exposição. Procuradas, as seguradoras confirmaram, mas preferiram não dar entrevista. Juntos, os contratos com o Dnit somam R$ 2,518 bilhões. O valor é significativamente superior aos R$ 300 milhões cobertos pelas apólices de seguros, pois no seguro garantia para obras públicas o percentual máximo de cobertura da apólice previsto por lei é de 10% do valor da obra para contratos de grande vulto, e 5% para os demais.


















vou dar uma olhada nesse assunto e publico no blog
Lendo a matéria sobre este caso da Delta, me lembrei também daquele outro envolvendo o “quebra quebra” nos canteiros das empreiteiras que estão construindo as grandes usinas hidroelétricas. Voce dispõe de alguma informação sobre como está o andamento do tema ? Havia um discussão sobre qual seria o foro (Brasil ou exterior) e depois não li mais nada sobre este tema na mídia especializada.
Abraços,
Alberto Kessel