MDS conclui a maior operação de M&A na corretagem de seguros em Portugal com a aquisição da Seguramos e reforça sua liderança no país

Com a aquisição, a MDS Portugal passa a administrar um volume de prêmios de aproximadamente 600 milhões de euros, e uma receita de cerca de 95 milhões de euros apenas em Portugal

Em uma operação que une a corretora líder a uma das 10 maiores em volume de negócios em Portugal, a MDS passou a deter 50,1% do capital social da Seguramos, tornando-se sua acionista majoritária.

A transação, alinhada à estratégia de crescimento, diversificação de competências e transformação do modelo de negócios da companhia, resulta da aquisição da participação anteriormente detida pelo Grupo Proef, seguida de um aumento de capital.

Trata-se da maior operação já realizada por uma corretora sediada em Portugal, reforçando estruturalmente a liderança da MDS, consolidando sua participação de mercado — significativamente superior à dos demais operadores — e posicionando-a como a maior distribuidora de seguros do país.

Com a conclusão da operação, a MDS Portugal passa a administrar um volume de prêmios de cerca de 600 milhões de euros e uma receita de aproximadamente 95 milhões de euros no território português.

A integração da Seguramos permitirá à MDS ampliar sua capilaridade no país, com a duplicação de sua rede qualificada de agentes que passa a contar com cerca de 1.000, além da maior rede de escritórios do país, totalizando 49. A operação fortalece ainda a presença da companhia em regiões estratégicas e complementares às localidades onde a MDS já atua, , onde a Seguramos possui forte atuação.

Fundada em 1962, a Seguramos conta com aproximadamente 100 colaboradores, uma das maiores redes de distribuição e presença consolidada nas regiões Norte e Centro de Portugal, totalizando 18 escritórios nacionais.

O atual acionista e CEO da Seguramos, Mário Ramos, mantém uma participação estratégica relevante de 49,9% do capital social da empresa, assegurando continuidade, proximidade ao negócio e total alinhamento no desenvolvimento e execução do projeto. A equipe de gestão continuará sob a sua liderança, com Ezequiel Silva como CCO & COO e Luís Queiroz como CFO, passando ainda a integrar Ricardo Pinto dos Santos, CEO da MDS Portugal, e Mário Vinhas, COO da MDS Portugal, como administradores.

Para Ricardo Pinto dos Santos, CEO da MDS Portugal, “a Seguramos é uma organização com história, dimensão relevante, forte presença territorial e uma cultura de proximidade com o cliente que valorizamos. Essa aquisição fortalece estrategicamente nossa liderança em Portugal, projeta a companhia para uma nova dimensão de mercado e amplia nossa capilaridade, garantindo maior capacidade de resposta e excelência no atendimento a clientes e parceiros em todo o país.”

Já Mário Ramos, CEO da Seguramos, afirma que “a integração na MDS representa uma oportunidade estratégica para acelerar o nosso crescimento e ampliar a nossa capacidade de resposta, agora reforçados com o acesso aos recursos, escala e especialização de um grupo de dimensão internacional, com claros benefícios para os nossos colaboradores, clientes e parceiros.”

A operação contou com assessoria estratégica e financeira da PTCG, assessoria jurídica da Deloitte Legal TELLES e da PLMJ, além de due diligence financeira e fiscal conduzida pela EY.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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