Operações de seguros contribuem com 15,2% do lucro do Itaú Unibanco no segundo trimestre

O lucro líquido recorrente das operações de seguros do Itaú Unibanco atingiu R$ 733 milhões no segundo trimestre de 2014, um aumento de 9,3% em relação ao trimestre anterior, influenciado pelo crescimento das receitas de prestação de serviços e do resultado de seguros, previdência e capitalização antes das despesas com sinistros e comercialização. O índice de seguridade que demonstra a participação do lucro líquido recorrente de Seguros, Previdência e Capitalização em relação ao lucro líquido recorrente do Itaú Unibanco, desconsiderando-se o resultado do excesso de capital, atingiu 15,2%, redução de 0,1 ponto percentual em relação ao trimestre anterior. A relação entre o produto bancário das operações de seguros e o produto bancário total alcançou 14,4%, redução de 0,3 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.

O Itaú Unibanco teve lucro líquido ajustado de R$ 4,973 bilhões no segundo trimestre, com alta de 37,3% sobre igual período do ano passado. O lucro ajustado elimina efeitos de eventos não recorrentes, como provisão para perdas com os planos econômicos e amortização do ágio gerada pela aquisição da Credicard. De janeiro a junho, o lucro líquido do Itaú atingiu R$ 9,318 bilhões, aumento de 32,1% ante os R$ 7,055 bilhões registrados no mesmo período do ano passado. No semestre, além desses impactos, tiveram ainda efeito da decisão sobre a discussão da legalidade da incidência de Cofins para a Porto Seguro e ainda da decisão favorável na tese de alargamento da base de cálculo de PIS/Cofins do IRB Brasil Resseguros. O banco destaca os segmentos de consignado (+62,1%), imobiliário (+26,1%) e cartão de crédito (+28,6%), bem como a venda da carteira de grandes riscos para a ACE.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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