A Brasilprev foi a primeira seguradora a emitir debêntures subordinadas no Brasil.Com a operação, a empresa levantou R$ 550 milhões, em um tipo de oferta que passou a ser permitida a partir de outubro do ano passado, com a edição da resolução 391, do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), traz o Valor. A Brasilprev vai utilizar o dinheiro conforme o necessário para cobertura do capital mínimo requerido.
Segundo o diretor de planejamento e controle da Brasilprev, Nelson Katz, a demanda superou a oferta. “O impacto não é tão significativo porque somos uma empresa lucrativa e grande. Há demanda do mercado [pelo produto]”, disse. A emissão tem juros de 100% do CDI mais 2%. A resolução coloca um limitador de 15% do capital requerido, valor que foi atingido pela Brasilprev com a emissão.
Para poder fazer o registro da Brasilprev, a B3 fez ajustes em seu sistema, conta o superintendente de seguros da bolsa, Ícaro Demarchi Araújo Leite. “A Susep gerou uma sinergia interessante ao vincular a dívida subordinada ao registro das operações”, disse o superintendente da B3.


















