7 seguros inusitados ao redor do mundo

Fonte: Revista Forbes Brasil

Seguros específicos. É geralmente assim que são chamados no mercado aquelas garantias destinadas à proteção de, por exemplo, partes do corpo humano. Ou problemas na cerimônia de casamento. Esta ainda não é uma classe de produtos muito presente no Brasil.

Relativamente poucas empresas por aqui os oferecem — mas nos EUA, por exemplo (um mercado securitário bem mais desenvolvido que o nosso), tais seguros são mais que disseminados. Veja na galeria de fotos alguns dos riscos que eles cobrem:

Pets

Seguro que cobre doenças e acidentes sofridos por um animal de estimação. É oferecido no Brasil, e tem tido uma procura cada vez maior.

Abdução por alienígenas

A British Insurance, uma conhecida companhia de seguros inglesa, em 1998 chegou a oferecer uma apólice para quem quisesse se precaver contra o rapto (abdução) por seres extraterrestres. Custava US$ 15 por mês. Se o segurado conseguisse provar que fora abduzido, ganhava uma indenização de US$ 1,5 milhão.

Quebra de óculos

Apólice que cobre furto, quebra acidental ou roubo de um par de óculos. O segurado recebe uma indenização, e com ela adquire um novo par.

Casamentos

É uma apólice contra imprevistos em uma cerimônia do tipo. Cobre até mesmo doenças do casal ou de familiares próximos, além de condições climáticas desfavoráveis, cancelamento de contratos e fornecedores, problemas de transporte e deslocamento dos convidados.

Ossos quebrados

Muito usada no exterior por atletas profissionais, a apólice contra ossos fraturados disponibiliza uma indenização por incapacidade temporária ao seu proprietário. Eventualmente, esse seguro também restitui as despesas médicas geradas pela fratura.

Tacada de golfe

Na tradição desse esporte, um jogador que acerte a bola em uma única tacada (o que é muito difícil e raro, mesmo para campeões da modalidade como Tiger Woods) paga a conta do bar para todos os demais competidores. Pois a Allianz oferece no Brasil uma apólice para esses casos.

Ciberataques

Cresce a quantidade de golpes cibernéticos contra bancos e administradoras de cartões de crédito. Diante disso (e de hackers cada vez mais hábeis e mal-intencionados), companhias já dispõem de seguros contra danos gerados por violação de dados. E são apólices amplas — incluem erros de colaboradores, ataques de vírus e até indenização por lucros cessantes devido a uma agressão virtual.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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