Fonte: CNseg – Carta do Seguro
por Márcio Coriolano, presidente da CNseg
Divulgados os dados de dezembro pela Susep, o conjunto do ano de 2017 permite comparação com o ano precedente. Se o desempenho de 2016 havia sido protagonizado pelo segmento de Pessoas (15,4%), com modesto aumento de Ramos Elementares (1,2%), o primeiro semestre de 2017 parecia apontar para a repetição desse cenário, mas os planos de acumulação perderam o ritmo até o m do ano, fazendo o segmento de cobertura de Pessoas fechar com 4,7%, ao passo que o inverso se deu no segmento de Ramos Elementares, que cresceu 6,6%. Como o VGBL pesa signi cativamente na carteira global do mercado, a sua perda de ritmo influenciou a taxa total da arrecadação de 2017, de 4,6%.
O ano pode ser considerado como positivo para o setor de seguros. O ramo de Automóveis, com aumento de 6,7%, teve bom desempenho, seja como resultado da retomada de produção e venda de veículos, seja pela retarifação que se seguiu ao agravamento dos riscos. No ramo patrimonial massificados chegou a 8,4%. Como evidenciado ao longo das últimas cartas, os ritmos mais fortes foram vistos nos ramos de Crédito e Garantias (21,4%), Rural (13,1%), Planos de Risco de Pessoas (11,7%) e Habitacional (9,7%). Com o DPVAT, a arrecadação total em 2017 foi de R$ 247,1 bilhões. As provisões técnicas alcançaram R$ 905,7 bilhões.



















