O volume de prêmios de seguros para o setor de energia, que envolve petróleo e gás também, superou US$ 23,5 bilhões em 2014, crescimento médio nominal de 2,3% desde 2010, quando o segmento movimentava US$ 21,4 bilhões em prêmios, de acordo com o mais recente estudo da Finaccord.
Segundo agências internacionais, os Estados Unidos são o maior mercado de seguros de “energy”, com US$ 8,3 bilhões, seguido pelo Canadá (US$ 1,7 bilhões) e pela China (US$ 1,4 bilhões). A previsão da consultoria é que, em 2018, este tipo de seguro alcance um faturamento de US$ 24,5 bilhões, caso se mantenha o cenário atual de preço do petróleo em baixa, ou avançar os US$ 26,1 bilhões, se o preço se recuperar.
No Brasil, esse é um segmento que passa por uma grande crise em razão das investigações de corrupção no caso Lava Jato, que envolve a Petrobras, maior empresas brasileira do segmento, e que trouxe consequências sérias para várias outras empresas, ao reduzir seus investimentos e cancelar encomendas que estavam em andamento. Vários estaleiros tiveram de reduzir drasticamente suas operações, alguns até fecharam. Com isso, os negócios para as seguradoras neste ramo secaram.


















