O lucro líquido recorrente das operações de seguros do Itaú Unibanco atingiu R$ 733 milhões no segundo trimestre de 2014, um aumento de 9,3% em relação ao trimestre anterior, influenciado pelo crescimento das receitas de prestação de serviços e do resultado de seguros, previdência e capitalização antes das despesas com sinistros e comercialização. O índice de seguridade que demonstra a participação do lucro líquido recorrente de Seguros, Previdência e Capitalização em relação ao lucro líquido recorrente do Itaú Unibanco, desconsiderando-se o resultado do excesso de capital, atingiu 15,2%, redução de 0,1 ponto percentual em relação ao trimestre anterior. A relação entre o produto bancário das operações de seguros e o produto bancário total alcançou 14,4%, redução de 0,3 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.
O Itaú Unibanco teve lucro líquido ajustado de R$ 4,973 bilhões no segundo trimestre, com alta de 37,3% sobre igual período do ano passado. O lucro ajustado elimina efeitos de eventos não recorrentes, como provisão para perdas com os planos econômicos e amortização do ágio gerada pela aquisição da Credicard. De janeiro a junho, o lucro líquido do Itaú atingiu R$ 9,318 bilhões, aumento de 32,1% ante os R$ 7,055 bilhões registrados no mesmo período do ano passado. No semestre, além desses impactos, tiveram ainda efeito da decisão sobre a discussão da legalidade da incidência de Cofins para a Porto Seguro e ainda da decisão favorável na tese de alargamento da base de cálculo de PIS/Cofins do IRB Brasil Resseguros. O banco destaca os segmentos de consignado (+62,1%), imobiliário (+26,1%) e cartão de crédito (+28,6%), bem como a venda da carteira de grandes riscos para a ACE.

















