Fonte: Valor 1000
Queda de taxa de juros, volatilidade nos mercado acionários, crescimento da violência, perda de renda da população, desemprego em alta e aumento da concorrência com as novatas de tecnologia, conhecidas como insurtechs, são ingredientes que foram a tempestade perfeita para tirar o mercado segurador do céu de brigadeiro de dois anos atrás. Dados da Confederação Nacional de Seguros (CNseg), mostram relativa desaceleração do setor, consistente com o movimento geral da economia brasileira. Nos primeiros cinco meses deste ano, a venda de seguros, planos de previdência e títulos de capitalização registrou receitas de R$ 96,8 bilhões, alta de 3%, sem considerar o seguro obrigatório DPVAT. Se incluído, o crescimento do setor cai para 2,1% no período analisado.
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