Edward Lange deixou a presidência da holding de corretoras de seguros Brasil Insurance, onde estava desde maio. Assumiu para tentar dar um novo rumo a empresa, que enfrenta uma crise interna, mas pela nota da coluna de Lauro Jardim, na Veja, desistiu. Nos últimos doze meses, a ação da companhia desvalorizou-se 87%. Miguel Longo, que hoje já é diretor financeiro de Relações com Investidores, acumulará esses cargos com a presidência.
Hoje, o jornal Estado de São Paulo trouxe novamente uma matéria sobre o imbrolio em que a holding que reúne 52 corretoras. Conta sobre a contratação do Morgan Stanley para promover uma ampla reestruturação na companhia, que poderá incluir a venda da empresa, conforme já tinha noticiado o blogueiro da Veja há duas semanas. Nos últimos 12 meses, a desvalorização das ações da única corretora de seguros listada na Bovespa chega a 87%. Só em dezembro, o preço dos papéis caiu 40,6%. Tanto o blogueiro de Veja como a repórter do Estado de S.Paulo informaram que o Morgan Stanley não comenta o assunto. Nem as duas empresas com as quais o banco tentava vender a BR Insurance. A Marsh afirmou ao jornal que não fala sobre rumores de mercado. Já a Qualicorp informou que “não há nenhum tipo de análise ou negociação com a empresa”. “A presença do Morgan Stanley é bastante abrangente. E o trabalho está apenas começando”, diz Miguel Longo, na entrevista.

















