Zurich cria força-tarefa para atender segurados vítimas do ciclone no Sul do país

Seguradora usa ferramenta digital e vistoria mobile, que captura fotos dos veículos, dos imóveis e objetos danificados para agilizar atendimentos. Companhia trabalha também na produção de conteúdo sobre furacões, tufões e ciclones tropicais para auxiliar as pessoas e as empresas a se prepararem para minimizar os impactos no seu dia a dia

Os eventos climáticos extremos, como vendavais, furacões, tempestades e consequentes inundações estão acontecendo com mais frequência e têm impactado muitas regiões do Brasil. Neste momento, o mercado segurador tem um papel social importante de auxiliar e proteger as famílias e as empresas. Após a passagem do ciclone nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, a Zurich montou uma estrutura especial para atender os clientes de seguro automóvel e residencial. Foi criada uma força-tarefa para atendê-los com agilidade, por meio do uso da ferramenta digital e vistoria mobile, que pela captura de fotos dos veículos, dos imóveis (ou dos objetos danificados) gerou uma regulação dos sinistros ágil, pois o suporte econômico aos segurados, nesse momento, é fundamental para recomposição do patrimônio dos segurados.

“Temos o compromisso de estar sempre ao lado de nossos clientes e corretores para dar todo o suporte necessário quando necessitam, principalmente em um momento delicado como esse no Sul”, diz Waldecyr Schilling, Diretor Regional Sul da Zurich.

A iniciativa da Zurich consiste em um plano de atendimento emergencial e atuação conjunta com os corretores atuantes em cada Estado para agilizar os atendimentos. Segundo Carlos Cortés, superintendente de Engenharia de Riscos da Zurich no Brasil, as mudanças climáticas estão levando a uma maior ocorrência de eventos climáticos extremos, os quais serão mais severos daqui para frente. “Neste contexto, as empresas precisam entender melhor a sua exposição a esses eventos para poderem fortalecer a sua proteção e capacidade de resposta”, afirma.

O executivo reforça que, embora os riscos de catástrofes naturais possam acontecer inesperadamente, trazem lições que devem ser aproveitadas para o desenvolvimento de um Plano de Resposta a Emergências (PRE) específico. O PRE tem um papel importante para minimizar perdas, agilizar a recuperação das operações e recompor os prejuízos

Roberto Hernandez, diretor executivo de Commerical Insurance da Zurich no Brasil, afirma que o seguro para este tipo de evento é um instrumento de proteção e as empresas devem reavaliar a sua necessidade e abrangência, considerando as mudanças climáticas em evolução. “A Zurich investe continuamente em uma série de melhorias das coberturas dos seus seguros e estamos sempre pensando na melhor forma de atender nossos clientes, principalmente em situações adversas como essa”, diz.

Impactos climáticos

A frequência e a severidade dos eventos climáticos extremos serão cada vez maiores, conforme antecipou em janeiro deste ano o Global Risks Report, relatório anual produzido pela Zurich junto com o Fórum Econômico Mundial e outros parceiros. O documento alertou sobre os riscos do aquecimento global e destacou questões relacionadas às mudanças climáticas, como inundações ou tempestades, que são grandes preocupações do mundo nos próximos dez anos. “O planejamento cuidadoso e a preparação são estratégias importantes que garantem uma gestão de risco mais efetiva neste contexto”, diz Cortés.

O superintendente de engenharia de riscos da Zurich no Brasil enfatiza que a companhia tem desenvolvido serviços orientados a avaliar a exposição das empresas aos riscos climáticos e produzido uma série de relatórios e estudos para auxiliar as pessoas e as empresas a compreenderem a origem destes riscos e se prepararem para minimizar os impactos deles no seu dia a dia. Um dos artigos sobre furacões, tufões e ciclones tropicais pode ser acessado no site da seguradora: https://bit.ly/3fdJOGM.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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