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A Região Sul apresenta o segundo maior mercado de seguro do Brasil, tendo em 2013 movimentado um valor de prêmio de R$ 12,5 Bilhões. Seguindo a estratégia de expansão geográfica da AIG no Brasil e por conta de seu bom desempenho, a empresa inaugura seu quarto escritório, localizado na cidade de Curitiba, no Paraná.
A filial será gerenciada por Wilson Bessa, executivo com quase 30 anos de experiência no setor de seguros, e será a primeira unidade física da AIG fora da região Sudeste que, até então, operava com um escritório virtual da seguradora na cidade. Com mais de 200 m² e área reservada para reuniões com os clientes, o escritório, com localização privilegiada no Bairro Água Verde, conta com tecnologia de ponta e espaço para treinamento aos colaboradores e corretores. “Por causa desse forte investimento em Curitiba, amparado pelo alto volume de negócios foco da Companhia na Região, esperamos criar novas oportunidades, conquistar mais clientes e usufruir de recursos de ponta, além do potencial e inovação da AIG no Brasil”, ressalta Bessa.
De acordo com o executivo, as carteiras da AIG com maior destaque na região continuarão sendo Property, Responsabilidade Civil, Linhas Financeiras e Transportes – carteira que apresenta grande expectativa de crescimento uma vez que o escritório contará com subscrição local. “Estes produtos já são carro-chefe na região, mas sabemos que a AIG tem ainda muito potencial a ser explorado, pois se trata de uma empresa que lança novos produtos continuamente”, reforça.
A região Sul é muito importante para a economia brasileira e a AIG está ciente desta relevância. “Com este novo escritório, esperamos criar novas oportunidades e conquistar ainda mais clientes, apresentando todo o potencial e inovação da Companhia”, afirma Jaime Calvo, CEO da AIG Brasil.
Recentemente, a AIG lançou o seguro para Fusões & Aquisições (M&A) e também conta com coberturas inovadoras como a de Responsabilidade Cibernética (CyberEdge®) e de Riscos Ambientais. “A Filial não poupará esforços para difundir estes produtos, que são pouco explorados na região e no mercado atual”, conclui Calvo.

















