A Essor Seguros estreia em dois novos segmentos: o de seguros aeronáuticos e o de seguros para equipamentos diversos, informa nota distribuída pela empresa, em parceria com a ASAS, criada em 2015, nos moldes das Agências de Subscrição de Riscos de Londres, hoje uma tendência mundial, com expertise nas carteiras de Aviation, Property e RD (Riscos Diversos). “Buscamos negócios ou parceiros distintos com capacidade técnica em cada segmento para trazer soluções nas atividades que pretendemos atuar”, afirma Fabio Pinho, Diretor-Presidente da ESSOR Seguros.
No ramo Aeronáutico, as parceiras lançam três produtos: o seguro Casco, que garante proteção contra danos à aeronaves; o seguro RETA (Responsabilidade do Explorador e/ou Transportador Aéreo) e o seguro de Responsabilidade Civil Hangar, voltado à empresa administradora do hangar em caso de ser responsabilizada civilmente por algum dano.
“Incluindo todas as suas modalidades, esse mercado apresentou, em 2018, R$ 352 milhões em volume de prêmios emitidos. Entendemos que o ramo irá evoluir nos próximos anos, acompanhando o crescimento econômico”, afirma o CEO da ASAS, Marcelo Assumpção. Ele destaca que o país tem uma das maiores frotas do mundo, com cerca de 22 mil aeronaves registradas, sendo sua ampla maioria utilizada na aviação privada. “A ASAS já opera nestes segmentos e visa trabalhar ao lado do corretor de seguros com soluções diferenciadas e sob medida, tendo um preço justo, equilibrado e ampla gama de coberturas”, complementa o executivo da ASAS.
Já no segundo segmento que atuarão, denominado de Riscos Diversos, a seguradora oferece cobertura para danos como incêndio, roubo e acidente a vários tipos de equipamentos, como os utilizados para construção, por médicos, hospitais e ainda os especiais utilizados na linha agrícola, como colheitadeiras acima de 5 anos e de alto valor.
Especializada na subscrição de determinadas linhas de negócios, a ASAS já trabalha junto à ESSOR no segmento de seguros de Propriedades e, agora, compartilha sua experiência e seus canais de distribuição nesta nova empreitada. O potencial é grande: “no primeiro ano de operação, estimamos alcançar R$ 40 milhões em prêmios emitidos”, prevê o executivo.


















