CNseg revisa de 10,3% para 13,7% a previsão de crescimento do setor de seguros

Fonte: Folha

A CNSeg (Confederação Nacional das Seguradoras) revisou de 10,3% para 13,7% a previsão de crescimento da arrecadação do setor neste ano, chegando a quase R$ 350 bilhões, excluindo saúde e DPVAT.

Segundo a entidade, o desempenho projetado para os seguros de danos e responsabilidades (20,5%), de coberturas de pessoas (10,6%) e de capitalização (13%), todos com expansão estimada de dois dígitos, demonstrou uma reação mais uniforme do mercado.

No grupo dos seguros de automóveis, um dos mais representativos em termos de arrecadação, a previsão é que a demanda suba 26% no ano. A forte valorização dos carros usados e seminovos por causa da redução na oferta de veículos novos interferiu no aumento de prêmio e no pagamento de sinistros. Até junho, as indenizações acumularam alta de quase 40% em 12 meses móveis, segundo a CNSeg.

Nos seguros patrimoniais, os subgrupos de massificados, riscos de engenharia e grandes Riscos também tiveram desempenho favorável.

O seguro rural, por sua vez, que já cresceu mais de 40% em 12 meses até junho na comparação com o período anterior deve fechar o ano em alta de 23,8%. “A demanda firme desde 2021 tem a ver com a precaução dos produtores diante dos extremos climáticos, além da subvenção para contratação de suas coberturas”, diz a CNSeg.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre seguros, previdência, educação financeira, longevidade e saúde para o blog Sonho Seguro, do qual e fundadora, e para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do SindSeg-SP, entrevistadora em eventos e podcasts, bem como palestrante sobre temas diversos que envolvem o setor de seguros. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 17 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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