Mitos e verdades sobre o seguro de vida: o que você precisa saber

Bradesco Vida e Previdência contribui para ampliar o entendimento da população sobre a modalidade

A Bradesco Vida e Previdência reforça seu compromisso com a educação financeira e com a disseminação de informações claras para ampliar o conhecimento e o acesso ao seguro de vida, em um cenário em que a desinformação ainda limita a compreensão desse tipo de proteção no Brasil, apesar de sua evolução. 

Em 2025, o mercado de seguros manteve trajetória de crescimento, com destaque para os seguros de vida, que avançaram 12,13% até setembro, segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep). Ainda assim, apesar do aumento da demanda por soluções de proteção financeira, a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida aponta que apenas 18% da população possui o produto. 

De acordo com Alessandro Malavazi, superintendente sênior da Bradesco Vida e Previdência, o tema proteção financeira tem ganhado espaço nas decisões das famílias brasileiras, e o seguro de vida surge como uma ferramenta cada vez mais reconhecida por sua acessibilidade, flexibilidade e eficiência nesse cenário. “Mesmo assim, a informação acerca do tema ainda é baixa e a presença de alguns mitos também dificultam o entendimento sobre o papel dessa cobertura no dia a dia”, ressalta o executivo. 

Pensando nisso, a Bradesco Vida e Previdência reuniu os principais mitos que ainda cercam o seguro de vida, e as verdades que ajudam a mostrar como ele pode ser um importante aliado em diferentes fases da vida. 

“A indenização do seguro de vida é isenta de imposto”.   

É verdade. O valor recebido pelos beneficiários não sofre incidência de Imposto de Renda e não precisa passar pelo processo de inventário. Isso significa que o recurso é liberado de forma mais rápida, sem burocracia, garantindo o suporte financeiro necessário em um momento delicado. 

“Seguro de vida é só para quem tem herdeiros”. 

É mito. A escolha dos beneficiários é livre: pode indicar familiares, amigos ou até instituições. O seguro de vida permite cuidar de quem realmente importa, independentemente do vínculo legal. É uma forma de garantir apoio financeiro a pessoas ou causas com as quais o beneficiário tem afinidade. 

“Se eu cancelar o seguro, perco tudo que paguei”.   

É mito. Existem planos que oferecem a possibilidade de resgatar parte do valor investido, dependendo do tipo de cobertura contratada e do tempo de contribuição. Essa flexibilidade é importante para quem busca uma proteção que também possa ser adaptada a mudanças de cenário ao longo da vida. 

“Existem coberturas que podem ser utilizadas em vida”.   

É verdade. O seguro de vida moderno não se limita a coberturas de morte. Hoje, há planos que contemplam situações como diagnóstico de doenças graves, invalidez permanente, internação hospitalar, desemprego involuntário e até assistência para cuidados com a saúde mental. Essas proteções permitem que o segurado utilize os benefícios enquanto está vivo, quando mais precisa. 

“Seguro de vida é inacessível para a maioria das pessoas”. 

É mito. O mercado oferece uma ampla variedade de planos, com coberturas personalizáveis e valores que cabem no orçamento. Em muitos casos, é possível contratar um seguro de vida por um valor mensal comparável ao de pequenas despesas do dia a dia, tornando-o uma alternativa viável para diferentes perfis.

“Quanto mais cedo eu contratar, melhor”.   

É verdade. Iniciar o seguro mais cedo permite ajustar e ampliar as coberturas ao longo do tempo, de acordo com as mudanças na vida pessoal, familiar e profissional. 

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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