Lucro da Tokio Marine avança 10,3%, para R$ 153,8 milhões, em 2017

A Tokio Marine fechou o ano de 2017 com R$ 4,78 bilhões em prêmios emitidos, um incremento de 16,5% ante o resultado do período anterior, enquanto o mercado registrou evolução de 6,6% (sem VGBL, Saúde e Previdência). O Índice Combinado foi de 99,1% e o Índice de Sinistralidade atingiu 58,4% (4,4 pontos percentuais abaixo do registrado em 2016). Já o lucro líquido avançou 10,3% acima do de 2016, totalizando R$ 153,8 milhões.

“Estamos  satisfeitos e orgulhosos com esse desempenho excepcional, o melhor da nossa história de 58 anos de atuação no Brasil. Os números demonstram o quanto é acertada a nossa estratégia de investir continuamente no aprimoramento de nossos produtos e serviços, alicerçada pelos pilares de crescimento, rentabilidade e qualidade/inovação”, destaca o presidente José Adalberto Ferrara.

Entre os destaques da performance em 2017, a carteira de automóvel, que respondeu por 67% dos prêmios emitidos no ano, teve um crescimento de 31,9%, o que elevou a participação de mercado da companhia para 9,3%. O número de veículos segurados subiu de 1,25 milhão para 1,6 milhão.

“A criação de produtos aderentes às necessidades dos clientes, como o Auto Roubo + Rastreador e o Auto Popular, bem como a adoção de valores competitivos foram essenciais para esse incremento”, reforça Ferrara. Ainda em massificados, os seguros residencial e condomínio tiveram performances relevantes, com crescimentos de 17,8% e 6,7%, respectivamente.

Já a carteira de produtos de pessoa jurídica obteve crescimento 5,6% em prêmios e de 11,4% no resultado industrial. A carteira de responsabilidade civil geral teve aumento de 30,2%, com market share de 18,5%.

Otimista quanto ao desempenho da economia brasileira este ano, o presidente da Tokio Marine acredita que o mercado segurador pode retomar o ritmo de crescimento em dois dígitos, como ocorria até 2013.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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