Brasil leva mais tempo para lidar com ataques cibernéticos, revela estudo

O maior risco do mundo, segundo pesquisas com gestores de riscos, é o ataque virtual aos sistemas tecnológicos. Apenas no ano passado, 978 milhões de pessoas foram vítimas de cyber crimes em todo o mundo. No Brasil, foram 62 milhões de vítimas, aproximadamente 60% de toda a população online ativa no país. As chances de uma pessoa ser vítima de cybercrime são altas em todo o mundo. Dados do Norton Cyber Security Report 2017 e do site Internetuserlive.com mostram que a porcentagem da população que já foi vítima de cyber crimes é alta: 50% nos Estados Unidos, e 35% e 32% no Reino Unido e na Alemanha, respectivamente.

O Brasil é um dos países que mais leva tempo para lidar com um ataque depois que ele ocorre. De acordo com o relatório Norton CyberSecurity Insights 2017, o Brasil leva 33.9 horas para resolver um cyberataque. A média geral global é 23.6 horas. Outros países como Japão (5.6 horas), Estados Unidos (19.8 horas), e Reino Unido (33.9 horas) costumam agir mais rapidamente. Outro fato alarmante apontado pelo relatório ThreatMatrix CyberCrime de 2017 é que os sul-americanos representam 50% de fraudes relacionadas a novas contas em redes sociais globalmente.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre seguros, previdência, educação financeira, longevidade e saúde para o blog Sonho Seguro, do qual e fundadora, e para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do SindSeg-SP, entrevistadora em eventos e podcasts, bem como palestrante sobre temas diversos que envolvem o setor de seguros. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 17 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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