Chubb registra lucro operacional de US$ 1,2 bi no segundo trimestre

A Chubb divulgou lucro líquido de US$ 1,3 bilhão no segundo trimestre de 2015, 79% acima do resultado obtido em mesmo do ano passado. No semestre, o lucro líquido foi de US$ 2,4 bilhões, muito acima dos US$ 1,1 bilhão do mesmo período anterior. No trimestre, o grupo registrou prêmios de US$ 7,5 bilhões, recuo de 0,8%.

O lucro operacional, após impostos, de US$ 1,2 bilhão, ou US$ 2,50 por ação, no segundo trimestre comparado a US$ 2,25 por ação no ano anterior, ou seja, um aumento de 11%. Nos primeiros seis meses deste ano, o lucro operacional subiu 13% sobre o mesmo período de 2016. De acordo com o CEO Evan Greenberg, o índice combinado de seguros gerais da Chubb para o trimestre foi “simplesmente excelente” a 88%, comparado a 90,2% no ano passado. A receita total de subscrição de ramos patrimoniais foi de US$ 808 milhões, uma alta de 20%.

“Considerando as condições do mercado e o fato de estarmos em um mercado de seguros plurianual flexível, estes resultados são realmente marcantes e demonstram claramente os benefícios das nossas capacidades globais, nossa construção de portfólio e gerenciamento de subscrição – características de nossa companhia”, disse Greenberg. “Eles também representam a qualidade e talento dos meus notáveis colegas no mundo todo, nossa cultura de excelência e presteza em todos os níveis da organização.”

O lucro líquido do investimento no trimestre atingiu um recorde de US$ 855 milhões, cerca de 5% acima do ano anterior. Além disso, de acordo com Greenberg, o ganho resultou em um retorno operacional sobre o patrimônio de cerca de 10% no trimestre. Nesse período de seis meses, o valor contábil por ação e o valor contábil tangível por ação subiram 4,4% e 7,6% respectivamente, tendo aumentado cerca de 12,5% e 20% desde a conclusão da fusão.

“De fato”, disse Greenberg, “foi o nosso melhor trimestre, desde a fusão, em termos de crescimento. Entretanto, com exceção do nosso negócio de gerenciamento de riscos, fizemos menos novos negócios, trocando novos negócios por termos melhores”.

“No trimestre, os prêmios líquidos de P&C contratados globalmente ficaram estáveis em dólares constantes. Ajustados para ações de subscrição e resseguro relacionados à fusão, tais prêmios subiram mais de 2,5%. Estamos trabalhando em um mercado de riscos patrimoniais altamente competitivo”, disse Greenberg. “Estamos construindo uma máquina de renda, conduzida, entretanto, pela nossa disciplina de subscrição. Isto nos dá grande confiança e livre escolha em tempos incertos e nos torna mais valiosos para nossos clientes e parceiros de negócios. A organização inteira está focada atentamente na execução, e estamos otimistas sobre nossa habilidade de continuar a superar.”

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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