Câncer lidera pedidos de indenizações na Prudential do Brasil

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Em todo o mundo, 18 milhões de pessoas serão diagnosticadas com câncer até o final deste ano. O número equivale à população do Chile, e faz parte do mais recente estudo divulgado pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC). No Brasil, 225 mil brasileiros morrem devido a tumores anualmente, de acordo com o movimento Todos Juntos Contra o Câncer.

Entre as mulheres, o câncer de mama é o que mais preocupa. São registrados 60 casos a cada 100 mil brasileiras. Diante desse cenário, não é difícil entender por que a doença foi a principal causa de pedidos de indenização na Prudential do Brasil, entre janeiro de 2014 e junho de 2018. Nesse período, foram registrados mais de 1.300 sinistros relativos a tumores, o que corresponde a 37% do total de pedidos de pagamento.

“Como seguradora especializada em vida, temos como principal missão proteger pessoas. Nosso objetivo é chamar a atenção para a alta incidência da doença também no universo da nossa carteira de clientes, que soma mais de 400 mil segurados apenas no ramo individual”, comenta Aura Rebelo, vice-presidente de Marketing & Digital da Prudential do Brasil.

A executiva acrescenta, ainda, que clientes que contam com a cobertura opcional de Doenças Graves são indenizados em vida. “Ao ser diagnosticado com câncer, o nosso cliente pode usar o dinheiro da indenização como bem entender. Algumas pessoas que não têm plano de saúde optam por pagar tratamentos. Outras, investem em terapias mais modernas, que não são cobertas por seus planos. Há também aqueles que usam a verba para viajar, pagar dívidas ou mesmo investir”, complementa Aura.

Os números da seguradora revelam também que há uma preocupação crescente com o câncer. Ao longo de quatro anos, a companhia registrou alta de 138% no número de clientes que fecharam ao menos um contrato que inclui proteção contra doenças graves. Nesse universo de segurados, as pessoas de 30 a 39 anos são maioria (53%).

Além disso, por ser uma doença associada ao estilo de vida, o aumento dos casos de câncer está diretamente ligado à obesidade, aponta um estudo publicado na revista científica Cancer Epidemiology. “A principal mensagem que queremos passar é um alerta. O ideal é que as pessoas mantenham uma alimentação equilibrada, pratiquem atividade física e evitem hábitos nocivos, como fumar e ingerir bebida alcoólica em excesso, além de contar com acompanhamento médico. Tudo isso ajuda a minimizar os riscos de desenvolver a doença. Complementarmente, aderir a um bom seguro de vida que conte com a cobertura de doenças graves é uma decisão crucial”, finaliza Aura.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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