2016 realmente será um ano desafiador para todos, inclusive para o mercado segurador, segundo revelou pesquisa realizada com os participantes do 21o Encontro de líderes promovido pela CNseg na Praia do Forte (BA), entre os das 25 e 28 de fevereiro. Cerca de 63% afirmaram que 2016 será um ano pior do que 2015, 38% que será equivalente e 7% deles escolherem a opção “será melhor”.
O tema regulação, estabilidade política e econômica foi citado como o maior desafio para o mercado segurador atualmente e para os próximos 2 a 3 anos, com 65% dos votos, enquanto 29% escolherem canais de distribuição e a relação com o consumidor como principais desafios. Gestão de talentos e formação de lideranças, como a qualidade de gestão de riscos ambientais, sociais e de governança receberam apenas 9% e 7%, respectivamente, dos votos.
Entre as áreas das empresas que mais podem contribuir para o crescimento em tempos de crise está a de desenvolvimento de produtos e serviços, com 36% dos votos. A alternativa Estratégias e governança foi escolhida por 22%, comercialização e marketing por 18% e regulação e liquidação de sinistros por 7%.
A revolução digital é o tema que mais demanda uma atuação pró-ativa e imediata do mercado segurador, segundo 39% dos participantes. Inclusão financeira e acesso ao seguro e também transições demográficas, com crescimento, envelhecimento e longevidade foram citados por 24%. Já mudanças climáticas, que ocupam a liderança do ranking mundial de riscos mais temidos teve apenas 5% dos votos.
Quando o assunto foi desafios e oportunidades de negócios disruptivos, o segmento de seguros gerais, que inclui automóvel, residencial entre outros, foi mencionado por 42% dos participantes da pesquisa. Previdência e vida vem em seguida, com 29% dos votos, saúde com 26% e capitalização apenas 7%.


















