Conheça o cliente e faça a melhor oferta, recomenda o consultor da MDRT

fenaprevi mdrtConvencer alguém a poupar, seja no banco ou em uma companhia de seguros, é igual em qualquer pais do mundo. “As condições econômicas mudam de país para país,mas o desafio de fazer as pessoas pensarem nos riscos de viverem pouco, deixando familiares desamparados, ou viverem muito, necessitando elas mesmas de recursos financeiros para arcarem com custos de saúde, é o mesmo em todos os país”, afirmou. Mr. Walter Katz, membro da Million Dollar Round Table, entidade global que reúne um seleto grupo de profissionais da área de seguros de vida e do mercado financeiro. Katz no painel de abertura “Viver para vender enquanto aprendo a viver”, do VI Seminário Internacional de Marketing e Vendas – Vida e Previdência, realizado em São Paulo no dia 7 de novembro.

Segundo o presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), Osvaldo Nascimento, a educação financeira tem um papel fundamental para conscientizar o cidadão sobre a importância de se formar uma poupança de longo prazo, e entender também os benefícios do seguro para proteção do patrimônio e da família. “O corretor também exerce o papel de educador por ter o contato direto com o cliente”, diz o presidente da federação.

Para o vice presidente da FenaPrevi e presidente da Bradesco Vida e Previdência, Lúcio Flávio Condurú de Oliveira, que presidiu o painel internacional “Viver para vender enquanto aprendo a viver”, o seminário proporcionou uma oportunidade para refletir sobre o ambiente corretor, cliente e empresa. “As seguradoras e o corretor têm uma função social importante de compreender quais as necessidades de proteção das pessoas e de suas famílias. E além da ação de venda, o trabalho do corretor exige também um trabalho de relacionamento e acompanhamento para fidelizar o cliente”, afirma o vice presidente da FenaPrevi.











Cerca de 200 pessoas assistiram as palestras durante todo o dia, com relatos de executivos especializados em subscrição, criação de produtos, consultores e até mesmo segurados contando sua experiência com a compra do seguro de vida e planos de previdência.

Segundo Wlater, as midias sociais são aliadas dos corretores. “Engana-se quem pensa que são concorrentes. Não são. O cliente pesquisa, aprende e faz suas análises. Protela a compra. Mas quando abordado por um consultor financeiro, com os argumentos certos sobre os riscos para cada ciclo de vida, fecha mais facilmente um pacote de benefícios para o proteger dos riscos do dia a dia, seja da morte precoce ou do bônus da longevidade”, afirmou.

Uma dica do consultor é usar o Linkedin para pesquisar a vida dos clientes. “Se ele é casado, se tem filhos, se ajuda os pais, se viaja, se a empresa que trabalha oferece benefícios básicos e que não são suficientes para o atual estágio da vida. São informações valiosas e que ajudam a conquistar o cliente”, frisa. “Realmente tenho comprovado em minha carreira profissional que entender o que nossos clientes querem é a chave do sucesso para ajudar o brasileiro a se proteger”, diz Richard Vinhosa, CEO da Zurich Vida e Previdência.

Maria Helena Monteiro, diretora do ensino técnico da Funenseg (Fundação Escola Nacional de Seguros), foi a palestrante do 2º painel do dia (Protagonismo Feminino – A Mulher no Mercado Segura). “É preciso quebrar paradigmas para vender seguro de vida para mulheres. Elas hoje são a maioria no sustento do lar. Elas são minuciosas e exigem detalhes do contrato. O corretor tem de se preparar para vender para o público feminino, que se entende o que é o produto, com certeza comprará para proteger a si mesma e a sua família”, afirmou a executiva, citando a sua própria experiência de vida. “Eu mesma, que trabalho no mercado de seguro, sou alertada pelo corretor de seguros sobre produtos que não estão adequados para a minha realidade de vida”.

O executivo de consultoria em seguros da IBM, Pedro Luiz Coelho, detalhou os principais resultados da pesquisa Interações Seguradora, Corretor e Cliente da IBM. “A abordagem do cliente não pode ser focada em um único canal de vendas. Os clientes aprenderam usar múltiplos canais. Celular, internet, 0800 e o corretor. Eles esperam serviços e atenção em todos esses canais. A decisão de compra é pessoal. Por mais que usem a internet, a compra depende do contato pessoal”, afirmou, enfatizando que estratégias de marketing, treinamento dos funcionários e um programa de comunicação para difundir a importância do seguro são as chaves do sucesso das vendas de produtos de longo prazo.

No 4º e último painel, Rene França Gomes, da Gomes e Gomes Corretora de Seguros, e Leandro Lougon, da Lougon Corretora de Seguros, apresentaram “Cases de Sucesso de Corretores e Seguros”.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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