Para onde caminha o Seguro na América Latina? (link do estudo: http://www.ratingdeseguros.com.br/pdfs/EstudoCopaprose2016.pdf)
A resposta para o tema central do XXVI CONGRESSO PANAMERICANO DE PRODUTORES DE SEGUROS DA COPAPROSE surge ao final do evento, após intensos e profícuos debates e troca de experiências entre profissionais de 20 países, dirigentes de órgãos supervisores e executivos de grandes companhias de seguros.
Os novos desafios tecnológicos e profissionais e a baixa penetração do seguro na América Latina exigem a reinvenção do mercado local. Como os países latino americanos enfrentam problemas semelhantes, é recomendável seguir as boas práticas adotadas por nações vizinhas, inclusive na regulação do mercado de seguros, consolidando um marco regulatório muito próximo da padronização.
À necessidade de mudanças na regulação somam-se os inadiáveis e indispensáveis ajustes do mercado de seguros para enfrentar os novos riscos, principalmente os Cibernéticos, Climáticos, Catastróficos e Ambientais, que provocam prejuízos elevados e ameaçam a rentabilidade do setor.
Os intermediários devem estar preparados e qualificados para oferecer uma ampla rede de proteção securitária contra esses riscos. Nesse contexto, é preciso haver também maior capacidade no Resseguro e mais sinergia entre brokers e corretores de seguros. A instalação de um novo polo regional de resseguros contribuirá para o aumento da oferta de coberturas na região, principalmente para aprimorar a subscrição nos grandes riscos. A Autorregulação, com a implantação de entidades que atuam como auxiliares dos órgãos supervisores, também é fator primordial para o amadurecimento do mercado e a difusão de boas práticas.
A Copaprose divulgará sua posição sobre os Princípios Básicos de Seguros promulgados pelo IAIS, especialmente os relacionados com a atividade de intermediários de seguros. Entre 2009 e 2014, o faturamento do mercado de seguros latino americano cresceu 71%, muito acima do Produto Interno Bruto (PIB) da região, que avançou 45%, enquanto a média mundial de crescimento ficou em 18%.
Apesar das dificuldades econômicas enfrentadas por muitos países, o mercado de seguros apresenta grande potencial de crescimento. Para tanto, é preciso remover obstáculos visando a aumentar a penetração do seguro, principalmente entre os segmentos da população de menor poder aquisitivo, e difundir a educação financeira.
A proteção das camadas de menor renda pode ser assegurada também com a oferta de produtos de baixo custo, como os microsseguros, que demandam uma regulação específica. Os intermediários têm papel relevante a cumprir como protagonistas desse processo, indicando aos clientes mediante o seu assessoramento profissional as melhores opções de cobertura para cada demanda.
Veja a íntegra do estudo
http://www.ratingdeseguros.com.br/pdfs/EstudoCopaprose2016.pdf



















