“Canal Seguro” mostra a importância do SAC na relação entre consumidor e seguradoras

Fonte: CNseg

Manter continuamente uma linha de comunicação com o consumidor, para que ele se sinta amparado, respeitado e com respostas para todos os seus questionamentos. As seguradoras estão atentas a essas premissas que regem a relação com os clientes. Na sexta edição do “Papo Seguro”, programa do “CNseg – O Canal Seguro”, o presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, destaca as principais centrais de atendimento mantidas pelas seguradoras para orientar os clientes.

“A mais conhecida delas é o SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente), um canal pelo qual o consumidor pode pedir informações, tirar dúvidas, fazer reclamações e, até mesmo, solicitar um cancelamento de contrato. O prazo de resposta deve ser de até cinco dias úteis a contar do seu registro. Não deixe de anotar o número de protocolo informado pela empresa”, orienta Coriolano.

Caso o SAC da seguradora não corresponda à expectativa do consumidor, o passo seguinte é buscar respostas junto à ouvidoria. “Ela existe para atuar na solução de eventuais conflitos na relação entre consumidor e a empresa. É muito mais rápido e barato do que perder tempo e dinheiro com advogados e longos processos. Nesse caso, é muito importante ter em mãos aquele número do protocolo fornecido pelo SAC”, assinala Coriolano.

Para falar com os canais de atendimentos das seguradoras, o presidente da CNSeg recomenda ao consumidor que acesse os sites das empresas e neles obtenha os telefones do SAC, da ouvidoria ou o meio digital de contato. “Se esses canais não resolverem o seu problema, bem, você tem sempre o direito de recorrer a outras instâncias. Mas antes fale com a sua seguradora. Ela existe para lhe atender e servir. Caso contrário, ela pode perder o cliente, não é?”, conclui Coriolano.

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Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre seguros, previdência, educação financeira, longevidade e saúde para o blog Sonho Seguro, do qual e fundadora, e para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do SindSeg-SP, entrevistadora em eventos e podcasts, bem como palestrante sobre temas diversos que envolvem o setor de seguros. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 17 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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