Uma data histórica. Finalmente o IRB Brasil Re passa a ser controlado por agentes privados, livrando-se das amarras e burocracias impostas a uma empresa estatal. Assembleia Geral de Acionistas realizada hoje foi o último passo que faltava para o que o governo chama de desestatização. No encontro, foi aprovado o aumento de capital, com a União e o Banco do Brasil com 48% e o restante dividido entre Bradesco Seguros, Itaú Seguros, e o Fundo de Investimento de Participações Caixa Barcelona, informou em nota o Ministério da Fazenda.
O governo manterá uma “golden share” no IRB-Brasil RE, que vem a ser uma ação de categoria especial que dá poder de veto à União em algumas deliberações de assembleias, como mudança de objeto social, transferência do controle acionário e operações de fusão, cisão e incorporação que representem riscos aos poderes da “golden share”.

















