Azos lança nova versão do seguro para doenças graves e passa a cobrir 10 enfermidades

Com cobertura de até R$ 500 mil, insurtech amplia cobertura para cânceres leves, moderados e graves

Fonte: Azos

A insurtech Azos acaba de lançar um nova versão do seguro para doenças graves, o DG10, que amplia a cobertura de cinco para dez enfermidades e reduz o período de carência. O produto pode ser adquirido por pessoas de até 65 anos com apólices a partir de R$5 e de forma independente, ou seja, não está atrelado à contratação de um seguro de vida em paralelo.

Com o objetivo de democratizar cada vez mais o acesso aos produtos de seguro no país, a empresa chega a um novo perfil de público: pessoas que não têm dependentes financeiros, mas que se preocupam com sua saúde e autonomia financeira. “Desde o início da operação, sempre estivemos focados em criar soluções que entregam o melhor para o cliente. Ouvimos alguns segurados e corretores parceiros e repensamos o produto DG de forma que a gente garanta ao segurado uma importante proteção financeira em caso de diferentes doenças graves, sem perder de vista nossa missão de democratizar o seguro pessoal”, afirma André Calazans, diretor de Seguros da Azos.

O DG10 passa a cobrir infarto agudo do miocárdio, AVC, paralisia de membros, perda de visão, Alzheimer, Parkinson, esclerose múltipla, osteomielite, embolia pulmonar e três níveis de câncer. No caso de câncer, a cobertura varia conforme o grau da doença. Se for leve, a empresa paga 30%, em situações moderadas, 50%, e nas ocorrências graves, 100%. O valor da cobertura é de até R$ 500 mil.

Mesmo com a ampliação das coberturas, a nova versão do seguro de doenças graves permite a contratação, sem necessidade de exames médicos, por pessoas com algumas doenças preexistentes, como diabetes, hipertensão e ansiedade. Além disso, teve o período de carência reduzido de 90 para 60 dias e não possui mais a cláusula referente ao período de sobrevivência de 30 dias, quando o beneficiário teria direito à solicitação de benefício somente após esse prazo. Ou seja, o cliente poderá abrir o chamado imediatamente após o diagnóstico da doença.

“Esse lançamento vem alinhado com uma tendência de mercado em que o seguro para doenças graves está deixando de ser um complemento do seguro de vida tradicional e está ganhando mais relevância a cada dia. Trabalhamos muito para desburocratizar essa cobertura e os resultados iniciais estão bem animadores”, conta Calazans

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre seguros, previdência, educação financeira, longevidade e saúde para o blog Sonho Seguro, do qual e fundadora, e para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do SindSeg-SP, entrevistadora em eventos e podcasts, bem como palestrante sobre temas diversos que envolvem o setor de seguros. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 17 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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