O IRB Brasil RE, maior ressegurador local do Brasil, recebe nesta segunda-feira (23) cerca de 100 convidados para um jantar especial. Eles vão apreciar um cardápio elaborado especialmente para que possam vivenciar as fases da vida do pintor Pablo Picasso, durante visitação guiada na exposição “Pablo Picasso: mão erudita, olho selvagem”, no Instituto Tomie Otake, em São Paulo.
Em uma sessão reservada à imprensa no período da tarde, Paul Conolly, vice-presidente de resseguros do IRB, contou ao blog Sonho Seguro alguns detalhes da apresentação que será feita aos clientes, prospects e parceiros. O IRB segue sua trajetória de crescimento das vendas. De janeiro a abril deste ano faturou R$ 1,5 bi, alta de 31% comparado ao mesmo período do ano passado. O lucro líquido saltou de R$ 129 milhões para R$ 232 milhões no período analisado, conta Conolly. Os sinistros também avançaram, de R$ 565 milhões para R$ 716 milhões, contabilizando uma reserva a mais para o sinistro da Ultracargo, que já soma R$ 100 milhões considerando-se apenas a participação do IRB.
Quanto ao novo governo, a diretoria do IRB se mostra otimista com a retomada dos investimentos necessários para o Brasil voltar a crescer, principalmente dando vazão aos projetos de infraestrutura que contam com participação significativa de resseguro. O pé no freio que o governo interino de Michel Temer vem colocando em algumas ações tomadas pelo governo do Partido dos Trabalhadores (PT) não impactam o IRB. Na África, por exemplo, conta Conolly, a participação do IRB se dá por meio da Africa Re, da qual detém 8% de participação acionária. “Quando José Cardoso assumiu a presidência do IRB no ano passado o foco passou a ser a América Latina, com prioridade para México, Peru, Colômbia e Argentina”, contou, deixando o ressseguador de estimular negócios com Venezuela, Bolívia, Cuba e África.
O executivo não sabe se o IRB está no calendário de roads shows que o ministro das Relações Exteriores no Itamaraty, José Serra, pretende fazer a partir de junho para apresentar aos investidores algumas fatias acionárias que a União pretende vender para fazer caixa e reduzir o déficit fiscal. Mas a aposta é que tanto IRB como Caixa Seguridade façam parte da agenda de vendas do governo, pois já estavam em adiantado processo de IPO no ano passado, operações suspensas pela piora do mercado financeiro diante da instabilidade política e agravamento da crise econômica brasileira. Na próxima semana está agendada uma reunião do conselho, que reúne acionistas do Bradesco, Itaú e BB, entre os principais, e mais novidades devem surgir.
Fundado em 1939 e com uma equipe técnica altamente qualificada, o IRB se mantém firme na missão de agregar valor aos seus clientes, buscar resultados sólidos para os acionistas e oferecer perspectivas de crescimento para seus colaboradores. Privatizado em 1º de outubro de 2013, o IRB é hoje uma empresa muito mais ágil, atenta ao desenvolvimento sustentável e com plenas condições de oferecer cobertura para riscos em todas as linhas de negócios, nos cinco continentes.


















