Dicas para proteger o celular de danos extras com a febre Pokemon Go

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Os jogos interativos para celular saíram do ambiente virtual e tomaram conta das ruas em diversos países, atraindo cada vez mais adeptos. E por conta de toda essa empolgação, se tornou comum ver pessoas distraídas e vulneráveis andando pela cidade grudadas em seu dispositivo móvel enquanto jogam. Não é difícil concluir que o cuidado com o aparelho celular e a garantia de uma proteção extra se tornaram imprescindíveis para garantir muitas e muitas horas de jogo. Afinal ao caçar monstrinhos pelas ruas os jogadores podem ter seus smartphones roubados, ou quebrados em razão de uma queda, ou mesmo sobrecarregados por causa das longas horas de jogo.

Embora grande parte do desempenho do celular e de sua vida útil esteja ligada à qualidade e sistema operacional, algumas dicas podem contribuir de forma significativa para que o smartphone seja mantido em boas condições por um período maior. Segundo Pascoal Carrazzone, diretor da área Digital e Mobile do grupo Assurant, há medidas simples e conhecidas, porém, ainda assim, pouco adotadas na prática. “Boa parte das pessoas sabe como proteger o celular, no entanto, por distração, custo ou até por acreditar que problemas não ocorrerão, acabam não priorizando tal cuidado”, afirma o profissional.

Confira abaixo algumas das principais ações preventivas para prolongar a vida útil e proteger sua principal ferramenta de jogo:

É importante para evitar que o display do smartphone seja danificado com riscos ou até mesmo com trincos. Hoje, os consumidores encontram a película de vidro, que mantém a boa aparência do aparelho mesmo após bastante tempo de uso. Outras alternativas, ainda que menos eficientes, são as películas plásticas, foscas e brilhantes.

Fundamentais contra quedas, às quais os celulares estão sempre expostos, as chamadas “capinhas” protegem a carcaça do smartphone e evitam riscos, batidas e outros danos mais graves. Com isso, tanto a boa aparência quanto a funcionalidade do aparelho serão prolongadas.

Podem ser dividido em dois: aplicativos que devem ser usados e os que devem ser excluídos. Os primeiros são aqueles que ajudam no desempenho do celular e trazem segurança para navegação. Alguns exemplos são os aplicativos para poupar bateria, os de avaliação de funcionamento e os famosos antivírus.

Já os excluídos, são aqueles que não são mais usados, ocupam a memória do celular e, consequentemente, afetam diretamente no desempenho do dispositivo.

Tanto o sol quanto a umidade são condições prejudiciais para o celular. Evitar manusear o aparelho com as mãos molhadas é a principal dica. Também é importante ficar o mínimo possível em ambientes que apresentam umidade em excesso, já que isso pode contribuir para corrosão ou oxidação do celular. A exposição ao sol está relacionada ao aquecimento do dispositivo e da bateria, o que pode, inclusive, culminar na explosão do aparelho.

Além disso, proteger seu celular garante mais tranquilidade para andar com ele pelas ruas. Melhor não arriscar, né? Para isso, existem no mercado os seguros de celular que tem cobertura contra roubo, furto qualificado e também quebra acidental e queda de líquidos, com custos que cabem no bolso.

O seguro de celular pode ser adquirido pela internet, por meio do portal da Bem Mais Seguro, empresa do grupo Assurant. A aquisição deste seguro pode ser feita em até 12 meses da data de compra do aparelho. Basta um clique aqui para saber mais e se proteger.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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