A Seguradora Líder informa à população que todas as informações necessárias para permitir o acesso a seus serviços pelas vítimas de acidentes de trânsito podem ser obtidas no site www.seguradoralider.com.br. As agências dos Correios, seguradoras consorciadas e outros parceiros estão autorizados a receber a documentação necessária para recebimento, nos casos cabíveis, das indenizações, no prazo estimado de 30 dias.

Depois de tantas CPIs no Congresso Nacional para investigar o seguro obrigatório DPVAT, a briga agora é entre a os Sindicatos de Corretores de Seguros – Sincor’s e a Seguradora Líder. O seguro registra queda de 22% no primeiro quadrimestre deste ano, comparado ao mesmo período de 2017, para R$ 1,1 bilhão. Em 2017, houve uma queda expressiva do faturamento do seguro DPVAT, de 30%, conforme determinação do governo federal ao final de 2016, ao ajustar os preços desse seguro.
Nota divulgada no último domingo, os corretores informaram que após se reunirem em Assembleia, decidiram, por unanimidade (dos 23 sindicatos presentes), interromper o atendimento ao público no tocante à orientação e à recepção de sinistros do Seguro DPVAT em todo o Brasil.
Segundo a nota, a descontinuidade desse serviço prestado há quase 30 anos, é motivada pela intransigência da Seguradora Líder em não querer manter os termos do contrato mantido com os Sindicatos, propondo novas condições absolutamente inexequíveis e incompatíveis com a estrutura necessária para a manutenção dos serviços. Eles ressaltam que nesse longo período, da aproximação com autoridades públicas, principalmente a Polícia Militar de cada estado, Detrans, Corpo de Bombeiros (SIAT), Procons e demais órgãos, sempre buscando prestar para a sociedade um serviço sério, qualificado e gratuito”.
A Seguradora Líder retruca a posição. “A seguradora Líder esclarece que não há posição intransigente da Seguradora em relação à rescisão dos contratos de prestação de serviços com os Sindicatos dos Corretores, tendo presente que os termos que estão sendo negociados decorrem de manifestação da própria Susep, em diversas oportunidades e, por último, em abril de 2018, uma vez que se pretende estabelecer novas bases de remuneração em relação àquelas que vigoraram até então.
Segundo a administradora do DPVAT, os contratos de prestação de serviços com os Sindicatos dos Corretores precisam ser ajustados para incorporar novos termos, que deverão seguir o mesmo procedimento e valores pagos aos demais pontos de atendimentos que recepcionam os sinistros do seguro DPVAT, além de estabelecerem regras para pagamento dos serviços de representação e divulgação do DPVAT em suas bases territoriais.
“Portanto, não há orientação da Seguradora Líder de que o trabalho de atendimento às vítimas seja suspenso. Pelo contrário. A Seguradora Líder está trabalhando com os Sindicatos dos Corretores na construção de novos contratos que se adequem às orientações emanadas da Susep, com contraprestações de serviços definidos que possam ser comprovadas”, informa a nota da Líder.

















