Incêndios são apontados como a segunda maior causa de danos para as empresas, segundo estudo da AGCS

incendioA Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), do Grupo Allianz, lança mais uma edição do seu estudo anual Global Risk Dialogue. Neste relatório, as extremas condições climáticas aparecem como fator influenciador no balanço financeiro de empresas. Além disso, a nova pesquisa aponta que a segunda maior causa de perda para as companhias são os incêndios, com a interrupção posterior dos negócios impactando mais as empresas do que o próprio dano.

Nesta edição, o Global Risk Dialogue explora as diferentes abordagens de se administrar riscos levando em consideração os “quatro elementos”: terra, fogo, água e ar. Com o atual cenário sendo determinado por questões ambientais complexas, é preciso focar na mitigação de riscos pré e pós perda.

Artigos selecionados da última edição do Global Risk Dialogue:

Terra: Mudança climática – mitigando o crescente impacto originário de questões climáticas

Se a administração de riscos consequentes de catástrofes climáticas não forem regularmente revisadas, o impacto financeiro aumentará consideravelmente.
Fogo: Recuperação após o desastre

De acordo com análises feitas a partir de sinistros de assegurados pela AGCS, os incêndios foram apontados como a segunda maior causa de perdas pelas empresas.

Água: cabos submarinos

Cerca de 70% a 80% dos seguros pagos para parques eólicos dizem respeito a cabos danificados. E, à medida que a busca por maior capacidade de produção através dos ventos aumenta, a proporção para novos incidentes e danos também.

Ar: Segurança na aviação

O desaparecimento do voo Malaysia Airlines MH370 no começo deste ano trouxe um alerta à comunidade aeronáutica sobre o rastreamento de aviões fora dos limites padrões de aviação.

Impressão 3D

O número de possibilidades de soluções geradas a partir de uma impressão 3D será imenso, mas, além da inovação, tal tecnologia também trará um novo debate em torno dos riscos e confiabilidade.

Ataques cibernéticos

Os criminosos cibernéticos usam três diferentes abordagens para atingir seus objetivos. Eles fazem operações de vigilância para obtenção de informações de empresas, roubam dados de clientes e de cartões de crédito e chantageiam companhias, ameaçando interromper suas operações comerciais.

Segue abaixo o link para o estudo: http://www.agcs.allianz.com/assets/PDFs/GRD/GRD_02_2014_EN.pdf .

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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