Seguradoras vão do desktop para o celular do cliente

O Valor traz hoje o suplemento Serviços Digitais. Compreender o comportamento do cliente digital e ofertar a ele produtos e serviços que o surpreendam passou a ser o foco da estratégia das seguradoras em 2017. Hoje, bancos, meios de pagamento, seguros, crédito e investimentos estão na palma da mão do cliente sem necessidade de qualquer interação humana. E, mesmo investindo pesadamente em tecnologia, as instituições tradicionais passaram a ser instigadas pelas fintechs, startups de base tecnológica, livres de legados, ágeis e capazes de prestar serviços de nichos a custos reduzidos.

Um dos destaques do suplemento é o reembolso digital da SulAmérica. “Agora o cliente tira foto do recibo e envia pelo aplicativo. Por meio de tecnologias que incluem uma modelagem matemática, verificamos se o documento tem todas as informações e avisamos o cliente que em até três dias faremos o depósito em conta”, conta Cristiano Barbieri, CIO da SulAmérica.

Na alemã HDI, desde o final de 2016 os clientes que têm seguro residencial podem informar o acidente e pedir indenização pelo aplicativo. Basta tirar foto do estrago com o celular e tudo será resolvido de forma digital, explica o CEO Murilo Riedel. Para este ano, o grande projeto é implementar o processo de indenização na carteira de seguro de carro, que hoje já conta com serviços digitais para pedido de assistência 24 horas.

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Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre seguros, previdência, educação financeira, longevidade e saúde para o blog Sonho Seguro, do qual e fundadora, e para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do SindSeg-SP, entrevistadora em eventos e podcasts, bem como palestrante sobre temas diversos que envolvem o setor de seguros. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 17 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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