O Valor Econômico conta hoje que o mercado de seguros tem uma exposição de quase US$ 2 bilhões à empresa de petróleo OGX, pivô da crise do grupo do empresário Eike Batista. Até o momento, porém, não houve nenhum caso que exigisse indenização. Segundo informações do balanço do segundo trimestre da OGX, os principais ativos e interesses da companhia têm cobertura de seguradoras. O programa de seguros para a operação exploratória de óleo e gás possui US$ 1,6 bilhão em valor coberto. Como as receitas e despesas de exploração são em dólar, o seguro também é contratado nessa moeda. Além disso, outras apólices, como as de garantia e de responsabilidade civil geral e de executivos, somam cobertura de R$ 472,9 milhões. “O programa de seguros da companhia possui suporte de sólidos mercados internacionais, na sua maioria parte do Lloyd’s. As apólices foram emitidas localmente pela Itaú Seguros e Zurich Brasil Seguros “, diz o balanço da OGX.
Outra apólice que tem maior risco de ser acionada é a de responsabilidade civil de administradores (D&O, na sigla em inglês). Isso por conta dos possíveis processos judiciais e administrativos que podem eventualmente recair sobre os atuais e ex-executivos da empresa de petróleo. Essa apólice foi renovada no mês passado. Um executivo próximo à operação, que pediu para não ser identificado, disse que o preço do seguro subiu 10%. Segundo ele, as seguradoras pediram mais informações e impuseram condições mais restritas de cobertura, mas não houve problemas na renovação. Procurados, Itaú e Zurich, responsáveis pelo programa de seguros da empresa, não comentaram o assunto.
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